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Aqui você encontra ilustrações para seu sermão ou apenas para refletir aspectos de sua vida e caminhada com Deus.

UM TÚMULO: A DIFERENÇA

tumulo

Foto: o túmulo de Buda

UM TÚMULO: A DIFERENÇA

Um pesquisador, chamado de Isaque, gostava muito de viajar, ao chegar em um país, descobriu que ali e em alguns lugares do mundo se dizia que um certo homem chamado “BUDA”, que viveu praticando o bem e ajudando a todos quanto podia, em sua época, era o filho de DEUS, O pesquisador, curioso, resolveu estudar esse tal BUDA, o que, depois de alguns anos de pesquisa, chegou ate o ponto crucial de sua pesquisa, o tumulo de BUDA. Em seu relatório, o pesquisador colocou que no tumulo de BUDA havia escrito em letras muito grandes, e em vários idiomas:– Aqui jaz BUDA.

Ao terminar sua pesquisa, ele continua sua viajem pelo mundo, e chegando em outra nação ele, descobriu que ali também, e em alguns lugares do mundo se dizia que um certo homem chamado “MAOMÉ” era, não o filho de DEUS, mas seu principal representante, considerado como um filho “adotivo de DEUS”;.

Isso fez com que ele, mudasse sua pesquisa, em relação a BUDA, e fizesse uma nova pesquisa; Depois de alguns anos e de descobrir que esse tal de MAOMÉ, também ajudou a todos quanto podia com suas profecias, o pesquisador chegou no seu tumulo;

tumulo maome

foto: túmulo de Maomé

Em seu relatório, o pesquisador colocou que no tumulo de MAOMÉ havia escrito em letras muito grandes, e em vários idiomas: – Aqui jaz MAOMÉ; Então, muitos anos se passaram e o pesquisador já velho, e muito perto de sua morte chega a conclusão que sua vida, não valia nada, pois assim como esses dois representantes de DEUS, BUDA e MAOMÉ, ele também iria para um tumulo, e seria escrito em vários idiomas, pois ele era mundialmente conhecido, aqui jaz Isaque.

Em um dia, ele encontra no fundo de um baú velho que estava em seu quarto, uma “bíblia” que pertenceu a seu Avô, e começou a ler o livro de Mateus, bem onde dizia: -Eu sou o caminho, a verdade e vida; Ao ler mais este livro ele encontra: -Quem crer em mim ainda que morra viverá; Então o pesquisador resolveu estudar esta pessoa que poderia ser a solução para sua vida, e descobre que seu nome era “JESUS CRISTO”, o Rei dos reis e Senhor dos senhores; Descobre também que esse JESUS era também considerado em alguns lugares do mundo, como o único filho unigênito de DEUS.

Em sua pesquisa, nosso pesquisador viaja para Jerusalém, em Israel, para descobrir mais detalhes sobre JESUS. Lá, ele chega no ponto crucial de sua pesquisa, o tumulo de JESUS.

Em seu relatório, o pesquisador colocou, que não tem mais medo da morte, pois a morte foi derrotada a mais de dois mil anos atrás, pois no tumulo de JESUS havia escrito em letras muito grandes, e em vários idiomas: – Aqui ‘ressuscitou’ JESUS.

tumulo Jesus

Hoje, o nosso querido pesquisador, já esta morto para muitos, que acreditam em BUDA, em MAOMÉ, em outros deuses pagãos, mas, e sempre tem um mas para tudo, para nos que realmente somos “cristãos”, não de palavras mas que cumprimos todos os mandamentos e não nos contaminamos com o mundo, pois a bíblia diz que o mundo esta no maligno, para nos, Isaque, o pesquisador, vive e reina com JESUS, o filho de DEUS; O túmulo vazio de Cristo nos enche de esperança!

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UMA BÍBLIA EM LEILÃO

UMA BÍBLIA EM LEILÃOUMA BÍBLIA EM LEILÃO

“Filipe encontrou a Natanael e disse-lhe: Achamos aquele de quem Moisés escreveu na lei, e a quem se referiram os profetas: Jesus, o Nazareno, filho de José”. João 1:45

Eis um bonito livro. É urna Bíblia, disse o leiloeiro.

“Quem faz uma oferta? Os seus caracteres são grandes, bem visíveis, capa é de pele. Então, quanto me oferecem por esta Bíblia?”.

Ninguém parecia interessado. «vinte reais!»  ouviu-se uma voz ao fundo. «Ninguém dá mais?» Não, ninguém tinha a intenção de cobrir a oferta feita por um jovem, que partiu levando a sua Bíblia.

   “Não quero encontrar qualquer dos meus amigos para que não me vejam com este livro!” –  pensava ele. “Tantas vezes tenho ouvido a minha mãe dizer que desejava obter uma Bíblia de caracteres grandes, porque a sua vista vai enfraquecendo”.

Numa pequena casa habitava urna velha senhora – a mãe deste jovem. Estava sozinha durante todo o dia. O seu marido tinha morrido, apenas lhe restava um filho, mas que filho! Quase um extraviado. De caráter fraco, arrastado por maus companheiros, seguia-os na sua vida de libertinagem. Todas as noites, a pobre mãe esperava ansiosamente que o seu filho voltasse para casa. Tinha fé e esperança de que um dia Deus responderia às suas orações, transformando o seu filho tão infeliz. Todo o seu conforto era a leitura da Bíblia; mas a sua pequena Bíblia, estava muito usada, as letras tão pequenas que os seus pobres olhos dificilmente prosseguiam a leitura.

O jovem, quando chegou a casa, pousou a Bíblia sobre a cabeceira de sua cama. O ambiente do seu quarto pareceu-lhe mudado «Pobre mãe, pensou ele, merecia um filho melhor do que eu! Amanhã de manhã vou oferecer-lhe esta Bíblia» Levanta-se,  mas no momento de sair, olhou para a Bíblia  e subitamente mudou de idéia. “Não. Esta noite ficarei aqui, perto de minha mãe; posso muito bem fazer isto por ela. Hoje ficarei em casa”.

Senta-se sobre a sua cama, toma o Livro e abre-o. O leiloeiro bem tinha dito que as letras eram visíveis. O Livro estava como novo, parecia que jamais tinha sido aberto.

Folheou-o; leu algumas linhas aqui e ali até que chegou a passagem de Jesus perante Pilatos. Esta leitura despertou-lhe de tal modo a atenção, que absorveu-se naquela leitura, até o final do primeiro Evangelho.

Esta história já conhecia; ouviu-a na sua infância, mas nunca a tinha sentido como esta noite, na solidão e silêncio do seu quarto. Mas quem é este Jesus, este homem de bem, e porque os Seus sofrimentos, Sua morte sobre a cruz?

Profundamente emocionado, sente um certo mal-estar, e medita quão miserável tinha sido a sua vida, uma vida de pecado como um fardo que pesava sobre ele. E, subitamente, caiu de joelhos, suplicando: “Ó Deus, perdoa os meus pecados; tem piedade de mim!”

Irmãos, um grito desses jamais fica sem resposta!

Pela manhã, entrou no quarto de sua mãe, levando a Bíblia na mão. A emoção da senhora foi de tal modo que dificilmente conseguiu dizer: «Meu filho, que bom que você esta noite não dormiu fora de casa! Este sim, é um belo presente para mim!

– “Mãe tenho outro presente para a senhora. Mamãe, a senhora, a partir de hoje, tem um novo filho! Eu quero ir para a igreja com a senhora!”.

E apertando-a nos seus braços, contou-lhe como naquela noite, a Bíblia, a Palavra de Deus, o tinha dirigido ao ponto de se sentir pecador, perdido, e tinha encontrado a salvação e o perdão.

Mais tarde, tiveram conhecimento de que aquela Bíblia tinha sido oferecida a um clube desportivo por ocasião da sua inauguração, com o desejo de que fosse lida por todos os sócios. Porém, ninguém tinha respondido a esse apelo; mas nessa noite a sua leitura havia salvado uma alma!

   “Porque, a Palavra de Deus, é viva e eficaz, é mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e as intenções do coração” (Hb. 4:12).

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Uma breve Reflexão sobre alguns motivos errados para o Ministério

Uma breve Reflexão sobre alguns motivos errados para o MinistérioUma breve Reflexão sobre alguns motivos errados para o Ministério

Falar de vocação não é uma tarefa fácil. Como explicar os vislumbres de certezas espirituais? Pode a vocação de Deus ser descrita? Talvez devesse deixar tal desafio para os mais experientes nas lidas pastorais; não obstante, quero pisar neste terreno mui solenemente. Nestes doze anos de ministério tenho visto alguns pastores perderem o rumo original e ministérios infrutíferos com igrejas fracas e em declínio. Entendo que grande culpa dos problemas destas igrejas deve-se a nós mesmos, seus pastores. Notem as palavras de Eugene Peterson:

“Os pastores estão abandonando seus postos, desviando-se para a direita e para a esquerda, com freqüência alarmante. Isto não quer dizer que estejam deixando a igreja e sendo contratados por alguma empresa. As congregações ainda pagam seus salários, o nome deles ainda consta no boletim dominical e continuam a subir não púlpito domingo após domingo. O que estão abandonando é o posto, o chamado. Prostituíram após outros deuses.Aquilo que fazem e alegam ser ministério pastoral não tem a menor relação com as atitudes dos pastores que fizeram a história nos últimos vinte séculos” .

Uma reflexão dura, mas realista. Alguns pastores estão abandonando seus postos. Após ler estas considerações de Peterson, fiz a seguinte pergunta: O que tem levado nossos jovens ao ministério? Minha pergunta levanta a questão sobre as reais motivações de nossos vocacionados para o Ministério Pastoral. Talvez nem todos têm consciência de que errar na vocação trás conseqüências desagradáveis para si mesmos e também para suas futuras igrejas. Embora uma vaga vocação para o ministério possa levar ao pastorado, não sustentará o pastor através das ásperas realidades da vida na igreja. É preciso avaliar as verdadeiras motivações, antes de ingressar nos seminários.

Por motivação queremos dizer os motivos internos que levam uma pessoa à ação. Todos nós tomamos decisões na vida motivados por algo ou alguma coisa em dado momento de nossa existência e considerando as diversas situações da vida. Falando da motivação que leva um jovem a decidir pelo ministério, entendemos que todo genuíno vocacionado deve ter como ambição ser um instrumento de Deus. Sua única motivação para ser pastor é seu desejo ardente de realizar a obra de Deus e para a glória de Deus. Contudo, é possível que nem sempre esta seja a mola propulsora de um ou outro aspirante ao pastorado. A título de alertar-nos para este perigo, alisto cinco possíveis motivações erradas e egocêntricas que podem levar alguém ao Ministério:

1) Adquirir estabilidade financeira: Os motivos da nossa sociedade secular são controlados pelo cifrão. Vivemos uma época de recessão e de desemprego. São só na cidade de São Paulo, quase 2 milhões de desempregados. O tempo médio hoje para alguém que perde o emprego é de 1 ano até conseguir outro. É com temor e tremor que arrisco raciocinar desta maneira, mas temo que alguns jovens em nossas Igrejas, passe a compreender o ministério como uma profissão e um meio de ganhar a vida. Penso que todo candidato ao ministério deveria responder a esta pergunta: O motivo que tenho para desejar ser pastor é porque serei pago para isto?

Quanto a isto, Spurgeon escreveu: “Se um homem perceber, depois do mais severo exame de si mesmo, qualquer outro motivo que a glória de Deus e o bem das almas em sua busca do pastorado, melhor que se afaste dele de uma vez, pois o Senhor aborrece a entrada de compradores e vendedores em seu templo”

2) Status social: Não é de hoje que a sede de posição cega as pessoas . O “ser pastor”, mesmo que em nossos dias não é lá muito bem visto, até mesmo pelos escândalos envolvendo alguns líderes cristãos, os títulos de Reverendo e Pastor transmitem uma certa dose de autoridade que dignifica o ser humano, e lhe confere status social. Não obstante, liderar não é fácil. Às vezes pregar pode ser uma tortura. Pastorear ovelhas relutantes é uma atividade esmagadora. Ser uma figura pública sob os olhares de todos e viver sob constantes cobranças, mesmo que estas não sejam verbais, sacodem o nosso coração. Nós pastores inevitavelmente armazenamos um certo nível de frustração em nosso trabalho. Ficamos frustrados com os conflitos da igreja, com a futilidade de nossos planos e com o fracasso do nosso povo. O status social não pode sustentar o nosso ministério e fazer com que vivamos nossa vocação de modo responsável.

Em I Tm 3:1, Paulo escreve: “se alguém deseja o pastorado, excelente obra almeja” O termo “deseja”na língua grega é epithumeo, que tem o significado de “colocar o coração, ambicionar, desejar”. Precisa ser observado que o objeto do desejo é a obra, o serviço, e não a posição ou status. Este foi um erro cometido por Tiago e João (Mc 10:35:45). Alguém motivado por posição elevada e pelo desejo de atenção trará com certeza prejuízo a si mesmo e à Igreja de Cristo.

3) Necessidade de firmar-se como pessoa: É possível que alguém caia na armadilha de desejar o ministério por entender que a posição e o status conquistado forçam os outros a lhe dedicarem atenção. O desejo que um ser humano tem de que os outros o respeitem é um sinal louvável de sua auto-estima. Não há nada de errado em desejar ser respeitado e admirado, mas não é a motivação correta para o ministério. É comum termos notícias de líderes que avaliam sua eficiência ministerial através de quantas pessoas da denominação o conhecem. Conheci um pastor que guardava todo exemplar do jornal Brasil Presbiteriano em que saía uma matéria com sua foto e que falava a seu respeito. São líderes que buscam a fama e serem aplaudidos pelos homens.

4) O Senso de obrigação: Há quem se torne ministro, pois depois de ter passado pela família, conselho, presbitério e ter feito o curso teológico no seminário, sente-se na obrigação de ter que ir até o fim de seu “chamado”. Sente-se culpado se não fizer aquilo que todos esperam dele. É desnecessário dizer que este líder não desenvolverá seu ministério com alegria e prazer. Um velho pregador deu um sábio conselho a um jovem quando indagado sobre sua opinião quanto a seguir o ministério: “Se você pode ser feliz fora do ministério, fique fora, mas se veio o solene chamado, não fuja” Precisamos instruir aos nossos seminaristas que mesmo que tenham feito o curso de teologia no Seminário, caso sintam que não foram chamados ao pastorado, entendam que o tempo de estudos e de preparação não será perdido. Poderão ser uma excelente ajuda às igrejas como pregadores, professores, oficiais e líderes. O peso de um sentimento de obrigação não pode levar ninguém ao pastorado. O Ministério deve ser obedecido por vocação e não por obrigação. Alguém pontuou o seguinte: “os ministros sem a convicção do chamado carecem muitas vezes de coragem e carregam uma carta de demissão no bolso do paletó. Ao menor sinal de dificuldade, vão-se embora”.

5) Falta de opções: É possível que alguém decida ser um pastor, pois depois de tentativas inglórias de ingressar em alguma outra faculdade, ou por não ter condições financeiras de custear um curso em uma universidade, percebeu que poderia fazer um curso de nível superior pago pelo Presbitério e ainda recebendo ajuda de custo de sua Igreja. Nossos jovens precisam ver que o candidato ao ministério, sendo seu chamado imposto por Deus, não é uma preferência entre outras alternativas, ou por falta delas. Ele é pastor não por falta de alternativas, mas porque esta é a única alternativa possível para ele, e insisto: Vocação pastoral não pode ser por falta de opções, mas porque foi imposta por Deus.

Todos nós que somos pastores sabemos como o ministério é desgastante, e ninguém pode cumprir o difícil papel de pastor se não tiver a consciência de que foi comissionado por Deus. Na qualidade de pastores e tutores eclesiásticos, faz-se necessária nossa orientação aos aspirantes e candidatos ao Ministério de que não há como alguém sobreviver no pastorado, caso sinta que esta foi uma escolha sua e não de Deus.
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Uma Força Para Os Filhos

Uma Força Para Os FilhosUma Força Para Os Filhos

 “Ensina a criança no caminho em que deve andar; e até quando

envelhecer não se desviará dele” (Provérbios 22:6).

Um determinado estudo revelou que quando a mãe e o pai
frequentam regularmente as reuniões da igreja, 72 por cento
dos seus filhos permanecem firmes diante de Deus. Se só o
pai frequenta regularmente as reuniões, 55 por cento dos
filhos permanecem fiéis. Se apenas a mãe frequenta as
reuniões, somente 15 por cento dos filhos permanecem na
igreja. Se nem a mãe e nem o pai frequentam regularmente os
serviços da igreja, só 6 por cento permanecem. As
estatísticas falam por si mesmas. O exemplo dos pais é mais
importante do que todos os esforços da Escola Bíblica.
(Warren Mueller)

Por onde estão caminhando os nossos filhos? O que eles têm
feito? Quais são os seus propósitos? Estão eles colocados no
altar do Senhor, gozando de Sua proteção e Suas bênçãos?

Muitas vezes nos angustiamos pelo fato de nossos filhos
estarem caminhando longe do Senhor. Às vezes os vemos
envolvidos com más companhias e vícios. Pedimos a Deus que
os liberte, que os faça reencontrar o caminho da salvação,
que os transforme completamente, que lhes devolva a alegria
de viver. E, o que mais nos entristece, é saber que somos
responsáveis, em grande parte, pela situação em que se
encontram.

Quando podíamos estar conduzindo-os para a igreja,
preocupávamos com outras prioridades. Quando eles pediam
para que os levássemos à Escola Bíblica, inventávamos uma
desculpa qualquer para não irmos. Quando pediam para
participar de alguma programação interessante, dizíamos que
aquilo era bobagem e que havia coisa mais interessante a
fazer.

Eles foram esfriando, desanimando, esquecendo… Eles
cresceram e tomaram novos rumos. Queremos levá-los agora ao
culto, mas eles não querem mais.

Se os nossos filhos estão indo às reuniões da igreja, não
podemos deixar de acompanhá-los. É a coisa mais importante
de nossa vida. É a nossa maior prioridade. Nós lhes daremos
o testemunho, os ajudaremos a crescer na fé e a força que
irão adquirir nesse período os conduzirá, para sempre, na
presença do Senhor dos senhores, o nosso Salvador Jesus Cristo.

Paulo Barbosa – Min. para Refletir

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Uma Joia De Real Valor

Uma Joia De Real ValorUma Joia De Real Valor

“… Não tendes vós muito mais valor do que elas?” (Mateus
6:26)

Uma família tinha um belo vaso que era uma relíquia dos
antepassados. A pequena filha ouviu de sua mãe: “É nosso
tesouro de família”. Certo dia, ouviu-se um grande estrondo
e a pequena menina começou a lamentar-se. A mãe, correndo,
veio a seu encontro e a encontrou caída, chorando, ao lado
do vaso quebrado. “Que aconteceu?” perguntou à filha. “Eu
quebrei o tesouro de família”, ela respondeu, ainda
soluçando. Sua mãe a levantou e disse: “Sim, mas você está
bem”. Quando a menina se tornou adulta ela comentou: “eu
descobri, naquele dia, que eu era o verdadeiro tesouro de
família.”

É incrível como valorizamos as coisas materiais desse mundo,
como se fossem tesouros imprescindíveis à nossa felicidade.
Cremos que seremos felizes se tivermos muitos desses
tesouros e infelizes se nada tivermos. Damos exagerado valor
a coisas que não têm valor e não atinamos para o fato de que
nós, filhos escolhidos e separados por Deus, somos os
verdadeiros tesouros desse mundo. Somos nós que temos valor
e não os objetos que possuímos ou não.

Não é o nosso belo carro que herdará os Céus de glória, nem
a nossa bela casa próxima ao mar, nem o grande saldo em
nossas contas bancárias. Tudo isso é passageiro e ficará
aqui neste mundo. O que realmente tem valor é a nossa vida.
Foi por nós que Jesus veio a este mundo. Foi por nós que Ele
morreu na cruz. Foi para nós que Ele preparou as moradas
celestiais. Nós somos o tesouro real e eterno!

Sim, temos muito mais valor que os pássaros de nosso verso
inicial. Temos mais valor que as mais caras jóias desse
mundo. Temos muito mais valor do que os anseios frustrados
que ficaram para trás.

Você é a grande joia de Deus! Deixe que Ele guarde esse
tesouro… para sempre!

Paulo Barbosa – Min. Para Refletir

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Uma linda história

uma linda historiaUma linda história

Esta é uma história verídica, narrada por John Powell, S.J., professor de Teologia da Fé, da Loyola University de Chicago, EUA.

“Um dia, há muitos anos atrás, eu estava de pé na porta da sala, esperando meus alunos entrarem para nosso primeiro dia de aula do semestre.

Foi aí que vi Tom pela primeira vez. Não consegui evitar que meus olhos piscassem de espanto.
Ele estava penteando seus cabelos longos e muito loiros que batiam uns vinte centímetros abaixo dos ombros.

Eu nunca vira um rapaz com cabelos tão longos. Acho que a moda estava apenas começando nessa época.

Mesmo sabendo que o que importava não é o que está fora, mas o que vai dentro da cabeça, naquele dia eu fiquei um pouco chocado. Imediatamente classifiquei Tom com um “E” de estranho… Muito estranho!

Tommy acabou se revelando o “ateísta de plantão” do meu curso de Teologia da Fé. Constantemente, fazia objeções ou questionava sobre a possibilidade de existir um Deus-Pai que nos amasse incondicionalmente.

Convivemos em relativa paz durante o semestre, embora eu tenha que admitir que às vezes ele era bastante incômodo!

No fim do curso, ele se aproximou e me perguntou, num tom ligeiramente irônico:                                                      – O senhor acredita mesmo que eu possa encontrar Deus algum dia? Resolvi usar uma terapia de choque:

– Não, eu não acredito! – respondi.

– Ah! – ele respondeu – Pensei que era este o produto que o senhor esteve tentando nos vender nos últimos meses.

Eu deixei que ele se afastasse um pouco e falei, bem alto:Eu não acredito que você consiga encontrar Deus, mas tenho absoluta certeza de que Ele o encontrará um dia. Ele deu de ombros e foi embora da minha sala e da minha vida.
Algum tempo depois soube que Tommy tinha se formado e, em seguida, recebi uma notícia triste: ele estava com um câncer terminal. E antes que eu resolvesse se ia à sua procura, ele veio me ver.

Quando entrou na minha sala, percebi que seu físico tinha sido devastado pela doença e que os cabelos longos não existiam mais, devido à quimioterapia.
Entretanto, seus olhos estavam brilhantes e sua voz era firme, bem diferente daquele garoto que conheci.

Tommy, tenho pensado em você. Ouvi dizer que está doente! – falei.

-Ah, é verdade, estou seriamente doente. Tenho câncer nos dois pulmões. È uma questão de semanas, agora.

–  Você consegue conversar bem a esse respeito?

-Claro, o que o senhor gostaria de saber?
Como é ter apenas vinte e quatro anos e saber que está morrendo?

– Acho que poderia ser pior.
– Como assim?

– Bem, eu poderia ter cinqüenta anos e não ter noção de ideais, ou ter sessenta anos e pensar que bebida, mulheres e dinheiro são as coisas mais “importantes” da vida.

Lembrei-me da classificação que atribuí a ele: “E” de “estranho” (parece que as pessoas que recebem classificações desse tipo, são enviadas de volta por Deus para que eu possa repensar o assunto).
– Mas a razão pela qual eu realmente vim vê-lo – disse Tom – foi a frase que o senhor me disse no último dia de aula. (Ele se lembrava…)

Tom continuou: – Eu lhe perguntei se o senhor acreditava que eu encontraria Deus algum dia, e o senhor respondeu ‘Não’, o que me surpreendeu. Em seguida, o senhor disse, “mas Ele o encontrará”. Eu pensei um bocado a respeito daquela frase, embora na época não estivesse muito interessado no assunto.

Mas quando os médicos removeram um nódulo da minha virilha e me disseram que se tratava de um tumor maligno, comecei a pensar com mais seriedade sobre a idéia de procurar Deus. E quando a doença se espalhou por outros órgãos, eu comecei realmente a dar murros desesperados nas portas de bronze do paraíso.

Mas Deus não apareceu. De fato, nada aconteceu. O senhor já tentou fazer alguma coisa por um longo período, sem sucesso? A gente fica cansado, desanimado. Um dia, ao invés de continuar atirando apelos por cima do muro alto atrás de onde Deus poderia estar… Ou não… Eu desisti, simplesmente.

Decidi que de fato não estava me importando…com Deus, com uma possível vida eterna ou qualquer coisa parecida. E decidi utilizar o tempo que me restava fazendo alguma coisa mais proveitosa.

Pensei no senhor e nas suas aulas e me lembrei de uma coisa que o senhor havia dito noutra ocasião: “A tristeza mais profunda, sem remédio, é passar pela vida sem amar. Mas é quase tão triste passar pela vida e deixar este mundo sem jamais ter dito às pessoas queridas o quanto você as amou.”
Então resolvi começar pela pessoa mais difícil: meu pai.

Ele estava lendo o jornal quando me aproximei dele: – Papai… Eu disse.

– Sim, o que é? – ele perguntou, sem baixar o jornal.
Papai, eu gostaria de conversar com você.
Então fale.

É um assunto muito importante!

O jornal desceu alguns centímetros, vagarosamente.
– O que é?

Papai, eu o amo muito. Só queria que você soubesse disso.

O jornal escorregou para o chão e meu pai fez duas coisas que eu jamais havia visto: Ele chorou e me abraçou com força. E conversamos durante toda a noite, embora ele tivesse que ir trabalhar na manha seguinte. Foi tão bom poder me sentar junto do meu pai, conversar, ver suas lágrimas, sentir seu abraço, ouvi-lo dizer que também me amava!… Foi uma emoção indescritível!
Foi mais fácil com minha mãe e com meu irmão mais novo. Eles choraram também e nós nos abraçamos e falamos coisas realmente boas uns para os outros.

Falamos sobre as coisas que tínhamos mantido em segredo por tantos anos, e que era tão bom partilhar.
Só lamentei uma coisa: que eu tivesse desperdiçado tanto tempo, me privando de momentos tão especiais.

Naquela hora eu estava apenas começando a me abrir com as pessoas que amava.

Então, um dia, eu olhei, e lá estava “ELE”. Ele não veio ao meu encontro quando lhe implorei. Acredito que estava agindo como um domador de animais que, segurando um chicote, diz: – Vamos, pule! Eu lhe dou três dias… Três semanas…

Parece que Deus não se deixa impressionar. Ele age a Seu modo e a Seu tempo.
Mas o que importa é que Ele estava lá. Ele me encontrou… O senhor estava certo. Ele me encontrou mesmo depois de eu ter desistido de procurar por Ele.

– Tommy – eu disse, bastante comovido – o que você está dizendo é muito mais importante e muito mais universal do que você pode imaginar. Para mim, pelo menos, você está dizendo que a maneira certa de encontrar Deus, não é fazendo Dele um bem pessoal, uma solução para os nosso problemas ou um consolo em tempos difíceis, mas sim se tornando disponível para o verdadeiro Amor. O apóstolo João disse isto: “Deus é Amor e aquele que vive no Amor, vive com Deus e Deus vive com ele”.

Tom, posso pedir-lhe um favor? Você sabe que me deu bastante trabalho quando foi meu aluno. Mas (aos risos) agora você pode me compensar por aquilo.

Você viria à minha aula de Teologia da Fé e contaria aos meus alunos o que você acabou de me contar? Se eu lhes contasse não seria a mesma coisa, não tocaria tão fundo neles!
Oooh!… Eu me preparei para vir vê-lo, mas não sei se estou preparado para enfrentar seus alunos.
Então, pense nisto. Se você se sentir preparado, telefone para mim.

Alguns dias mais tarde, Tom telefonou e disse que falaria com a minha turma.
Ele queria fazer aquilo por Deus e por mim. Então marcamos uma data.
Mas, o dia chegou… E ele não pode ir. Ele tinha outro encontro, muito mais importante do que aquele. Ele se foi… Tom  havia dado o grande passo para a verdadeira realidade. Ele foi ao encontro de uma nova vida e de novos desafios.

Antes de ele morrer, ainda conversamos uma vez.
Não vou ter condições de falar com sua turma. – ele disse.
Eu sei, Tom.

O senhor falaria com eles por mim? O senhor falaria… Com todo mundo por mim?
Vou falar, Tom. Vou falar com todo mundo. Vou fazer o melhor que puder.

Portanto, a todos vocês que foram pacientes, ouvindo esta declaração de amor tão sincero, obrigado por fazê-lo.

E a você Tommy, onde quer que esteja, aí está: eu falei com todo mundo… Do melhor modo que consegui. E espero que as pessoas que tiveram conhecimento desta história, possam contá-la aos seus amigos, para que mais gente possa conhecê-la…”

“OS AMIGOS SÃO O MEIO PELO QUAL DEUS GOSTA DE CUIDAR DE NÓS!…” QUE FALEMOS PARA AS PESSOAS QUE VERDADEIRAMENTE NOS AMAM: – EU TE AMO!

UMA ORAÇÃO BOBA

uma oracao bobaUMA ORAÇÃO BOBA

Fazia sete anos que eu orava pela conversão da minha mãe e parecia-me que quanto mais orava mais ela se afastava de Deus, até por fim ser participante ativa em um terreiro de umbanda.

Numa manhã, enquanto eu conversava com Deus, eu disse a Ele que não iria orar mais por ela, pois todo meu estoque de conhecimento e de estratégias de intercessão já havia se esgotado.

Mas logo em seguida, eu lhe perguntei: – Pai, ainda há alguma oração que eu possa fazer pela conversão de mamãe? No mesmo instante veio-me um pensamento: – Ore pra ela se lembrar que domingo é dia de ir à igreja!

– Que oração boba, pensei eu.

Mas, como ninguém precisava saber da minha oração, eu a fiz, ainda que parecesse infantil. Passei a orar assim, principalmente aos domingos: Senhor, lembre minha mãe que hoje é dia de ir à igreja.

Depois de algum tempo recebi uma carta de mamãe comunicando-me que havia aberto o coração para Jesus e convidava-me para o seu batismo.

Que surpresa! Não pude ir ao seu batismo, mas no final do ano, quando fui de férias para casa, minha primeira pergunta para ela foi: – Como você se converteu, quem te evangelizou, mamãe?

Sua resposta: – Ninguém. Comecei ter uma vontade irresistível de ir à igreja aos domingos e a vontade era tanta que não podia mais ficar em casa.

Aleluia!

Uma pequena diferença

uma pequena diferencaUMA PEQUENA DIFERENÇA

A mão do Senhor estava com eles, e muitos creram e se converteram ao Senhor.” (Atos 11:21)

A verdadeira avaliação do trabalho pela salvação de almas veremos no dia da volta de JESUS. Aqueles primeiros momentos serão de imensa emoção, ver pessoas que por nosso testemunho receberam o direito à vida eterna. Elas também sentirão uma gratidão hoje impossível de avaliar, pois daquele momento em diante perceberão o que teriam perdido se não estivessem salvas.

DEUS, O criador fará tudo novo, porém, há algo que Ele não fará novo, mas transformará: os seres humanos que decidiram seguir JESUS. Toda natureza será recriada, mas nós seremos transformados, e o nosso caráter, tal como decidimos ser, continuará, apenas será aperfeiçoado. Portanto, vai haver um novo céu e uma nova terra, mas as pessoas serão as mesmas, porém, transformadas. O que há de importante nisso? Toda a natureza pode ser perdida, tudo o que é material também, isso será criado de novo, mas os seres humanos não, esses O Criador, ou transformará, ou destruirá para sempre. Portanto, se há algo pelo qual devemos lutar, é a salvação de almas para o reino de DEUS. Esqueçamos o valor das coisas materiais, lembremo-nos que terão a mesma identidade antes e após a transformação, com a diferença da santidade como DEUS, restaurada à Sua imagem e semelhança. Isso nos revela que nada é importante, senão as pessoas.

 

Proporcionalmente, a aceitação da verdade é pequena. Isso já era esperado: JESUS perguntou: “Quando vier o Filho do Homem, por ventura achará fé na terra?” Achará sim, mas, um grupo bem pequeno, quase desprezível. Pequeno mas poderoso, cheio do Espírito Santo, pronto para lutar por uma só alma como se fosse a conquista do Universo!

Essa pequena proporção nos leva a cálculos do tipo: tempo investido para tão poucos resultados, dinheiro gasto, material distribuído; pessoas envolvidas; esforço realizado e um pequeníssimo número de almas que se entregaram a JESUS.

Analisemos esse cenário um pouco. Por estudos científicos, hoje, sabe-se que há métodos de manipulação das mentes que levam a gigantescos resultados imediatos. Esse é o caso da hipnose e lavagem cerebral. Esses métodos são de fato utilizados por pentecostais e carismáticos. Por esses meios, as pessoas tornam-se escravas dos líderes, e isso gera fama a essas igrejas. Parecem vencedoras. Crescem muito em número. Seus membros voltam sempre, fazem sacrifícios e grandes doações. No entanto, suas mentes dependem das sugestões de seus líderes, e não mais conseguem viver livres. Fazem coisas extravagantes por sugestão dos líderes, e essas igrejas tornam-se poderosas economicamente. Mas, saiba do seguinte: a igreja verdadeira, no final vencerá sem necessitar de um centavo, terá em lugar do dinheiro, o poder da fé. E esse é um poder ilimitado.

Não é nos parâmetros mencionados que devemos avaliar sucesso espiritual. A igreja verdadeira trabalha com a verdade que liberta – e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará!

Dominar pelo engano, mentira e hipnose realmente produz enorme número de adeptos, porém, a pergunta inteligente é: onde há maior número de pessoas salvando e sendo salvas de verdade? Esse é um número bem pequeno, mas é nas Igrejas que adotam a Bíblia verdadeiramente como única regra de fé e prática que esse número com essas características é maior. Portanto, o fracasso é só aparente, e se visto superficialmente. Nós é que muitas vezes temos uma certa preocupação com “ter mais membros” que as outras igrejas. A verdadeira preocupação deve ser: salvar almas para o reino de DEUS. Não é uma questão de números, mas de qualidade, ou seja, poder espiritual agindo por livre e espontânea vontade, libertando aqueles que desejam ser verdadeiramente livres..

Um gigantesco número de pessoas se perderá por ninharia, pouca coisa, detalhe. Isso se caracteriza pelas expressões: depois vejo isto; agora ainda não; tenho muitas coisas para fazer hoje; ainda não estou preparado… Muitas vezes, as pessoas sentem o toque do Espírito Santo durante um sermão, e sabem naquele momento que devem imediatamente pedir forças do alto para mudar suas vidas. Então deixam passar alguns minutos, e o coração nesse curto tempo outra vez se endurece, volta ao estado anterior ao apelo e a necessidade de entregar-se a JESUS desaparece. Assim vai, oportunidade após oportunidade, até que não haja mais oportunidade, pois o coração aos poucos torna-se insensível. DEUS poderia penetrar no coração mais duro, mas não o faz, Ele só entra ali se esse coração sentir necessidade de salvação. Desde quando um coração endurecido sente essa necessidade? Faraó, por exemplo, teve dez oportunidades de reconhecer Quem é O Senhor. Cada vez tornava a endurecer mais seu coração, até que as águas o tragaram vivo… Ele e todos os seus comandados.

Paulo é um raro exemplo de como se deve agir quando descobrimos que algo precisa ser mudado em nossa vida. Ele não deixou para avaliar o assunto mais tarde, ainda estava deitado no chão depois da queda, perguntou de imediato: “Quem és Tu Senhor?” A resposta também foi imediata: “Eu Sou JESUS, a Quem tu persegues.” (Atos 9:5) Paulo, por ter feito uma pergunta sincera, queria resposta para o fato, logo recebeu instruções diretas de JESUS, fez tudo conforme essas instruções, e não só foi salvo como se tornou poderoso discípulo. Paulo é exemplo de como proceder para sermos salvos: agir imediatamente, não deixar para o instante seguinte, muito menos, para mais tarde.

Irmãos: A salvação poder ser a diferença entre uma decisão certa no momento oportuno, ou seu simples adiamento!

Por quê? Só um detalhe, e perdem-se tudo.

Uma pescaria inesquecível

uma pescariaUma pescaria inesquecível

Ele tinha onze anos e, cada oportunidade que surgia,
ia pescar no cais próximo ao chalé da família, numa ilha que ficava em meio a um lago.
A temporada de pesca só começaria no dia seguinte, mas pai e filho saíram no fim da tarde para pegar apenas peixes cuja captura estava liberada. O menino amarrou uma isca e começou a praticar arremessos, provocando ondulações
coloridas na água.

Logo, elas se tornaram prateadas pelo efeito da lua nascendo sobre o lago.

Quando o caniço vergou, ele soube que havia algo enorme do outro lado da linha.

O pai olhava com admiração, enquanto o garoto habilmente, e com muito cuidado,
erguia o peixe exausto da água.

Era o maior que já tinha visto, porém sua pesca só era permitida na temporada.

O garoto e o pai olharam para o peixe, tão bonito, as guelras para trás e para frente.

O pai, então, acendeu um fósforo e olhou para o relógio.

Eram dez da noite, faltavam apenas duas horas para a abertura da temporada.

Em seguida, olhou para o peixe e depois para o menino, dizendo:

– Você tem que devolvê-lo, filho!
– Mas, papai, reclamou o menino.
– Vai aparecer outro, insistiu o pai.

– Não tão grande quanto este, choramingou a criança.

O garoto olhou à volta do lago. Não havia outros pescadores ou embarcações à vista.

Voltou novamente o olhar para o pai. Mesmo sem ninguém por perto, sabia, pela
firmeza em sua voz,
que a decisão era inegociável.

Devagar, tirou o anzol da boca do enorme peixe e o devolveu à água escura.

O peixe movimentou rapidamente o corpo e desapareceu.

E,naquele momento, o menino teve certeza de que jamais veria um peixe tão grande quanto aquele.

Isso aconteceu há trinta e quatro anos. Hoje, o garoto é um arquiteto bem-sucedido.
O chalé continua lá, na ilha em meio ao lago, e ele leva seus filhos para pescar no mesmo cais.

Sua intuição estava correta. Nunca mais conseguiu pescar um peixe tão maravilhoso
como o daquela noite. Porém, sempre vê o mesmo peixe repetidamente todas as vezes
que depara com uma questão ética.

Porque, como o pai lhe ensinou, a ética é simplesmente uma questão de certo e
errado. Agir corretamente, quando se está sendo observado, é uma coisa.

A ética, porém, está em agir corretamente quando ninguém está nos observando.

Essa conduta reta só é possível quando, desde criança, aprendeu-se a devolver o PEIXE À ÁGUA.

A história valoriza não como se consegue ludibriar as regras, mas como, dentro delas, é possível fazer a coisa certa.

A boa educação é como uma moeda de ouro:
TEM VALOR EM TODA PARTE.

Ufa!

ufaUFA!

Leitura: Mateus 11:28-30

“Ele tomou sobre si as nossas enfermidades… levou as nossas doenças…” (Isaías 53:4; Mateus 8:17)

Leis costumam ser antipáticas. Gostamos de uma: a do menor esforço. É desagradável carregar peso. Em excesso, podemos perdê-lo, cair e nos machucar. Essa lei sugere não carregar nada. A tecnologia tenta isso, mas é perigoso: precisamos fazer algum esforço para permanecermos saudáveis. Fisicamente pode ser maior que o de sobrecarga. Emocional e espiritualmente, as cargas crescem – contra competição, exigências, estresse, decepções, aborrecimentos, injustiças, tristezas e similares não existe tecnologia. Nossas “técnicas” tratam os sintomas – não eliminam a causa: “insuficiência cardíaca” espiritual. Força de vontade e luta é como doping: ajuda momentaneamente, mas depois o estrago é maior. Gritar, chorar e espernear alivia, mas o problema continua. Afogar a angústia em drogas dispensa comentários. Fingir que o problema não existe ou é “menor do que eu” é mentir para si mesmo. Agora, que tal a proposta de Jesus? Promete descanso à alma – não remove as cargas, porque fazem parte da vida, mas ensina a agir: “Aprendam de mim” – sempre depender de Deus. Daí vem a força e alegria. Também oferece um jugo – peça colocada na nuca do boi para puxar ao carro. Parece agressão: mais peso, mas na verdade ajuda a puxar a carga. Jesus diz que seu jugo é suave (ergonômico, diríamos hoje), adaptado à situação, e, especialmente, que é dele – ele faz o papel do outro boi na junta ajudando a carregar. Por isso, ao invés de levar seus pesos e se arrebentar com eles, confie sua vida a Jesus. Alivia lidar com as cargas e carregará (ou melhor: já carregou na cruz) a parte insuportável para você.

Pensamento do dia: Jesus tomou sobre Si as nossas cargas, livrando-nos do peso da vida.

UMA PORTA ABERTA

uma porta abertaUMA PORTA ABERTA

Eis algumas exigências da fé:

Ouvir a Deus. Sempre que você enfrentar mudanças ou precisar tomar uma decisão crucial, reserve tempo para orar e, se possível, fique silencioso diante de Deus. Talvez não consiga ouvir a voz instrutora de Deus porque encheu a vida com ruídos e atividades. Estude a Palavra de Deus, e ele lhe falará por meio dela.

Obedecer a Deus. Deve ter sido difícil para Abraão deixar o lar e os parentes para fazer o que Deus queria que fizesse. Mas não havia outro jeito. Deus instruiu Abraão a sair de Ur e viajar para um lugar que ele lhe revelaria. A obediência é uma passagem direta para as bênçãos. É algo que Deus leva muito a sério e recompensa generosamente.

Depender de Deus. Deus sempre está perto. Não importa o que você esteja enfrentando, ele vigia para ver se você o procura ou vai atrás do afeto dos outros. Deixe que ele seja sua opção prioritária em toda situação, e ele produzirá bênçãos e esperança para sua vida.

Esperar em Deus. Deus nem sempre responde a suas orações imediatamente. Pode fazê-lo esperar. Essa prova tem um propósito: Você vai-se apegar a ele com fé ou desmoronar de medo? Apegue-se sempre à fé.

(Apocalipse 3:8) “Conheço as suas obras. Eis que coloquei diante de você uma porta aberta que ninguém pode fechar. Sei que você tem pouca força, mas guardou a minha palavra e não negou o meu nome.”

Você nunca sabe quando o seu Libertador pode abrir uma porta de esperança infinita.

Oração: Senhor, quero te ouvir e obedecer, depender de ti e esperar em ti. Quero me apegar à fé, e não desmoronar de medo.

Uma Verdadeira História de Natal

uma verdadeiraUma Verdadeira História de Natal


 Havia uma menina de 7 anos de idade que se chamava Maria e ela era muito pobre, pois vivia numa casa humilde, de madeira. Maria tinha só a mãe para lhe criar, pois o pai havia morrido num acidente pouco depois do nascimento da filha. E a mãe deixava a menina numa escola municipal enquanto pegava papelão e sucata nas ruas e nos lixões. Com a venda da sucata mal dava para comprar comida.

Mãe filha passavam extrema necessidade material, em certos dias não tinham nem pão para saciar a fome. Maria também não tinha brinquedos. Os únicos que tinham era quando a mãe lhe trazia alguns pedaços de papelão e uma caixa velha de sapato para fazer alguns brinquedos. As vezes a mãe lhe trazia uma boneca que encontrava nas sobras do lixo, mas esta boneca geralmente vinha sem braços e sem cabeça, pois se estava no lixo era porque não prestava mais ao dono.

E foi chegando a época do Natal, e a menina ouviu na escola da professora que nesta época Papai Noel trazia presentes às crianças, que somente era preciso colocar um bilhetinho dentro de uma meia e colocar perto da janela do lado de fora da casa para que o “Bom Velhinho” trouxesse os presentes. Nesta época, ela costumava andar pelas ruas da cidade, e ver a cidade enfeitada, cheio de luzes piscando nas árvores e as pessoas andando cheios de pacotes de presentes, e em algumas lojas viu homens vestidos de Papai Noel conversando com as crianças. Maria se encheu de sonhos e queria uma boneca, que tivesse pelo menos completa, com a cabeça , os braços e as pernas. E a cada dia, com o Natal chegando, ela cada vez mais ficava sonhando com a boneca, pois afinal nunca tinha recebido um presente de Natal. Imaginemos a situação da mãe de Maria, mal tinha dinheiro para comprar comida, e não podia comprar nem brinquedos de R$ 1 (Um Real) nas lojas. Na véspera de Natal escreveu com dificuldade o pedido ao Papai Noel, pois não sabia direito ler e escrever. Esperou a mãe ir dormir e colocou o bilhete numa meia rasgada, pois era a única que tinha e colocou-a do lado de fora da casa perto da janela.

Em seguida, Maria ficou deitada na cama pensando em como seria a boneca que o Papai Noel traria e demorou a dormir. E devido a sua imensa ansiedade, assim que amanheceu, acordou antes da mãe e foi correndo verificar se ao lado da meia havia o presente que o “Bom Velhinho” iria lhe trazer. Chegando lá, para sua tristeza, viu que estava só a meia e que o Papai Noel se esquecera dela e não trouxera a tão sonhada boneca. Ficou chorando o dia inteiro, pois via que as crianças que moravam no bairro estavam brincando com os presentes de Natal e ela se perguntava porque o Papai Noel se esqueceu dela, pois ela tinha sido uma boa menina e nunca tinha brigado com a mãe.
Imaginemos o sofrimento e a desilusão de Maria por acreditar num conto de Natal. Este é o Natal que os homens criaram. Bem longe do verdadeiro significado desta data, fazem desta época, um Natal materialista, egoísta, preconceituoso, onde só alguns podem ter os presentes caros, as ceias fartas de comida. Muitos pais de famílias simples, apesar de levaram uma vida financeira difícil, ensinam as crianças sobre as fantasias do Papai Noel, e compram presentes, entram em dívidas, apenas para manter ainda vivo este mito, esta fantasia.
Voltemos a história, passados alguns anos a mãe de Maria veio a falecer, pois havia ficado doente, catando sucata nos lixões da cidade. A menina cresceu e para sobreviver trabalhava como empregada doméstica. Hoje, esta menina já é uma senhora com 30 anos de idade. Graças a Deus ela tem uma vida um pouco melhor, se casou com um rapaz de família simples e tem dois filhos. Ela não é rica, paga aluguel de uma casinha de três cômodos, e tem o que comer e o que se vestir. Conheceu também uma moça, no qual se tornaram grandes amigas, e foi esta moça que lhe apresentou Jesus para ela. Maria nunca tinha ouvido falar dele. E descobriu que podia ser feliz neste mundo apesar das dificuldades que a vida oferece. Aprendeu que a vida não se resume pelo ter e sim pelo ser. Que os bens materiais são apenas provisórios e que os bens espirituais são eternos.
Maria ensinou aos filhos que Papai Noel não existe, é apenas uma fantasia, um conto de Natal, e que esta data é importante pelo nascimento de Jesus, e que devemos comemorar o seu aniversário. E em vez de nós darmos ao aniversariante um presente, é ele que nos dá o verdadeiro presente de Natal, pois nos ensina a viver de verdade, sem falsas ilusões, sem discriminação, onde ricos e pobres, doentes e sãos, negros, brancos, amarelos ou vermelhos, podem ser felizes se aprenderem e seguirem os seus ensinamentos. Maria hoje tem uma família unida, onde todos são felizes pelo que possuem, não vivem de ilusões que o mundo pode dar, mas vivem pela certeza dos ensinamentos de Jesus. São os únicos que produzem justiça, igualdade e mostram que a morte não existe.

Saindo da história, vamos pensar um pouco: Nós, as vezes reclamamos que não conseguimos comprar um carro novo, uma casa um pouco maior, uma roupa de grife, um videogame para nossos filhos, porque não temos dinheiro suficiente para comprar.

Devemos agradecer à Deus pelas riquezas que temos e que não damos valor. A casa que temos, embora seja simples, pelo menos não moramos debaixo das pontes e em favelas. As roupas que possuímos, embora não sejam de marca e nem da moda. A comida que temos, que embora não seja farta, pelo menos não passamos fome. Pela saúde que temos, pois enxergamos, falamos, ouvimos, podemos andar.

E para terminar esta verdadeira História de Natal, podemos ter o mesmo final feliz, vamos aprender com ela que descobriu a verdadeira felicidade e que podemos ser felizes com o que temos, procurando fazer o Bem às outras pessoas. E este é um presente que todos podemos dar, se o quisermos e nos esforçar de verdade.

Uma Posição Elevada

Uma Posição ElevadaUma Posição Elevada

“E o seu senhor lhe disse: Bem está, servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor” (Mateus 25:21).

Quando Andrew Jackson era Presidente dos Estados Unidos, um certo homem pediu para ser designado para um cargo de confiança. Jackson perguntou a ele sobre sua atual ocupação.
Ele respondeu que era um ministro do Evangelho. “Bem, senhor”, disse o Presidente, “você terá que descer desta posição sublime e elevada para ocupar o cargo mais alto que eu poderia lhe dar neste governo.”
Como é importante a nossa posição quando estamos a serviço de Deus! Seja qual for o serviço que estejamos desempenhando na seara do Mestre, será sempre uma bênção que deveremos
agradecer todos os dias ao nosso Senhor Jesus Cristo.
Quer sejamos pastores, diáconos, líderes de departamentos, participantes do louvor ou um simples introdutor para cumprimentar os visitantes que chegam para as reuniões,
precisamos compreender que devemos estar muito felizes por Deus nos ter escolhido para aquela função. Trabalhar para o Senhor traz regozijo ao nosso coração e alegria ao coração do Senhor. “Fostes fiel no pouco, sobre o muito te colocarei”, é o ensino das Escrituras para todos os que ouvem o chamado do Senhor e dizem “sim”.
Muitos são os empregos que podemos ter para o nosso sustento e o de nossa família. Eles são necessários e fazem parte da vida diária de qualquer pessoa. Mas, nenhum emprego ou salário poderá nos dar mais prazer do que estar diante do Salvador e dizer: “Eis-me aqui”.
Se o nosso trabalho e a remuneração que ele nos dá não for o melhor para nós, de qualquer maneira estaremos felizes por saber que servimos ao Senhor. Se, ao contrário, tivermos um
bom emprego e salário, e não tivermos a bênção de servir ao Senhor, o dinheiro recebido não poderá nos dar a mesma alegria do exemplo anterior.
O melhor, portanto, é estar trabalhando para o Senhor. Se o nosso trabalho secular não for bom, seremos felizes e, se for bom, a nossa felicidade será ainda maior.

UM DOMINGO QUASE IGUAL

um domingoUM DOMINGO QUASE IGUAL

Mamãe estava muito concentrada fazendo o almoço de Domingo, quando papai convidou-me para ir com ele comprar guaraná.

Saímos com duas sacolas cheias de vasilhames. Eu estava ficando animado, pois estávamos chegando perto do bar. Para minha surpresa, ele passou direto, sem parar, parecendo não ter visto o bar.

Então perguntei: - Pai, você não vai comprar aqui? 

E ele respondeu: - Vamos mais adiante. 

Seguimos mais alguns metros e chegamos perto da padaria, que fica bem em frente a adega. Fiquei intrigado quando tranquilamente ele seguiu em frente como se não tivesse visto nem uma nem outra.

Tornei a perguntar: - Pai, nós não vamos pegar os refrigerantes aqui? 
Pacientemente, respondeu-me: - Só mais um pouquinho e nós vamos chegar ao mercado. 
Confesso que estava ficando chateado e bravo, pois tínhamos passado por três lugares diferentes que vendiam guaraná e o meu pai quis andar mais só para comprá-los ali.
Ao entrarmos no mercadinho, Sr. Silva nos deu um sorriso muito gostoso e espontâneo. A primeira coisa que perguntou foi se a mamãe havia melhorado do resfriado.
Prestativamente foi pegando nossas sacolas e colocando nelas os refrigerantes. Meu pai quis saber notícias da mulher dele, dona Maria. Foi informado de que ela estava arrumando a casa e preparando o almoço, pois o domingo era o único dia da semana em que não trabalhavam o dia todo. Os dois conversaram mais um pouco e então pude observar a amizade e o carinho que respeitosamente tinham um pelo outro.

Ao despedirem-se, Sr. Silva fez um gesto carinhoso na minha cabeça, olhou-me com ternura e comentou com meu pai: - Como está bonito este garoto! Você deve ter muito orgulho dele! 

Saímos do mercadinho e voltamos para casa. No caminho comecei a pensar e responder no lugar do meu pai à pergunta que eu mesmo havia lhe feito enquanto íamos. O preço daquele refrigerante era mais ou menos igual em qualquer um dos lugares, só que ali, naquele mercadinho, tanto eu quanto meu pai sentimo-nos reconhecidos como seres individuais, pessoas distintas e diferentes do mundo.
Naquele domingo aprendi uma lição especial; igual em conteúdo, em rótulo e em tampinha só mesmo o guaraná.

Eu sou alguém especial, tenho minha individualidade e devo valorizar-me por isso, fazendo a mesma coisa com as outras pessoas. Isto é muito legal e faz com que nos sintamos muito bem.

Rm.15:8 – A ninguém fiqueis devendo coisa alguma, exceto o amor com que vos ameis uns aos outros; pois quem ama o próximo tem cumprido a lei.