Arquivo da categoria: Ilustrações – I

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INTERPRETAÇÃO ERRADA

interpretacao erradaINTERPRETAÇÃO ERRADA

Um médico fazia uma palestra a um grupo de alcoólatras. Ao iniciar a apresentação disse: “Hoje vou realizar uma experiência para mostrar a vocês o efeito do álcool”. Levantou um copo e afirmou: “Aqui dentro há álcool”. Com uma pinça, pegou um verme, mostrou-o para a platéia e o soltou dentro do copo. Imediatamente o verme se desfez, causando impacto nos presentes. Em seguida, ele levantou outro copo e disse: “Aqui dentro há água”. Novamente pegou outro verme e o soltou dentro do copo. O verme se mexeu, mostrando sua energia. Nesse momento, no meio da platéia, um indivíduo embriagado levantou a mão e, com voz pastosa, disse: “Entendi bem o que o doutor quis dizer, e concordo inteiramente. Sua mensagem é sensacional”. Feliz, o médico pediu: “Por favor, diga em voz alta, para que todos escutem, qual é a minha mensagem”. Solícito, o indivíduo declarou: “Doutor, o senhor acabou de mostrar com essa experiência que quem bebe não tem verme no organismo. O álcool mata o verme”!
O homem sempre procura uma justificativa para o seu erro, por isso interpreta de forma errada, tem sempre uma justificativa “plausível” para o pecado.

Interpretação Errada

palestra

INTERPRETAÇÃO ERRADA 

      Um médico fazia uma palestra a um grupo de alcoólatras.

     Ao iniciar a apresentação disse: “Hoje vou realizar uma experiência para mostrar a vocês o efeito do álcool”.

     Levantou um copo e afirmou: “Aqui dentro há álcool”. Com uma pinça, pegou um verme, mostrou-o para a plateia e o soltou dentro do copo.

     Imediatamente o verme se desfez, causando impacto nos presentes.

     Em seguida, ele levantou outro copo e disse: “Aqui dentro há água”. Novamente pegou outro verme e o soltou dentro do copo. O verme se mexeu, mostrando sua energia.

     Nesse momento, no meio da plateia, um indivíduo embriagado levantou a mão e, com voz pastosa, disse: “Entendi bem o que o doutor quis dizer, e concordo inteiramente. Sua mensagem é sensacional”.

     Feliz, o médico pediu: “Por favor, diga em voz alta, para que todos escutem, qual é a minha mensagem”.

     Solícito, o indivíduo declarou:

     –  “Doutor, o senhor acabou de mostrar com essa experiência que quem bebe não tem verme no organismo. O álcool mata o verme”! 

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(autor desconhecido)

Instrui a Criança no Caminho

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Instrui a Criança no Caminho

“Eu tinha 16 anos e vivia com meus pais na instituição que meu avô havia fundado, que ficava a 18 milhas da cidade de Durban, na África do Sul. Vivíamos no interior, em meio aos canaviais, e não tínhamos vizinhos, por isso minhas irmãs e eu sempre ficávamos entusiasmados com a possibilidade de ir até a cidade para visitar os amigos ou ir ao cinema.

Certo dia meu pai pediu-me que o levasse até a cidade, onde participaria de uma conferência durante o dia todo. Eu fiquei radiante com esta oportunidade.

Como íamos até a cidade, minha mãe me deu uma lista de coisas que precisava do supermercado e, como passaríamos o dia todo, meu pai me pediu que tratasse de alguns assuntos pendentes, como levar o carro à oficina.

Quando me despedi de meu pai, ele me disse:
“Nos vemos aqui, às 17 horas, e voltaremos para casa juntos.”

Depois de cumprir todas as tarefas, fui até o cinema mais próximo. Distraí-me tanto com o filme (um filme duplo de John Wayne) que esqueci da hora. Quando me dei conta eram 17:30h. Corri até a oficina, peguei o carro e apressei-me a buscar meu pai. Eram quase 18:00h horas.

Ele me perguntou, ansioso: “Porque chegou tão tarde?”

Eu me sentia mal pelo ocorrido, e não tive coragem de dizer que estava vendo um filme de John Wayne. Então, lhe disse que o carro não ficara pronto, e que tivera que esperar. O que eu não sabia era que ele já havia telefonado para a oficina. Ao pegar-me na mentira, disse-me:
“Algo não está certo no modo como o tenho criado, porque você não teve coragem de me dizer a verdade. Vou refletir sobre o que fiz de errado a você. Caminharei as 18 milhas até nossa casa para pensar sobre isso”.

Assim, vestido em suas melhores roupas e calçando sapatos elegantes, começou a caminhar para casa pela estrada de terra sem iluminação. Não pude deixá-lo sozinho…guiei por 5 horas e meia atrás dele…vendo meu pai sofrer por causa de uma mentira estúpida que eu havia dito.

Decidi ali mesmo que nunca mais mentiria”.

Autor: Dr. Arun Gandhi (neto de Mahatma Gandhi).

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“Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele.” Provérbios 22.6

INSATISFAÇÃO – Uma enfermidade dos nossos dias


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INSATISFAÇÃO – Uma enfermidade dos nossos dias

Grande parte das pessoas no Ocidente teria motivos mais que suficientes para estar satisfeita. Mas, muitos não estão. Eles vivem descontentes e por isso muitas vezes estão mal-humorados, carrancudos ou sofrem do estômago. Eles vivem em paz, em liberdade e gozam do bem-estar, mas acham que tudo poderia ser ainda melhor. (P.D. 25/98)

Foi a insatisfação que sempre fez com que os israelitas se revoltassem contra Moisés, Arão e contra o próprio Deus. Foi a insatisfação que lhes impediu a entrada na Terra Prometida e os fez andar errantes durante 40 anos pelo deserto, longe de uma terra que manava leite e mel. É a insatisfação que destrói casamentos e famílias, são cônjuges resmungões que dificultam a vida do companheiro. A insatisfação não só deforma o rosto, mas também estraga o ambiente no trabalho, na vizinhança ou na comunidade. A insatisfação faz uma sociedade ficar exaurida e um povo tornar-se corrompido. A insatisfação leva às manifestações violentas e produz greves, e tudo isso custa milhões. O fruto da insatisfação é a discórdia, e a insatisfação surge quando o homem não tem paz. Assim ele se encontra constantemente no círculo vicioso dos seus sentimentos negativos. A Bíblia fala disso em Lamentações 3.39: “Por que, pois, se queixa o homem vivente? Queixe-se cada um dos seus próprios pecados.” Em Judas 16 está escrito acerca dos insatisfeitos: “Os tais são murmuradores, são descontentes, andando segundo as suas paixões.” A Bíblia Viva diz: “Esses homens são exploradores constantes, eternos insatisfeitos, fazendo todo o mal que lhes dá vontade…”

A insatisfação tem sua raiz no fato de não se ter paz com Deus, e quanto mais um povo se afasta de Deus, mais insatisfeito fica. Paulo, que havia entregue sua vida de modo incondicional ao Senhor Jesus, podia dizer: “entristecidos, mas sempre alegres; pobres, mas enriquecendo a muitos; nada tendo, mas possuindo tudo” (2 Co 6.10). Portanto, aquele que entregou sua vida ao Senhor Jesus e se arrependeu da sua insatisfação experimentará a verdade de Filipenses 4.7: “E a paz de Deus, que excede a todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus.”

(Norbert Lieth )

Índio sabido


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 ÍNDIO SABIDO

 Estava o Índio indolentemente sentado a beira do rio, pescando, quando chegou o homem branco. Foi chegando de mansinho, parou a certa distância e se pôs a observar.

Viu o Índio pôr isca no anzol calmamente, depois atirá-lo na água, olhar sonhadoramente para os círculos que se formavam e desapareciam na corrente e, fincar a vara na margem barrenta do rio, espreguiçar-se, recostar-se e esperar pacientemente. Viu o ligeiro movimento da linha, depois mais rápido, mais rápido – até atrair a atenção do Índio.    Viu o Índio curvar-se para a vara, segurá-la, observar o vaivém da linha cada vez mais rápido, cada vez mais forte, e de repente, num pânico movimento brusco, felino, viril, sacar das águas um belo peixe de uns dois quilos.

E quando viu o Índio comer o peixe, jogar fora a vara para o lado e espichar-se na relva, acercou-se:

– Como? Não vai pescar mais?

– Não.

– Por quê?

– Já comi. Agora, descansar.

– Mas você pescou um peixe e tanto num instante.

– Pesquei.

– Podia pescar outros …

– Pra quê?

– Podia salgar e guardar para depois…

– Depois eu pesco.

– Mas podia pescar muito mais …

– Pra quê?

– Podia salgar e vender os peixes …

– E o que eu ia fazer com o dinheiro ?

– Comprar mais varas, mais anzóis e pagar uns garotinhos pra pescar.

– Pra quê?

– Poderia pescar muito mais peixes …

– E que ia fazer com tanto peixe?

– Vender, claro. Ganharia muito dinheiro.

– Pra quê?

– Comprar barcos, molinetes, e pescar lá no meio do rio.

– Pescaria peixes muito maiores, e venderia, e ganharia mais dinheiro, e compraria mais barcos, redes, arpoes e contrataria mais pescadores e…

– Pra quê?

– Poderia até pescar no mar – e pescar muito mais peixes, e camarões, e baleias, e…

– Pra quê?

– Ganharia muito dinheiro. Montaria um frigorífico, uma indústria, ficaria riquíssimo…

– E…

– E então poderia pôr todo mundo trabalhando para você e ficar deitado o resto da vida, descansando, gozando a vida, apreciando a natureza …

– Bom… isto já estou fazendo agora.

E virou-se para o lado e dormiu …

*****

    (Autor desconhecido)

ILUMINANDO O LOCAL


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Robert Moffat 

ILUMINANDO O LOCAL

    Anos atrás, quando Robert Moffat estava na África, viajou para uma localidade bem distante no interior. Certo dia ele chegou junto a uma árvore onde havia uma tábua fixada. Nela estava escrito que havia uma escola cristã em uma aldeia próxima. Bastante surpreso por acreditar ser o primeiro homem branco naquela parte da África, dirigiu-se à aldeia.

   Aproximando-se do local, encontrou uma pequena menina de cerca de doze anos de idade, a quem disse: “Eu vi uma tábua em uma árvore onde pude ler que havia uma escola cristã aqui nesta aldeia. Poderia me levar até o professor?” A menina abaixou a lustrosa cabeça sem responder. “Você conhece o professor?” perguntou ele. Ela acenou que sim com a cabeça.”Bem, quem é o professor?” insistiu ele. Levantando então a cabeça, timidamente, ela respondeu: “Eu sou a professora”.

   Moffat descobriu que a pequena menina tinha sido levada, certa vez, para uma tribo distante, onde ela ouviu um missionário falar às pessoas sobre o amor de Jesus e havia se tornado, a partir daquele momento, a primeira missionária para sua tribo. O que leva uma pessoa, mesmo uma pequena menina, a querer falar de Cristo para aqueles que estão ao redor? Certamente que a resposta é a alegria experimentada quando o Senhor entra em seu coração. Nada pode motivar mais o interesse em proclamar o Evangelho de Cristo do que a mudança realizada na vida daqueles que recebem o Seu perdão e a salvação eterna. Quem poderia desfrutar do amor de Jesus sem compartilhá-lo com os amigos? Quem poderia receber tão grande perdão — o dos pecados — sem querer também perdoar aqueles que lhe ofenderam? Quem poderia ter uma vida abundante com o Senhor sem desejar ardentemente que todos a tenham também? O lugar onde vive um verdadeiro filho de Deus sempre estará iluminado para todos que dele se aproximam.

Autor Desconhecido 

“Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras, e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus” (Mateus 5:16).