Adventismo: Falhas, Erros e Contradições nos escritos de Ellen G. White

apologética Ellen G. WhiteAdventismo: Falhas, Erros e Contradições nos escritos de Ellen G. White

Autor: Robson T. Fernandes

O início do século XIX ficou conhecido pelo denominado “Grande Despertamento”.

O grande despertamento foi um movimento que surgiu gerado pela distorção do ensino da volta de Cristo. Essa distorção foi criada por Guilherme Miller, que era pastor batista em Nova Iorque. Este estava convencido de que a profecia de Daniel 8:14 fazia alusão ao retorno de Cristo com a finalidade de “purificar o santuário”. Esse tipo de prática continua comum na atualidade, apesar da reprovação bíblica. Na época, muitas pessoas aderiram aos ensinos de Miller, vendendo suas casas, doando suas terras… Seus ensinos iam difundindo-se, até que o grupo que passou a crer em tais ensinos se aproximava dos cem mil.

Com seus cálculos, em 1818, Miller afirmou que Cristo retornaria no dia 21 de março de 1843. Cristo não voltou! Após essa decepção, Miller refez seus cálculos e afirmou que havia errado nas contas. O ano do retorno de Cristo seria 1844. 21 de março de 1844. Cristo não voltou! Miller refez seus cálculos e remarcou a data para 22 de outubro de 1844. Cristo não voltou!

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               Guilherme Miller confessou publicamente o seu erro.  Essa série de erros e decepções passou para a história como o “Grande Desapontamento”.

                Entre os seguidores de Miller estavam Hiram Edson, Joseph Bates e Ellen G. White.  

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                Hiram Edson afirmou que Miller não havia errado nos cálculos, mas apenas no local da realização da profecia. Afirmou que Cristo entrara no santuário celestial e não no terrestre, para que ali pudesse fazer a “purificação do santuário”, concluindo, assim, a Sua obra iniciada na cruz.

Joseph Bates, por sua vez, defendia a guarda do sábado, como um preceito cristão.

Ellen G. White, ensinava enfaticamente o exercício dos do Espírito.

A partir da união dos três tem início a Igreja Adventista do Sétimo Dia.

A influência e ação de Ellen White concederam-lhe o título de profetisa da igreja adventista. Seus escritos tornaram-se populares e suas doutrinas, nada bíblicas, trouxeram para o seio da igreja a origem de mais uma seita. Seus escritos, ainda hoje, são vistos como inspirados, estando, assim, em pé de igualdade com a Bíblia Sagrada, para o adventismo. Vejamos:

“CREMOS QUE: … “Ellen White foi inspirada pelo Espírito Santo, e seus escritos, o produto dessa inspiração, têm aplicação para os adventistas do sétimo dia.”…
NEGAMOS QUE: A qualidade ou grau de inspiração dos escritos de Ellen White sejam diferentes dos encontrados nas Escrituras Sagradas.”

(Fonte: Revista Adventista, fev. 1984, pág. 37)

 Entre os vários livros de Ellen, podemos citar: A Ciência do Bom Viver, A Igreja Remanescente, A Verdade Sobre os Anjos, Atos dos Apóstolos, Beneficência Social, Caminho a Cristo, Cartas a Jovens Namorados, Conselhos aos Pais Professores e Estudantes, Conselhos Sobre a Escola Sabatina, Conselhos Sobre Educação, Conselhos Sobre Mordomia, Conselhos Sobre o Regime Alimentar, Conselhos Sobre Saúde, Cristo em Seu Santuário, Educação, Evangelismo, Eventos Finais, Fé e Obras, Fundamentos da Educação Cristã, História da Redenção, Medicina e Salvação, Mensagens aos Jovens, Mente, Caráter e Personalidade, No Deserto da Tentação, O Colportor Evangelista, O Desejado de Todas as Nações, O Grande Conflito, O Lar Adventista, O Maior Discurso de Cristo, Obreiros Evangélicos, Orientação da Criança, Parábolas de Jesus, Patriarcas e Profetas, Primeiros Escritos, Profetas e Reis, Reavivamento e seus Resultados, Santificação, Serviço Cristão, Temperança, Testemunhos para Ministros e Obreiros Evangélicos, Testemunhos Seletos, Vida de Jesus, Vida e Ensinos e Vida no Campo.

                Todavia, o livro “O Grande Conflito” é considerado a sua obra prima.

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      O Grande Conflito já foi editado em mais de 65 idiomas e mais de 10.000.000 de exemplares já foram vendidos.

                A literatura da Sra. Ellen G. White está repleta de heresias e contradições, se comparadas com a Escritura Sagrada, como veremos mais adiante.

                No decorrer de sua história, a Igreja Adventista já utilizou vários nomes, como: Igreja Cristã Adventista (1855), Adventistas do Sétimo Dia (1860), União da Vida e Advento (1864), Igreja de Deus Adventista (1866), Igrejas de Deus Jesus Cristo Adventistas (1921), Igreja Adventista Reformada, Igreja Adventista da Promessa, Igreja Adventista do sétimo dia.

                Ainda, gerou originou uma série de outras “filhas”, em que destacamos: Igreja Adventista da Promessa e Igreja Adventista do Pacto.

                Os escritos de Ellen White apresentam várias vezes motivos para contestação, demonstrando, sem muito esforço, a sua aberrante associação com heresias.

Vejamos alguns exemplos, comparados com a Bíblia Sagrada:

“…há uma objeção ao casamento de brancos com negros. Todos devem considerar que não têm o direito de trazer a sua prole aquilo que a coloca em desvantagem; não têm o direito de lhe dar como patrimônio hereditário uma condição que os sujeitaria a uma vida de humilhação. Os filhos desses casamentos mistos têm um sentimento de amargura para com os pais que lhes deram essa herança para toda a vida. Por essa razão, caso não houvesse outras, não deveria haver casamentos entre brancos e negros … quanto à conveniência de casamento entre jovens cristãos brancos e negros, o esclarecimento que me foi dado da parte do Senhor foi que esse passo não devia ser dado; pois não é certo criar discussão e confusão.  Tenho tido sempre o mesmo conselho a dar. Nenhuma animação deve ser dada a casamentos dessa espécie entre nosso povo. Que o irmão negro se case com uma irmã negra que seja digna, que ame a Deus e guarde os Seus mandamentos. Que a irmã branca que pensa em unir-se em casamento a um irmão negro se recuse a dar tal passo, pois o Senhor não está dirigindo nessa direção.

(Fonte: Mensagens Escolhidas, págs. 343 e 344)

“As pessoas de cor não devem pressionar para serem colocados em igualdade com os brancos.”

(Testimonies for the Church. Volume 9, pág. 214)

 “Oportunidades estão sempre aparecendo nos Estados do Sul, e muitos homens de cor são chamados ao trabalho. Mas, por muitas razões, os brancos devem ser escolhidos como líderes. Todos nós somos membros de um corpo que é completo unicamente em Jesus Cristo, que vai elevar seu povo do baixo nível que o pecado degradou e então serão colocados onde devem ser reconhecido nas cortes celestiais como trabalhadores juntos a Deus.”

(Testimonies for the Church. Volume 9, pág. 202)

           Em nenhum momento encontramos tal racismo na Bíblia com relação aos “negros” e os “brancos”. Vejamos: 

“Pois o Senhor vosso Deus é o Deus dos deuses, e o Senhor dos senhores, o Deus grande, poderoso e terrível, que não faz acepção de pessoas, nem aceita recompensas” – (Dt 10:17)

 “Agora, pois, seja o temor do Senhor convosco; guardai-o, e fazei-o; porque não há no Senhor nosso Deus iniqüidade nem acepção de pessoas, nem aceitação de suborno” – (2Cr 19:7)

“Certamente vos repreenderá, se em oculto fizerdes acepção de pessoas” – (Jo 13:10)

“E, abrindo Pedro a boca, disse: Reconheço por verdade que Deus não faz acepção de pessoas” – (At 10:34)

 “Mas, se fazeis acepção de pessoas, cometeis pecado, e sois redargüidos pela lei como transgressores” – (Tg 2:9)

           Veja mais afirmações de Ellen:

“Satanás, que é o pai da mentira, enganou a Adão de modo semelhante, dizendo-lhe que não precisava obedecer a Deus, que não morreria se transgredisse a lei.”- (Evangelismo, pág. 598)

           Em nenhum momento na Bíblia encontramos o ensino que satanás teria enganado Adão, mas ele enganou Eva. Vejamos: 

“Então disse Adão: A mulher que me deste por companheira, ela me deu da árvore, e comi. E disse o Senhor Deus à mulher: Por que fizeste isto? E disse a mulher: A serpente me enganou, e eu comi.” – (Gn 3:12,13)

 “E Adão não foi enganado, mas a mulher, sendo enganada, caiu em transgressão.” – (1 Tm 2:14)

“Deus concedeu o desejo deles, lhes dando carne, e os deixando comer até a glutonaria deles produzir uma pestilência.”

(Counsels on Diet and Foods, pág. 148)

          A pestilência, citada pela Sra. White, foi enviada antes das pessoas comerem a carne, ou qualquer outra comida. O motivo pelo qual receberam a pestilência se deu por causa dos seus desejos e não da sua glutonaria, como sugere a profetisa do adventismo. Desejar significa: Ter desejo ou vontade, querer. Glutonaria significa: Qualidade de glutão, voracidade, edacidade, glutonia, comer muito e com avidez, voracidade. Portanto, são duas coisas distintas. Além do mais, no texto de Números 11:33-34 nunca é citada a glutonaria. Vejamos: 

“Quando a carne estava entre os seus dentes, antes que fosse mastigada, se acendeu a ira do Senhor contra o povo, e feriu o Senhor o povo com uma praga mui grande.” – (Nm 11:33)

 “Esses que aceitam o Salvador, ainda que seja sincera a conversão deles, nunca deveriam ser ensinados a dizer ou sentir que eles são salvos”

(Christ’s Object Lessons, p. 155)

          O texto bíblico nos ensina, veementemente, o oposto que a Sra. Ellen White! A Bíblia nos fala acerca da importância de termos a certeza de salvação. O texto bíblico de Efésios 2:8 nos diz: “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus”. A forma verbal como aparece o termo “sois”, no grego, é apresentada no tempo perfeito, o que nos mostra a idéia de uma ação completa!

          João escreve para os crentes para que eles soubessem, isto é, tivessem a certeza e a convicção de que eram salvos. Vejamos: 

“Estas coisas vos escrevi a vós, os que credes no nome do Filho de Deus, para que saibais que tendes a vida eterna, e para que creiais no nome do Filho de Deus.” (1 Jo 5:13)

“Não deixe alguns de nossos ministros darem um mau exemplo comendo carne. Deixe-os e as sua famílias viverem à luz da reforma da saúde. Não deixem nossos ministros animalizarem as suas próprias naturezas e a natureza de seus filhos.”

(Spalding e Magan, pág. 211)

“A luz tem vindo a mim por muitos anos em que como carne e não é bom para saúde ou moralidade.”

(Counsels on Diet and Foods, pág. 413)

          Mais uma vez o ensino da Sra. White se apresenta de maneira antagônica ao que a Bíblia ensina, em todos os aspectos. No jantar da Páscoa, Jesus comeu, inclusive, carne de cordeiro com seus discípulos, segundo o que estava estabelecido pela própria Bíblia em Ex 12:8. Em 1 Reis 17:6 o próprio Deus envia carne e pão, para que Elias se alimentasse.

          Entendemos que, segundo o que a Bíblia ensina e não a Sra. White, a Bíblia não estabelece nenhuma relação entre comer carne e moralidade, como a “profetisa” do adventismo faz. Vejamos alguns exemplos:

“E disse-lhes: Desejei muito comer convosco esta páscoa, antes que padeça” – (Lc 22:15)  

“Tudo quanto se move, que é vivente, será para vosso mantimento; tudo vos tenho dado como a erva verde.”- (Gn 9:3)

 “Comei de tudo quanto se vende no açougue, sem perguntar nada, por causa da consciência” – (1Co 10:25)

“O Senhor ama essas pequenas crianças que tentam fazer o certo, e ele prometeu que elas estarão no seu reino. Mas crianças más que Deus não ama.”

(Appeal to Youth, p. 61)

“Deus ama o coração honesto, as crianças verdadeiras, mas não pode amar os que são desonestos.”

(Appeal to Youth, p. 41)

           Como Deus poderia amar os seus inimigos e não amar as crianças, apenas pelo fato de não serem obedientes? O texto bíblico é enfático ao afirmar que Deus é amor. Vejamos alguns exemplos:

 “Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus; Porque faz que o seu sol se levante sobre maus e bons, e a chuva desça sobre justos e injustos… Sede vós pois perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está nos céus” – (Mt 5:44,45,48)

 “Mas a vós, que isto ouvis, digo: Amai a vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam” – (Lc 6:27)

 “Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor.” – (1Jo 4:8)

“É um pecado estar doente; porque toda doença é o resultado de transgressão”

(Health Reformer, 1º agosto, 1866)

           A Bíblia nos ensina algo muito importante acerca desse assunto: nem sempre a doença é resultado de transgressão. Muitas doenças, mortes e situações adversas nos são enviadas para aumentar nossa fé, e na maioria dos casos para que o nome de Deus seja glorificado.

          Jó, de acordo com o próprio Deus, era um homem que não se assemelhava a nenhum outro, porque era reto, íntegro, temente a Deus e se desviava do mal (Jó 1:1, 8, 2:3). Mesmo assim, enfrentou uma fase terrível e uma doença horrível.

          O apóstolo Paulo, segundo 2 Coríntios 12:7-10, teve um “espinho na carne”, porém isto não aconteceu porque havia cometido uma transgressão, mas porque Deus desejava que o Seu poder fosse aperfeiçoado na vida de Paulo através daquela situação.

          É curiosa a hipocrisia da Sra. White porque ela estava constantemente doente. Ela morreu de uma doença, seu marido morreu de uma doença e dois de seus filhos morreram de uma doença (Herbert morreu poucas semanas depois de nascer e Henry morreu aos 16 anos).

          No site oficial do adventismo acerca de Ellen White, o Centro de Pesquisas Ellen White (www.centrowhite.org.br), está escrito: “Muitíssimo impressionados ficaram os primeiros líderes da obra com a importância da reforma da saúde, devido à morte prematura de Henrique White com dezesseis anos, à grave enfermidade do Pastor Tiago White, que por três anos se afastou do trabalho e aos sofrimentos de vários outros ministros”.

          Vejamos, agora, o que a Bíblia nos diz:

           “E disse o Senhor a Satanás: Observaste o meu servo Jó? Porque ninguém há na terra semelhante a ele, homem íntegro e reto, temente a Deus e que se desvia do mal, e que ainda retém a sua sinceridade, havendo-me tu incitado contra ele, para o consumir sem causa… Então saiu Satanás da presença do Senhor, e feriu a Jó de úlceras malignas, desde a planta do pé até ao alto da cabeça.” – (Jó 2:3,7)

           “E, para que não me exaltasse pela excelência das revelações, foi-me dado um espinho na carne, a saber, um mensageiro de Satanás para me esbofetear, a fim de não me exaltar. Acerca do qual três vezes orei ao Senhor para que se desviasse de mim. E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo. Por isso sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por amor de Cristo. Porque quando estou fraco então sou forte.” – (2 Co 12:7-10)

“Deus está castigando esta nação pelo alto crime de escravidão. Ele tem o destino da nação em suas mãos. Ele castigará o Sul por causa do pecado de escravidão… Na Conferência Roosevelt, quando foram ajuntadas os irmãos e irmãs no dia da separação para humilhação, jejum e oração, no Sábado sagrado, 3 de agosto, o Espírito do Deus descansou em nós, e eu fui tomada em uma visão, e mostrou-me o pecado da escravidão.”

(Review and Herald, 27 agosto, 1861)

          Em nenhuma passagem bíblica nós encontramos a afirmação de que a escravidão é uma prática boa, mas, também não existe nenhuma passagem bíblica que afirme que a escravidão é pecado, como faz a Sra. White.

          É necessário que entendamos a diferença entre uma prática ruim e pecado.

         Em primeiro lugar, para ser classificada como pecado, a escravidão deveria transgredir a Lei, e isto não ocorre.

          Em segundo lugar, Deus permitiu que o próprio Israel praticasse a escravidão (Lv 25:44-46).

          Em terceiro lugar, diante do apresentado, apesar de ser uma prática ruim, a escravidão não é biblicamente classificada como pecado. 

“Se comprares um servo hebreu, seis anos servirá; mas ao sétimo sairá livre, de graça” – (Ex 21:2)

“E quanto a teu escravo ou a tua escrava que tiveres, serão das nações que estão ao redor de vós; deles comprareis escravos e escravas. Também os comprareis dos filhos dos forasteiros que peregrinam entre vós, deles e das suas famílias que estiverem convosco, que tiverem gerado na vossa terra; e vos serão por possessão. E possuí-los-eis por herança para vossos filhos depois de vós, para herdarem a possessão; perpetuamente os fareis servir; mas sobre vossos irmãos, os filhos de Israel, não vos assenhoreareis com rigor, uns sobre os outros.” – (Lv 25:44-46)

“Muitos reclamam que era impossível para CRISTO ser vencido pela tentação. Então Ele não poderia ter sido colocado na posição de Adão… nosso Salvador tomou a humanidade com todas as suas responsabilidades. Ele tomou a natureza de Adão com a possibilidade de ceder à tentação.”

(O Desejado de todas as nações, pág. 117)

“Quando Adão foi assaltado pelo tentador, nenhum dos efeitos do pecado estavam sobre ele. Adão permaneceu na força da perfeita varonilidade, possuindo o pleno vigor de mente e corpo… Não foi assim com JESUS quando entrou no deserto para lutar com Satanás. Por quatro mil anos a raça humana tinha estado decrescendo em força física, em poder mental, em valor moral; e CRISTO tomou sobre Si as enfermidades da humanidade degenerada. Somente assim poderia JESUS resgatar o homem das mais baixas profundezas de sua degradação.”

(O Desejado de todas as nações, pág. 117)

“CRISTO venceu a Satanás na mesma natureza sobre a qual Satanás obteve a vitória sobre o homem. O inimigo foi vencido por CRISTO em Sua natureza humana. O poder da divindade do Salvador foi escondido. Ele venceu na natureza humana, dependendo de DEUS para ter força. Este é o privilégio de todos.”

(The Youth’s Instructor, 25-04-1901)

“Em Sua humanidade CRISTO participou de nossa pecaminosa natureza caída. Se assim não fosse, então, Ele não teria sido feito ‘como Seus irmãos’, não fora ‘em todos os pontos tentado como nós somos,’ não vencera como temos de vencer, e não é, portanto, o completo e perfeito Salvador que o homem precisa e deve ter para ser salvo. A idéia de que CRISTO foi nascido de uma mãe imaculada e sem pecado (os protestantes não reivindicam isto para a virgem Maria, [mas os católicos sim]), que não herdou tendências para o pecado, e que por isto não pecou, remove JESUS do mundo caído, e do próprio lugar onde a ajuda é necessária. Em Seu lado humano, CRISTO herdou exatamente o que todo filho de Adão herda – uma natureza pecaminosa, caída. Do lado divino, desde a Sua própria concepção JESUS foi gerado e nascido do ESPÍRITO. E isto foi feito para colocar a humanidade em posição vantajosa, e para demonstrar que do mesmo modo que todos os que são ‘nascidos do ESPÍRITO’ podem ganhar semelhante vitória sobre o pecado em sua própria carne pecaminosa. Assim cada um deve vencer como CRISTO venceu (Apocalipse 3:21). Sem este nascimento não pode haver vitória sobre a tentação, e nenhuma salvação do pecado (João 3:3-7).”

(Estudos Bíblicos, pág. 21)

Os ensinamentos trazidos pela Sra. White contradizem por completo a doutrina bíblica da divindade de Cristo.

Primeiro, ela afirma que Cristo “tomou a natureza de Adão com a possibilidade de ceder à tentação”.

Segundo, ela afirma que “nenhum dos efeitos do pecado estavam sobre” Adão, porém (mais adiante) afirma que “Não foi assim com JESUS”, ou seja, Cristo estava sob os efeitos do pecado.

Terceiro, ela afirma que o “inimigo foi vencido por CRISTO em Sua natureza humana”.

Quarto, ela afirma que o “poder da divindade do Salvador foi escondido”.

Quinto, ela afirma que Cristo venceu satanás em sua “natureza humana, dependendo de DEUS para ter força”.

Sexto, ela afirma que em “Sua humanidade CRISTO participou de nossa pecaminosa natureza caída”, e que “CRISTO herdou exatamente o que todo filho de Adão herda – uma natureza pecaminosa, caída”

Diante do que foi exposto, podemos afirmar que Ellen White jamais chegou a compreender que é Jesus Cristo de fato e de acordo com a Sagrada Escritura. A série de afirmações que esta senhora fez acerca da pessoa de Cristo nos mostra claramente que seus escritos estão em rota de colisão com a Bíblia Sagrada, afrontando-A diretamente e negando um dos princípios mais fundamentais e básicos que são necessários para se considerar um cristianismo genuíno.

A Bíblia esclarece que Cristo seria chamado de Santo, o que significa “separado do pecado”, portanto livre de uma natureza caída, apesar de ser humana.

A Bíblia esclarece que Cristo desafiou seus inimigos para que lhes mostrassem quais pecados ele havia cometido, porém ficaram calados.

A Bíblia nos mostra que satanás tem uma natureza caiada e pecaminosa, todavia, Cristo não tem nada em comum com ele.

A Bíblia nos mostra claramente que até a natureza humana de Cristo era coberta da plenitude Divina.

A Bíblia nos mostra o quão cheio de erros e de heresias de perdição estão os livros da senhora Ellen White. Vejamos:

 “E, respondendo o anjo, disse-lhe: Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; por isso também o Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus” – Lc 1:35 

“Quem dentre vós me convence de pecado? E se vos digo a verdade, por que não credes?…Responderam, pois, os judeus, e disseram-lhe: Não dizemos nós bem que és samaritano, e que tens demônio?” – Jo 8:46,48 

“Já não falarei muito convosco, porque se aproxima o príncipe deste mundo, e nada tem em mim”- Jo 14:30

 “Porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade” – Cl 2:9 

“Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém, um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado” – Hb 4:15 

“Porque nos convinha tal sumo sacerdote, santo, inocente, imaculado, separado dos pecadores, e feito mais sublime do que os céus” – Hb 7:26 

“A teoria do tormento eterno é uma das falsas doutrinas que constituem o vinho das abominações de Babilônia, do qual ela faz todas as nações beberem. Apocalipse 14:8; 17:2. Que ministros de Cristo hajam aceito esta heresia e a tenham proclamado do púlpito sagrado, é na verdade um mistério. Eles a receberam de Roma”

(O Grande Conflito, pág. 542. 33ª edição)

A senhora Ellen White, em seus escritos nega a doutrina bíblica, e não babilônica, do inferno, ou do tormento eterno, contradizendo frontalmente os ensinos bíblicos.

A doutrina bíblica do tormento eterno é chamada por ela de “heresia”, todavia, entendemos que na contemporaneidade o termo heresia significa “ensino errado”, ou “oposto a Bíblia”.

Com isso, torna-se heresia o ensino adventista da negação de tal doutrina, como podemos ver nas Sagradas Escrituras: 

“E irão estes para o tormento eterno, mas os justos para a vida eterna” – (Mt 25:46)

 “E, se o teu olho te escandalizar, arranca-o, e atira-o para longe de ti; melhor te é entrar na vida com um só olho, do que, tendo dois olhos, seres lançado no fogo do inferno” – (Mt 18:9)

“Ali haverá choro e ranger de dentes, quando virdes Abraão, e Isaque, e Jacó, e todos os profetas no reino de Deus, e vós lançados fora” – (Lc 13:28)

 “E não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei antes aquele que pode fazer perecer no inferno a alma e o corpo” – (Mt 10:28)

 “Serpentes, raça de víboras! Como escapareis da condenação do inferno?”- (Mt 23:33)

 “E o que vivo e fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre. Amém. E tenho as chaves da morte e do inferno” – (Ap 1:18)

 “E a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo. Esta é a segunda morte” – (Ap 20:14)

“O sábado será a pedra de toque da lealdade; pois é o ponto da verdade especialmente controvertido. Quando sobrevier aos homens a prova final, traçar-se-á a linha divisória entre os que servem a Deus e os que não O servem… Ao passo que uma classe, aceitando o sinal de submissão aos poderes terrestres, recebe o sinal da besta, a outra, preferindo o sinal da obediência à autoridade divina, recebe o selo de Deus.”

 (O Grande Conflito, pág. 611, 33ª edição)

 A Sra. Ellen White afirma que o sábado é, ou será (no futuro), o “selo de Deus” na vida do crente, todavia, em nenhuma parte das Sagras Escrituras encontramos tal ensino.

Ora, a Bíblia nos declara que o selo de Deus na vida de alguém não é um dia, mas uma pessoa, e esta pessoa se chama Espírito Santo.

O que a Sra. White fez, nada mais foi do que trocar Deus por um dia!

Em que parte da Escritura nós encontramos respaldo para esse ensino?

Em que parte da Escritura nós encontramos que Deus trocou, ou trocará, o Espírito Santo por um dia?

Em que parte da Escritura nós encontramos respaldo para guardarmos a Lei, se isto foi algo dado para Israel? (Dt 4:1,7-13,44,45, 5:1,6,15; Êx 31:13,16,17,34:27,28; 1 Reis 8:9,21)

Dos dez mandamentos que Deus deu a Moisés, nove são repetidos no Novo Testamento, mas não o sábado. Vejamos:

1. Não adorar outro deus                                 – 1 Co 8:4; At 14:15

2. Não fazer imagens                                        – Gl 5:19-21; Rm 1:22,23

3. Não usar o nome de Deus em vão                 – Tg 5:12

4. Guardar o sábado                                         – Este mandamento não é apresentado no Novo Testamento

5. Honrar os pais                                               – Ef 6:2,3

6. Não assassinar                                              – Rm 13:8-10

7. Não adulterar                                                 – Rm 13:8-10; 1 Co 6:9,10

8. Não furtar                                                      – Rm 13:8-10; Ef 4:28

9. Não dar falso testemunho                             – Ap 21:8; 22:15

10. Não cobiçar                                                  – Rm 13:8-10; Ef 5:8.

 

Porque guardar o sábado hoje, se esse mandamento foi dado apenas para Israel, se não está no Novo Testamento e se nós não somos israelitas?

 Vejamos, agora, o que a verdadeira Palavra de Deus nos ensina: 

“Mas agora, conhecendo a Deus, ou, antes, sendo conhecidos por Deus, como tornais outra vez a esses rudimentos fracos e pobres, aos quais de novo quereis servir? Guardais dias, e meses, e tempos, e anos. Receio de vós tenha eu trabalhado em vão para convosco”Gl 4:9-11

 “Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados, que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é de Cristo”Cl 2:16-17

 “Eis que dias vêm, diz o Senhor, em que farei uma aliança nova com a casa de Israel e com a casa de Judá. Não conforme a aliança que fiz com seus pais, no dia em que os tomei pela mão, para os tirar da terra do Egito; porque eles invalidaram a minha aliança apesar de eu os haver desposado, diz o Senhor. Mas esta é a aliança que farei com a casa de Israel depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei a minha lei no seu interior, e a escreverei no seu coração; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo”Jr 31:31-33

 “Porque isto é o meu sangue, o sangue da nova aliança, que é derramado por muitos, para remissão dos pecados”(Mt 26:28)

 “Em quem também vós estais, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação; e, tendo nele também crido, fostes selados com o Espírito Santo da promessa.”Ef 1:13

 “E não entristeçais o Espírito Santo de Deus, no qual estais selados para o dia da redenção” Ef 4:30) 

“Todavia o fundamento de Deus fica firme, tendo este selo: O Senhor conhece os que são seus, e qualquer que profere o nome de Cristo aparte-se da iniquidade”2Tm. 2:19

“Moisés passou pela morte, mas Cristo desceu e lhe deu vida antes que seu corpo visse a corrupção. Satanás procurou reter o corpo, pretendendo-o como seu; mas Miguel ressuscitou Moisés e levou-o ao Céu … Satanás maldisse amargamente a Deus, acusando-o de injusto por permitir que sua presa lhe fosse tirada; Cristo, porém, não repreendeu a seu adversário, embora fosse por sua tentação que o servo de Deus houvesse caído. Mansamente remeteu-o a Seu Pai, dizendo: ‘O Senhor te repreenda’”

(Primeiros Escritos, pág. 164, 3ª edição)

A Sra. White apresenta a passagem bíblica na tentativa de identificar Cristo com Miguel.

Miguel é um anjo, porém Cristo não.

Para a Sra. White, ao apresentar Cristo como Miguel traz-se a tona o ensino de que Cristo seria um ser criado, um anjo, e, portanto, não seria Deus. Com isso, encontramos – mais uma vez – a negação da divindade de Cristo, por parte dessa senhora.

Além disso, encontramos uma série de afirmação que não encontram sustentação bíblica. Por exemplo:

                – “Moisés passou pela morte, mas Cristo desceu e lhe deu vida antes que seu corpo visse a corrupção”

* Moisés ressuscitou? Em que local bíblico encontramos tal afirmação, já que a Bíblia nos diz que Deus enterrou o corpo de Moisés (Dt 34:5,6)?

                – “Cristo, porém, não repreendeu a seu adversário”

* Cristo, não repreendeu o adversário? O texto que relata o acontecimento citado é o de Judas 9, porém, a Bíblia nos diz que o personagem celestial que estava presente ali era o arcanjo Miguel, e não Jesus. A senhora White se encarregou, mais uma vez, de acrescentar palavras na Bíblia. Com isso podemos ver: Dt 4:2; Dt 12:32; Pv 30:6 e Ap 22:18-19.

Jesus seria o arcanjo Miguel?

Não! Existem muitas diferenças entre Jesus e os anjos, ainda que este ano seja Miguel.

A Bíblia apresenta muitas diferenças entre Jesus e Miguel:

Jesus é criador (Jo. 1.3 ) enquanto Miguel é criatura (Cl 1.16 ), Jesus é Adorado por Miguel (Hb 1.6) enquanto Miguel não pode ser adorado (Ap. 22.8-9 ), Jesus é o Senhor dos Senhores (Ap. 17.14) enquanto Miguel é príncipe (Dn. 10.13), Jesus é Rei dos Reis enquanto Miguel é príncipe dos Judeus (Dn. 12.1).

                Em várias passagens bíblicas encontramos os mesmo atributos referentes a Deus Pai sendo empregados para Jesus Cristo e também para o Espírito Santo, porém – aqui – nos ateremos a Jesus, observando no texto bíblico os títulos empregados a Ele. Vejamos:

Advogado: 1 Jo 2:1

Alfa e Ômega: Ap 22:13

A Ressurreição e a Vida: Jo 11:25

A verdadeira luz: Jo 1.19

A Porta: Jo 10:9

Água da Vida: Jo 4:10

A Palavra: Jo 1:1

Autor e Consumador de nossa fé: Hb 12:2

Aurora: Lc 1:78

Âncora: Hb 6:19

Brilhante estrela da Manhã: Ap 22:16

Bom Pastor: Jo 10:11

Carpinteiro: Mc 6:3

Cordeiro de Deus: Jo 1:29

Cabeça da Igreja: Ef 5:23

Conselheiro Maravilhoso: Is 9:6

Doador da Vida: Jo 5.21; 1 Sm 2.6

Eu Sou: Jo 8:58

Esposo: Ef 5.28-33; Ap 21.2

Emanuel: Mt 1:23

Filho do Homem: Mt 20:28

Fiel e Verdadeira Testemunha: Ap 3:14

Glória de Deus: Jo 17.5; Is 42.8

Governante: Gn 49:10

Grande pastor: Hb 13.20

Homens de dores: Is 53:3

Imagem do Deus invisível: Cl 1:15

Juiz: Mt 25.31; Jl 3.12; At 10:42

Juiz dos vivos e mortos: 2 Tm 4.1

Leão da Tribo de Judá: Ap 5:5

Luz: Jo 8.12; Sl 27.1

Messias: Dn 9:25

Mestre: Jo 3:2; Mt 8:19

Mediador: 1 Tm 2:5

Noivo: Mt 25.1; Is 62.5; Mt 9:15

O Amado: Ef 1:6

O Caminho, a Verdade e a Vida: Jo 14:6

O Amém: Ap 3:14

Pastor e Bispo das almas: 1 Pe 2:25

Profeta: Mt 21:11

Pai Eterno: Is 9:6

Pão da Vida: Jo 6:35

Primeiro e Último: Ap 1.17; Is 44.6

Pastor: Jo 10.11; Sl 23.1

Perdoador de pecados: At 5.31; Cl 3.13

Pedra Angular: Ef 2:20

Príncipe da Paz: Is 9:6

Ramo: Is 11:1

Rei dos judeus: Mc 15:26

Reis dos reis: 1Tm 6:15

Redentor: Tt 2.13; Ap 5.9; Jó 19:25

Rosa de Sarom: Ct 2:1

Rocha ou pedra: 1 Co 10.4; 1 Pe 2.6-8

Salvador: Jo 4.42; Is 43.11

Supremo pastor: 1 Pe 5.4

Senhor dos senhores: 1 Tm 6:15

Salvador do mundo: Jo 4.42

Servo: Mt 12:18

Sumo Sacerdote: Hb 6:20

Santo de Deus: Mc 1:24

Todo-Poderoso: Ap 1:8

Unigênito: Jo 3:16

Videira Verdadeira: Jo 15:1

                É importante salientarmos a afirmação de Mcdowell e Stewart:

“Buda não reivindicou ser Deus; Moisés nunca disse ser Jeová; Maomé não se identificou como Alá; e em nenhum lugar encontramos Zoroastro reivindicando ser Ahura Mazda. Mas Jesus, o carpinteiro de Nazaré, disse que quem visse a Ele (Jesus) via o Pai (João 14.9)”.

                A Bíblia reivindica para Jesus os atributos Divinos:

Onipresente (Mt 28:20), Onipotente (Mt 28:18, Onisciente (Jo 21:17), Criador (Jo 1:3), Eterno (Ap 22:13), Santo (At 3:14), Santificador (Hb 2:11), Salvador (2Tm 1:10)…

 

                Com tudo isso, só podemos chegar às seguintes conclusões:

- Os livros da Sra. White, jamais poderão ser comparados com a Escritura Sagrada;

- Os livros da Sra. White, estão repletos de distorções doutrinárias, ensinos falsos e heresias;

- Os livros da Sra. White, demonstram de forma clara que aqueles que os aceitam estão em direta rebelião contra a Sagrada Escritura.

                Por último, a questão que precisa ser esclarecida não está no fato dos adventistas colocarem os escritos da Sra. White acima da Bíblia. Eles não fazem isso. O que eles, realmente, fazem é colocar os escritos da referida senhora em pé de igualdade com a Bíblia:

“CREMOS QUE: … “Ellen White foi inspirada pelo Espírito Santo, e seus escritos, o produto dessa inspiração, têm aplicação para os adventistas do sétimo dia.”…
NEGAMOS QUE: A qualidade ou grau de inspiração dos escritos de Ellen White sejam diferentes dos encontrados nas Escrituras Sagradas.”

(Fonte: Revista Adventista, fev. 1984, pág. 37) 

                A Sra. Ellen Gould Harmon White, nascida na cidade de Gorham, no dia 26 de novembro de 1827 e falecida em Santa Helena, na Califórnia, no dia 16 de julho de 1915, filha de Robert e Eunice Harmon e irmã gêmea de Elizabeth, nunca foi uma profetisa, já que seus escritos demonstram a qualidade de suas supostas profecias e ensinos. Nunca foi inspirada por Deus, já que o termo “inspiração” só é utilizado para a Escritura Sagrada, e os escritos dessa senhora estão em constante “rota de colisão” com a Bíblia, além do fato dela se fazer utilizar de plágios, constantemente.

                Na wikipédia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Ellen_G._White) podemos encontrar um trecho que comprova a afirmação de plágio, por parta da referida senhora. Ainda, está disponibilizado um link para o site da Igreja Adventista do Sétimo Dia, nos EUA, em que se encontram os documentos oficiais da pesquisa solicitada pela própria igreja e que prova tal fato.

(http://www.adventistarchives.org/documents.asp?CatID=13&SortBy=1&ShowDateOrder=True).

“A direção da Igreja Adventista do Sétimo Dia solicitou a um de seus eruditos, o Dr. Fred Veltman, então chefe do departamento de religião do Pacific Union College [Colégio União do Pacífico], que analisasse as acusações de plágio atribuídas a Ellen White por Walter Rea, autor do livro The White Lie [A mentira White], e outros. Após dedicar oito anos ao estudo da matéria, a revista oficial da denominação para seus ministros, Ministry Magazine, publicou um relatório oficial contendo um resumo do resultado da investigação do Dr. Veltman, especialmente no que se refere a O Desejado de Todas as Nações, sempre considerada a “obra prima”, ou o mais primoroso dentre os escritos da Sra. Ellen G. White.

Embora, indubitavelmente, o tema seja do maior interesse de toda a comunidade ASD, o resultado da investigação de Veltman restringiu-se a essa publicação, nunca tendo alcançado a membresia adventista norte-americana e, muito menos, mundial. Atualmente, o relatório completo de 2.561 páginas está disponível no website dos Arquivos da Associação Geral no item “Life of Christ Research Project” dentro de “Categories” http://archives.gc.adventist.org/ast/archives”

(http://pt.wikipedia.org/wiki/Ellen_G._White)

                Gostaria de citar alguns trechos do relatório que foi elaborado após oito anos de pesquisa pelo Dr. Fred Veltman:

“É de suma importância notar que foi Ellen White mesma, não seus assistentes literários, quem compôs o conteúdo básico do texto do livro O Desejado de Todas as Nações. Ao fazer isto foi ela quem tomou expressões literárias das obras de outros autores sem lhes dar crédito como suas fontes. Segundo, deve-se reconhecer que Ellen White utilizou os escritos de outras pessoas consciente e intencionalmente. . . . Implícita ou explicitamente, Ellen White, e outros que falaram em nome dela, não admitiram, e até negaram, a dependência literária da parte dela”. (Pág. 11).

“A maior parte do conteúdo do comentário de Ellen White sobre a vida e o ministério de Cristo, O Desejado de Todas as Nações, é derivado, antes que original. . . . Em termos práticos, esta conclusão declara que não se pode reconhecer nos escritos de Ellen White sobre a vida de Cristo nenhuma categoria geral de conteúdo ou catálogo de idéias que sejam somente dela”. (Pág. 12).

“Devo admitir desde o começo que, na minha opinião, este é o problema mais sério a ser deparado com relação à dependência literária de Ellen White. Isto assesta um golpe ao coração de sua honradez, sua integridade, e, portanto, sua confiabilidade”. (Pág. 14) 

                Espero, sinceramente, que o leitor possa pesquisar com afinco e dedicação. Tomando decisões e posições respaldadas pelo apoio Escriturístico, e não por emocionalismos ou tradições repassadas de geração em geração, permeadas pelo erro e pelo engano.

“Para sempre, ó Senhor, a tua palavra permanece no céu” – (Sl 119:89)

“O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar” – (Mt 24:35)

“O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento” – (Os 4:6a)

“Mas rejeita as fábulas profanas de velhas caducas. Exercita-te pessoalmente na piedade” – (1Tm 4:7)

robsontfernandesRobson Tavares Fernandes é bacharel em Teologia pelo STEC (Seminário Teológico Evangélico Congregacional). Tem se dedicado desde 1998 ao ensino e pesquisa bíblica na área de Apologética, sendo autor de vários artigos já publicados. Atuação como professor: Curso de Teologia da Igreja Batista da Palmeira, CBA (Curso Básico de Apologética) e ITESMI (Instituto Teológico Superior de Missões). Atuação como pesquisador: VINACC (Visão Nacional para a Consciência Cristã). Atuação como palestrante: Encontro para a Consciência Cristã, Simpósio Criacionista da Paraíba, Seminário Criacionista da Alagoas. Tem ministrado, ainda, palestras em igrejas, escolas e universidades.

Contato:  cristovira@bol.com.br  rtf75@bol.com.br

Atenção:
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