Arquivo da categoria: Ilustrações – C

Aqui você encontra ilustrações para seu sermão ou apenas para refletir aspectos de sua vida e caminhada com Deus.

facebook_cuidado

CUIDADO COM O FACEBOOK!



 

facebook_cuidado

CUIDADO COM O FACEBOOK!

“Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas convém...
 Eu não me deixarei dominar por nenhuma delas.” (I Co. 6.12)
Um estudo realizado em conjunto por duas universidades alemãs encontrou uma inveja desenfreada no Facebook. Testemunhar as férias, a vida amorosa e o sucesso profissional dos amigos no Facebook pode provocar invejas e causar sentimentos de infelicidade e solidão, segundo pesquisadores alemães.
Os pesquisadores descobriram que uma em cada três pessoas sentiu-se pior e mais insatisfeita com a sua própria vida depois de visitar o site. “Ficamos surpresos ao ver quantas pessoas têm uma experiência negativa no Facebook, com a inveja fazendo-as se sentirem sozinhas, frustradas ou com raiva”, disse à Reuters a pesquisadora Hanna Krasnova, do Instituto de Sistemas da informação na Uni-versidade Humboldt de Berlim.
Pesquisadores da Universidade Humboldt e da Universidade Técnica de Darmstadt descobriram que fotografias de férias eram a maior causa de ressentimento, com mais da metade dos incidentes de inveja provocados por imagens de viagens no Face-book.
A interação social foi a segunda causa mais comum de inveja, com os usuários podendo comparar quantas felicitações de aniversário receberam em relação a amigos no Facebook e quantas ações de “curtir” ou comentários foram feitos em fotos ou posts.
“O acompanhamento passivo provoca emoções amargas, com os usuários invejando principalmente a felicidade dos outros, o modo como os outros passam as férias e como socializam. A presença disseminada e onipresente da inveja em sites de Redes Sociais é mostrada para minar a satisfação de vida dos usuários”, afirmaram.
Estes sentimentos de inveja fizeram alguns usuários se gabarem mais sobre suas conquistas, sua boa aparência e vida social. Os pesquisadores disseram que os entrevistados em ambos os estudos eram alemães, mas esperavam que os resultados fossem os mesmos internacionalmente, já que a inveja é um sentimento universal e possivelmente impacta o mundo do Facebook.
Fonte: Yahoo.com – Adaptação: Pr. Cesar Ribeiro (IPB Árvore Grande – Pouso Alegre – MG)

CONVERSÃO NOTÁVEL

conversao notavelCONVERSÃO NOTÁVEL

Ez 36.26

Vinha sob seu cuidado certo preso, excepcionalmente astuto e bruto. Era até repugnante em comparação com os outros prisioneiros. Tornara-se conhecido pela sua audácia e pela completa insensibilidade quando cometia atos de violência. Era chamado “o rei dos criminosos”.

Diversas vezes o capelão tinha-lhe aconselhado, mas não recebia dele resposta alguma. O homem era intolerante quanto a qualquer instrução. Finalmente, pediu um certo livro, mas como não o achasse na biblioteca, o capelão indicou a Bíblia que pertencia ao quarto deste homem, perguntando:

“Já leu este livro?” O criminoso não respondeu, somente olhou o pregador com maior ódio. Então o capelão repetiu a pergunta, assegurando-lhe que valia a pena ler a Palavra de Deus. “Se o senhor soubesse quem sou”, disse o prisioneiro, “não me faria tal pergunta. Que tenho eu com tal livro?”

Disse-lhe então o capelão: “Conheço muito bem a sua fama e o seu caráter, e é esta a razão por que lhe ofereço a Bíblia como o livro que o ajudará”. “Não me valerá coisa alguma”, insistiu o preso, “já não tenho mais sentimento”; e fechando a mão, deu um murro na porta de ferro, gritando ao mesmo tempo:

“Meu coração é tão duro como este ferro; nenhuma coisa neste livro me poderá tocar”. “Bem”, disse o capelão, “o senhor quer um coração novo. Já leu o pacto da graça?” A isto o teimoso indagou do que queria ele dizer com tal fala. “Escute estas palavras”, disse o capelão: “…e vos darei um coração novo e porei dentro de vós um espírito novo…” (Ezequiel 36.26).

O homem ficou muito admirado. Pediu que lhe mostrasse a passagem na Bíblia. Leu as palavras repetidas vezes, e quando o capelão voltou no dia seguinte a fera estava mansa. “Meu senhor”, disse ele, “nunca sonhei com uma tal promessa! Nunca tive a menor ideia de que Deus pudesse falar de tal maneira com homens.

Se Ele me conceder um coração novo, será um milagre, porque somente a esperança de uma natureza nova me trará a emoção que nunca senti na vida.”
Este homem aceitou Jesus, e tornou-se manso, obediente à autoridade e de espírito gentil igual ao de uma criança…

Cada macaco no seu galho

cada macacoCada macaco no seu galho

Um mecânico está desmontando o cabeçote de uma moto quando ele vê na oficina um cirurgião cardiologista muito conhecido. Ele está olhando o mecânico trabalhar.
O mecânico pára e pergunta:
– Hei, doutor, posso lhe fazer uma pergunta?
O cirurgião, um tanto surpreso, concorda e vai até a moto na qual o mecânico está trabalhando. O mecânico se levanta e começa:
– Doutor, olhe este motor. Eu abro seu coração, tiro válvulas, conserto-as, ponho-as de volta e fecho novamente, e, quando eu terminei, ele volta a trabalhar como se fosse novo. Como é então que eu ganho tão pouco e o senhor tanto, quando nosso trabalho é praticamente o mesmo?
O cirurgião dá um sorriso, se inclina e fala baixinho ao mecânico:
– Tente fazer isso com o motor funcionando! Se você conhece a autoria desta reflexão, por favor envie-me por e-mail para que eu possa dar crédito à mesma.

Converse-Com-Ele

Converse Com Ele!

Converse Com EleConverse Com Ele!

“Eis que pararam junto delas dois homens, com vestes resplandecentes. E, estando elas muito atemorizadas, e abaixando o rosto para o chão, eles lhes disseram: Por que buscais o vivente entre os mortos? Não está aqui, mas ressuscitou” (Lucas 24:4-6).

Dois jovens incrédulos estavam discutindo sobre a ressurreição de Cristo. Cada um deles tentava mostrar ao outro o motivo pelo qual não acreditava que o fato havia acontecido. Nesse momento vinha passando Deacon Myers e um dos jovens, de forma zombeteira, chamou-o e falou: “Diga, Deacon, por que você acredita que Jesus ressuscitou”. “Bem”, disse Deacon, “uma das razões é que eu conversei com Ele por meia hora nesta manhã.”

O nosso coração se enche de júbilo, tanto por Cristo ter ressuscitado como por podermos falar com Ele a qualquer momento que desejarmos. Ele está vivo! Ele está junto a nós! Ele ouve as nossas orações e responde-nos! Perdemos tempo, enchemo-nos de dúvidas e, quase sempre, sentimo-nos frustrados quando recorremos a outras pessoas que nada podem fazer por nós e nenhuma resposta têm para nos dar. E se o nosso Senhor está vivo e ouve a nossa voz, não é melhor ir direto a Ele?

Muitas vezes murmuramos, queixamo-nos de tudo estar errado em nossas vidas, mas, continuamos nos recusando a buscar a Deus. Ele está ali, bem diante de nós, com um cesto de bênçãos para nos dar e… não as recebemos. E por que não somos abençoados? Será que Deus não gosta de nós? Será que Ele prefere outras pessoas?

Claro que não! Ele nos ama — Ele ama a todos. Ele está com as mãos estendidas, oferecendo tudo de bom para nos fazer felizes. E nós o ignoramos, não estendemos o nosso braço para receber o que nos oferece, preferimos o incerto em lugar do certo que Ele nos quer dar.

Você crê que Jesus ressuscitou?

Quer ter uma vida abençoada? Converse com Ele!

Comemorando A Vida!

Comemorando A VidaComemorando A Vida!

“Buscai-me e vivei” (Amós 5:4).

Vá sempre ao funeral das outras pessoas. Em caso contrário,
elas não irão ao seu.” (Yogi Berra)

Ao ler esse pensamento, lembrei-me da importância de
investir em nosso relacionamento com as outras pessoas. O
que esperamos delas durante todos os dias do ano? O que
poderíamos ver naqueles que estão próximos a nós, que seja
capaz de nos alegrar os corações? Como ter um ano abençoado
convivendo com as pessoas que estão ao nosso redor, quase
sempre com pensamentos muito diferentes dos nossos?

Muitas vezes reclamamos da falta de amor de algumas pessoas,
mas, temos nós praticado o amor que esperamos ver nos
outros? Queixamo-nos, constantemente, por não perceber
generosidade nas atitudes dos que conhecemos, porém, não
percebemos que somos egoístas, insensíveis e mesquinhos na
maioria de nossas ações. Comentamos a falta de iniciativa
dos nossos amigos, sempre tão indiferentes… e, enquanto
isso, ficamos sentados sem nada fazer!

Sim, o pensamento inicial está correto… Estamos indo a
funerais e sendo visitados, pelos que estão mortos, em nossa
própria morte espiritual!

Está na hora de deixar de lado os “funerais espirituais” e
começar a viver e espalhar vida! Está na hora de parar de
comentar a miséria espiritual dos que estão abatidos e
começar a semear e colher a alegria dos que estão vivos,
confiantes, motivados, colhendo frutos de vitória. Está na
hora de parar de murmurar pelos fracassos do ano anterior e
começar a louvar e glorificar pelos maravilhosos dias que
teremos nos próximos passos que daremos. Está na hora de
deixar de “velar” os insucessos e começar a agradecer pelo
êxito dos novos rumos de nossas vidas!

Temos um ano inteiro à nossa frente para esquecer os
funerais dos outros e impedir que outros pensem nos nossos
funerais. Vamos cantar a nossa alegria, vamos dançar por
nossas conquistas, vamos olhar para o céu e dizer: “Senhor,
obrigado porque estou vivo, por esse ano de grandes
vitórias!”

Paulo Barbosa – Para Refletir

calar-melhor-remedio

Calar é o melhor remédio


calar melhor remedio

CALAR É O MELHOR REMÉDIO

       É muito importante a capacidade de se comunicar de modo claro e eficiente. Contudo, saber calar também é algo valioso e ainda mais difícil.

     As palavras têm um grande poder e, uma vez ditas, não podem ser recolhidas. São como flechas que, tendo sido atiradas, não podem ser contidas pelo flecheiro. Notamos, portanto, a importância do controle sobre as palavras, de modo que sejam liberadas com prudência e “economia”, pois “na multidão de palavras não falta transgressão; mas o que refreia os seus lábios é prudente” (Pv.10.19). Existem circunstâncias em que o melhor a fazer é manter o silêncio.

     “Bom é ter esperança, e aguardar em silêncio a salvação do Senhor” (Lm.3.26).

     Quando estamos sob forte tribulação ou logo após um fracasso, temos a tendência de falar bobagens, inclusive murmurando contra Deus, como fizeram os israelitas diante das intempéries e privações do deserto (Nm.11.1-10; 14.2). No meio das dificuldades, louvemos ao Senhor e não murmuremos. “Para que a minha alma te cante louvores, e não se cale. Senhor, Deus meu, eu te louvarei para sempre” (Salmo 30.12). “Em tudo dai graças porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco” (I Tss.5.18). Se não conseguimos louvar, calemo-nos.

     Quando vemos o erro, o pecado ou insucesso de outra pessoa, nossa língua parece procurar os ouvidos de alguém para contar a notícia. Se não pudermos falar algo para ajudar nosso próximo, é melhor que nos calemos. Às vezes o caso exige denúncia ou conselho, mas normalmente a questão não é essa e acabamos cometendo a maledicência e a difamação. Temos um tribunal dentro de nós: a consciência, e queremos aplicá-la sobre os outros, como se tivéssemos o direito de julgá-los e condená-los:

     Tg.4.11-12 – “11 Irmãos, não faleis mal uns dos outros. Aquele que fala mal do irmão ou julga a seu irmão fala mal da lei e julga a lei; ora, se julgas a lei, não és observador da lei, mas juiz.12  Um só é Legislador e Juiz, aquele que pode salvar e fazer perecer; tu, porém, quem és, que julgas o próximo? “

     Dessa forma, atraímos condenação sobre nós mesmos:

     Tg.5.9 – “  Irmãos, não vos queixeis uns dos outros, para não serdes julgados. Eis que o juiz está às portas”.

     Quando vemos operações sobrenaturais, uso de dons espirituais ou mesmo práticas litúrgicas no meio cristão que porventura sejam diferentes das nossas, não devemos ser apressados na crítica ou condenação. Não somos obrigados a gostar nem concordar com tudo, mas a pressa em nos pronunciarmos a respeito pode levar ao pecado. Na maioria das vezes, é melhor calar:

     Quando orarmos, não sejamos exagerados em nossas frases, pois podemos estar mentindo, principalmente no que diz respeito aos votos. É melhor evitá-los do que prometermos aquilo que não podemos cumprir. Tal atitude pode trazer a punição divina sobre nós.

     “   Chegar-se para ouvir é melhor do que oferecer sacrifícios de tolos… Não te precipites com a tua boca, nem o teu coração se apresse a pronunciar palavra alguma na presença de Deus… portanto, sejam poucas as tuas palavras. Porque, da multidão de trabalhos vêm os sonhos, e da multidão de palavras, a voz do tolo… Melhor é que não votes do que votares e não pagares. Não consintas que a tua boca faça pecar a tua carne, nem digas na presença do anjo que foi erro; por que razão se iraria Deus contra a tua voz, e destruiria a obra das tuas mãos?” (Ec.5.1-7).

“O Senhor está no seu santo templo; cale-se diante dele toda a terra” (Hab.2.20).

“Irai-vos e não pequeis; consultai com o vosso coração em vosso leito, e calai-vos” (Salmo 4.4).

“A morte e a vida estão no poder da língua. Aquele que a ama comerá do seu fruto” (Pv.18.21)

“Por tuas palavras serás justificado e por tuas palavras serás condenado” (Mt.12-37).

“A palavra dita a seu tempo, quão boa é!” (Pv.15.23)

“Como maçãs de ouro em salvas de prata, assim é a palavra dita a seu tempo” (Pv.25.11)

“Vês um homem precipitado nas suas palavras? Maior esperança há para o tolo do que para ele” (Pv.29.20).

“Se alguém não tropeça em palavra, esse é homem perfeito, e capaz de refrear também todo o corpo” (Tg.3.2).

“O que guarda a sua boca preserva a sua vida; mas o que muito abre os seus lábios traz sobre si a ruína” (Pv.13.3).

“O que guarda a sua boca e a sua língua, guarda das angústias a sua alma” (Pv.21.23).

“Até o tolo, estando calado, é tido por sábio; e o que cerra os seus lábios, por entendido” (Pv.17.28).

Se falarmos, que seja para a edificação:

Ef.4.29 – “29  Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, e sim unicamente a que for boa para edificação, conforme a necessidade, e, assim, transmita graça aos que ouvem”.

  Sempre que possível, nossas palavras devem ser positivas.

  O domínio próprio é parte do fruto do Espírito. Assim, que ele nos ensine a calar ou falar quando for preciso. Que não pequemos pela omissão nem pela precipitação. Que o Senhor nos dê sabedoria para administrar o poder dos nossos lábios, de modo que ele seja usado somente para a glória de Deus.

“Todo homem seja pronto para ouvir, tardio para falar e tardio para se irar”. (Tg.1.19)