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DEPRESSÃO, UMA DOENÇA DA ALMA?

depressaoDEPRESSÃO, UMA DOENÇA DA ALMA?

Textos: Sl. 42.5 –I Rs. 19.1-8

OBJETIVO: Mostrar que a depressão tem sido um dos males do século e que precisa ser abordada sabiamente, levando em conta os estudos médicos, mas, principalmente, os princípios bíblicos.

INTRODUÇÃO: Nunca se falou tanto em depressão, há pessoas com essa doença por toda parte, inclusive dentro de muitas igrejas evangélicas. O desafio para a igreja, dependendo da situação, deve ser o de oferecer um tratamento espiritual adequado às pessoas que passam por esse tipo de enfermidade. Estudaremos a respeito dessa doença, e, para esse fim, partiremos da definição bíblica dessa condição, suas causas e conseqüências, e principalmente, o aconselhamento espiritual que conduz à cura.

1. DEPRESSÃO, O QUE É ISSO? A depressão é uma condição existencial que tem afetado milhões de pessoas em todo o mundo, não só descrente, mas, também, muitos cristãos. Aqueles que sofrem de depressão experimentam sentimento intensos de tristeza, ira, desespero, fadiga e uma variedade de outros sintomas. Eles podem se sentir inúteis e mesmo ter tendências suicidas, demonstrando pouco interesse em coisas e pessoas que anteriormente gostavam. A depressão costuma ser desencadeada pelas circunstâncias da vida, tais como: perda de trabalho, morte de um ente querido, situação de divórcio ou problemas psicológicos tais como a baixa estima. A depressão clínica é uma condição física que deve ser diagnosticada por um médico. Em alguns casos, a cura não depende, como se costuma pensar, da vontade própria. Devemos ter cuidado para não associar a depressão com pecado, o que costuma acontecer em muitas igrejas. Essa doença, dependendo do caso, pode ser tratada tanto com medicação quanto por meio de terapia e aconselhamento. Não podemos descartar a possibilidade de uma cura divina, e, quando necessário, atentar para a necessidade de uma intervenção médica (Mt. 9.12).

2. AS CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS DA DEPRESSÃO: Conforme apontamos anteriormente, as causas da depressão podem ser as mais diversas, não podemos descartar, inclusive, os casos hereditários. Há pessoas que, ao que tudo indica, têm alguma propensão, vinda dos seus pais, para desenvolver esse tipo doença. Mas, na maioria das vezes, a causa da depressão é cultural, isto é, depende do estilo de vida no qual as pessoas se integram e a que são expostos. Na Bíblia, a partir da experiência de Elias perante Jezabel, é possível identificar, como causas da depressão: a oposição, a frustração, medo e a angústia (I Rs. 19.1-4). Elias, no entanto, não foi o único personagem bíblico a enfrentar a depressão, destacamos, entre outros, Jó (Jó 3.11; 6.11; 17.1), Abraão (Gn. 15), Jonas (Jn. 4), Saul (I Sm. 16.14-23), Davi (Sl. 13.1-3; 56; 57.6,7) e Jeremias (Jr. 9). Quando a depressão chega, costumamos reagir através da fuga, como fez Moisés (Ex. 2.15) e o próprio Elias (I Rs. 19.3). Como a maioria das pessoas que sofrem de depressão, Elias também se escondeu (I Rs. 18.19-40), quis desistir de seus projetos (I Rs. 19.3) e desejou a própria morte (I Rs. 19.4).

3. SUPERANDO A DEPRESSÃO: O aconselhamento que damos, a seguir, está baseado na crença de que Deus é capaz de curar todo e qualquer tipo de doença, e como não poderia ser diferente, também a depressão. Reconhecemos, contudo, que nem todas as pessoas são curadas, algumas delas precisarão aprender a conviver com esse problema. Isso, no entanto, não deva servir de desestimulo para que persigam uma intervenção divina. Mas enquanto isso não acontece ou a fim de amenizar a situação, apresentamos algumas recomendações bíblico-teológicas no tratamento da depressão: 1) entregue-se à possibilidade de recuperação total (Sl. 51.10,12); 2) devote-se à oração e à gratidão (Fp. 4.6; Jr. 29.11,13); 3) mesmo que, aparentemente, não haja motivos para tal, dedique louvor e adoração a Deus (Sl. 42.11); 4) invista em seu relacionamento com o Pai Celestial (Mt. 11.28-30); 5) reconheça que você é filho de Deus e alvo de Sua maravilhosa graça e amor (I Jo. 3.1-1; 3.1); 6) entregue o seu corpo, integralmente, a Deus (I Co. 6.19-20); 7) esteja disposto a ter uma renovação de mente (Rm. 12.2; II Co. 10.3-6); 8) confie sua vida a Cristo (Fp. 3.7-9; Mt. 6.33,34); 9) direcione seus cuidados a Deus e deixe que Ele o conduza (Jz. 15.18) e 10) deposite sua esperança e confiança em Deus (Fp. 4.13; Mt. 28.20).

 CONCLUSÃO: A depressão, conforme vimos neste estudo, trata-se de uma doença complexa, com múltiplas causas e conseqüências. Por isso, os cristãos precisam ter sabedoria tanto para aconselhar quanto para enfrentá-la. Alguns casos precisam de tratamento clínico, por isso, sejamos cautelosos nos encaminhamentos. Os médicos, dependendo da formação, podem atuar de modo diferenciado na condução do problema. Do ponto de vista bíblico, sabemos que podemos confiar em Deus a fim de que essa doença não seja otimizada pelas circunstâncias sociais, haja vista que o Senhor está no controle de nossas vidas. PENSE NISSO!

 

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DROGAS: CARTA DE UM FILHO PARA O PAI

drogasDROGAS: CARTA DE UM FILHO PARA O PAI

 Esta é uma carta de um adeus de um jovem de 19 anos. O caso, verídico, aconteceu em um hospital de São Paulo.

Acho que nesse mundo, ninguém procurou descrever o próprio cemitério. Não sei como meu pai vai receber este relato, mas preciso de todas as forças enquanto é tempo.

Sinto muito meu, pai, acho que este diálogo é o último que tenho com o senhor. Sinto, sinto muito mesmo.

Sabe pai, está em tempo de o senhor saber a verdade do que nunca desconfiou. Vou ser breve e claro, bastante objetivo. O tóxico me matou, travei conhecimento com meu assassino aos 15 anos de idade. É horrível, não pai?

Sabe como conheci essa desgraça? Por meio de um colega da escola, com quem cresci junto e jamais desconfiei de nada… Foi ele quem me apresentou, à época ao meu futuro assassino: A DROGA.

Eu tentei recusar, tentei mesmo, mas aquele colega tão chegado mexeu com o meu orgulho, dizendo que eu não era homem. Não é preciso dizer mais nada, não é, pai? Ingressei no mundo do vício.

No começo foi o devaneio, depois as torturas, a escuridão, não fazia nada que o tóxico não estivesse presente.

Em seguida, veio a falta de ar, o medo, as alucinações e logo após a euforia do pico, novamente eu me sentia mais gente do que as outras pessoas, e o tóxico, “meu anjo, meu amigo inseparável”, sorria.

Sabe, meu pai, a gente quando começa, acha tudo ridículo e engraçado. Até Deus eu achava cômico. Hoje, no leito de um hospital, reconheço que Deus é mais importante que tudo no mundo, e que, sem a sua existência e sua ajuda, eu não estaria escrevendo esta carta.

Pai, eu só estou com 19 anos, e sei que não tenho a menor chance de viver… é muito tarde para mim.

Ao senhor, meu pai, tenho um último pedido a fazer: mostre esta carta a todos os jovens que o senhor conhecer, diga-lhes que em cada porta de escola, em cada cursinho de faculdade, em qualquer lugar, infelizmente, há sempre alguém de quem a gente menos desconfia, há sempre alguém elegantemente vestido mas que está escondido, por trás daquela aparência, um verdadeiro destruidor de suas vidas e que, fatalmente, os levará à loucura e à morte, como aconteceu comigo.

Por favor, faça isso meu pai, antes que seja tarde demais para eles.

Perdoe-me, pai… Já sofri demais. Perdoe-me também por fazê-lo padecer pelas minhas loucuras. Adeus, meu pai…

(algum tempo depois, após escrever esta carta, o jovem morreu)

A carta que lemos reflete a dor, a tristeza e o fim de uma vida preciosa.

De um lado, vemos a ação do diabo, através de seus agentes destruidores, que são pessoas que se prestam para ser seus instrumentos.

O tóxico, como meio de gerar dinheiro maldito, que atrai tanta gente inescrupulosa e sem princípios espirituais e morais, as quais, mesmo sabendo que estão destruindo vidas, não têm o menor remorso.

A sociedade sem Deus as acolhe, infelizmente, muito mais do que aos pregadores da verdade e do amor.

Na carta que lemos, cumpre-se o que Nosso Senhor Jesus Cristo afirmou: “O ladrão não vem senão a roubar, a matar e a destruir. Eu vim para que tenham vida , e a tenham com abundância” (Jo. 10.10)

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DECLARAÇÃO DE BENS

declaracao de bensDECLARAÇÃO DE BENS

 Depoimento de Hélio Fraga, jornalista de Belo Horizonte (MG)

O pai moderno, muitas vezes perplexo, passa a vida inteira correndo como um louco em busca do futuro e esquecendo-se do agora. Nessa luta, renuncia ao presente. Com prazer e orgulho, a cada ano, preenche sua declaração de bens para o Imposto de Renda. Cada nova linha acrescida foi produto de muito trabalho. Lotes, casas, apartamentos, sítio, casa na praia, automóvel do ano – tudo isso custou dias, semanas, meses de luta. Mas ele está sedimentando o futuro de sua família. Se partir de repente, já cumpriu sua missão e não vai deixá-la desamparada. Para ir escrevendo mais linhas em sua relação de bens, ele não se contenta com um emprego só – é preciso ter dois ou três: vender parte das férias; levar serviço para casa. É um tal de viajar, almoçar fora, fazer reuniões, preencher a agenda – afinal, ele, um executivo dinâmico, não pode fraquejar. Esse homem se esquece que a verdadeira declaração de bens, o valor que definitivamente conta, está em outra página do formulário do imposto de renda – naquelas modestas linhas, quase escondidas, onde se lê: relação de dependentes. São os filhos que colocou no mundo, a quem deve dedicar o melhor de seu tempo.
Os filhos, novos demais, não estão interessados em propriedades e no aumento de renda. Eles só querem um pai para conviver, dialogar, brincar. Os anos passam, os filhos crescem, e o pai nem percebe, porque se entregou de tal forma à construção do futuro que não participou de suas pequenas alegrias; não os levou ou buscou no colégio; nunca foi a uma festa infantil; não teve tempo para assistir a coroação de sua filha como princesa da primavera. Um executivo não deve desviar sua atenção para estas bobagens. São coisas para desocupados.
Há filhos órfãos de pais vivos porque são “entregues” – o pai, para um lado; a mãe, para outro, e a família desintegrada, sem amor, sem diálogo, sem convivência que solidifica a fraternidade entre irmãos, abre caminho no coração, elimina problemas e resolve as coisas na base do entendimento. Há irmãos crescendo como verdadeiros estranhos, que só se encontram de passagem em casa. E para ver os pais, é quase preciso marcar hora. Depois de uma dramática experiência pessoal e familiar vivida, a mensagem que tenho para dar é: não há tempo melhor aplicado que aquele destinado aos filhos.
Dos dezoito anos de casado, passei quinze absorvidos por muitas tarefas, envolvidos em várias ocupações e totalmente entregue a um objetivo único e prioritário: construir o futuro para três filhos e minha mulher. Isso me custou longos afastamentos de casa: viagens, estágios, cursos, plantões no jornal, madrugadas no estúdio de televisão… Uma vida sempre agitada, tormentosa e apaixonante, na dedicação à profissão – que foi, na verdade, mais importante que minha família. Agora, estou aqui com o resultado de tanto esforço: construí o futuro, penosamente, e não sei o que fazer com ele, depois da perda de Luiz Otávio e Priscila.
De que vale tudo o que juntei, se esses filhos não estão mais aqui, para aproveitar isso com a gente? Se o resultado de trinta anos de trabalho fosse consumido agora por um incêndio e, desses bens todos, não restasse nada mais do que cinzas, isso não teria a menor importância; não ia provocar o menor abalo em nossa vida, porque a escala de valores mudou e o dinheiro passou a ter peso mínimo e relativo em tudo. Se o dinheiro não foi capaz de comprar a cura do meu filho amado, que se drogou e morreu; não foi capaz de evitar a fuga de minha filha, que saiu de casa e prostituiu-se, e dela não tenho mais notícias, para que serve? Para ser escravo dele?
Eu trocaria – explodindo de felicidade – todas as linhas da declaração de bens por duas únicas que tive que retirar da relação de dependentes: os nomes de Luiz Otávio e Priscila. E como doeu retirar essas linhas da declaração de 1985. Luiz Otávio morreu aos 14 anos e Priscila fugiu um mês antes de completar 15…

Depois De Morto… Muito Mais Vivo

depois de mortoDepois De Morto… Muito Mais Vivo

“Jesus respondeu: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus. O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito” (João 3:5, 6).
O evangelista Dwight L. Moody, proclamou, certa vez, em um sermão: “Um dia você lerá em algum lugar que D. L. Moody, de Northfield, está morto. Não acredite em nada do que estiver escrito. Naquele momento eu estarei mais vivo do que agora.
Eu irei para um lugar mais alto, trocarei esta velha casa de barro por uma casa imortal; um corpo que a morte não pode tocar, um corpo que o pecado não pode manchar, um corpo transformado, um corpo glorioso. Quem nasce da carne pode morrer, quem nasce do espírito viverá para sempre.”

Podemos dizer, com a mesma veemência e certeza, como Moody, que após a nossa morte estaremos muito mais vivos? O que nos faz crer nisso? Temos já experimentado o novo nascimento em Cristo? Tem a Palavra de Deus dirigido nossas vidas conforme a Sua vontade?

Quando deixamos o Senhor entrar em nossos corações, tudo se transforma em nossas vidas, tudo se faz novo. A alegria enganosa do passado não nos engana mais; os interesses materialistas do passado não nos impressionam mais; os
sonhos insignificantes do passado não nos motivam mais; não sabíamos para onde estávamos caminhando e agora sabemos.

O Espírito Santo de Deus nos abriu os olhos para ver o que realmente é importante para a nossa felicidade. Em Cristo nós nascemos de novo. Nascemos para viver, viver abundantemente, viver para sempre.
Você crê que sua vida não terá fim? Crê que passará a eternidade junto com Deus? Crê que o Senhor chamará por seu nome para uma vida gloriosa em Sua presença? Se crê, sorria e desfrute a sua bênção. Se não crê, comece a pensar nisso e dê o primeiro passo para que logo possa dizer “sim”.

Dá-me Senhor!


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Dá-me Senhor!

Dá-me coragem para desprezar o mal e fazer o que é bom. Dá-me a Tua benção em meu trabalho diário e o poder de vencer as tristezas, a dor e os fracassos para viver no Espírito de Jesus Cristo, em cujo nome oro. Dá-me a Tua Graça para que eu possa achar nas escrituras a Tua vontade, confiando esperançosamente nas Tuas promessas. Dá-me a alegria e a benção da comunhão contigo, para que a luz divina possa brilhar sobre o meu caminho e guiar-me na direção que Tu desejas Dá-me a aspiração e a inspiração para seguir os Teus passos, um coração sadio e livre de qualquer maldade, e forças quando o corpo fraqueja. Dá-me olhos compassivos para ver a necessidade alheia e as mãos que se estende em busca de auxílio; dá-me poder e força de levar os meus entes queridos a conhecer o Senhor Jesus Cristo como o bendito Salvador. Dá-me, Senhor, tudo que provém de Ti, para que eu possa me afastar do vício, do pecado, da doença e da iniquidade. Em nome de Jesus Cristo!

 (autor desconhecido)