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QUAL O FUTURO DA IGREJA EVANGÉLICA NO BRASIL

QUAL O FUTURO DA IGREJA EVANGÉLICA NO BRASIL?

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Rev. Augustus Nicodemus Lopes

Quando olho o atual cenário da igreja evangélica brasileira – estou usando o termo “evangélica” de maneira ampla – confesso que me sinto incapaz de prever o que vem pela frente. Há muitas e diferentes forças em operação em nosso meio hoje, boa parte delas conflitantes e opostas. Olho para frente e não consigo perceber um padrão, uma indicação que seja, do futuro da igreja.

Há, em primeiro lugar, o crescimento das seitas neopentecostais. Embora estatísticas recentes tenham apontado para uma queda na membresia de seitas como a Universal do Reino do Deus – que ressurge das cinzas com o “templo de Salomão” – , outras estão surgindo no lugar, como na lenda grega da Hidra de Lerna, monstro de sete cabeças que se regeneravam quando cortadas. A enorme quantidade de adeptos destes movimentos que pregam prosperidade, cura, libertação e solução imediata para os problemas pessoais acaba moldando a imagem pública dos evangélicos e a percepção que o restante do Brasil tem de nós.

Na África do Sul conheci uma seita que mistura pontos da fé cristã com pontos das religiões africanas, um sincretismo que acaba por tornar irreconhecível qualquer traço de cristianismo restante.

Temo que a continuar o crescimento das seitas neopentecostais e seus desvios cada vez maiores do cristianismo histórico, poderemos ter uma nova religião sincrética no Brasil, uma seita que mistura traços de cristianismo com elementos de religiões afro-brasileiras, teologia da prosperidade e batalha espiritual em pouquíssimo tempo.

Depois há o movimento “gospel”, que mostrou sua popularidade ao ter o festival “Promessas” veiculado pela emissora de maior audiência do país.

Não me preocupa tanto o fato de que a Rede Globo exibiu o show, mas a mensagem que foi passada ali. A teologia gospel confunde “adoração” com pregação, exalta o louvor como o principal elemento do culto público, anuncia um evangelho que não chama pecadores e crentes ao arrependimento e mudança de vida, que promete vitórias mediante o louvor e a declaração de frases de efeito e que ignora boa parte do que a Bíblia ensina sobre humildade, modéstia, sobriedade e separação do mundo.

Para muitos jovens, os shows gospel viraram a única forma de culto que conhecem, com pouca Bíblia e quase nenhum discipulado. O impacto negativo da superficialidade deste movimento se fará sentir nesta próxima geração, especialmente na incapacidade de impedir a entrada de falsos ensinamentos e doutrinas erradas.

Notemos ainda o crescimento do interesse pela fé reformada, não nas igrejas históricas, mas fora delas, no meio pentecostal. Não são poucos os pentecostais que têm descoberto a teologia reformada – particularmente as doutrinas da graça, os cinco slogans (“solas”) e os chamados cinco pontos do calvinismo. Boa parte destes tem tentado preservar algumas ideias e práticas características do pentecostalismo, como a contemporaneidade dos dons de línguas, profecia e milagres, além de uma escatologia dispensacionalista.

Outros têm entendido – corretamente – que a teologia reformada inevitavelmente cobra pedágio também nestas áreas e já passaram para a reforma completa. Mas o tipo de movimento, igrejas ou denominações resultantes desta surpreendente integração ainda não é previsível.

O impacto das mídias sociais também não pode ser ignorado. E há também o número crescente de desigrejados, que aumenta na mesma proporção da apropriação das mídias sociais pelos evangélicos.

Com a possibilidade de se ouvir sermões, fazer estudos e cursos de teologia online, além de bate-papo e discipulado pela internet, aumenta o número de pessoas que se dizem evangélicas mas que não se congregam em uma igreja local. São cristãos virtuais que “frequentam” igrejas virtuais e têm comunhão virtual com pessoas que nunca realmente chegam a conhecer.

Admito o benefício da tecnologia em favor do Reino. Eu mesmo sou professor há quinze anos de um curso de teologia online e sei a benção que pode ser. Mas, não há substituto para a igreja local, para a comunhão real com os santos, para a celebração da Ceia e do batismo, para a oração conjunta, para a leitura em uníssono das Escrituras e para a recitação em conjunto da oração do Pai Nosso, dos Dez Mandamentos. Isto não dá para fazer pela internet. Uma igreja virtual composta de desigrejados não será forte o suficiente em tempos de perseguição.

Eu poderia ainda mencionar a influência do liberalismo teológico, que tem aberto picadas nas igrejas históricas e pentecostais e a falta de maior rapidez e eficiência das igrejas históricas em retomar o crescimento numérico, aproveitando o momento extremamente oportuno no país. Afinal, o cristianismo tem experimentado um crescimento fenomenal no chamado Sul Global, do qual o Brasil faz parte.

Algumas coisas me ocorrem diante deste quadro, quando tento organizar minha cabeça e entender o que se passa.

1 – Historicamente, as igrejas cristãs em todos os lugares aqui neste mundo atravessaram períodos de grande confusão, aridez e decadência espiritual. Depois, ergueram-se e experimentaram períodos de grande efervescência e eficácia espiritual, chegando a mudar países. Pode ser que estejamos a caminho do fundo do poço, mas não perderemos a esperança. A promessa de Jesus quanto à Sua Igreja (Mateus 16:18) e a história dos avivamentos espirituais nos dão confiança.

2 – Apesar de toda a mistura de erro e verdade que testemunhamos na sincretização cada vez maior das igrejas, é inegável que Deus tem agido salvadoramente e não são poucos os que têm sido chamados das trevas para a luz, regenerados e justificados mediante a fé em Cristo Jesus, apesar das ênfases erradas, das distorções doutrinárias e da negligência das grandes doutrinas da graça.

Ainda assim, parece que o Espírito Santo se compraz em usar o mínimo de verdade que encontra, mesmo em igrejas com pouca luz, na salvação dos eleitos. Não digo isto para justificar o erro. É apenas uma constatação da misericórdia de Deus e da nossa corrupção. Se a salvação fosse pela precisão doutrinária em todos os pontos da teologia cristã, nenhum de nós seria salvo.

3 – Deus sempre surpreende o Seu povo. É totalmente impossível antecipar as guinadas na história da Igreja. Muito menos, fazer com que aconteçam. Há fatores em operação que estão muito acima dos poderes humanos.

Resta-nos ser fiéis à Palavra de Deus, pregar o Evangelho completo – expositivamente, de preferência – viver uma vida reta e santa, usar de todos os recursos lícitos para propagar o Reino e plantar igrejas bíblicas e orar para que nosso Deus seja misericordioso com os seus eleitos, com a Sua igreja, com aqueles que Ele predestinou antes da fundação do mundo e soberanamente chamou pela Sua graça, pela pregação do Evangelho.

A graça de Deus e Mefibosete

A GRAÇA DE DEUS E MEFIBOSETE

A graça de Deus e MefiboseteA GRAÇA DE DEUS E MEFIBOSETE

“Disse Davi: Resta ainda, porventura, alguém da casa de Saul, para que use eu de bondade para com ele, por amor de Jônatas? Havia um servo na casa de Saul cujo nome era Ziba; chamaram-no que viesse a Davi. Perguntou-lhe o rei: És tu Ziba? Respondeu: Eu mesmo, teu servo. Disse-lhe o rei: Não há ainda alguém da casa de Saul para que use eu da bondade de Deus para com ele? Então, Ziba respondeu ao rei: Ainda há um filho de Jônatas, aleijado de ambos os pés.” II Sm 9:1-3

 Alguém já disse que graça de Deus é presente dado sem que mereçamos.

A graça portuguesa vem do latim Gratus, agradável, amável.
Dentro da teologia cristã, a “graça” vem indicar o favor divino; gratuitamente oferecido, com base na missão de Cristo, recebida através da confiança humana na palavra de Cristo.
O vocábulo: No grego é ‘charis’. A palavra traduzida por “graça” envolve muitos sentidos. Significa:Graciosidade, atrativos, favor, cuidados ou ajuda graciosa, boa vontade, dom gracioso.
Esse texto é um relato de graça e favor imerecido, do Rei Davi para com Mefibosete, filho de Jônatas, homem mui amado de Davi, que tempos atrás havia feito uma aliança com Jônatas de fidelidade e bênção.
É uma história semelhante a que Deus o Rei dos reis (Davi), por causa de seu amor ao filho (Jônatas), abençoa os homens (Mefibosete), apesar de seus pecados.
UM CORAÇÃO TRANSBORDANTE DE GRAÇA
Davi, um vencedor, todas as batalhas foram por ele ganhas, ficou muito rico e abastado.
Uma pergunta graciosa. “ Resta ainda, porventura, alguém da casa de Saul., para que use eu de bondade para com ele, por amor de Jônatas” II Samuel 9:1
Davi havia feito uma aliança de amor e fidelidade perpétua com Jônatas e sua posteridade. I Sm 20:13-17
O termo amor, usado por Davi, vem do hebraico “hesed”, que significa: Misericórdia, bondade, amor permanente, firme, imutável.
Um servo depreciador: Ziba. “ Disse-lhe o rei: Não há ainda alguém da casa de Saul para que use eu de bondade de Deus para com ele? Então Ziba respondeu ao rei: Ainda há um filho de Jônatas, aleijado de ambos os pés.” (II Samuel 9:3)
Davi não estava perguntando as propriedades físicas do indivíduo; se perneta, aleijado, bom, se era rico, pobre, ou merecedor da graça; o que ele queria era oferecer, presentear Mefibosete.
Um aleijado em Lo-debar. Em hebraico significa: um lugar árido; em português, o nome pode significar:terra onde não há pasto. É como se o servo de dissesse que o filho de Jônatas estava vivendo no sítio de completa aridez; aonde não havia colheitas, despovoado, um deserto.
Buscando o aleijado. (II Samuel 9:5) “… mandou o rei Davi trazê-lo de Lo-debar…”
Mefibosete recebeu o convite e aceitou ir a até o Rei. ( Mt 22:1-14)
Palavras consoladoras de Davi para com Mefibosete, um servo desconfiado. “Não temas, porque usarei de bondade para contigo por amor de Jônatas, teu pai…” II Samuel 9:7
Auto-depreciação. “ … Quem é teu servo, para teres olhado para um cão morto tal como eu? II Samuel 9:8
- ‘ Eu, um zé mané; eu vivo na miséria, ninguém liga pra mim; eu não sirvo pra nada, eu sou pobre. Quem sou eu?!? Pobre só serve para sofrer.
Uma dádiva imerecida. De fato, Mefibosete não tinha feito nada que ganhasse este presente. Mas, houve uma promessa entre Davi e Jônatas. Aquele dia era dia de graça, e Mefibosete por ser filho de Jônatas, era o receptor da graça de Davi. “… Por amor de Jônatas..”
O que ele ganhou: Terrenos, casas, servos, riquezas, e o direito de comer na mesa do rei, junto com seus filhos. II Samuel 9:10,11 ( Sl 113:7-9)
AS COMPARAÇÕES DA GRAÇA DE DEUS EM NOSSAS VIDAS
Mefibosete, antes tinha a companhia do Pai. Mefibosete lembra Adão e sua descendência, um dia ele era perfeito, porém caiu em pecado e ficou marcado para toda a vida. Rm. 5:12
Deus  (Davi) por amor de Jesus  (Jônatas), estendeu a sua graça aos homens ( Mefibosete) através da cruz; seu amor foi manifesto. ( Jo 3:16)
Mefibosete, aleijado, nada fez e nada merecia. “ Pela graça sois salvo, mediante a fé e isso não vem de vós, é dom de Deus, não de obras, para que ninguém se glorie.” Ef 2:8
Devemos humildemente receber a graça de Deus através de Jesus Cristo, nosso Salvador.
O rei removeu o aleijado de sua miserável existência, de um lugar árido e desolado para um lugar de comunhão, riqueza e honra.
O Deus nosso pai, faz o mesmo por nós, Ele nos liberta de nosso ‘Lo-debar’ pessoal de miséria e depravação e nos leva para um lugar de bênção, de honra e riqueza; a comunhão com Ele, comendo as iguarias  do rei, e sentando ao lado de seus filhos: os príncipes de Deus.
O ato de coxear, era a marca, a lembrança constante de que Mefibosete, nada valia, e que a graça de Deus, é que foi abundante na sua vida.
“ Porque onde abundou o pecado, superabundou a graça.” Rm 5:15-17
Mefibosete sentou-se à mesa, junto com outros filhos do rei: Salomão, Absalão…;
Somos convidados a sentarmos juntamente com  os filhos de Deus, os heróis: Paulo, Pedro, Tiago, Barnabé, Priscila, Febe, Maria, Lucas, Mártires, reformadores, evangelistas…”.
A vida de Mefibosete, é semelhante a nossa, Deus tem oferecido a humanidade a sua graça, o seu amor e sua misericórdia.
Mefibosete, foi convidado para receber essa graça, aceitou e sentou-se  ao lado de príncipes, filhos do rei.
Jônatas um tipo de Jesus, e Mefibosete, somos nós, com nossas marcas e imperfeições, mas, Deus tem tido misericórdias de nós. Ele nos salvou pela sua infinita graça. “… Pela graça sois salvo…”
Alguns têm rejeitado a graça de Deus. “ Então disse Davi: usarei de bondade para com Hanum, filho de Naas. Como seu Pai usou de misericórdia para comigo…” II Sm 10:2
Os servos enviados como consoladores, saíram envergonhados daquela cidade, por que, o rei e seus súditos, não aceitaram a graça de Davi. Por causa dessa rejeição, sofreram as conseqüências de sua ingratidão.
A graça de Deus tem sido oferecida a todos os homens sem distinção de raça, cor ou nível social, como disse Jesus: “Quem tiver sede venha a mim e beba, quem crer em mim como diz as Escrituras do seu interior fluirão rios de águas vivas”. João 7:37,38
Hoje, é um bom dia para receber a graça de Deus sobre tua vida. Receba e passe a comer a comida de príncipe na mesa do Rei da Glória.
Pr Francisco Nascimento

Fonte: http://pregacoesfn.wordpress.com/

Atenção:
O conteúdo desta página tem objetivo formativo e educacional. OS ARTIGOS AQUI PUBLICADOS SÃO DE INTEIRA RESPONSABILIDADE DE SEUS AUTORES, CITADOS NO FINAL DE CADA ARTIGO. NÃO NECESSARIAMENTE ESTA PRODUÇÃO CONCORDA INTEIRAMENTE COM O ENTENDIMENTO TEOLÓGICO DE CADA AUTOR. TODAVIA, OS PUBLICAMOS COMO FONTE DE CONHECIMENTO E COMO FORMA DE CONTRIBUIR PARA O ALARGAMENTO DO ENTENDIMENTO E A POSSIBILIDADE DE CONHECERMOS VÁRIAS FORMAS DE PENSAR. CABE A CADA LEITOR REFLETIR, À LUZ DA BÍBLIA, SE CONCORDA OU NÃO COM OS POSICIONAMENTOS AQUI EXPRESSADOS. 

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Um Quadro Familiar

???????????????????????????????????????Um Quadro Familiar

Eu estava sentado em minha cadeira favorita, estudando para a fase final de meu doutorado, quando Sarah apareceu com uma pergunta:
- Papai, você quer ver meu desenho?
- Sarah, papai está ocupado. Volte um pouco mais tarde, querida.
   Eu estava ocupado. O trabalho de uma semana inteira a ser feito em apenas um fim de semana.
   Dez minutos depois ela entrou na sala.
- Papai, me deixa te mostrar o meu desenho.
- Sarah, volte mais tarde. Isto que estou fazendo é importante.
   Três minutos depois ela entra novamente, fica à um palmo de meu nariz e falou com todo o poder que um comandante de cinco anos de idade poderia conseguir:
- Você quer ver ou não?
- Não, eu não quero.
Com isso, ela zuniu pra fora e me deixou só.
E de alguma maneira, estando só naquele momento não estava tão satisfeito quanto pensei que ficaria.
   Me senti como que puxado e fui até a porta da frente.
- Sarah, – eu chamei – você poderia entrar um minuto, por favor?  Papai gostaria de ver o seu desenho.
   Ela entrou sem reclamações e se atirou em meu colo.
   Era um grande quadro.Ela lhe deu até um título.
No alto, com sua melhor letra, estava escrito:
NOSSA FAMÍLIA.
- Me explique o quadro. Pedi à ela.
- Aqui é a Mamãe (uma figura de palito com cabelo longo,amarelo, ondulado), aqui sou eu, do lado de Mamãe (com um sorriso no rosto), aqui é Katie (nossa cachorra),e aqui é Missy (a pequena irmã dela).
   Era uma interessante apresentação da forma como ela via nossa família.
- Adorei seu desenho, querida.Vou pendurar na parede da sala de jantar, e toda noite quando eu voltar pra casa eu vou olhar para ele.
   Ela sorriu de orelha a orelha e foi brincar lá fora.
Voltei aos meus livros. Mas por alguma razão eu mantive a leitura no mesmo parágrafo repetidamente.Algo me deixava intranquilo.
Algo sobre o desenho de Sarah.Alguma coisa estava faltando.
   Eu fui até a porta da frente.
- Sarah, – eu chamei – você poderia voltar aqui dentro um minuto, por favor? Eu quero olhar seu desenho novamente.
   Sarah voltou ao meu colo.
Hoje, fecho meus olhos e posso ver exatamente o jeitinho dela. Bochechas rosadas. Rabo de cavalo, short vermelho e tênis.Uma boneca de pano, chamada Nellie, debaixo do braço.
   Eu fiz uma pergunta para minha pequena menina, mas não estava certo de querer ouvir a resposta.
- Querida… Tem a Mamãe, e Sarah, e Missy. Até Katie, que é uma cachorra está no desenho.
E tem o sol, e a casa, e esquilos e pássaros.
Mas Sarah… onde está seu papai?
- Você está na biblioteca. Ela respondeu.
   Com aquela declaração simples, minha pequena princesa parou o tempo para mim.
   Erguendo-a suavemente, eu lhe mandei de volta para brincar ao sol de primavera.
   Eu me afundei em minha cadeira com a cabeça girando.
   A declaração simples de Sarah: –  Você está na biblioteca – prendeu minha atenção por um bom tempo.
   Pendurei o desenho na parede da sala de jantar conforme tinha prometido à minha menina.
   E por aquelas longas semanas que antecederam a defesa de minha tese, eu encarei aquele retrato esclarecedor.
   Finalmente terminei meu doutorado.Agora eu era “Dr. Rosberg”, e eu deveria ter me sentido muito bem. Mas, francamente não havia muita alegria em minha vida.
   Uma noite depois da graduação, Barbara e eu estávamos conversando na cama e eu lhe perguntei:
- Barbara, obviamente você viu o desenho da Sarah pendurado na parede da sala de jantar. Por que você não disse nada?
- Porque eu sei o quanto feriu você.
   Palavras de uma sábia mulher.
    Naquele ponto, eu fiz a pergunta mais difícil de minha vida:
- Barbara… Eu quero voltar pra casa. Posso? 
   Vinte segundos de silêncio se seguiram. Parecia que eu prendia meu fôlego por mais de uma hora.
- Gary, – Barbara disse cuidadosamente — as meninas e eu te amamos muito. Nós o queremos em casa.Mas você não esteve aqui. Eu me senti como mãe e pai durante muito tempo.
   Tais palavras podem parecer duras e frias, mas ela as disse com carinho e ternura.
   Era apenas a verdade clara, sem disfarce.
   Minha pequena menina tinha desenhado o quadro,e agora a mãe dela dizia as palavras.
   Minha vida tinha sido descontrolada, minha família estava em piloto automático, e eu tinha uma longa estrada pela frente se quisesse as conquistar novamente.
Mas eu tinha tudo para conseguir.
Agora que a névoa tinha se dissipado,esse se tornou o objetivo mais importante de minha vida.

(autor desconhecido)

Um Milagre no Casamento

Um Milagre no Casamento

Um Milagre no CasamentoUm Milagre no Casamento

João 2:1-11 – “1 Três dias depois, houve um casamento em Caná da Galiléia, achando-se ali a mãe de Jesus.2  Jesus também foi convidado, com os seus discípulos, para o casamento.3  Tendo acabado o vinho, a mãe de Jesus lhe disse: Eles não têm mais vinho.4  Mas Jesus lhe disse: Mulher, que tenho eu contigo? Ainda não é chegada a minha hora.5  Então, ela falou aos serventes: Fazei tudo o que ele vos disser.6  Estavam ali seis talhas de pedra, que os judeus usavam para as purificações, e cada uma levava duas ou três metretas.7  Jesus lhes disse: Enchei de água as talhas. E eles as encheram totalmente.

8  Então, lhes determinou: Tirai agora e levai ao mestre-sala. Eles o fizeram.9  Tendo o mestre-sala provado a água transformada em vinho (não sabendo donde viera, se bem que o sabiam os serventes que haviam tirado a água), chamou o noivo10  e lhe disse: Todos costumam pôr primeiro o bom vinho e, quando já beberam fartamente, servem o inferior; tu, porém, guardaste o bom vinho até agora.11  Com este, deu Jesus princípio a seus sinais em Caná da Galiléia; manifestou a sua glória, e os seus discípulos creram nele”.

Este foi o primeiro milagre que Jesus realizou, e não é em vão que tenha acontecido justamente num casamento! As Escrituras dão testemunho através disto, mostrando-nos que antes de Jesus realizar qualquer outro milagre de cura, libertação, etc. está interessado em agir nos casamentos. A família tem prioridade no plano de Deus, pois Ele não a criou para o fracasso, e sim para ser bem sucedida.
   Percebemos também que o milagre ocorrido deu-se em torno de haver ou não VINHO, que na Bíblia é uma figura de alegria (Salmo 104:15).

   Nos casamentos, o que vemos e ouvimos é que o vinho — ou seja, a alegria —  sempre acaba.

   Pessoas que viviam embriagadas de amor pelo cônjuge, assistem perplexas seus sentimentos desaparecerem. O matrimônio, de maneira geral está falido, pois o vinho sempre acaba. Mas quando Jesus está presente aí é que se estabelece a diferença! Milagres acontecem e ele traz vinho novo aonde já não mais existia vinho.

   Mas perceba que o milagre aconteceu porque Jesus estava lá. Ele e seus discípulos foram convidados para simplesmente estarem nas bodas; não receberam um chamado de última hora só porque os noivos precisavam de um milagre. Ele havia sido chamado para estar junto… E porque estava presente, operou o milagre!

   De maneira semelhante, se você quer um casamento que dure, que sobreviva à falta do vinho (alegria), convide o Senhor Jesus para estar presente.

   Não espere a crise chegar, cultive sempre a presença dele por meio de oração e leitura da Sua Palavra, a Bíblia Sagrada. E não apenas leia, mas pratique a Palavra, pois o milagre acontece aonde há obediência; foi dito aos serventes que fizessem tudo o que Jesus mandasse, e porque fizeram sem questionar se era racional ou não, receberam o milagre.

   Podemos observar ainda algumas figuras neste texto:
- O número 6 – Havia seis talhas. Na Bíblia, este número sempre fala de algo que é humano. É chamado número de homem (Ap.13:18). Portanto, percebemos que o milagre não depende só de Deus, mas há uma participação e um fator humano ligado a este milagre no casamento.

- As talhas – o significado espiritual destas talhas estão apontando para a parte que nos toca no que tange a receber o milagre de Deus. O seis fala do homem, e aqui entendemos nossa participação no milagre. As talhas eram o recipiente para o vinho que o Senhor Jesus transformaria. Normalmente eram pedras talhadas, trabalhadas.

   Isto sugere o quão duro somos no que tange aos relacionamentos e o quanto precisamos ser trabalhados por Deus em nossa forma de ser e agir no matrimônio. Quanto mais trabalhados nos deixamos ser pelo agir de Deus, maior será nosso potencial para receber o vinho. Uma pedra pouco talhada comporta pouco vinho, mas uma pedra bem trabalhada comporta mais vinho!

- A água – Era a matéria prima necessária para que o milagre pudesse acontecer. Não havia água nas talhas, Jesus foi quem mandou enchê-las. A água simboliza a Palavra e também o Espírito Santo. Nos lares onde o vinho (a alegria) chega a acabar, e todo o prazer do relacionamento desaparece, temos percebido que além dos erros cometidos na esfera natural, há também falta de água, ou seja, não há o cultivo diário da presença de Deus por sua Palavra (lida e praticada) e a presença viva de seu Espírito.

   Creio ser esta a chave do milagre. É importante se deixar ser trabalhado (o que é diferente de ser manipulado pelo cônjuge) na forma de se relacionar, mas se estas talhas não forem cheias da presença de Deus o vinho não aparecerá!

   Vale também ressaltar que quanto mais água aqueles servos colocassem nas talhas, mais vinho haveria; ou seja, o milagre de Deus em nosso casamento esta diretamente relacionado com o investimento que fazemos em cultivar Sua presença, através de Sua Palavra!

   Finalizando, quero chamar sua atenção para a qualidade do milagre. Jesus deu o que havia de melhor em matéria de vinho, a ponto de o mestre-sala se impressionar e comentar que normalmente se bebe antes o melhor vinho e, depois de o terem desfrutado, oferece-se o inferior.

   Meus amados, assim é com a maioria dos relacionamentos conjugais; bebem o melhor vinho nos primeiros anos, depois a qualidade cai e assim vai até que se acabe.

   Mas quando Deus faz um milagre, o que se experimenta é algo inédito, muito superior a tudo o que já se experimentou até então. Deus nos dá o melhor, sempre!

   Deixe Deus ser não apenas o Criador do matrimônio, mas aquele que oferece toda manutenção necessária. Quando isto acontece, não somente somos beneficiados com um lar melhor, mas Deus recebe glória.

   Irmãos, o vinho dos lares cristãos deve ser o da mais alta qualidade…

   Se você reconhece que o vinho acabou (ou está quase acabando) em seu matrimônio, creia na vontade de Deus de agir nos casamentos. Renove o convite ao Senhor Jesus para estar em seu lar, pratique estes princípios espirituais e seja feliz como o Pai Celestial sempre quis que cada casal fosse!

autor desconhecido

PREVENINDO O DIVÓRCIO ANTES DO CASAMENTO

Prevenindo o Divórcio antes do Casamento

PREVENINDO O DIVÓRCIO ANTES DO CASAMENTOPrevenindo o Divórcio antes do Casamento

 O divórcio prevalece na nossa sociedade permissiva.

Muitas pessoas hoje entram no casamento não esperando que ele dure. Dizem: “Sim” até que eles achem que dá para se saírem melhor.

Contudo, o divórcio não faz parte do ideal de Deus para o casamento das pessoas. Deus disse que “odeia o repúdio” (Malaquias 2:16).

Referindo-se ao divórcio e ao primeiro casamento em Éden, Jesus disse: “Não foi assim desde o princípio” (Mateus 19:8). Já que não havia mais ninguém no Éden, Adão e Eva tinham que fazer com que seu casamento desse certo. O divórcio é o fracasso de um relacionamento que é prometido diante de Deus, até que a morte os separe. Deus julgará “pérfidos” (Romanos 1:31) e “adúlteros” (Hebreus 13:4).

Do lado positivo, um casamento bem-sucedido é uma coisa boa (Provérbios 18:22) e “digno de honra” (Hebreus 13:4). O casamento é tão antigo quanto o homem, instituído no sexto dia da criação (Gênesis 1:26-31; 2:18-25).

O sucesso no casamento não é simplesmente encontrar a pessoa certa; é também ser o tipo certo de pessoa! Um casamento bem-sucedido é o equivalente a receber seu doutorado em relações humanas.

Perguntas bases para o namoro

Lembre-se, você não irá casar com uma pessoa sem primeiro namorar com ela! Um bom namoro constrói o alicerce para um bom casamento.

Pense nas seguintes perguntas bases para o namoro. Um bom casamento não é só um negócio do coração, mas é utilizar a massa cinzenta dada por Deus para fazer decisões lógicas baseadas no pensamento racional. “O simples dá crédito a toda palavra, mas o prudente atenta para os seus passos” (Provérbios 14:15).

Um bom senso comum nunca fez mal a ninguém. Vai ajudar a todos a encontrarem um par para toda a vida. As seguintes bases podem te poupar tristeza futuramente e, ultimamente, a sua alma.

Leva tempo conhecer bem alguém. Alguém que se apaixonou à primeira vista mais tarde gostaria que tivesse olhado uma segunda vez! “Não acordeis, nem desperteis o amor, até que este o queira” (Cântico dos Cânticos 2:7). O amor verdadeiro, que dura para toda a vida, não pode ser apressado. Você pode estar apaixonado, não pela pessoa que você mal conhece, mas pela ideia de estar apaixonado.

Alguns acham que não ser casado é tão ruim que estão desesperados para se casarem. Porém, ser casado com a pessoa errada é pior do que não ser casado.

“O sofrimento matrimonial se tornou o maior problema da saúde mental neste país” (Reader’s Digest, Novembro 1986, EUA). Seu par pode te completar ou te quebrar. A influência das mulheres pagãs de Salomão desviou o seu coração de Deus (1 Reis 11:3).

A pessoa é cristã? Tenha como alvo casar com um cristão. Assim, ambos terão o mesmo objetivo de agradar a Deus e ir para o céu. O casamento é um triângulo sagrado, uma aliança sagrada entre um homem e uma mulher feita diante de Deus (Provérbios 2:17; Mateus 19:5-6).

“Quanto mais um homem e a sua mulher se aproximam de Cristo, mais claro se torna para eles a importância de ficarem perto um do outro” (R. B. Dobbins).

Têm-se observado que o casamento é um compromisso perfeito de amar uma pessoa imperfeita. “As muitas águas não poderiam apagar o amor” (Cântico dos Cânticos 8:7). Aprender sobre o amor de Deus pode ajudar o cristão a se tornar mais amoroso para com o seu cônjuge (1 Coríntios 13:4-8).

Casar-se por razões principalmente superficiais, como meras aparências físicas, é como comprar um carro por estar bem pintado. Uma boa pintura é ótima, mas se não há uma qualidade confiável debaixo do capô, você não vai a lugar nenhum.

Assim é também no casamento. A beleza é realmente mais profunda que a pele. O amor é mais que sexo. O caráter conta!

“Não case com a pessoa que você poderia meramente aguentar. Case com aquela que você não pode viver sem!” (James Dobson).
Como os pais do seu pretendente se tratam?

Lembre-se de que eles têm sido o modelo dele(a) há muitos anos. “O comportamento corre em canais profundos que foram cortados cedo na infância, e é muito difícil mudá-los” (James Dobson). O comportamento dos pais dele(a) podem indicar como você poderia ser tratado mais para frente.

O seu pretendente se importa de verdade com suas necessidades e seus sentimentos pessoais? O pecado do egoísmo tem destruído muitos casamentos. O amor como o de Cristo põe o bem-estar dos outros em primeiro lugar (Efésios 5:28-29). Isto se mostra em pequenos atos diários de bondade.

Se não te tratar com consideração enquanto tenta ganhar o seu coração, como que você pode racionalmente esperar que ele o faça depois de se casar?

O seu pretendente fala a verdade? O casamento se baseia na confiança. Você tem de poder confiar na palavra dele e na fidelidade dele a você. Senão, dúvidas e decepções irão praguejar o seu relacionamento. É honesto e aberto com você? Muitas vezes o namoro é uma época para esconder as falhas, enquanto cada um mostra o seu melhor lado.

Sabe administrar dinheiro? Um jovem que não lida bem com suas finanças enquanto solteiro, não mudará de repente da noite para o dia. Problemas financeiros, causados pelo impulso de gastar mais do que ganha, arruínam muitos casamentos.

Consegue manter um emprego? Um bom histórico de trabalho é uma boa avaliação da habilidade dele(a) de ser responsável e lidar bem com os outros. Tome cuidado com o fracasso aqui, que pode indicar um caráter não confiável escondido.

São capazes de pedir desculpas de coração? Um casamento bem-sucedido vem de ambos os cônjuges estarem comprometidos em admitirem as suas falhas e mudar o que for preciso. “Um bom casamento é a união de duas pessoas que sabem bem como perdoar” (R. B. Graham). Aprenda como fazer as pazes. Alguém escreveu:

Para manter um casamento transbordando
De carinho no copo de amor,
Quando estiver errado, admite o erro.
Quando estiver certo, fique calado!


Sabem elogiar? Os melhores casamentos ocorrem quando o marido “honra” a esposa e ela “respeita” o seu marido (1 Pedro 3:7; Efésios 5:33). Em Cântico dos Cânticos, leia como tanto Salomão quanto a sua noiva sulamita constroem a autoestima um do outro pelos elogios sinceros. Isto evita que um se aproveite do outro.

São flexíveis? O casamento é aprender a dar e receber. Enquanto Salomão namorava com a moça sulamita, ela disse: “Apanhai-me…as raposinhas, que devastam os vinhedos, porque as nossas vinhas estão em flor” (Cântico dos Cânticos 2:15). O seu amor estava florescendo no namoro.

As raposinhas de problemas mal resolvidos poderiam, de maneira figurada, comerem as raízes cada vez mais profundas do seu relacionamento. Ela queria resolver estes insistentes probleminhas antes que se tornassem problemões.

“Se apaixonar pode ser fácil; crescer no amor é algo que tem que ser feito com determinação como também a imaginação” (Lesley Barfoot). Rigidez desnecessária no casamento é mais uma receita para causar raiva no outro.

Cada um tem que aprender como ajudar ao outro pacientemente. Um evangelista sugeriu um exercício para antes do casamento de colocarem papel de parede. É uma tarefa complicada que exige trabalho em equipe. O casamento é arte de compromissos mútuos. Os ajustes têm que ser feitos na estrada da vida.

Você se comunica bem? A boa comunicação é uma chave vital para um casamento duradouro e satisfatório. Embeleza e enriquece um relacionamento. “Como maçãs de ouro em salvas de prata, assim é a palavra dita a seu tempo” (Provérbios 25:11). A raiva abafada e o tratamento do silêncio nada resolvem. Cada um de vocês conseguem expressar os seus sentimentos e preocupações honestas sem nenhum dos dois explodirem?

Ambos conseguem escutar ao outro, se identificando com os sentimentos que estão atrás das palavras? A comunicação construtiva pode resolver problemas que estão começando, como também guiar o relacionamento a intimidade mais profunda. Todos nós ansiamos por alguém para quem podemos contar tudo mesmo, sem o medo de rejeição ou humilhação.

Lembre-se, a decisão que você toma de para quem entregará a sua vida no casamento é uma das mais sérias e importantes que tomará na vida. Tome a decisão certa!


por W. Frank Walton

Fonte: www.padom.com.br

os ninhos sujos

Os Ninhos Sujos

os ninhos sujosOs Ninhos Sujos

Uma pomba estava constantemente trocando de ninho.

O forte odor que os ninhos adquiriam com o passar do tempo era insuportável para ela.

Certa vez queixou-se amargamente disso quando conversava com uma sábia , experiente e idosa pomba. Esta balançou a cabeça várias vezes e disse: “Mudando de ninho todo o tempo, tu não mudas nada. O odor que te importuna não provém dos ninhos, mas de ti.”

Olhando para o mundo de hoje, podemos comparar os casamentos atuais (em sua grande maioria) a “ninhos de pomba” malcheirosos. Muitas pessoas querem cair fora. Alguns já dizem que o casamento é uma instituição ultrapassada.

Se muitos pudessem escolher, jamais se casariam novamente com a mesma pessoa, com a qual vivem juntas; só não se separam por causa dos filhos ou outros vínculos, como família, moral e testemunho, que a muito custo e sofrimento mantém unido o que mais parece água e óleo.

Por isso, certo é dizer que grande parte dos casados vivem infelizes. Ouço e presto atenção em suas conversas, em seus testemunhos, por isso assim deduzo.

O que estaria acontecendo? Será que trocar de ninho seria a solução? Creio que não. A palavra de Deus não diz assim. Os ninhos (casamentos) não se sujam por si.

Somos nós mesmos que os sujamos. Tudo o que de ruim acontece com nossa vida, é na família (esposa e esposo, principalmente) que descontamos.

O certo é que deveríamos rever muitos aspectos de nossa vida cristã em primeiro lugar, e, depois, com certeza, poderíamos em muito limpar nossos ninhos.

Para limpar o ninho, braços cruzados não adiantam. As pessoas precisam superar muitas dificuldades e traumas. É necessário muito diálogo, honesto e franco e muita compreensão de ambas as partes. O desembocar do esgoto do mundo não pode ser a família…

Pense no que seria do futuro se a família falisse?

(autor desconhecido)

o sexo fragil

O Sexo Frágil

o sexo fragilO Sexo Frágil

Amados, que me perdoem os pregadores, atentos observadores da homilética, mas peço licença para usar um texto bíblico não para pregar exatamente nele, mas para usá-lo como uma espécie de  pano de fundo para a reflexão de hoje. Ao final, você vai entender.

Vejamos, então, o texto de 1Coríntios 11.11-12 – “Todavia, no Senhor, nem a mulher é independente do homem, nem o homem é independente da mulher. Pois, assim como a mulher veio do homem, assim também o homem nasce da mulher, mas tudo vem de Deus”.

   O sexo masculino é chamado de “sexo forte” por causa da força física. Como tem mais massa muscular e força física, o homem estruturou a sociedade em função da força, tornando-se dominador. Ficou com o físico e o racional. À mulher, o homem legou o intuitivo e o emocional. Ao longo da história, as relações entre homem e mulher ficaram nestes termos: ele dominou e a mulher foi dominada.

   Isto se tornou uma faca de dois gumes. Assim fazendo, o homem privou-se da intuição e das emoções. Alardeou a força e reprimiu as emoções. Uma expressão muito ouvida, desde que se é menino, é esta: “homem não chora”. Não sei quem foi o pateta que criou esta frase, mas ela se tornou uma regra. O homem é instruído, desde cedo, a reprimir o intuitivo e o emocional.

   Assim, a mulher é rotulada como emocional e o homem é rotulado como racional.

   Mas os tempos atuais são tempos de prevalência da voz das emoções e da intuição. A própria razão, que se tornou uma arma masculina contribuiu para isto: a razão nos mostra que deve haver igualdade de direitos, entre os sexos. Por exemplo, o direito ao voto, a espaço no trabalho, etc.

    Voltando à questão de aludida fragilidade feminina, ideia criada pela sociedade dominada pelos homens, vejamos algumas frases muito comuns, ouvidas entre nós. Vamos ouvir um homem tipicamente machista, desses que acham que mulher é inferior, um ser de cabelos compridos e ideias curtas: “Mulher chora a toa e fala demais”. “Qualquer coisa que acontece com uma mulher, ela desaba, fala, fala, reclama muito, esperneia e chora” .”Se você está no trabalho, e lá tem uma mulher e ela leva uma bronca qualquer… ou alguém a trata como não gostaria, um cliente por exemplo.. qual é a atitude que ela normalmente tem… chora… entra em crise…é… a mulher é frágil…

Com os homens é diferente. A gente aguenta tudo…suporta tudo…enfrenta qualquer situação… damos bronca quando precisa.. seguramos as pontas… convivemos todos os dias, com a grande responsabilidade de manter nossas famílias… não somos iguais as mulheres…falamos bem menos… ah ,não vou ficar expondo meus sentimentos… vão pensar que sou frouxo…eu sou homem… tenho que me garantir… chorar?.. só escondido…”

   Este homem é um sério candidato a morrer, em média, doze anos antes da sua mulher. Por que isto acontece?

   A mulher, pela sua própria natureza, externaliza as suas emoções. Ela não se envergonha em demonstrar o que sente, nem tem a necessidade de provar que é forte. Sua sensibilidade, normalmente, está à flor da pele. O homem não foi educado a externalizar sua sensibilidade. Pelo contrário, foi ensinado a reprimi-la. Ela ri mais, emociona-se mais com os fatos, presta mais atenção a detalhes. Em outras palavras, está mais pronta para a vida, por ser mais receptível às mudanças do que o homem. Sua grande força, que normalmente os homens chamam de fragilidade, está, justamente, em geralmente por para fora a sua fragilidade.  

   Amados, por assumir sua fragilidade é que a mulher é forte. Por não saber lidar com suas fragilidades, então, ao contrário, o homem se fragiliza ainda mais, se torna mais fraco.

   Todo conteúdo emocional que não for bem vivenciado ou entendido fica em nossa mente cobrando uma solução. Como este conteúdo fica dentro do homem sem ser entendido ou elaborado, geralmente, explodimos em atitudes machistas e fechadas, como mecanismos de defesa, para não sermos tocados.

A explosão emocional ou a ira são barreiras para impedir o extravasamento da sensibilidade. O homem “não pode ser sensível”.

   Este é o primeiro aspecto da fragilidade masculina: ter medo de externar as emoções.

   O segundo aspecto é a dependência psicológica no relacionamento com o outro sexo. Psicologicamente, o homem é mais dependente da mulher que ela é dele. Isto é diferente de dependência econômica.

Um artigo de um psicólogo, Dr. Irineu Deliberalli, intitulado “O bebezâo”, aborda aspectos do anteriormente mostrado num livro, “Síndrome de Peter Pan”, que trata de homens que se recusam a crescer. Ele menciona, no artigo, o caso de homens que não conseguem se ajustar no casamento.

Na verdade, esses procuram uma segunda mãe. Ser cuidado pela esposa é bom. Mas procurar uma segunda mãe é problemático.

   Li, na Internet, um artigo sobre um filme intitulado “Viciado em sexo”. Devo dizer que me interessei pelo artigo, primeiro, pelo título: eu arrebentei com meu primeiro casamento por causa deste vício. E, segundo, o comentário era muito interessante, por apresentar um outro aspecto que me interessava: o psicológico.

   Um homem maduro, já na casa dos sessenta anos, bem casado, tendo uma mulher bonita, atraente, bem mais jovem, se envolvia com várias outras ao mesmo tempo. Em alguns momentos ia com duas para um motel.

Algumas delas eram, o que se chama popularmente, de tribufus. Uma das prostitutas que ele arranjou era feia como guerra de foice no escuro. Enquanto ele se esgotava no ato sexual, ela se preocupava em fumar seu cachimbo de crack.

Não havia nenhuma comunicação emocional entre os dois. Isto se constitui numa aberração porque o ato sexual é a mais profunda forma de comunicação entre duas pessoas (por isso que a prostituição é um absurdo psicológico). Ele apenas extravasava seus impulsos pondo em funcionamento um mecanismo de defesa para agredir a figura feminina, porque praticava sexo violento, inclusive com agressão.

Ele não queria prazer. Sexo, para ele, não se ligava a ternura, mas a agressão. Ele queria agredir para não aceitar sua fragilidade em relação à figura feminina.

Várias cenas dele com a mãe eram intercaladas, ao longo do filme. Havia uma profunda indiferença dela para com ele. Tornava-se óbvio, para o conhecedor dos mecanismos psicológicos, quão arrasador isto fora para ele.

Ele procurava seduzir as mulheres porque teve um relacionamento deficiente com uma: a própria mãe. Também ele queria mostrar que era capaz de subjugar a figura feminina.

   Amados, preste atenção: muitos homens entram no casamento em busca de uma segunda mãe… ou se vingam porque não tiveram uma mãe que achavam que mereciam ter. Deveriam procurar uma mulher para cuidar, mas buscam uma que cuide deles. Isto apenas evidencia que a figura feminina domina o psicológico masculino.

Voltando ao filme: mesmo cometendo tais atos, o personagem tinha uma mulher em casa, porque precisava de um álibi emocional.

Assim, ele mostrava para si que era capaz de ter uma, de amá-la, tentando se justificar. A mulher que ele tinha em casa era a mãe que queria ter. As mulheres que pegava na rua eram uma vingança inconsciente contra a mãe que teve. Ele era dependente da figura feminina. Nós, homens, o somos, em grau maior ou menor.

Podemos não ter uma patologia como este personagem, mas somos dependentes da figura feminina.

   Esta dependência emocional se verifica também na viuvez. Geralmente, a mulher absorve mais a viuvez que o homem. Na estrutura social que construímos, o lar foi destinado às mulheres, e a rua ao homem.

   Ora, não se pode ter um lar na rua ou no bar. A mulher se realiza na casa. E o homem também precisa de uma casa para se realizar. Precisa de uma mulher. A mulher não precisa de uma rua, de um bar. É por isso que o homem precisa se submeter ao domínio da mulher, nesta área.

Porém, nesta área, ela não precisa se submeter ao domínio dele!

   Consideremos algo mais. O lar é algo seguro e definitivo. É onde ficamos. O bar é transitório, um paliativo. É aonde vamos. O homem fica fragilizado sem lar. A mulher não fica fragilizada sem um bar.  Por quê? O transitório não substitui o definitivo.

   A mulher pode ter dificuldades econômicas, se depender de um homem e tiver que, depois, viver sozinha, em caso de viuvez. Mas nós, homens, teremos mais dificuldades emocionais, mesmo que tenhamos segurança econômica, em caso de viuvez. É porque, emocionalmente, o homem depende mais da mulher que ela dele.

   Imagine o sujeito ficar viúvo de uma hora para outra e ter que “se encontrar” dentro de sua casa, sem a presença da mulher que sempre lhe preparou a comida, arrumou suas roupas, lavou a louça…

   O terceiro aspecto a considerar é a fragilidade sexual. Hoje o homem está em desvantagem nesta área. A mulher pode falhar, no ato sexual. O homem, não. Ela pode fingir um orgasmo, mas, pense comigo:  ele não pode “fingir” uma ereção. Percebe? A cobrança sempre é maior para o homem. Outro exemplo:

   A frigidez feminina pode ser atribuída ao desinteresse pelo parceiro, à falta de romance, de gentileza do parceiro. Ou à famosa “dor de cabeça”. “Hoje não, benzinho, estou com dor de cabeça”. O homem não pode alegar dor de cabeça.

A falta de ereção é imediatamente entendida como se a sua masculinidade estivesse se esvaindo. A mulher não deixará de ser feminina por não ter orgasmo. Mas o homem sem ereção terá mais dificuldade em afirmar a masculinidade.

   Dizem que a pior frase para um homem é dizer pela segunda vez: “Isto nunca me aconteceu antes”.

   Se uma mulher não tem orgasmo, a culpa é do homem. Não soube dar um à mulher. Mas, se ele não tem ereção, a culpa é dele. Há, também, um ditado que diz que “não há mulher fria, há mulher mal amada”. Mas ninguém diz que “não há homem frio, há homem mal amado”. Se ele é frio, é porque não gosta de mulher. Mais um peso sobre o homem!

   Meus irmãos: estas mudanças trouxeram uma crise de identidade a muitos homens. O aumento do homossexualismo masculino tem muito a ver com a liberação sexual da mulher.

Esta se tornou,  sexualmente, mais agressiva e mais exigente. Muitos homens se recolheram. Alguns não sabem como lidar habilmente com uma mulher, pois só conhecem a linguagem da dominação. Não conhecem o entendimento.

   Na realidade, o homem não é tão forte assim. Tem alguns problemas sérios, mas se recusa a reconhecê-los. Tem vergonha de falar sobre eles, ou nem sabe como fazê-lo.

COMO ENFRENTAR, ENTÃO, A FRAGILIDADE MASCULINA ?

   O que o homem pode fazer, para superar estes aspectos desfavoráveis a ele?

   Primeiro, ele necessita reconhecer que ele tem, também, um lado feminino, que ele tem reprimido. A isso se chama de Bipolaridade. As mulheres, por sua vez, também são bipolares, ou seja, também tem um lado masculino. E bipolaridade, por favor, entendam, é diferente de bissexualidade, que é OUTRA coisa. Estou falando, aqui, de sentimentos, sensibilidades e NÃO de tendências sexuais.

   Nós, varões, precisamos, inicialmente, reconhecer que o homem tem, também, igualzinho as mulheres, aspectos de sua personalidade que, em função da história de machismo em que fomos criados, o homem tem relegado à mulher tais aspectos, como exclusividade dela.

   Mas esses aspectos de sensibilidade emocional são comuns tanto aos homens quanto às mulheres; são aspectos que enriquecem a personalidade e dão um senso de realização pessoal muito grande. Por exemplo, a poesia, a arte em geral, a sensibilidade diante do cotidiano, o admirar uma flor, o observar e emocionar-se diante do sorriso de uma criança, o enternecer-se, o chorar.

   Amados, a estética não tem sexo. E cultivá-la não é ser frágil. É ser humano. Ser sensível não é ser gay. Chorar não faz mal, e pode evitar problemas mais sérios. Homem que é homem chora. Eu, mesmo, vivo chorando e nem por isso me vejo como “menos homem” do que os que não choram.

E acho muito legal chorar, ser sensível, emocionar-me diante de tantas coisas que Deus tem me proporcionado experimentar… Então, meu irmão, este é o primeiro passo. Reconhecer sua bipolaridade e saber externalizar as emoções. Não significa explodir, mas ser bipolar. Assumir emoções que, infelizmente, sempre temos atribuído como reserva de domínio das mulheres. (Entenda: eu falei BIPOLAR e não BISSEXUAL)

   O segundo passo para enfrentar a fragilidade masculina é: nós, homens, reconhecermos e aceitarmos que dependemos da mulher. Queridos, todos nós, homens, nascemos de uma mulher! A palavra mulher deriva da palavra homem, porque ela veio dele, da costela. Ela não existiria sem ele.    

   A mulher não é fonte de pecado, como ensinava Agostinho. A mulher é fonte de vida. Gostamos, os homens, de saber que nossas mulheres dependem de nós. Mas devemos aceitar que dependemos também delas. E devemos nos alegrar com isto.

   Deus fez a mulher por causa do homem, para ser sua AJUDADORA. Então, pense comigo: Se Deus fez a mulher para ser a ajudadora do homem, então o homem PRECISA da mulher! No relato da criação da mulher, em Gênesis, a dependência emocional é bem ressaltada. Sem a mulher, o homem é incompleto.

   Sobre o terceiro aspecto, a fragilidade sexual, posso dizer que os homens têm mais dificuldades em falar sobre uma vida sexual problemática que a mulher. Contar vantagem é fácil, principalmente após a sexta cerveja, no bar, com os amigos.

Isto, alguns homens fazem bem. Mas reconhecer dificuldades e resolvê-las é problemático. Significa assumir que tem perda de virilidade ou não consegue seduzir a própria esposa. Isto é perder sua própria característica de dominador. Não conseguir seduzir a própria esposa é um golpe no ego de muitos homens.

   Sem ser muito freudiano, é forçoso reconhecer que muitos problemas de relacionamentos de homens com mulheres têm origem em questões não resolvidas em relacionamento nos papéis filho e mãe. Algumas mães de hoje estão estragando os futuros maridos de suas futuras noras. Uma mãe dominadora ou indiferente é sinal de um futuro marido com problemas.

Mães, amem seus filhos, mas deem liberdade a eles de crescerem como homens. Não os vejam como os eternos meninos.

   Como a mulher pode ajudar? Reconhecendo que o papel que a sociedade deu ao homem hoje lhe é um fardo. Sendo sábia para ajudar o marido a superar isto. Reconhecendo que ela levanta ou derruba um homem com palavras ou gestos.

Que ele não é tão forte assim, e que, na realidade, a força vem dela, pela sensibilidade, apoio e sabedoria na correção. Na realidade, quem governa o mundo são as mulheres. Como alguém disse, se o homem é a cabeça do lar, a mulher é o pescoço. A cabeça só pode ir para onde o pescoço se move.

   Assim, recapitulando, amado irmão que me ouve neste momento: reconheça que você tem, sim, um lado feminino, que está reprimido dentro de você. Segundo, reconheça e aceite que nós, homens, dependemos da mulher.

E, terceiro, reconheça suas dificuldades e procure resolvê-las com a ajuda de sua esposa, através de um diálogo franco, sincero e aberto, sem receio de que ela possa pensar que você perdeu sua virilidade. E desperte o homem sedutor e conquistador que existe dentro de você. Afinal de contas, um pouco de romantismo não faz mal a  ninguém!

   A melhor maneira de concluir é com o texto de 1Coríntios 11.11-12, com o qual iniciamos esta reflexão,  que é uma excelente recomendação para o critério de relacionamento entre homem e mulher: “Todavia, no Senhor, nem a mulher é independente do homem, nem o homem é independente da mulher. Pois, assim como a mulher veio do homem, assim também o homem nasce da mulher, mas tudo vem de Deus”.

   Afinal, somos ou não somos o “sexo frágil”? Então, amados irmãos, que nossas mulheres nos ajudem a superar nossas limitações e perdoem as nossas falhas.  Em o nome de Jesus! Amém!

(autor desconhecido)

O Casamento Que Você Sempre Sonhou

O Casamento Que Você Sempre Sonhou

O Casamento Que Você Sempre SonhouO Casamento Que Você Sempre Sonhou

Quem nunca sonhou com um casamento perfeito?

Quase todos nós.

Desde muito cedo, a criança é levada a imaginar sua família – começa com as ingênuas brincadeiras de “casinha”.

Depois, o sonho toma forma, e mesmo quando não é expresso por palavras, está ali, bem guardado em algum lugar de nosso coração ou interior.

O problema surge depois do casamento. Mais especificamente quando o príncipe vira sapo e a princesa tem jeito de bruxa. O castelo cai e o sonho vira pesadelo.

Mas se você está vivendo esse tipo de relacionamento, há uma esperança: não importa como está seu casamento – você pode fazer dele aquilo que sempre sonhou, e o que Deus sonhou também. Impossível?

Pode parecer para você, mas para Deus não é. A família e o casamento foram instituídos por Ele porque fazem parte de Seu projeto para nós. Sendo assim, Ele é o maior interessado em fazer do “mar de lamas” um “mar de rosas”. Mas depende também de você.

   Confira a seguir algumas dicas. Elas foram baseadas em artigos escritos por Tim Clinton, terapeuta familiar e pastor da igreja do Calvário em Charlotte, nos EUA. Coloque-as em prática e… Volte a sonhar e ser feliz!

 

Quando as coisas não vão bem, não desista. Lembre-se das promessas de Deus e de que Ele deseja abençoar seu casamento. Assim você encontrará forças e ajuda divina;
 
  Escreva sua história de casamento – detalhes de como você tem visto seu relacionamento ao passar dos anos. Depois, compare o que você escreveu com o que escreveu seu cônjuge, e trabalhem as duas versões para descobrir o nível de satisfação até o momento. Finalmente, escrevam juntos os próximos capítulos dessa história, o que vocês gostariam de viver no futuro;
 
 
  Considere quais fatores estão sendo prejudiciais ao seu casamento: expectativas em demasia, frustrações pessoais, traumas de infância, excesso de trabalho, falta de compreensão, influências malignas. Pare de culpar seu cônjuge pelos problemas conjugais e tratem os fatores detectados como inimigos comuns. Para vencer o stress do dia a dia, descubra junto com ele as coisas que vocês consideram importantes na vida e achem tempo para fazê-las;
 
 
  Saiba que Deus tem um propósito também espiritual para vocês, como casal. Ele quer ver os dois crescendo e servindo ao Seu reino;
 
  Tente respeitar a importância e individualidade de cada um. Não magoe o outro com palavras rudes, seja paciente, não ataque a insegurança ou ponto fraco de seu cônjuge, não se feche emocionalmente e não envolva outras pessoas em seus problemas de casamento. Ore para que Deus lhes dê graça para evitar ciúmes, mentiras, pensamentos pecaminosos e culpa;
 
  Faça de seu casamento um lugar seguro, onde seu cônjuge tenha liberdade para expressar seus sentimentos e ideias  sem medo de julgamento. Mesmo que não concorde com alguma coisa, discuta de forma saudável e com respeito. Lembre-se que vocês não são inimigos;
 
 
  Peça perdão a Deus e ao seu cônjuge por alguma coisa que você tenha feito que contribuiu para a deterioração do casamento;
 
  Persista em ser amigo do seu cônjuge. Revele suas prioridades e vontades, seus compromissos e dificuldades. Procure aconselhá-lo e ser aconselhado por ele em todas as áreas de sua vida;
 
  Comece a lutar por mais intimidade em seu casamento – queira despir-se também emocionalmente e se abra verdadeiramente. Aprenda a confiar no outro de novo;
 
  Use todas as suas forças para criar um casamento que glorifica a Deus, seja numa simples conversa ou numa relação sexual;
 
 

Não tome decisões sem consultar a Deus. Ore e trabalhe continuamente por um casamento melhor.

(autor desconhecido)

Masturbação no casamento

Masturbação no casamento – Pode ou não pode?

Masturbação no casamentoMasturbação no casamento 

Pode ou não pode?

O dicionário online Priberam da Língua Portuguesa traz duas definições para o significado do verbo masturbar:

1. Estimular os próprios órgãos genitais para obter prazer sexual; e

2. Manipular os órgãos genitais de outrem para lhe dar prazer sexual.
 
A primeira definição refere-se à forma mais conhecida de masturbação, a individual, na qual o indivíduo proporciona prazer apenas a si mesmo, e a segunda diz respeito à masturbação a dois, ou compartilhada, na qual os indivíduos estimulam um ao outro sexualmente.
 
Prazer egoísta

Quando falamos em masturbação, logo pensamos em garotos adolescentes com os ‘ânimos’ à flor da pele, mas o ato de masturbar-se não está apenas relacionado a eles. Pessoas adultas e até casadas estimulam-se sexualmente de forma individual.

 

Líder da igreja Mars Hill, em Seattle (EUA), o pastor Mark Driscoll fala sobre o tema em um sermão disponível na internet.

 

No começo do vídeo o pastor declara que masturbação não é pecado, mas diz que a luxúria e a pornografia são, e que o objetivo delas é a masturbação.

 

“Eu diria: pornografia é pecado, luxúria é pecado e se você puder encontrar uma maneira de masturbar que não inclua luxúria, suponho que não esteja pecando, mas você é estranho! Tipo pensando em tratores ou algo assim”, brinca Mark.

 

O pastor fala claramente sobre o pecado da luxúria e da pornografia no uso de estímulos para a prática da masturbação como revistas e vídeos eróticos e até o pensamento em alguém tido como objeto de desejo sexual.
 
A “masturbação individual é entendida como pecado” quando praticada por adolescentes e jovens solteiros, mas e quando ela também é prática de pessoas casadas? Muda alguma coisa? Não, essa é a resposta do pastor, terapeuta de casais e líder do Ministério Restaurando Famílias para Cristo, Fernando César Alves.

 

“Enquanto solteiro, um jovem cristão poderia alegar a falta de uma companheira, do casamento e a carência sexual para a prática da masturbação, o que não convenceria, pois estaria despertando a lascívia e a concupiscência carnal.
Casada, a pessoa já está autorizada por Deus para manter relação sexual com o seu cônjuge, ou seja, o corpo do outro está liberado para a obtenção do prazer sexual. Quem se masturba solitariamente, sendo casado, peca porque se abstém do prazer sexual com o seu parceiro, buscando esse prazer de forma egoísta… O prazer sexual no casamento deve ser sempre resultado do envolvimento físico dos dois”.


Preliminar ao amor?

Podendo também ser considerada como uma preliminar do ato sexual, a masturbação a dois, na qual o marido estimula a esposa e a esposa estimula o marido, é ‘totalmente aceitável’ de acordo com o pastor Fernando. “A prática, efetuada dessa maneira, anula o sentido do egoísmo (…) é uma maneira que o casal encontrou de proporcionar prazer a si próprio”.

 

Douglas Santana, casado há quase três anos, também concorda que a masturbação a dois é válida na intimidade do casal, mas prefere chamá-la de ‘preliminar ao amor’. “O casal não pode substituir o sexo pela masturbação, agora, se essa ‘preliminar ao amor’ é apenas uma forma de carinho para estimular ambos para o ato do sexo, acho muito válido, afinal, um casal tem que se conhecer e usufruir desse conhecimento para que os dois tenham prazer”, diz o jovem.

 

“Se um masturba o outro, chamamos ‘estimulação manual mútua’. Se estão fazendo amor juntos eu não desencorajo porque a Bíblia diz em Gênesis 2 que o objetivo da sexualidade é unidade, ‘o homem e a mulher tornam-se uma carne’ (Gênesis 2.24). Então, o que um marido e uma esposa fizerem que promova a unidade, eu diria que é aceitável”, explica o pastor Mark Driscoll.


Desculpas inválidas

O esposo está cansado ou a esposa está com dor de cabeça. O que dizer a quem se masturba para satisfazer o desejo quando o cônjuge, por algum motivo, não pode ter relação sexual naquele momento?

 

O pastor Fernando César diz que esse indivíduo apresenta um ‘absoluto descontrole sobre seus desejos’. “O desespero em querer se masturbar para chegar a um orgasmo a qualquer custo demonstra falta de sensibilidade ao estado em que o cônjuge se encontra. A verdadeira e boa relação sexual compreende basicamente ao respeito à situação mental, física e emocional de ambos”.

 

Para Douglas Santana, que também é líder de jovens da sua igreja, esse exemplo explica um dos problemas comuns da vida conjugal, que é quando alguns casais casam-se apenas pelo sexo.

 
“O sexo tem que ser o diferencial, mas o amor, a cumplicidade, o diálogo e principalmente o respeito têm que reinar sempre na vida de um casal. Quando se casam somente pelo sexo e um ou outro não estiverem ‘no clima’ em algum momento, eles vão procurar se satisfizer na melhor das hipóteses com a masturbação”, pondera Douglas.

 

Em suas observações, Douglas também disse que a masturbação é um vício adquirido na juventude, levado ao casamento e que pode acabar virando a única forma de satisfação sexual de algumas pessoas.

 

Em suas frases conclusivas sobre a masturbação, Mark Driscoll relata o que diz a Bíblia sobre a intimidade conjugal. “A Bíblia diz que você deve desejar o casamento e intimidade marital, e o objetivo da intimidade marital é unidade”.

 

Fonte: amigodecristo
Atenção:
O conteúdo desta página tem objetivo formativo e educacional. As fontes só não são citadas quando desconhecidas.  OS ARTIGOS AQUI PUBLICADOS SÃO DE INTEIRA RESPONSABILIDADE DE SEUS AUTORES, CITADOS NO FINAL DE CADA ARTIGO. NÃO NECESSARIAMENTE ESTA PRODUÇÃO CONCORDA INTEIRAMENTE COM O ENTENDIMENTO TEOLÓGICO DE CADA AUTOR. TODAVIA, OS PUBLICAMOS COMO FONTE DE CONHECIMENTO E COMO FORMA DE CONTRIBUIR PARA O ALARGAMENTO DO ENTENDIMENTO E A POSSIBILIDADE DE CONHECERMOS VÁRIAS FORMAS DE PENSAR. CABE A CADA LEITOR REFLETIR, À LUZ DA BÍBLIA, SE CONCORDA OU NÃO COM OS POSICIONAMENTOS AQUI EXPRESSADOS. 

 

Herança dos Pais aos Filhos

Herança dos Pais aos Filhos

Herança dos Pais aos FilhosHerança dos Pais aos Filhos

Certa vez, um menino de quatro anos chegou-se para o pai e fez a seguinte afirmação: “Papai, quando eu crescer, quero ser como o senhor”.

Qual pai nunca passou por uma situação semelhante? Alguns não ligam. Outros se importam. E devem.

   Foi o caso daquele pai. Naquele momento, ele estremeceu e se pôs a meditar sobre o tipo de pai que estava sendo e o exemplo que estava passando aos próprios filhos. Ele então comentou: “Desde que ouvi esta frase fiquei mais atento, para não dar exemplos de mera aparência, mas sinceros e consistentes, para que possam ser seguidos pelos meus filhos”.

   Uma boa referência para ajudar nessa avaliação é lembrar-se de seu próprio pai, do exemplo que foi na vida, da influência que deixou.

Bem ou mal, cada um de nós traz as marcas do pai e, não poucas vezes, as reflete no decorrer da vida. Isso é tão importante que a própria relação entre uma pessoa e Deus, o Pai celestial, pode ser afetada, positiva ou negativamente, a partir da realidade benéfica ou maléfica que é recebida como herança dos pais terrenos.

   No Dia dos Pais, portanto, é bom que cada pai indague-se a si próprio: Que modelo eu sou para os meus filhos?

   A resposta pode ajudar a determinar o legado que deixaremos aos nossos filhos, além de antecipar os tipos de filhos que legaremos ao mundo. O bom exemplo – falar a verdade, viver com fidelidade, andar em integridade – é um dos maiores legados que um pai pode deixar aos filhos.

   Infelizmente, não poucos pais têm transferido exclusivamente a outros (ao estado ou à escola, por exemplo) a formação moral e ética de seus filhos. Mas isto é um engano de custo altíssimo e de resultado duvidoso.

   A Bíblia oferece a seguinte orientação: “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele” (Pv 22.6).

   Não basta apontar o caminho, é preciso andar com o filho “no caminho”, ou seja, dando o exemplo e vivendo e ensinando os valores morais e espirituais.

   Lembro-me da história de um menino de doze anos que foi uma testemunha chave num processo judicial. Um dos advogados, depois de interrogá-lo longamente, perguntou: “Seu pai lhe disse o que responder, não foi?”. O garoto respondeu: “Sim!”

   “Então nos diga, por favor, quais foram essas instruções?” – insistiu o advogado. O menino replicou: “Bem, papai me disse que os advogados iriam tentar me embaraçar; mas se eu fosse cuidadoso e falasse apenas a verdade, não iria cair em contradição”.

*****

   Além do moral dessa história – uma pessoa que fala a verdade não tem nada a esconder, mas a mentirosa paga um preço alto por sua desonestidade – há o indefectível exemplo de um pai que optou por ensinar o seu filho a andar no caminho da verdade. Não só porque uma mentira exige outra para encobri-la, e no final o mentiroso é apanhado em sua própria teia de engano, mas porque é a coisa certa a ser feita.

   Meus pais me ensinaram a falar sempre a verdade, e nunca mentir, a despeito de quão doloroso ou difícil pudesse ser. Esse é o mesmo modelo que ensinei a meus filhos.

   Infelizmente, alguns pais teimam em oferecer exemplos danosos aos filhos, cuja herança fatalmente cobrará um alto preço.
Pense no atual cenário político nacional, com o Governo repetidamente envolto em graves denúncias de corrupção, com o Congresso desmoralizado por causa dos maus políticos. Não é preocupante o dano que isso causa aos jovens filhos dessa Pátria?

O que dizer dos descendentes das pessoas envolvidas nos escândalos? Quando a conta dessa herança será apresentada à sociedade por aqueles que só aprenderam o desvalor de levar vantagem em tudo e a qualquer preço?

   O pai tem que pensar no preço de um bom ou de um mau exemplo, pois são seus filhos que conviverão com as consequências; são eles os principais candidatos à reprodução dos comportamentos de seus pais.

  Cada pai deveria pedir a ajuda de Deus, o Pai, para ser o melhor exemplo para seus filhos. Assim, a oração de cada pai deveria ter este cerne:
“Ajuda-me, meu Pai, a ser aquele homem que eu desejo que o meu filho um dia se transforme”.

  Autor Desconhecido

peixe no deserto2

MAIS UMA PROFECIA BÍBLICA SE CUMPRE – PRODUÇÃO DE PEIXE NO DESERTO: SÓ EM ISRAEL!

peixe no deserto2MAIS UMA PROFECIA BÍBLICA SE CUMPRE:

PRODUÇÃO DE PEIXE NO DESERTO

SÓ EM ISRAEL!

O deserto de Arava, no sul de Israel, só recebe 30 mm de chuva por ano, mas produz 60% de todas as exportações de vegetais frescos de Israel, 10% de todas as exportações de flores frescas e agora tem também uma florescente indústria de produção de peixes ornamentais!
peixe no deserto
“O deserto é seco e toda a água que temos aqui é em primeiro lugar água que conseguimos captar aqui mesmo, no deserto de Arava. Não estamos conectados ao sistema nacional de abastecimento de água” – explica Alon Gadiel, diretor do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Arava. 
Mesmo assim, Israel está entre os primeiros seis países na exportação de peixes de aquário, existindo agora 18 produções de peixe de aquário no deserto de Arava. Três delas reproduzem o peixe-palhaço, melhor conhecido por “Nemos”, por causa do filme “À procura de Nemo”.
peixe no deserto1
“Um negócio como o da aquicultura é um excelente negócio, porque não é necessária muita terra, e também não é necessária muita água. É preciso é ter muito conhecimento” – diz Gadiel, acrescentando: “Nós reproduzimos peixe que originalmente cresce no mar e vendemo-lo desde o cativeiro, conservando dessa forma o ecossistema.” 

Esta notícia é mais uma prova de como a Palavra profética do Eterno Deus se cumpre! Há mais de 2.500 anos, o profeta Isaías escrevia acerca do que aconteceria ao deserto de Israel nestes “últimos dias”: 

“E a terra seca se transformará em tanques, e a terra sedenta, em mananciais de águas…” (Isaías 35:1,2,7). 

Shalom, Israel!

Fonte: http://shalom-israel-shalom.blogspot.com.br/

rio Zin 1

RIO ZIN RENASCE NO DESERTO DO NEGUEVE, EM ISRAEL, CUMPRINDO MAIS UMA PROFECIA BÍBLICA!

rio Zin 1RIO ZIN RENASCE NO DESERTO DO NEGUEVE, EM ISRAEL, CUMPRINDO MAIS UMA PROFECIA BÍBLICA!

 Israel é a “terra dos milagres”. Não porque haja intervenção humana – apesar do desenvolvimento e capacidades do povo judeu – mas porque Deus cumpre a Sua Palavra!

rio Zin

E as profecias bíblicas de há 2.500 anos atrás anunciavam que o Senhor “abriria rios no deserto” de Israel, como prova da Sua eleição de Israel como Seu povo: “Abrirei rios em lugares altos, e fontes no meio dos vales; tornarei o deserto em lagos de águas, e a terra seca em mananciais de água.” 

“Para que todos vejam, e saibam, e considerem, e juntamente entendam que a mão do Senhor fez isto, e o Santo de Israel o criou.” – Isaías 41:18 e 20.

RIO ZIN RENASCE EM PLENO DESERTO DO NEGUEVE!

rio Zin 1
   Depois de muitos anos de seca absoluta, Israel assistiu a mais um cumprimento profético, ao testemunhar (vídeo abaixo) o renascimento de um rio dos tempos bíblicos que há muitos anos tinha deixado de existir. A população local não coube em si de contente ao registar esta bênção, tendo as imagens capturado a própria alegria de um cão ali presente…!
As fortes chuvas que têm caído nas montanhas subjacentes permitiram que granes quantidades de água deslizassem pelas encostas e voltassem a percorrer o leito deste antigo rio Zin, já existente nos tempos do Velho Testamento!
Segundo os peritos locais, esta grande quantidade de água é algo anormal na região, habituada a extremas e prolongadas secas. 
Este rio Zin tem a sua nascente na região da cratera de Ramon – um impressionante sítio geológico localizado no topo do deserto do Negueve, e as 85 km a sul da cidade de Berseba – indo desaguar no Mar Morto. 
rio zin 2

Foi exatamente deste local que os 12 espias judeus foram enviados para espiar a Terra de Canaã: “Assim subiram e espiaram a Terra desde o deserto de Zin…”(Números 13:21), sendo o rio Zin a marca da fronteira do território de Israel nos tempos bíblicos. 

Este raro acontecimento comprova a fidelidade do Deus de Israel para com o Seu povo, pois Ele “Converte o deserto em lagos, e a terra seca em fontes.” (Salmo 107:35)
“O deserto e o lugar solitário se alegrarão disto…porque águas arrebentarão no deserto e ribeiros no ermo. E a terra seca se tornará em lagos, e a terra sedenta em mananciais de águas…”(Isaías 35:1, 6 e 7).
“Eis que faço uma coisa nova, agora sairá à luz; porventura não a percebeis? Eis que porei um caminho no deserto, e rios no ermo. Os animais do campo me honrarão, os chacais e as avestruzes; porque porei águas no deserto, e rios no ermo, para dar de beber ao Meu povo, ao meu eleito. A esse povo que formei para Mim…” (Isaías 43:19-21).
Shalom, Israel!

Fonte: http://shalom-israel-shalom.blogspot.com.br/

         

Conselhos_Jesus

Conselhos de Jesus para o Casal

Conselhos_JesusConselhos de Jesus para o Casal

Por Pr Ismael Roselei


Conheço as tuas obras, e o teu trabalho, e a tua paciência…. E sofreste, e tens paciência; e trabalhaste pelo meu nome, e não te cansaste.Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor.Lembra-te, pois, de onde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras. Ap 2:2-6.

Este texto é uma uma advertência que o Senhor Jesus faz para sua amada Igreja de Éfeso.

Sabemos que o amor conjugal é comparado a forma com que Cristo ama a sua Noiva.

Então, usaremos o texto bíblico para advertirmos os casais que se amam, vivem aparentemente bem, mas que estão com o relacionamento em risco por terem deixado o primeiro amor.

Está veiculando um comercial de TV por assinatura que mostra alguém voltando para casa e a sua esposa percebendo a sua chegada , tira o avental, ajeita o cabelo e o recebe com um forte abraço, um abraço demorado, gostoso. Um romantismo incrível!

Ela tem na sua face uma expressão de intensa alegria, mas de repente ele faz alguns movimentos estranhos, abraçado com ela, apanha o controle da televisão e a liga. Ela perplexa pergunta: “Você ligou a TV?” num misto de surpresa e decepção. Fica claro que ele voltou por causa da TV.

Para quem vê de forma distraída, sem muita elaboração, o comercial é engraçado. Mas é triste saber que traz uma verdade. Muitos casais se mantém juntos em virtudes de “coisas” que ajuntaram no relacionamento, eles já não tem o outro como o seu “bem maior”, mas como algo que faz parte do pacote. 

Alguns casais se amam, mas como se acostumaram um com o outro, já não vêm motivos para comemorar o reencontro. É incrível que se perguntado respondem que está tudo bem com eles. Eles estão tão frios que não se deram conta que o romance, a alegria, o abraço inesperado, o elogio oportuno, a cumplicidade num olhar de admiração, são coisas que poderiam denunciar a intensidade desse amor. O amor deles está empanado, perdeu o brilho e eles não enxergam a falta de vida no casamento.

Eu e a Cleire já mudamos muito de casa em virtude da minha condição de militar, e era interessante observar que quando a mobília ainda estava dentro da casa, a gente não percebia que a parede estava feia, suja, com manchas. Mas quando as coisas já tinham sido retiradas do interior da casa, aí sim víamos o quão sujas estavam as paredes, precisando de uma tinta nova.O casamento precisa de vez em quando de uma mão de tinta também.

Temos a tendência a nos acostumarmos com o menos, com o feio, com a coisa medíocre (abaixo da média) e era disso que Jesus estava falando com sua noiva. Ele dizia que queria um relacionamento intenso, amoroso, com vida, com cor, com cheiro bom. Reconhecia os valores que estavam preservados, mas que não seriam suficientes para manter aquela relação. E dá um recado. A chama desse amor seria retirada caso a mornidão não fosse mandada embora.

Incrível como isso acontece e nos atinge a todos. Casais estão juntos, trabalhando, voltando para casa, de vez em quando transando, com algumas metas , sonhos em comum, mas de forma desatenta eles começam a se afastar um do outro, tudo em nome da busca de um horizonte melhor. Eles precisam acumular coisas, precisam adquirir bens, precisam comprar, e não dá prá cuidar do romantismo, não há tempo para fazer do outro o seu maior bem.

Mas um belo dia, um intruso surge na vida dos dois, e descobrem que o casamento deles já não tem mais brilho e que algo maior, melhor, mais bonito, está acontecendo nos seus corações, uma nova paixão chegou e assim acontece o que Jesus previa, o luz foi retirada e já não há mais razões para continuarem juntos.

Porque vocês estão continuam voltando para casa? Por causa da estrutura, dos bens adquiridos, da falta de opção? Não sei , mas sei que o casal deve voltar para casa com saudade do outro, com desejo, com alegria pelo reencontro. Isso é a mão de tinta nas paredes do nosso coração, é manutenção, é voltar ao primeiro amor.

Pense nisso, e tome atitude …

 

COMO VIVER BEM COM OS FILHOS

COMO VIVER BEM COM OS FILHOS

COMO VIVER BEM COM OS FILHOSCOMO VIVER BEM COM OS FILHOS

 

Muito se tem falado sobre a importância do relacionamento entre pais e filhos, para tê-los bem equilibrados e ajustados, úteis à sociedade e tementes a Deus.

   Vamos refletir sobre alguns aspectos que contribuem para melhorar esse relacionamento.

1. O CUIDADO COM A VIDA ESPIRITUAL DOS FILHOS

   No relacionamento entre pais e filhos, sejam crianças, adolescentes ou jovens, é da maior importância cuidar da vida espiritual.

1.1. Os filhos são herança do Senhor – Sl. 127. 3  Eis que os filhos são herança do SENHOR, e o fruto do ventre o seu galardão.

1.2. O ensino da palavra de Deus no lar

- O ensino da Palavra de Deus é a base para a formação espiritual, moral, emocional e social dos filhos. – Os filhos precisam saber o valor da Palavra de Deus, compreendendo que a autoridade de Deus, a autoridade da Igreja, a autoridade dos pais, e a autoridade humana, provêm de Deus, quando legitimamente executadas. Isso é importante para que não se revoltem contra a autoridade.

1.3. O valor da oração.

- É importante não só os pais orarem pelos filhos, MAS ORAREM COM ELES. –  Mt 26. 41  Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; na verdade, o espírito está pronto, mas a carne é fraca.

1.4. A realização do culto doméstico.

- É um trabalho simples, mas de GRANDE EFEITO sobre os filhos e sobre a família em geral. É como acender o altar da adoração no lar. É melhor do que deixar os filhos ficarem presos diante do altar da televisão. O culto doméstico fortalece os laços espirituais e afetivos entre pais e filhos crentes: Em 15 minutos apenas! Cânticos, leitura bíblica, pedidos de oração, oração.

2. RELACIONAMENTO NA VIDA FAMILIAR

2.1. Dar noções de autoridade, desobediência e pecado.

a) A criança, de 4 a 5 anos: noção de certo e errado;

b) Aos 7 anos, já tem noção de justiça: idade da razão;

c) Na adolescência: crises existenciais: noção de liberdade.

2.2. Atitudes que promovem a auto-estima dos filhos:

a) Dar e cobrar na medida certa;

b) Saber apreciar os filhos e o que eles fazem: normalmente, os pais não elogiam quando os filhos acertam, mas passam longo tempo reclamando quando eles fazem algo errado (isto prejudica a auto-estima);

c) Dar liberdade aos seus filhos, mostrando-lhes os LIMITES a que estão sujeitos, exigindo-lhes responsabilidades de acordo com a idade de cada um;

d) Cultivar o respeito aos filhos: falar a verdade; cumprir as promessas; respeitar a individualidade;

e) Demonstrar amor, através do afeto e carinho aos filhos, sem mimá-los muito, para que não fiquem inseguros;

f) Procurem entender as falhas de seus filhos; afinal de contas, quem não falha?

g) Procurem ser amigos íntimos de seus filhos, tornando-se seus confidentes. Eles apreciarão isso, sabendo que podem confiar em seus pais;

h) Aceitem seus filhos como eles são, com alegria, vendo-os como bênçãos de Deus;

2.3. A Comunicação com os filhos.

1) Procurem entender seus filhos, buscando entender as razões de suas ações e reações;

2) Dediquem tempo para seus filhos. Tempo para conversar, para falar com eles e para ouvi-los; para estar com eles, para passear, para jantar juntos;

3) Evitem gritar com seus filhos. Isso pode ser um mau exemplo para eles.

4) Orem por seus filhos e com eles;

5) Digam que os amam: “Eu amo você” . São três palavras que produzem grande efeito na comunicação com os filhos.

6) Peçam perdão aos seus filhos, quando verificaram que erraram para com eles. É exemplo de grandeza de alma.

3. A DISCIPLINA – Ef 6.4  E vós, pais, não provoqueis à ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor.

3.l. Meios para conseguir a disciplina

a) O ensino – Dt 11. 18  Ponde, pois, estas minhas palavras no vosso coração e na vossa alma, e atai-as por sinal na vossa mão, para que estejam por frontais entre os vossos olhos.

19  E ensinai-as a vossos filhos, falando delas assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te, e levantando-te;

20  E escreve-as nos umbrais de tua casa, e nas tuas portas;

21  Para que se multipliquem os vossos dias e os dias de vossos filhos na terra que o SENHOR jurou a vossos pais dar-lhes, como os dias dos céus sobre a terra.

b) O exemplo – Jo 13.; 15  Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também.

c) A correção – Pv 29. 15  A vara e a repreensão dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma, envergonha a sua mãe.

17  Castiga o teu filho, e te dará descanso; e dará delícias à tua alma.

3.2. Base da disciplina:

a) O amor: Ap 3. 19  Eu repreendo e castigo a todos quantos amo; sê pois zeloso, e arrepende-te.

 Pv 3. 12  Porque o SENHOR repreende aquele a quem ama, assim como o pai ao filho a quem quer bem.

- Segredo da disciplina: firmeza com amor; amor x controle: filhos saudáveis e respeitosos;

3.3. Finalidade da disciplina

a) Obediência – Cl 3. 20  Vós, filhos, obedecei em tudo a vossos pais, porque isto é agradável ao Senhor.

b) Honra: Ex 20. 12  Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o SENHOR teu Deus te dá.

c) Responsabilidade: Lm. 3. 27  Bom é para o homem suportar o jugo na sua mocidade.

d) Sabedoria: Pv 29. 15  A vara e a repreensão dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma, envergonha a sua mãe.

4. ALERTA AOS PAIS.

   A Delegacia de Houston, Estado do Texas, nos Estados Unidos, elaborou as  seguintes 12 regras para formar um filho delinqüente. São um alerta aos pais:

1) Desde pequeno, dê tudo o que o filho pedir. Desta forma, ele crescerá pensando que sempre terá tudo o que quiser. (O certo é não dá tudo o que o filho pedir).

2) Quando ele disser palavras imorais, ria com ele. Isto fará pensar que é engraçadinho e o encorajará a aprender frases mais “engraçadinhas” ainda, que, mais tarde, vão lhe deixar completamente sem jeito. (O certo é repreender o filho quando disser palavras imorais, e não achar engraçado).

3) Nunca lhe dê treinamento espiritual algum. Espere até que ele complete 21 anos, e deixe-o decidir por si mesmo; (O certo é dar o ensino espiritual, desde cedo, como manda a Bíblia).

4) Evite o uso da palavra “errado”. Pode desenvolver nele um complexo de culpa. Isto condicionará seu filho a acreditar , mais tarde, quando for preso por roubar um carro, que a sociedade está contra ele e que está sendo perseguido; (O certo: se precisar, deve-se mostrar o erro ao filho).

5) Apanhe tudo o que seu filho deixar espalhado: livros, sapatos e roupas. Faça tudo por ele e, assim, ele se acostumará a jogar todas as responsabilidades em cima dos outros. (O certo: não fazer tudo pelo filho; ensiná-lo a ter responsabilidade, cuidando de suas coisas, desde criança; estabelecer regras, atribuir a ele responsabilidades sobre pequenas tarefas no lar).).

6) Deixe-o ler tudo que lhe caia nas mãos. Cuide sempre que as vasilhas, pratos, talheres e copos sejam esterilizados, mas deixe que sua mente se alimente de lixo, através da televisão, de revistas imorais, de conversas duvidosas com amiguinhos duvidosos; (O certo: examinar o que o filho ler, não permitindo literatura imoral no lar, cuidado com a Internet, com a televisão, com “quem são seus amiguinhos e o que conversam”).

7) Brigue com sua esposa (ou com seu marido) freqüentemente na presença dos filhos; deste modo, eles não ficarão chocados mais tarde, quando o lar se desfizer; (O certo: jamais brigar com a esposa, muito menos em frente dos filhos).

8) Dê-lhe todo o dinheiro que quiser. Não permita que ele trabalhe para ganhar dinheiro. Porque ele teria que adquirir as coisas com as mesmas dificuldades que você? (O certo: se puder, dar a mesada aos filhos, orientando-lhes para o valor do dinheiro, sem gastar além do que recebe).

9) Satisfaça qualquer desejo de comida, bebida e conforto que ele queira. Veja que todos os seus desejos sensuais sejam gratificados. A inibição de desejo pode dar origem a uma perniciosa frustração; (O certo: só satisfazer aquilo que é lícito e conveniente para os filhos)

10) Tome partido dele contra vizinhos, professores e policiais. Todos eles estão de prevenção contra seu filho. (O certo: se ele errar, nunca ficar de seu lado; ajudá-lo a corrigir as falhas, com amor e compreensão)

11) E, quando ele estiver seriamente envolvido em dificuldades, desculpe-se a si mesmo, dizendo: “Nunca consegui fazer nada com ele”.(O certo: Procurar ajudar nas dificuldades, visando a correção e resolução dos problemas).

12) Se você, porventura, estiver agindo assim com seu filho ou filha, prepare-se para uma vida de tristezas e sofrimentos. Você está fazendo tudo para tê-la.

   Amados irmãos: Procurem usar a Palavra de Deus em seu lar, preparando assim sua família para uma vida de amor, obediência e dedicação a Deus.

(autor desconhecido)

como ter o céu em seu lar

Como ter o céu em seu lar

como ter o céu em seu larComo ter o céu em seu lar

 Rev. Hernandes Dias Lopes

Referência: Efésios 5.22-23

INTRODUÇÃO

1. O Contexto Histórico
• Um dos maiores problemas da civilização antiga era o pequeno valor que era dado às mulheres. Elas eram vistas não como pessoas, mas como propriedade do pai e depois do marido.

1.1. Cultura judaica
• Os judeus tinham um baixo conceito das mulheres. Os judeus pela manhã agradeciam a Deus por ele não lhes ter feito: “um pagão, um escravo ou uma mulher.” As mulheres não tinham direitos legais. Elas eram propriedade do pai quando solteiras e do marido quando casadas. 
• Na época em que a igreja cristã nasceu, o divórcio era tragicamente fácil. Um homem podia divorciar-se da sua mulher por qualquer motivo, pelo simples fato da mulher ter colocado muito sal em sua comida, ao sair em público sem véu. A mulher não tinha nenhum direito ao divórcio mesmo que seu marido se tornasse um leproso, um apóstata ou se envolvesse em coisas sujas. “O marido podia divorciar-se por qualquer motivo enquanto a mulher não podia divorciar-se por nenhum motivo.”
• Quando nasceu a igreja cristã, o laço matrimonial estava em perigo dentro do judaísmo.

1.2. Cultura grega
• A situação era pior dentro do mundo helênico. A prostituição era uma parte essencial da vida grega. Demóstenes disse: “Temos prostitutas para o prazer; concubinas para o sexo diário e esposas com o propósito de ter filhos legítimos.” Xenofonte disse: “A finalidade das mulheres é ver pouco, escutar pouco e perguntar o mínimo possível”. Os homens gregos esperavam que a mulher cuidasse da casa e dos filhos, enquanto eles iam buscar prazer fora do casamento. 
• Na Grécia não havia processo para divórcio. Era matéria simplesmente de capricho. Na Grécia o lar e a vida familiar estavam próximos de extinguir-se, e a fidelidade conjugal era absolutamente inexistente.

1.3. Cultura romana
• Nos dias de Paulo a situação em Roma era ainda pior. A degeneração de Roma era trágica. A vida familiar estava em ruínas. Sêneca disse que: “As mulheres se casavam para divorciar e se divorciavam para casar.”
• Os romanos ordinariamente não datavam os anos com números, mas com os nomes dos cônsules. Sêneca disse que: “As mulheres datavam seus anos com os nomes de seus maridos.” O poeta romano Marcial nos fala de uma mulher que teve dez maridos. Juvenal fala de uma que teve oito maridos em cinco anos. Jerônimo afirma que em Roma vivia uma mulher casada com seu vigésimo terceiro marido.
• A fidelidade conjugal em Roma estava quase em total bancarrota. 
• Paulo escreve Efésios 5:22-33 nesse contexto de falência da virtude e desastre da família. Paulo estava apontando para algo totalmente novo e revolucionário naqueles dias.

1.4. Cultura Pós-Moderna
• O conceito de família estava confuso hoje. Há confusão de papéis. O novo código civil parece não reconhecer a diferença de papéis. Reconhece-se a legitimidade de relações que a Bíblia chama de adultério. As relações homossexuais estão se tornando cada vez mais aceitáveis. A infidelidade atinge mais de 50% dos casais. O índice de divórcio aumenta assustadoramente. A cultura pós-moderna está voltando às mesmas práticas reprováveis nos tempos primitivos.

I. O PAPEL DA ESPOSA – V. 22-24

1. O que não é submissão
• Submissão não é inferioridade – Devemos desinfetar a palavra “submissão”de seus sentidos adulterados. A mulher não é inferior ao homem. Ela é tão imagem de Deus quanto o homem. Ela foi tirada da costela do homem e não dos pés. Ela é auxiliadora idônea (aquela que olha nos olhos) e não uma escrava. Aos olhos de Deus ela é co-igual ao homem (Gl 3:28; 1 Pe 3:7).
• Submissão não é obediência incondicional – A submissão da esposa ou de cada crente a Jesus é uma submissão absolutamente exclusiva. Todos nós somos servos de Cristo (doulos). Nunca se afirma, porém, que a esposa deva ser escrava ou serva do marido. Nossa relação com Jesus é uma relação de submissão completa, inteira e absoluta. Não é essa a exortação dirigida às esposas. Se a submissão da esposa ao marido implicar na sua insubmissão a Cristo, ela precisa desobedecer ao marido, para obedecer a Cristo.

2. O que é submissão
• É ser submissa ao marido por causa de Cristo – A submissão da esposa ao marido não é igual a Cristo, mas por causa de Cristo. É uma expressão da submissão da esposa a Cristo. A esposa se submete ao marido por amor e obediência a Cristo. A esposa se submete ao marido para a glória de Deus (1 Co 10:31). A esposa se submete ao marido para que a Palavra de Deus não seja blasfemada (Tito 2:3-5).
• A submissão da esposa ao marido é sua liberdade – A submissão não é escravidão, mas liberdade. A verdade liberta. Exemplo: Eu só sou livre quando obedeço às leis do meu país. Um trem só é livre quando corre em cima dos trilhos. 
• A submissão da esposa ao marido é sua glória – Efésios 5:24 assim como a glória da igreja é ser submissa a Cristo, assim também com a esposa. A igreja só é bela quando se submete a Cristo. A submissão da igreja a Cristo não a desonra nem a desvaloriza. A igreja só é feliz quando se submete a Cristo. Quando a igreja deixa de se submeter a Cristo ela perde a sua identidade, seu nome, sua reputação, seu poder. A submissão não é a um senhor autoritário, autocrático, déspota e insensível, mas a alguém que a ama ao ponto de dar sua vida.
• A submissão da esposa não é a um tirano, mas a um marido que a ama como Cristo ama a igreja – O cabeça do corpo é o salvador do corpo; a característica da sua condição de cabeça não é tanto a de Senhor quanto a de Salvador.

II. O PAPEL DO MARIDO – V. 25-33

• Se a palavra que caracteriza o dever da esposa é submissão, a palavra que caracteriza o do marido é amor. O marido nunca deve usar sua liderança para esmagar ou sufocar a esposa ou para frustrá-la de ser ela mesma. A ênfase de Paulo não está na autoridade do marido, mas no amor do marido (v. 25,28,33). O que significa ser submisso? É entregar-se a alguém. O que significa amar? É entregar-se por alguém. Assim submissão e amor são dois aspectos da mesmíssima coisa.

1. Os cinco verbos que definem a ação do marido
• Amar – O amor de Cristo pela igreja foi proposital, sacrificial, santificador, altruísta, abnegado e perseverante.
• Entregar-se – Um amor não egoísta, mas devotado à pessoa amada.
• Santificá-la – O amor visa o bem da pessoa amada. 
• Purifica-la – O amor busca a perfeição da pessoa amada.
• Apresentá-la – O amor visa a felicidade plena com a pessoa amada. O casamento judaico tinha quatro etapas: noivado + preparação + procissão + núpcias.

2. O marido deve cuidar da vida espiritual da esposa – v. 25b-27
• O marido é o responsável pela vida espiritual da esposa e dos filhos. Ele é o sacerdote do lar. O marido precisa buscar a santificação da esposa. Deve ser a pessoa que mais exerça influência espiritual sobre ela. Deve ser uma bênção na vida dela (Pv 31).

3. O marido deve cuidar da vida emocional da esposa – v. 28-29
• O marido fére a si mesmo ferindo a esposa. Crisóstomo “O olho não trai o pé colocando-o na boca da cobra”. Mas como o marido cuida da esposa?
• Como o homem deve tratar a sua esposa?
1) Ele não deve abusar dela – Um homem pode abusar do seu corpo, comendo em excesso, bebendo em excesso. Um homem que faz isso é néscio, porque ao maltrar o seu corpo, ele mesmo vai sofrer. O marido que maltrata a esposa é néscio. Ele machuca a si mesmo ao ferir a esposa. Exemplo: Um marido pode abusar da esposa: sendo rude, não dando tempo, atenção, carinho, usando palavras e gestos grosseiros, sendo infiel.
2) Ele não deve descuidar dela – Um homem pode descuidar do seu corpo. E se o faz é néscio e vai sofrer por isso. Exemplo: Se você tiver com a garganta inflamada não pode cantar nem pregar. Todo o seu trabalho é prejudicado. Você tem idéias, mensagem, mas não pode transmití-la. O marido descuida da esposa com reuniões intérminas, com Televisão, com Internet, com roda de amigos. Há viúvas de maridos vivos. Maridos que querem viver a vida de solteiros. O lar é apenas um albergue. 
3) O marido deve zelar pela esposa – alimenta e dela cuida – Como o homem sustenta o corpo?
a) A dieta – Um homem deve pensar em sua dieta, em sua comida. Deve tomar suficientes alimentos e tomá-los regularmente. Assim também o marido deveria estar pensando no que ajudará sua esposa .
b) Prazer e deleite – Quando ingerimos nossos alimentos não só pensamos em termos de calorias, ou proteínas. Não somos puramente científicos. Pensamos também naquilo que nos dá prazer. Desta maneira o marido deve tratar a esposa. Ele deve estar pensando no que a agrada. O marido deve ser criativo no sentido de sempre alegrar a agradar a esposa.
c) Exercício – A analogia do corpo exige mais este ponto. O exercício é fundamental para o corpo. O exercício é igualmente essencial para o casamento. É o diálogo. É a quebra da rotina desgastante. A comunicação no casamento é vital = saber ouvir + saber falar + transparência + perdão + verbalizar amor.
d) Carícias – A palavra cuidar só aparece aqui em 1 Ts 2:7. Significa acariciar. O marido precisa ser sensível às necessidades emocionais e sexuais da esposa. 98% das mulheres reclamam da falta de carinho. O marido precisa a aprender a ser romântico, cavalheiro, gentil, cheio de ternura.

4. O marido deve cuidar da vida física da esposa – v. 30
• O marido deixa todos os outros relacionamentos para concentrar-se na sua esposa, ou seja, deve amar a esposa com um amor que transcende todas as outras relações humanas – Ele deixa pai e mãe. Sua atenção se volta para a sua mulher. Seu propósito é agradá-la.
• O marido se une à sua mulher – uma união heterossexual, monogâmica, monossomática e indissolúvel.
• Os dois se tornam uma só carne – O sexo é bom e uma bênção divina na vida do casal. Deve ser desfrutado plenamente em santidade e pureza. 1 Coríntios 7:3-5 e Provérbios 5:15-19 mostram como deve ser abundante essa relação sexual.

CONCLUSÃO

• Numa época como a nossa de falência da virtude, enfraquecimento da família e explosão de divórcio, esta idéia cristã do casamento deve ser com mais frequência difundida entre o povo.
• O dever da esposa é respeitar e o dever do marido é merecer o respeito – v. 33.

Fonte: http://hernandesdiaslopes.com.br/

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