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Aqui você encontra ilustrações para seu sermão ou apenas para refletir aspectos de sua vida e caminhada com Deus.

Você é Abençoado


VOCÊ É ABENÇOADO!

VOCÊ É ABENÇOADO!

 Se você acordou esta manhã com mais saúde do que doença… você é mais abençoado do que o milhão que não sobreviverá esta semana. 

Se você nunca passou pelo perigo de uma batalha, a solidão de uma prisão, a agonia de uma tortura, ou as aflições da fome, você está a frente de quinhentos milhões de pessoas no mundo.

 Se você pode frequentar uma sessão de igreja sem o medo de molestamento, prisão, tortura, ou morte… você é mais abençoado do que três bilhões de pessoas no mundo.

 Se você tem comida no refrigerador, roupas no corpo, um telhado sobre a cabeça e um lugar para dormir, você é mais rico do que setenta e cinco por cento desse mundo.

 Se você tem dinheiro no banco, na carteira, e trocados em algum lugar… você esta entre os oito por cento no topo desse rico mundo.

 Se você mantém sua cabeça erguida com um sorriso no rosto e é realmente agradecido…você é abençoado porque a maioria pode, mas não o faz.

 Se você segura a mão de alguém, o abraça ou mesmo o toca no ombro… você é abençoado porque está a oferecer o toque de cura de Deus.

 Se você pode ler esta mensagem, você é mais abençoado do que dois bilhões no mundo que absolutamente não podem ler e tantos outros bilhões que não têm um computador ou acesso à Internet.


No dia de hoje, faça diferente!

 Conte suas bençãos e glorifique a Deus por todas as incontáveis e constantes bençãos que você recebe diariamente.

 Não importa o problema ou a provação por que você está passando, o mesmo Deus que tem cuidado tão bem de você até hoje, fará infinitamente mais do que você precisa, pensa ou deseja. Creia nisso e louve, louve, louve ao Senhor!

 (Autor Desconhecido)

Verdadeira e Falsa Conversões

verdadeira conversaoVerdadeira e Falsa Conversões

Por Ray Comfort
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Tradução de Fernando Guarany Jr.

 

Esta noite, com a graça de Deus, gostaria de compartilhar um ensinamento chamado “Verdadeira e Falsa Conversões.” Um ensinamento muito esclarecedor que creio ser extremamente necessário à igreja contemporânea.

Tenho uma mensagem que se chama “O Maior Segredo do Diabo” que lida com o uso da Lei em evangelismo. Na verdade, a Lei de Deus, os Dez Mandamentos, foi a essência da proclamação do evangelho de homens como Wesley, Moody, Whitefield, Jonathan Edwards – todos estes extraordinários homens que Deus usou grandemente. Eles disseram que se não usarmos a Lei, quase que certamente acabaremos por levar as pessoas a falsas conversões.

Estava lendo na revista American Horizons – que é a revista oficial de uma das maiores denominações dos Estados Unidos, contando com 11.500 igrejas por todo o país – que em 1991, seu primeiro ano do que chamaram a “década da colheita”. . . esta denominação conseguiu 294.000 decisões por Cristo. Mais tarde, descobriram que somente havia 14.000 destes congregando. Ou seja, não podiam mais contar com 280.000 das decisões por Jesus. E estas são estatísticas normais do evangelismo moderno tanto em cruzadas quanto em igrejas locais.

Muitos convertidos não se desviam. Eles recebem acompanhamento e são encaixados na igreja local onde são cercados de uma boa vida social, e continuam dentro da igreja sendo assegurados de que estão salvos, mesmo quando não há base alguma para sua salvação, pois não possuem as marcas que acompanham a salvação.

Bem, isto tem acontecido, esta grande tragédia tem acontecido, simplesmente porque não temos seguido o exemplo bíblico e pregado a Lei aos orgulhosos e a graça aos humildes. Sempre, quando vemos Jesus abordar uma pessoa arrogante, orgulhosa e soberba para falar-lhe do evangelho, Ele usa a lei antes da graça. Sempre. Com a Lei Ele quebrava o coração duro e com o evangelho e curava o coração partido.

Por que Ele fazia isso? Porque sempre fazia o que era agradável aos olhos do Pai. “Deus resiste aos orgulhosos e dá graça aos humildes.”

Vemos isso freqüentemente nas Escrituras, isto é, Jesus resistindo aos soberbos e dando graça aos humildes. Tanto o jovem rico quanto o arrogante e soberbo doutor da Lei que se levantou para tentá-lo. Em ambos os casos, Jesus deu-lhes a Lei. Deu-lhes os Dez Mandamentos. Quando pessoas chegavam a Ele em humildade, com o conhecimento do pecado pela Lei, isto é, Judeus que buscavam a Deus, Ele lhes dava a graça.

Paulo diz em Romanos 7:7: “Não conheci o pecado a não ser pela Lei.” Charles Finney disse: “Continuamente a Lei deve preparar o caminho para o evangelho.” Bem, Finney teve uma taxa de retenção de 80%. Ele disse: “Continuamente a Lei deve preparar o caminho para o evangelho. Se negligenciarmos isto ao instruir as almas, o resultado quase que certamente será falsa esperança, a introdução de um falso padrão na experiência Cristã e encherá a igreja de falsos convertidos.” Em seguida, ele disse: “O tempo se encarregará de deixar isto bem claro.”

John Wesley disse daqueles que não usavam a Lei de Deus em evangelismo: “Tudo isso procede da mais profunda ignorância da natureza e propriedades e do uso da Lei, e prova que aqueles que assim agem ou não conhecem Cristo ou são estranhos à fé viva, ou ainda são bebês em Cristo, e como tais, despreparados na Palavra da justiça.”

Martinho Lutero, em seu comentário de Gálatas, que é o livro que fala sobre a liberdade da lei de Deus, discorreu a respeito de uma seita que se levantou em seu tempo com uma doutrina satânica. Veja do que se tratava tal doutrina. Ele disse: “Satanás, o deus de toda dissensão, levanta novas seitas diariamente. A última delas, que jamais poderia ter previsto ou suspeitado, foi levantar uma seita em que se prega que os Dez Mandamentos deveriam ser retirados da igreja, e que as pessoas não deveriam mais ficar aterrorizadas pela Lei, mas gentilmente exortadas pela pregação da graça de Cristo.”

Ele chamou tal prática de seita, uma nova seita que se levantou, uma sutileza satânica, e disse que jamais suspeitaria que pudesse existir. Ficou horrorizado com o pensamento de que não deveríamos usar a Lei, mas, ao invés disso, de que deveríamos gentilmente exortar as pessoas a virem a Cristo, pregando apenas a graça, que resume perfeitamente os métodos do evangelismo moderno.

Charles Spurgeon disse: “Nunca aceitarão a graça até tremerem diante de uma Lei justa e santa.” George Whitefield disse: “É por esta razão que temos tantos convertidos do tipo cogumelo.” Isto é, aparecem, crescem e desaparecem do dia para a noite, pois seu solo pedregoso não foi arado. Não possuem a convicção da Lei. São pessoas cujo “solo é pedregoso” ou “falsos convertidos.”

Agora, com estes pensamentos como introdução, vejamos Romanos 7:4: “Assim também vós, meus irmãos, fostes mortos quanto à lei mediante o corpo de Cristo, para pertencerdes a outro, àquele que ressurgiu dentre os mortos a fim de que demos fruto para Deus.”

No livro “O Maior Segredo do Diabo”, damos uma ilustração de um motorista negligente que atravessa uma cidade a uma perigosa velocidade de 180 km/h. Ele estava bêbado, mas não havia qualquer lei estabelecendo o limite máximo de velocidade. Então a câmara de vereadores se reuniu e aprovou uma lei que estabelecia 60 km/h como limite máximo de velocidade, e que qualquer transgressor seria multado em R$ 200,00 para cada quilômetro excedido. O tal motorista irresponsável volta a acelerar outra vez e é preso pela polícia. Ele é conduzido à presença do juiz, que é o seu próprio pai, o único juiz da cidade. Ele é declarado culpado. Não tendo dinheiro, defesa alguma a apresentar e sem poder levantar os R$ 24.000,00 da multa, ele é lançado na prisão. Conforme aguarda na prisão, seu pai chega, abre a porta e diz a seu filho que vendeu todos os seus bens para levantar os R$ 24.000,00 e pagar a multa. “Você está livre, meu filho” – diz o pai.

Após tal demonstração de amor, tão grande sacrifício da parte do pai, qual seria a atitude do filho em relação à lei? Bem, primeiro, a lei foi satisfeita. Assim que a multa foi paga, o jovem pôde ser liberado. Ele pôde rir da lei. O juiz pôde dizer: “você está livre.” A lei não tinha mais exigência nenhuma sobre ele devido ao sacrifício e pagamento do pai. A lei havia sido satisfeita.

E qual a atitude do filho em relação ao seu pai? Qual sua atitude? Bem, ele fica cheio de gratidão por causa do sacrifício, e é tomado por um quebrantamento por seu pai ter feito uma coisa assim por ele, apesar de sua transgressão. O jovem passa a viver em honra ao pai. A partir deste momento, ele quer viver para fazer a vontade do pai.

Vejam a atitude de um crente na Lei. Romanos 7:4 outra vez, “Assim também vós, meus irmãos, fostes mortos quanto à lei mediante o corpo de Cristo.” Eis o sacrifício do pai. Foi isso que satisfez a Lei; “Cristo nos redimiu da maldição da Lei fazendo-se maldição por nós.” “Assim também vós fostes mortos quanto à lei mediante o corpo de Cristo,” A Lei não tem mais exigência sobre o crente. “Não há condenação àqueles que estão em Jesus Cristo, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito.” “para pertencerdes a outro, àquele que ressurgiu dentre os mortos a fim de que demos fruto para Deus.”

Então, o verdadeiro crente dá frutos de um novo estilo de vida, um estilo de vida que é agradável à vista do Deus todo poderoso. Se estamos enraizados em Cristo, isso precisa estar evidente. Jesus disse: “Eu sou a videira, vós sois os ramos. Aquele que habita em Mim e Eu nele, este dá muito fruto.” Colossenses 1, falando do Evangelho, diz: “o Evangelho gera frutos no crente.”

Certo. O que a Bíblia quer dizer quando fala de frutos? Especificamente? Bem, No 1, o fruto de arrependimento (Mateus 3:8). Zaqueu tinha mais do que “lágrimas em seus olhos.” Ele disse: “Senhor, se em alguma coisa tenho defraudado alguém, eu lho restituo quadruplicado. Darei metade de meus bens aos pobres.” Ele conhecia a Lei de Deus. Ele era um judeu que buscava a Deus. Foi isso que o trouxe a Cristo. Este foi o aio que o levou a Cristo, buscar a Deus por conhecer a Sua Lei. Ou será que eu deveria dizer: “um judeu tornado humilde pela Lei.” Ele disse: “Senhor, se em alguma coisa tenho defraudado alguém, eu lho restituo quadruplicado,” – era isto o que a Lei exigia.

Lembro que há alguns anos uma loja que divulgou em um jornal que havia achado uma sacola de papel marrom em frente à sua porta na segunda pela manhã. Um funcionário da loja a abriu e encontrou uma calça e um bilhete no qual estava escrito: “Roubei esta calça na sexta-feira, virei Cristão no domingo. Aqui estão suas calças na segunda. Sinto muito.” Isso é que se chama fruto de arrependimento.

Em segundo lugar, o fruto de boas obras. Colossenses 1:10. John Wesley disse: “Faça todo o bem que puder, por todos os meios que puder, de todas as maneiras que puder, em todos os lugares que puder, para todas as pessoas que puder, por todo o tempo que puder.”

Ah! E se houve alguém zeloso com Evangelismo, este foi John Wesley. Ele possuía um zelo que virou o Reino Unido de cabeça para baixo. Mas, ele disse: “Faça todo o bem que puder”, pois vira nas Escrituras que as boas obras são uma ferramenta legítima para o evangelismo.

Agora, a igreja moderna, devido ao que aconteceu com algumas ardentes organizações Cristãs ao longo dos anos que se engajaram no serviço social, perceberam que começaram a pender para um lado, e se desviaram das boas obras. Mesmo assim, a Bíblia diz no livro de Tito: “Aqueles entre vós que têm crido em Deus, tende cuidado em manter as boas obras.” Jesus disse: “Que sua luz brilhe diante dos homens para que vejam suas boas obras e glorifiquem o vosso Pai que está no Céu.”

Logo quando me tornei cristão, eu poderia ser considerado como fanático pelas pessoas do mundo, quer dizer, fanático mesmo. E não mudei nada desde então! Eu fiz jaquetas de couro e casacos de camurça sob encomenda durante anos. Acho que fiz uns 1500 num período de 10 anos, seguindo os passos de meu Pai. Sabem quem foi o primeiro a fazer uma jaqueta de couro? O livro de Gênesis nos informa. Foi Deus. . . foi Ele que vestiu Adão e Eva com pele de um animal. Sem essa de homens das cavernas. Algo bem alinhado, com botões recobertos. Coisa fina, sabem? Quando Deus faz algo, Ele faz direito.

Na verdade, eu divulgava os meus serviços através de um folheto que dizia: “Deus foi o primeiro a matar um animal e a vestir os seres humanos com pele de animal.” Eu vivia dizendo que estava seguindo os passos de meu Pai e que eu era protegido pela cobertura que Deus oferece através de Cristo Jesus.

Bem, mas na vitrine de minha loja, que media 3 metros por 2 metros e 40 centímetros, e que permitia a entrada da luz em minha loja. . . Bom, um Hare Krishna foi salvo por Cristo bem ali na frente da loja. O que o levou a Cristo? Será que foi uma pregação? Não, foi o aperto de mão de um cristão. Ele sentiu algo tão autêntico neste aperto de mão que resolveu levar a mensagem do evangelho a sério, entregou sua vida a Jesus e, em meia hora estava comendo uma bisteca. Realmente foi liberto!

Então, perguntei àquele homem: “Ron, o que você faz da vida?” Ele respondeu: “Abro letreiros, trabalho com sinalização.” Eu disse a ele: “É mesmo?” Aí, comprei uma peça de madeira de três metros por dois metros e quarenta centímetros e o contratei para que abrisse um letreiro com o texto de João 3:1-16 para colocar na minha vitrine. Um trabalho imenso para o coitado. Ele me contou que ficou noite após noite fazendo a sinalização que eu havia solicitado e, certa noite, se sentiu muito desanimado porque estava demorando cerca de meia hora por letra para que o resultado ficasse bom. Assim, ele levantou-se de onde estava sentado abrindo o letreiro, afastou-se um pouco para observar o resultado do que estava fazendo e leu: “Ninguém pode fazer estes sinais que fazes se Deus não estiver com ele,” e sentiu-se grandemente encorajado pelo Senhor.

Seja como for, mandei colocar a placa na vitrine, e na porta mandei pôr: “Eis que estou à porta e bato,” um montão de passagens bíblicas. E a mesma entrada da minha loja dava também para a loja de um barbeiro. Certo dia, esse barbeiro me chamou e disse: “Ray, tenho que te contar uma coisa. . .” Ele disse: “As pessoas vem aqui na minha loja e se sentam ali, olham para a sua loja e dizem enojadas: “Que fanático esse seu vizinho.” E depois não dizem mais nada, até a hora de saírem com uma expressão de reprovação no rosto.”

“Mas,” continuou ele, “há alguns meses quando você lançou aquele livreto Meus Amigos Estão Morrendo e se engajou na luta contra entorpecentes, essas mesmas pessoas começaram a vir à loja, sentar-se para cortar o cabelo e dizer: ‘Bom trabalho que esse jovem seu vizinho está fazendo.’”

Isso tudo era fruto de 1 Pedro 2:15. Escutem só: “Porque assim é a vontade de Deus, que, fazendo o bem, façais emudecer a ignorância dos insensatos.” “Porque assim é a vontade de Deus, que, fazendo o bem, façais emudecer a ignorância dos insensatos.” Se você for um cristão rico em boas obras, as pessoas vão começar a dizer: “Não creio no que ele crê, mas, cara, posso ver que ele é genuíno.” Você os fará silenciar, calará as suas bocas através de suas boas obras.

Percebi isso há alguns anos e, então, como pastor assistente de uma assembléia local, disse assim: “Vamos começar a fazer boas obras.” Assim, fui a um lugar onde vendiam legumes e disse aos proprietários: “Olhem, quero doar 100 sacolas de legumes nas redondezas de nossa igreja local. Vocês poderiam ser nossos fornecedores?” Eles responderam: “Claro. Se você colocar o nome de nossa loja nas sacolas faremos um preço bom para você. Na verdade, forneceremos o dobro do que solicitou” E foi assim. Eles nos deram um saco de um metro de altura cheio de cenouras, repolhos, milho, todo tipo de legume e colocaram a logomarca nas sacolas.

Então, pegamos um caminhão, colocamos uma cartinha em cada sacola que dizia algo assim: “Caro Amigo…” Nada de “Saudações no maravilhoso nome de Jesus,” nada que fizesse referência ao cristianismo. Bom, a cartinha dizia assim: “Caro amigo ou vizinho, nos importamos com você, somos uma igreja local. Se pudermos ajudar a aparar a sua grama, consertar a sua cerca ou qualquer outra coisa, por favor, conte conosco. Estamos aqui para servi-lo. Atenciosamente. . .” e assinávamos. Em seguida, colocávamos as sacolas nos portões de 100 casas. E havíamos avisado para o pessoal que estava fazendo a entrega para não bater à porta, não bater papo com as pessoas e não dar a impressão de que estávamos tentando nos intrometer.”

A reação foi incrível. As pessoas começaram a nos parar na rua e cair no choro. Certa mulher caiu no choro de gratidão. Outra mulher disse assim: “Moro nesta região faz 60 anos, e esta é a primeira vez que a igreja local faz algo por mim.” Outra disse: “Sou atéia, mas gostaria que soubessem que lhes desejo tudo de bom junto à comunidade.”

Um outro sujeito, cuja namorada tinha se comprometido com o Senhor, ficou furioso e socou a parede com ódio, pois era um ateu professo e não suportou ver um exemplo evidente do amor de Deus naqueles legumes. Ficou realmente furioso. Foi algo maravilhoso, sabem? Outra mulher disse: “Mal pude acreditar que aqueles legumes eram meus.” Dois dólares, dois dólares foi só o que nos custou cada sacola daquelas. Dois dólares. “Porque assim é a vontade de Deus, que, fazendo o bem, façais emudecer a ignorância dos insensatos.” “Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras, e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.” Fruto de boas obras.

Número três, o fruto de ação de graças (Hebreus 13:15). Se você realmente for salvo, deverá haver um clamor em seu coração: “Graças a Deus pelo seu dom inefável.” Se não houver o fruto de ação de graças, se não houver gratidão queimando em sua alma, você pode não ser salvo.

Número quatro, os frutos do Espírito (Gálatas 5:22), que devem ser evidenciados em “amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio.”

Número cinco, o fruto de justiça [retidão] (Filipenses 1:11). Deve haver o fruto daquilo que é correto, o fruto da retidão em seu estilo de vida. Lembrem-se que Mateus 3:10 diz assim: “Toda árvore que não produz bom fruto, é cortada e lançada no fogo.” Portanto, como cristãos, em nossos esforços evangelísticos, devemos fazer todo o possível não apenas para conseguir decisões por Cristo, porque “toda árvore que não produz bom fruto, é cortada e lançada no fogo.”

Agora vamos observar o que diz Marcos 4:3 para compreendermos o que nos impede de produzir e o que produz frutos genuínos. Marcos 4:3.

Quando a Bíblia diz: “Ouça,” o que ela está fazendo é tocar uma trombeta e dizendo: “Isto é importante.” Toda vez que Jesus dizia palavras como “ouça,” era como uma trombeta. No versículo 3 de Marcos 4, Jesus usa esta palavra com bastante ênfase, como uma grande trombeta para alertar que aquilo que ele estava por dizer era extremamente importante.

Ele disse: “Eis que o semeador saiu a semear; e aconteceu que, quando semeava, uma parte da semente caiu à beira do caminho, e vieram as aves e a comeram. Outra caiu no solo pedregoso, onde não havia muita terra: e logo nasceu, porque não tinha terra em profundidade; mas, saindo o sol, queimou-se; e, porque não tinha raiz, secou. E outra caiu entre espinhos; e cresceram os espinhos, e a sufocaram; e não deu fruto. Mas outras caíram em boa terra e, vingando e crescendo, davam fruto; e um grão produzia trinta, outro sessenta, e outro cem. E disse-lhes: Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.”

“Quando se achou só, os que estavam ao redor dele, com os doze, interrogaram-no acerca da parábola. E ele lhes disse: A vós é confiado o mistério do reino de Deus, mas aos de fora tudo se lhes diz por parábolas; para que vendo, vejam, e não percebam; e ouvindo, ouçam, e não entendam; para que não se convertam e sejam perdoados.”

“Disse-lhes ainda: Não percebeis esta parábola? Como pois entendereis todas as parábolas? O semeador é aquele que semeia a palavra. E os que estão junto do caminho são aqueles em quem a palavra é semeada; mas, tendo-a eles ouvido, vem logo Satanás e tira a palavra que neles foi semeada. Do mesmo modo, aqueles que foram semeados nos lugares pedregosos são os que, ouvindo a palavra, imediatamente com alegria a recebem; mas não têm raiz em si mesmos, antes são de pouca duração; depois, sobrevindo tribulação ou perseguição por causa da palavra, logo se escandalizam. Outros ainda são aqueles que foram semeados entre os espinhos; estes são os que ouvem a palavra; mas os cuidados do mundo, a sedução das riquezas e a cobiça doutras coisas, entrando, sufocam a palavra, e ela fica infrutífera.

Mar 4:20 Aqueles outros que foram semeados em boa terra são os que ouvem a palavra e a recebem, e dão fruto, a trinta, a sessenta, e a cem, por um.”

Acho que o versículo 13 é um dos versículos-chave em toda a Bíblia. Jesus lhes disse: “Não entendeis esta parábola? Como então entenderão todas as outras parábolas?” Em outras palavras, a parábola do semeador é a chave que revela o mistério de todas as outras parábolas. Quando compreendemos que a parábola do semeador é sobre verdadeira e falsa conversões, isto é, pessoas de solo pedregoso, pessoas de solo espinhoso, pessoas de bom solo que são, respectivamente, dois falsos e um verdadeiro, começamos a entender as outras parábolas, ou seja, que tratam de verdadeira e falsa conversões. Os bons peixes e os peixes maus – verdadeiros e falsos. As virgens néscias (falsas) e as sábias (verdadeiras). O homem que construiu sua casa sobre a rocha, um genuíno convertido. O homem que construiu sua casa sobre a areia, um falso convertido.

Sabem, eu pensava que o homem tolo que construiu sua casa na areia fazia referência aos descrentes. Nada disso. Leia o que Jesus disse: “Aquele que ouve minhas palavras e não as obedece é como o homem tolo que construiu sua casa na areia.” Os descrentes não ouvem as palavras de Deus. A maioria deles conhece o versículo “Não julgueis, para que não sejais julgados.” e a regra de ouro “Assim como quereis que os homens vos façam, do mesmo modo lhes fazei vós também.” E utilizam ambos os versículos de maneira distorcida, e não os compreendem.

Não, não, não! Nossas igrejas estão cheias de pessoas que ouvem as palavras de Jesus e não as obedecem. Não evangelizam, mesmo tendo Jesus dito: “Vós sois minhas testemunhas”, “Deixe que sua luz brilhe”, “Ide por todo o mundo e pregue o evangelho a toda criatura.” Desobedecem continuamente. Essas pessoas são como o homem que construiu sua casa na areia.

Agora, usando a harmonia do evangelho, estudaremos seis características de um falso convertido, o ouvinte de solo pedregoso.

Em primeiro lugar, com o falso convertido, de acordo com Marcos 4:5, os resultados aparecem de imediato. Eles não pesam as conseqüências. O evangelho que ouvem não é um evangelho precedido pela Lei. Eles não são levados a tremer diante do trono de um Deus santo. A única coisa que querem é ter a certeza de que vão para o céu quando morrerem. Quer dizer, na verdade, já acham que estão indo para o céu. A maioria das pessoas pensa assim. Por quê? Porque estabelecem os seus próprios padrões de justiça, ficando ignorantes da justiça de Deus.

62% dos Americanos crêem em um inferno literal, mas não acreditam que estão rumando para lá. Acham-se bons demais. Isso faz parte da natureza humana. “Muitos há que proclamam a sua própria bondade” “Há um caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele conduz à morte.” O evangelho moderno diz: “Tenha certeza de que está indo para o céu. Você não deve ir para o inferno. Venha e entregue a sua vida a Cristo. Tenha fé em Jesus,” e pregam a Cristo crucificado.

Assim, o pecador, achando que merece ir para o céu mesmo, vai à frente e “entrega o coração a Jesus”, fortalecendo a sua certeza de que está indo para o Céu. Contudo, não possui qualquer entendimento de pecado, e como Paulo disse: “Não conheci o pecado senão pela Lei.” 1 João 3:4 diz: “pecado é a transgressão da Lei.” Então, continuando, o pecador fortalece ainda mais a sua certeza de estar indo para o céu, a igreja faz o seu acompanhamento e o integra à congregação. Ele faz novos amigos, inicia um novo estilo de vida, reconhece que tem um problema com alcoolismo, toma atitudes para resolvê-lo, e as coisas começam a caminhar.

Contudo, não há arrependimento, e quando não há uma compreensão do pecado, não há tristeza segundo Deus, que opera arrependimento. Jesus disse: “Se não vos arrependerdes, todos de igual modo perecereis.” E nossas igrejas estão cheias de pessoas que têm certeza de sua salvação – mas cuja certeza não vem do Espírito Santo. São pessoas que não pesam as conseqüências, pessoas das quais é fácil conseguir uma “decisão por Cristo” usando a isca da vida eterna.

Em segundo lugar, falta umidade (Lucas 8:6). Não há uma sede por Deus, pelo Deus-Vivo.

Em terceiro lugar, não há raiz (Mateus 13:6). Não há profundidade do caráter de Deus.

Em quarto lugar, recebem a Palavra com alegria. Não apresentam tristeza segundo Deus porque a Lei não foi usada para que pudessem se enxergar de maneira verdadeira. A Lei de Deus é como um espelho. Quando não há espelho, você pode sair por aí o dia inteiro com o rosto sujo, a menos que alguém o alerte.

Todos os dias, nos olhamos no espelho para vermos nosso estado. Você se levanta de manhã e se olha no espelho para ver o estrago que foi feito durante a noite. Quer dizer, não há evidência maior de que somos uma criação caída do que quando nos olhamos no espelho pela manhã. Quer dizer, descansamos à noite esperando estar ótimos pela manhã, mas quando nos olhamos no espelho vemos aqueles olhões inchados e nossa cara amassada!

Assim, os pecadores não se enxergam pela perfeita Lei da liberdade. A Lei de Deus é um espelho! Portanto, não se lavam no sangue de Cristo, pois não se vêem como pessoas desesperadamente necessitadas do perdão de Deus. Paulo disse: “Pelo mandamento o pecado se manifestou excessivamente maligno.” (Romanos 7:13). Enfim, recebem a Palavra com alegria (Marcos 4:16).

Em quinto lugar, recebem a Palavra com alegria. Seu júbilo não é transformado em pranto, nem sua alegria em lamentação (Mateus 13:20).

Em sexto lugar, crêem por algum tempo (Lucas 8:13), ou seja, o que ocorre é uma genuína falsa conversão!

Imaginem então a figura de duas plantas. Uma é forte e tem aspecto saudável. A outra parece meio raquítica. E se estivéssemos arrumando o nosso jardim e tivéssemos que escolher uma das duas plantas para ser arrancada, provavelmente escolheríamos a menorzinha, pois, em nossa concepção, a grandona estava indo bem.”

Contudo, imaginem esta cena: o sol vem saindo e sua luz começa a fazer a plantona murchar, enquanto a nossa amiga raquítica parece dizer “estou muito bem, obrigado.” O que será que está acontecendo, então? A razão de a planta aparentemente forte estar murchando enquanto a plantinha começa a prosperar é porque debaixo da primeira planta existe uma camada de rochas. Assim, as raízes da planta grande não conseguem se aprofundar, pois abaixo dela, só há pedras. A plantinha, por sua vez, tinha um aspecto raquítico porque, por debaixo de si, estava lançando suas raízes bem ao fundo em busca de umidade.

Conseguem perceber que a luz do sol revelou o que não conseguíamos enxergar? A condição do solo das plantas? Percebem? A luz do sol foi fundamental para revelar o que não enxergávamos, a condição do solo em que estavam as raízes das plantas.

Então, em termos espirituais, a planta é a vida regenerada do crente professo. O solo é a condição de seu coração. Em termos espirituais, a luz do sol significa tribulação, tentação e perseguição. Mateus 13:21, tribulação. Lucas 8:13, tentação e Marcos 4:17, perseguição. Da mesma maneira que, em termos naturais, a luz do sol revelou a condição do solo das plantas – algo que ocorria onde não podíamos ver – no nível espiritual, o que revela a parte invisível do professo crente são a tribulação, a tentação e a perseguição.

Bem, se queremos que uma planta em nosso jardim cresça e prospere, a pior coisa que podemos fazer é protegê-la do sol. Pense nesta situação: você compra uma linda e cara planta para pôr em sua casa. Aí, você pensa: “Bom, gastei um bom dinheiro com essa planta. Preciso cuidar dela. Vou guardá-la ali no armário.” Um armário aconchegante, com uma temperatura agradável e nada de luminosidade. Claro que você não vai fazer uma coisa dessas! É a pior coisa que você pode fazer! Escondê-la da luz do sol? De forma alguma. Se o solo for bom e ela tiver espaço para crescer, se ela tiver umidade suficiente, certamente a luz do sol a fará prosperar ao contrário de acabar com a vida dela.

Analogamente, a pior coisa que podemos fazer com um recém-convertido é escondê-lo da luz solar da tribulação, tentação e perseguição. É a pior atitude que podemos tomar! Quando dizemos: “Olha, Fulano de Tal recebeu a Cristo na prisão. Ele sai da cadeia na terça-feira. Vamos lá esperá-lo na saída para o protegermos da tentação e o afastarmos de seus antigos amigos. E quando ele passar por dificuldades a gente cuida dele.” Não, essa é a pior coisa que se pode fazer. Se ele for um genuíno convertido, ele crescerá, se for falso, murchará e morrerá7.

Há alguns anos, quando a Rússia perseguia os cristãos de maneira bastante intensa, um grupo de cristãos professos estava em meio a uma reunião de oração. Repentinamente, as portas foram abertas violentamente e dois guardas russos armados até os dentes entraram e disseram: “Saiam já deste lugar se não quiserem morrer pela sua fé.” Metade dos presentes se levantou e saiu. Na verdade, saíram correndo. “Louvado seja Deus” disseram os guardas, “Podem ficar tranqüilos irmãos. Estávamos apenas separando as ovelhas das cabras para que pudéssemos congregar em segurança.”

Certamente que Deus não usa os mesmos métodos daqueles guardas com muita freqüência. Ele usa o método de abrir o chão e engolir o indivíduo. Sabem o que aconteceria se viesse uma grande perseguição sobre a igreja agora? Ela livraria a igreja dos murmuradores, daqueles que causam divisão, etc. Mais importante que isso, se uma grande perseguição viesse sobre a igreja, ela mostraria ao indivíduo de solo pedregoso o erro de seus próprios caminhos.

Imagine a tragédia de “conduzir uma pessoa a Cristo” pelas técnicas de evangelismo moderno: sem usar a Lei antes da graça, sem dar-lhe o conhecimento de pecado, sem mostrar-lhe que violou a Lei de um Deus santo, sem mostrar-lhe que pecou e que pecado é a transgressão da Lei. Apenas é dito: “Olhe, você tem um vazio que só Deus pode preencher em sua vida. Jesus pode dar-lhe a verdadeira paz e amor. Só Ele pode preencher esse vazio. Entregue seu coração a Ele, e Ele irá ajudá-lo com seus problemas. Ele estará com você em suas dificuldades e lhe dará a certeza de entrar no céu.” Então, o pregador o conduz em uma sincera oração.

Entretanto, há algo faltando neste “crente.” Ele não tem zelo pelos perdidos. Ele é estranho à santidade. Não tem fome da Palavra. Não vai fundo em sua vida de oração. Então, quem o “evangelizou” começa a enxergar essas carências e tomar providências para integrá-lo à congregação, fazendo com que ele leia a Bíblia e passe a orar – já que foi o responsável por levá-lo a Cristo. Em suma, começa a fazer o acompanhamento do recém-“convertido.”

Na verdade, o que acontece é que esta pessoa será “acompanhada” até o Dia do Julgamento, quando a luz do olho do Deus onisciente provará que ele não passa de um hipócrita. De quem é a culpa, então, se a pessoa foi “acompanhada” até o Dia do Julgamento? Não seria melhor ter deixado que ele caísse? Não teria sido melhor deixa-lo exposto à luz do sol para que se revelasse a condição do seu solo? Se ele fosse genuíno, ele cresceria, se for falso, murcharia e morreria.

Durante anos investi minha energia em cristãos professos, pessoas que “haviam dado seu coração a Jesus”, pessoas que se provaram ser de solo pedregoso. Eu costumava perguntar: “Você está lendo a Palavra?” e elas diziam: “Ando sem tempo. Preciso assistir TV e tenho uma porção de coisas a fazer.” “Então, você vai à igreja este domingo?” “Cara, é que tem jogo do meu time. Não vai dar não.” Gente, hoje em dia não faço mais isso, simplesmente os deixo à vontade. Se não ouvirem após a primeira e segunda admoestações, apenas digo: “Tá certo. Deixa pra lá,” e concentro minhas energias na salvação dos perdidos.

A Bíblia diz: “Deseje o puro leite da Palavra, se provaste que o Senhor é gracioso.” Uma ovelhinha saudável tem um apetite saudável. Não é preciso alimentá-la à força. Alguém, que é verdadeiramente salvo desejará o puro leite da Palavra. Eles mesmos se disciplinarão. A primeira coisa que eu sabia que tinha que fazer quando me tornei cristão era comprar uma Bíblia e lê-la para conhecer o que Deus queria que eu fizesse8.

E eu amava os irmãos. Sabia que havia passado da morte para vida porque amava os irmãos. Quando vi nas Escrituras: “não deixe de congregar, como é costume de alguns,” pensei “Certo. Vou à igreja.” O surf ficou em segundo plano.

Se um recém-convertido apenas olhar para trás, Jesus diz que ele não serve para o Reino. Lucas 9:62, “Ninguém que lança mão do arado e olha para trás é apto para o reino de Deus.” A palavra “apto” em Grego é “euthetos” e significa “pronto para uso.”

Se pegarmos uma boa semente e a lançarmos em solo pedregoso, será que ela dará bons frutos? Hmm. . . Claro que não. Se soubermos o que estamos fazendo como fazendeiros, ou possuirmos massa cinzenta em nossa cabeça, pensaremos assim: “Tenho que revirar o solo, lançar fora as pedras, assim, quando lançar umas boas sementes no bom solo, elas darão bons frutos.” Técnicas simples de agricultura.

Deus diz que o solo do coração das pessoas é como pedra. Diz assim em Ezequiel 8: “Tirarei vosso coração de pedra e dar-vos-ei um coração de carne.” Mesmo se pegarmos uma semente pura do evangelho e a lançar-mos em um coração irregenerado, ela não dará frutos. Não conseguirá. O que precisamos fazer é revirar o solo do coração das pessoas usando a pá da Lei de Deus. Expor as pedras do pecado que só são removidas pelo arrependimento. Aí sim, a pessoa pode receber a Palavra que pode salvar a sua alma.

Sabem, muitos grandes evangelistas, homens que respeito, como Greg Lorry e Billy Graham, que admiro e respeito muito, não se alarmam com a média de 80% de desviados entre seus convertidos. Billy Graham foi entrevistado na televisão por David Frost. David Frost disse: “Em que você pensa quando todas aquelas pessoas vêm à frente.” Billy Graham respondeu: “Bem, fico pensando que apenas um em cada quatro é genuíno.” Em seguida, citou a parábola do semeador.

Contudo, não acho que a parábola do semeador existe como uma forma de consolo para os frustrantes resultados evangélicos. Deus nos deu princípios para que possamos chegar ao entendimento. Se estudarmos a parábola do semeador, veremos que o indivíduo ouve e compreende, e dá fruto porque recebe a semente em seu bom e honesto coração. Quer dizer então que basta o indivíduo possuir um coração bom e honesto que possuirá entendimento?

Ah! Então é assim? Será que na sociedade secular há pessoas que têm corações honestos e bom entendimento e serão esses que receberão a semente do evangelho? Nada disso. Isso não é bíblico. Romanos 3 diz: “Não há quem entenda” Quantos há que entendem? Nenhum. Diz ainda: “Não há um bom, nem um,” o coração do homem é “enganoso, mais do que todas as coisas.”

Então, as virtudes do entendimento e bondade devem ter vindo de fora do coração, não de dentro, pois não é do coração do homem possuir entendimento e bondade. O que será então que produz entendimento? É o aio, nossa professora. A Lei é a professora que nos conduz a Cristo. Essa é a função dos professores: trazer conhecimento. “Pela Lei vem o conhecimento do pecado.” Deus disse: “Meu povo está sendo destruído por falta de conhecimento da minha Lei. (Oséias 4:6)

O que a Lei faz é nos trazer a luz do entendimento. O Mandamento é uma lâmpada, a Lei é luz. Quando alguém se examina à luz da Lei de Deus, vê que pecou contra o Senhor e que Ele requer a verdade no íntimo e considera lascívia como o mesmo que adultério, ódio como assassinato e que se tirar pelo menos uma coisa que pertença a outra pessoa, independentemente de seu valor, isso faz do indivíduo um ladrão e, portanto, não poderá herdar o Reino de Deus. Se o indivíduo contar uma lorota ou “mentirinha” estará cometendo falso testemunho – e todos os ladrões terão sua parte no Lago de Fogo. Transgressores da Lei, praticantes da iniqüidade.

Jesus disse: “Muitos dirão naquele dia: ‘Senhor, Senhor.’” E Ele dirá: “Apartai-vos de Mim, todos vós que praticais a iniqüidade. Nunca vos conheci.” Quando o pecador compreende que pecou contra Deus, quando o solo de seu coração tiver sido arado pela Lei, as pedras do pecado expostas, ele estará pronto para remover estas pedras do pecado através do arrependimento e será capaz de receber a semente que pode salvar a sua alma. Esta é a pessoa cujo solo é bom.

Portanto, a essência do que estou dizendo é que Deus colocou nas mãos da Igreja armas que não são carnais, mas poderosas em Deus para derribar fortalezas e sob o Seu comando, com a ajuda do Espírito Santo, podemos determinar sobre que solo a semente cairá, através do uso a Lei como uma enxada para arar o solo do coração irregenerado.

Lembram do que George Whitefield disse: “É por essa razão que temos tantos convertidos ‘cogumelos’. Porque seu solo pedregoso não foi arado. Não têm a convicção da Lei. São pessoas de solo pedregoso.”

Certo amigo disse a mim uma vez: “Ray, tem algo de errado com minha vida Cristã.” Ele disse: “Não tenho o zelo que vocês têm.” Então, perguntei: “Richard, você possui amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio?” Ele me respondeu: “Bem, não, eu não tenho oito destes frutos.” Ele só tinha um deles. Assim, eu disse: “Bom, Richard, por sua própria confissão, não vejo nenhum indicativo para você se chamar de cristão.”

Na verdade, ele realmente possuía um dos frutos do Espírito naquela época. Ele exercitava o fruto do auto-domínio, pois em outra ocasião posterior me contou que havia desejado “fazer uma plástica” em meu rosto com seus punhos. Mas não fez. Foi para casa e examinou-se para ver se estava na fé, concluiu que não estava, arrependeu-se diante do Todo-Poderoso-Deus e, em três meses, estava dando tantos frutos que nossa igreja resolveu encarregá-lo do ministério de nossa cantina.

É por isso que a Bíblia diz para nos examinarmos e ver se estamos na fé. Colossenses 4:5 diz: “Andai em sabedoria para com os que estão de fora, usando bem cada oportunidade.” Eu costumava pensar “com os que estão de fora, quer dizer, os perdidos, a sociedade secular.” Não, a Bíblia está se referindo às pessoas de solo pedregoso. O falso convertido pode estar em diversos lugares: dentro de sua igreja, em seu grupo de jovens ou fora do corpo de Cristo.

A Bíblia diz: “Andai em sabedoria para com os que estão de fora, usando bem cada oportunidade.” Se há alguém que consegue roubar muito do seu tempo são os falsos convertidos. Querem aconselhamento, querem aconselhamento, querem aconselhamento…. e sempre voltam porque têm problemas e mais problemas. Eu mesmo passei muitas horas aconselhando pessoas que não precisavam de aconselhamento, precisavam era de arrependimento.

Lembram da “plantona”? Do que ela precisava? “De fertilizante. Precisa de mais fertilizante. Cubra a planta de fertilizante. Isso ajudará.” Hmm. . . A tendência quando se identifica um falso convertido é pensar “Precisa de acompanhamento. Vamos fazer o acompanhamento do irmão. É, vamos acompanhá-lo.” Nada disso! Esse não é o problema. Ele não precisa de fertilizante. O problema é o solo, a condição do seu coração. Ele precisa de arrependimento.

Esse negócio de acompanhamento não é bíblico. Não é. Pode verificar na sua Bíblia. Não se encontra essa prática nas Escrituras. Encontramos apascentar, instruir, disciplinar, mas não encontraremos esta prática de “fazer acompanhamento” de novos convertidos. David Wilkerson, ao ouvir o ensinamento chamado O Maior Segredo do Diabo, a primeira coisa que me disse, ao ligar do telefone de seu carro, foi: “Pensei que eu era o único que não acreditava nesse negócio de acompanhamento.” Isso não é bíblico.

Acompanhamento é meramente um triste testemunho da confiança que o evangelismo humanista tem tanto em sua mensagem quanto no poder de Deus em sustentar o convertido. Se Ele for o Autor de sua fé, será também o Consumador. “Deus pode também salvar perfeitamente os que por ele se chegam a Deus. Ele que é poderoso para vos guardar de tropeçar, e apresentar-vos ante a sua glória imaculados e jubilosos.” Quando Deus salva o perdido, Ele o sustenta. O eunuco etíope foi deixado sem acompanhamento. Por quê?

Porque se for genuíno perseverará, se for falso, murchará e morrerá. O ouvinte de solo pedregoso não precisa de acompanhamento. Por acompanhamento, não quero dizer apenas tomar conta de alguém para se certificar de que leia a Bíblia. O que quero dizer é quando, por exemplo, realiza-se uma cruzada e alguém fica com a função de fazer um acompanhamento das pessoas que tomam as decisões no evento. Então, você visita as residências dessas pessoas na semana seguinte e diz: “Com licença, vocês realmente precisam começar a congregar agora. Por favor, abra a porta. Eu estou vendo você escondido aí em baixo da cama.”

Sabem, é o trabalho mais frustrante do mundo fazer o acompanhamento de pessoas que tomam decisões por Jesus. Elas nunca estão quando telefonamos para suas residências. Elas não precisam de fertilizante, precisam é de um bom solo.

Há alguns anos, tive um pastor, pastor de uma igreja grande da qual eu fazia parte, que era o pastor mais consagrado e dedicado que se pode imaginar. Realmente um homem de Deus. Quero dizer-lhes como ele era, quanto pesava e que altura tinha, por uma razão. Ele tinha um pouco mais de um metro e meio de altura, talvez um metro e sessenta. Seu nome era Peter Morrow, um adorável homem de Deus.

Ele não era muito pesado. Talvez pesasse um pouco mais de cinqüenta quilos. Ele até fazia brincadeiras com a falta de peso dele. Ele podia comer e comer e comer e não engordava. Acho que ele tinha um corpo glorificado ou algo parecido. Sabem, só cabia uma listra no pijama dele. Ele tinha que ficar correndo em círculos no chuveiro para conseguir se molhar – de tão magro que era.

Então, há alguns anos, baterem à porta de sua casa. Eram 03:00 da madrugada. Seu filho foi até a porta e disse: “Pois, não?” e um indivíduo disse: “Gostaria de um aconselhamento de seu pai.” O adolescente, conhecendo o coração de seu pai, sabia que ele não se importaria em levantar-se às 03:00 da madrugada para aconselhar uma de suas ovelhas. Assim, disse ao homem: “Vá ali para sala e aguarde um instante que eu vou chamá-lo”.

Nisso, acordou seu pai, que se levantou e caminhou até a sala – e assim que entrou – de trás da porta recebeu um golpe da lâmina de um facão de uns 30 centímetros. Seus dedos foram fatiados, sua garganta cortada. Seus filhos correram para sala ao ouvir seus gritos e se depararam com o sangue de seu querido pai em todas as paredes. Foi uma cena terrível.

Eles agarraram o homem que tinha feito aquilo e quase o mataram. Ele gritava: “Não consigo respirar,” e eles diziam: “Morra, morra, então.” O homem foi preso. O pastor sobreviveu. Recebeu literalmente centenas de transfusões de sangue.

No dia seguinte, outro pastor me telefonou e disse: “Já soube o que aconteceu à noite passada?” Respondi: “Sim. Mal pude acreditar. Foi terrível.” Então, ele disse: “Bem, você não vai acreditar no que eu vou dizer: ‘O cara que fez aquilo congregava em minha igreja. É uma das minhas ovelhas.” Eu disse: “Está brincando,” no que ele respondeu: “É horrível como um cristão pode ter feito tal coisa.”

“Espere aí,” repliquei “Se alguém tenta decapitar o pastor, podemos concluir que lhe falta amor, bondade, benignidade. . .”

Ora, precisamos começar a levar as Escrituras a sério. Há argumentos para não sairmos por aí dando boas vindas a qualquer pessoa sem antes ver seus frutos. De certa maneira, não importa muito nos dias atuais, mas esperem até vir uma grande perseguição. Esperem até quando saírem por aí com facões, e quando os cristãos pregarem todo o conselho de Deus, e formos odiados por causa de Seu nome. Os cristãos que sofrem perseguição são aqueles que vivem uma vida piedosa em Cristo Jesus.

Sabem, a Bíblia fala de falsos “irmãos” duas vezes. Fala de falsos apóstolos, falsos profetas, falsos mestres e falsas conversões – e raramente ouvimos ensinamentos sobre tais coisas na igreja atual.

Queria ter comigo uma filmadora quando, há alguns anos, ocorreu um incidente comigo. Estava para atravessar a rua quando subitamente ouvi “vrumm, vruuummm,” e olhei até o fim da rua. Era um carro bem no meio da rua com o escapamento aberto e um cara dirigindo feito um idiota. Saltei para trás, caindo na calçada. Pensei que ia ser atropelado.

O carro passou por mim e, repentinamente, o indivíduo viu quem eu era. Ele me reconheceu. Esse indivíduo era o falso convertido clássico. Já tinha ouvido falar que este mesmo ‘cara’ havia ameaçado pastores em outra assembléia, por isso havia gravado o rosto dele. Ele me viu, pisou no freio, deu marcha à ré, saltou do carro e disse: “Oi, Ray.”

Gostaria que o tivessem visto. Havia três adesivos de Jesus no pára-brisa de seu carro. Pendurado em seu pescoço ele carregava uma cruz em meio à floresta de seu peito cabeludo, exposto por causa da camisa desabotoada até o umbigo e cheio frases evangélicas “batidas.” Ele perguntou se eu teria algum tempo disponível para dar-lhe aconselhamento. Respondi na hora que estava com a agenda lotada o ano inteiro.

Sabem, falsos convertidos querem o seu tempo. São ferramentas de Satanás para gastar o tempo dos santos. Lembrem-se: Satanás quer deixar os santos cansados. Ouvintes, mas não praticantes da Palavra. Aquilo que fazem é apenas superficial, por não possuírem uma raiz profunda. Possuem apenas galhos e folhas, mas nada de frutos.

Agora, entendam bem, creio em adesivos de Jesus. Se alguém quer usar uma cruz, tudo bem! Camisetas também são algo ótimo. Contudo, descobrimos que, devido os falsos convertidos não possuírem raízes profundas em seus corações, eles procuram compensar com um montão de galhos e folhas com o objetivo de impressionar. Quer dizer, eles sempre têm as maiores Bíblias da igreja. Bíblias chamativas na Nova Versão Revista e Falsificada da Editora Sepulcro Caiado, que produz bíblias que ficam de molho por um mês e em seguida são amarradas ao pára-choque de um carro e arrastadas durante duas semanas para dar a impressão de que foram muito usadas.

Falsos convertidos não dão frutos, mas têm um montão de galhos e folhas para impressionar as pessoas à sua volta. Veja o que diz Mateus 7:15-20: “Guardai-vos dos falsos profetas, que vêm a vós disfarçados em ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores. Pelos seus frutos os conhecereis. Colhem-se, porventura, uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos? Assim, toda árvore boa produz bons frutos; porém a árvore má produz frutos maus.”

Escutem só isso: “Uma árvore boa não pode dar maus frutos;” Em outras palavras, se alguém é genuíno, é genuíno, se é falso, é falso. “Nem uma árvore má dá frutos bons. Toda árvore que não produz bom fruto é cortada e lançada no fogo. Portanto, pelos seus frutos os conhecereis.”

Por que será que devemos nos conhecer uns aos outros pelos frutos? Ora, vejamos Atos 20:29-20. “Eu sei,” diz Paulo, “que depois da minha partida entrarão no meio de vós lobos cruéis que não pouparão rebanho, e que dentre vós mesmos se levantarão homens, falando coisas perversas para atrair os discípulos após si.”

Pois, de seu meio, homens se levantarão. Vejam só quantos seitas e heresias, e falsos profetas que têm saído do meio do corpo de Cristo. Não são pessoas que conheceram o Senhor, muito menos o caminho da retidão e depois se tornaram más, mas são pessoas que tiveram falsas conversões e não conseguiram, portanto, dar frutos do arrependimento.

Os lobos gostam de pegar as ovelhas fraquinhas. É isso que eles fazem. Ah, seu eu fosse pastor e tivesse minha própria congregação – sou pastor itinerante da Hosanna Chapel e viajo todo final de semana. Mas, se tivesse minha própria congregação, ficaria de olho nos “recém-convertidos”, ficaria de olho para ver se dão frutos. E seu eu começasse a perceber uns rapazinhos perto demais das meninas, dando abracinhos, etc., chegaria junto e os puxaria para uma conversa. Fique de olho neles. Como disse antes, os lobos atacam as ovelhas mais fracas.

Como falei anteriormente, um convertido genuíno ficará firme independente do tamanho da adversidade. Provérbios 12:3 diz: “a raiz dos justos, porém, nunca será, removida.” Quanto mais forte o sol, mas fundo descem as raízes da planta.

Jesus enviou suas ovelhas em meio aos lobos (Lucas 10:3) – uma prática tão diferente da que nós tratamos nossos novos convertidos. Ficamos tentando protegê-los. Nada disso, ele nos enviou como ovelhas em meio a lobos. Por quê? Porque o sol da tribulação, tentação e perseguição revela quem são os falsos e quem são os genuínos.

Foi assim com Judas Iscariotes. Ele foi exposto. Judas não era cristão. Nunca foi. Como posso ter certeza? Eis uma pequena pista. Jesus disse: “Um de vós é um ladrão.” Ah, essa é uma boa pista. Eu lembro de uma amiga minha Winkie Pratney me contando quando viu a obra de arte ‘A Última Ceia’ de Leonardo Da Vinci. Ela olhou para a pintura e disse: “Cadê o Judas? Quem é o Judas?” Ficou procurando por alguém de narigão torto e mãos reviradas em um canto.

Mas, isso é algo totalmente anti-bíblico. Judas provavelmente era bonitão. Ele aparentava tanta confiabilidade que se tornou o tesoureiro dos discípulos. Judas tomava conta deles. Ele cuidava dos pobres. Tinha um coração para os pobres. Em uma ocasião, uma mulher fez um ato pródigo de quebrar um vaso de alabastro cheio de um bálsamo muito precioso e despejá-lo sobre a cabeça de Jesus, lavando seus pés e enxugando-os com seus cabelos. Quando isso ocorreu, Judas disse: “Por que isso não foi vendido por tal qual quantia e o dinheiro dado aos pobres?” Estão vendo como ele se importava com os pobres? Nada disso, a Bíblia fala claramente que ele estava preocupado mesmo era com o dinheiro. Era um ladrão. Mas possuía a confiança dos discípulos. Quando Jesus disse: “Um de vocês me trairá,” os discípulos não se sentaram e disseram entre si: “É. Sei de quem ele está falando. É do narigudo ali. É do ‘mãos viradas.’”

Não, não disseram isso. Disseram: “Sou eu, Senhor? Sou eu?” Ele disse: “Aquele que mete a mão no prato.” Era Judas quem fazia isso. Não disseram entre si: “Ah, é!” Nada disso. Quando Judas saiu para trair Jesus, Jesus disse: “O que fazes, faze-o depressa.” Os discípulos ficaram pensando que ele tinha ido dar dinheiro aos pobres. Judas era um cara tão bom. Conseguiu enganar a todos, menos ao Senhor.

Vejamos Colossenses 4:7. Observemos a maneira como Paulo colocou seu selo de aprovação naqueles que professavam estar na graça de Deus. Colossenses 4:7. Vejam como Paulo coloca seu selo de aprovação em certos crentes.

“Tíquico, o irmão amado, fiel ministro e conservo no Senhor, vos fará conhecer a minha situação.” Então, Tíquico é um ministro fiel e um conservo no Senhor.

Versículo nove: “Juntamente com Onésimo, fiel e amado irmão, que é um de vós.” Sabem, parece que hoje em dia não importa muito quem entra em nossas igrejas e a quem elogiamos ou deixamos de elogiar. Ah, mas naquela época importava, época em que os cristãos eram lançados aos leões para morrer por sua fé.

“Eles vos farão saber tudo o que aqui se passa. Saúda-vos Aristarco, meu companheiro de prisão, e Marcos, o primo de Barnabé (a respeito do qual recebestes instruções; se for ter convosco, recebei-o), e Jesus, que se chama Justo, sendo unicamente estes, dentre a circuncisão, os meus cooperadores no reino de Deus; os quais têm sido para mim uma consolação. Saúda-vos Epafras, que é um de vós, servo de Cristo Jesus, e que sempre luta por vós nas suas orações, para que permaneçais perfeitos e plenamente seguros em toda a vontade de Deus. Pois dou-lhe testemunho de que tem grande zelo por vós, como também pelos que estão em Laodicéia, e pelos que estão em Hierápolis. Saúda-vos Lucas, o médico amado [que dispensa apresentações], e Demas.”

Não houve selo de aprovação sobre Demas. Se estudarmos 2 Timóteo 4:10, veremos: “Pois Demas me abandonou, tendo amado o mundo presente.” É como se Paulo olhasse para Demas e pensasse: “É, realmente não sei quem você é. Tem algo de errado com você. Não posso dizer: ‘Se Demas for a você, receba-o.” “Demas me abandonou, tendo amado o mundo presente.” Um falso convertido. Ele não apenas olhou para trás, ele retrocedeu. Não estava apto ao Reino, e a palavra “apto” significa “pronto para uso” em grego.

Observamos, então, sucintamente, as características de uma falsa conversão. Assim, antes de concluirmos a mensagem, observaremos rapidamente as características de um convertido genuíno.

De acordo com Mateus 13:23, ele ouve a palavra e a entende. Por isso é tão vital utilizarmos a palavra de Deus em evangelismo e em nossas pregações. Porque sem a Lei, não haverá entendimento da real situação que os perdidos se encontram diante de Deus. O que aparecerá será apenas arrependimento horizontal, não a tristeza segundo Deus que conduz ao arrependimento. Senão, não entenderão que pecaram contra Deus. Pensarão que pecaram contra as pessoas através de suas mentiras e roubos, etc.

Mas, quando Davi pecou com Bate-Seba, ele disse: “Contra Ti, somente contra Ti pequei.” O filho pródigo disse: “Pequei contra o Céu.” Paulo pregava “arrependimento para com Deus,” a parte ofendida na história. A tristeza segundo Deus gera arrependimento. Sem a Lei não se pode ter o entendimento necessário para exercitar a tristeza segundo deus que conduz ao arrependimento.

Se utilizarmos a Lei em nosso testemunho, será comum ouvir os pecadores dizendo coisas do tipo: “Agora entendo o que está dizendo. Entendo isso. Nunca haviam me explicado desta maneira.” Essa é a reação quase todas as vezes que uso os Dez Mandamentos, um a um, para mostrar que a razão pela qual precisam de um Salvador é para escapar da ira vindoura. Deus determinou um dia em que julgará o mundo em retidão.

Veja o que diz Mateus 13:15: “Porque o coração deste povo se endureceu, e com os ouvidos ouviram tardamente, e fecharam os olhos, para que não vejam com os olhos, nem ouçam com os ouvidos, nem entendam com o coração, nem se convertam, e eu os cure.”

Vejam que primeiro precisa vir o entendimento ao coração para que se converta. Lembram que Filipe perguntou ao eunuco etíope: “Compreendes o que estás lendo?” Lembram do doutor da lei que se levantou e tentou a Jesus perguntando: “Como posso alcançar a vida eterna?” Jesus disse: “Qual o seu entendimento da Lei? Qual a leitura que você faz dela?” Porque se não há entendimento da Lei, não pode haver salvação, pois o pecado é a transgressão da Lei.

Paulo disse: “Não conheci o pecado senão pela Lei.” Charles Finney disse: “Considero a Lei a regra, e a única regra, pela qual a culpa do pecado pode ser medida.” D.L. Moody disse: “É para isso que Deus nos deu a Lei: para mostrar quem realmente somos.”

Já estive em eventos evangelísticos nos quais se usou manipulação psicológica pura, nos quais o pregador estava discursando sobre fé ou algum incidente bíblico, e bem no meio de sua pregação, ele dizia: “Vamos nos curvar e orar. Há pessoas aqui esta noite que não conhecem o Senhor. Vocês precisam entregar sua vida a Jesus.”

Em seguida, pregava a Cristo crucificado, mas já estive em eventos em que nem mesmo pregavam sobre a crucificação de Cristo. Isso mesmo, nem pregavam a cruz. Pregavam apenas a fé e então diziam: “Você precisa entregar o seu coração a Jesus porque há um vazio em seu coração que só Deus pode preencher. Levante sua mão enquanto todas as cabeças estão abaixadas e todos os olhos estão fechados. Ninguém está olhando.” Então, quando alguém levanta a mão, o pregador diz: “Estou vendo uma mão. Deus te abençoe.” Na seqüência, ele diz: “Todos fiquem de pé. Aqueles que eu vi levantarem as mãos, venham à frente enquanto a música estiver tocando. Os obreiros também, venham à frente.”

Então, os obreiros saem na frente com um cartão de visitas. É por essa razão que os obreiros têm de vir à frente, para facilitar o processo juntamente com a música. Assim, as pessoas vão à frente – e o pastor fica lá em cima em uma plataforma. Eu olhava as expressões faciais daquelas pessoas que estavam ali “entregando seus corações a Jesus.” Não havia tristeza segundo Deus, muito menos quebrantamento. Logo após o evento, um dos obreiros disse: “Você devia ter visto como foi lá atrás.” – levaram os “recém-convertidos” para uma sala e davam-lhes aconselhamento. Não havia nem um pingo de tristeza segundo Deus. O que se ouvia das pessoas era: “Oi, Bertha, você por aqui?” “Olá, Fred, o que faz por aqui?”

A expressão nos rostos daqueles que iam à frente era: “Como será que cheguei aqui? Sério! Eu estava ali sentado e de repente apareci aqui na frente” – manipulação psicológica. Este pastor de que estou falando tinha uma média de 96% de “desviados” em sua igreja, isto é, na última vez que tomei conhecimento de suas estatísticas. Além disso, não acho que os outros 4% permaneceram ali por muito tempo também. Pode até ser. Podem ter gostado de freqüentar o Clube Social “Cristão.” Realmente não sei.

verdadeiro convertido, por sua vez, é aquele que diz: “Ai de mim. Estou perdido. Deus, tenha misericórdia de mim, um pecador.”

Amém.


Mensagem traduzida do original em inglês para o português do Brasil entre fevereiro e maio de 2006.

Texto original disponível em www.LivingWaters.com. Contate o tradutor: fguarany@yahoo.com.br

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VAMOS SONHAR

vamos sonharVAMOS SONHAR

Is.54:2-4  – “Alarga o espaço da tua tenda; estenda-se o toldo da tua habitação, e não o impeças; alonga as tuas cordas e firma bem as tuas estacas. Porque transbordarás para a direita e para a esquerda; a tua posteridade possuirá as nações e fará que se povoem as cidades assoladas. Não temas, porque não serás envergonhada; não te envergonhes, porque não sofrerás humilhação; pois te esquecerás da vergonha da tua mocidade e não mais te lembrarás do opróbrio da tua viuvez”.

Amados: quando analisamos este texto do Profeta Isaias não podemos nos esquecer de que há pessoas neste mundo que são capazes de mudar a sua época e a própria história universal.

São pessoas idealistas, destemidas, dispostas a não serem “mais um na multidão”, pessoas que lutam com todas as forças em prol de seus ideais,  pessoas que marcam a história com suas vidas…

Ao olhar para a Bíblia encontramos várias dessas pessoas.  JOSÉ foi um destes homens.  Conforme a narrativa fidedigna de Gênesis, este rapaz tinha ciência da grande obra que o aguardava desde menino, quando em sonhos via metaforicamente o seu sucesso.   –   JOSÉ chegou a ser uma espécie de primeiro ministro do Egito, salvando o mundo de então duma fome extrema que os afligira com crueldade e rigidez.

MOISÉS também se enquadra nesta lista, talvez a encabeçando na maioria dos motivos.  Ele foi salvo das águas, foi criado no palácio de Faraó, tinha tudo para viver sossegadamente e se tornar o próximo governante. MAS preferiu abraçar a causa do seu povo, escravizados pelos egípcios e, sob manifestação divina, tornou-se o libertador.

PAULO o apóstolo, foi outro desses homens.  Não se contentou em ser um rígido fariseu.  Perseguindo a Igreja, teve um sério encontro com Jesus, passando a partir de então, a ser perseguido.    Tornou-se o maior homem de Deus na história da Igreja.   Escreveu cartas que de tal forma profundas e inspiradas pelo Espírito Santo, passaram a fazer parte do cânon bíblico.

E o que dizer de SAMUEL o juiz-profeta, de ESTER, , de NEEEMIAS, de PEDRO, de JOÃO, e tantos outros…

Na história pós-bíblica, encontramos também homens insatisfeitos em serem simples seres vivos.  Quiseram viver ideais, e conseguiram.

Ficaríamos por algumas horas citando homens e mulheres dignos de nota.  Homens e mulheres como nós, com defeitos, pecados,  traumas e problemas, mas que riscaram de seu destino a seqüência mecânica da multidão:  nascer, crescer, namorar, casar, geral filhos, envelhecer e morrer, numa vida de pecado, numa vida vazia, numa vida sem Deus…

PORTANTO, IRMÃOS , quanto eu olho hoje para tudo aquilo que DEUS tem feito em minha vida, eu ergo meu olhar profético para tudo aquilo que DEUS ainda vai fazer conosco.  E o texto bíblico do profeta Isaias é o estímulo para poder enxergar isso:

Alarga o espaço da tua tenda; estenda-se o toldo da tua habitação, e não o impeças; alonga as tuas cordas e firma bem as tuas estacas. Porque transbordarás para a direita e para a esquerda; a tua posteridade possuirá as nações e fará que se povoem as cidades assoladas. Não temas, porque não serás envergonhada; não te envergonhes, porque não sofrerás humilhação; pois te esquecerás da vergonha da tua mocidade e não mais te lembrarás do opróbrio da tua viuvez”.

   Ah, eu vou, sim, alargar o espaço da minha tenda.

E ao meditar neste texto eu preciso falar pra você que me escuta neste momento:  não se satisfaça em ser um mero número do IBGE, não se satisfaça em ser um mero eleitor, um mero contribuinte do Imposto de Renda, um mero cliente do supermercado, um nome na lista de consultas do médico, não se satisfaça em ser um mero membro da sua Igreja, não se satisfaça em ser apenas mais um na multidão!

Se em nossa igreja podemos ter este propósito — e lutar por ele — você também, com sua igreja, pode se engajar nessa batalha de ganhar o sertão para o evangelho de Jesus! O que lhe falta para isso? Apenas sua disposição?

Vamos despertar para a vida!  DEUS tem nos dado tudo às nossas mãos para nos tornarmos pessoas realizadas.   Precisamos despertar!   A vida não é só casamento, namoro, futebol e macarronada aos domingos… Desperte!

Vamos fixar os nossos alvos e objetivos! Vamos lutar por eles com todas as nossas forças!  Vamos ousar ser alguém! E nessa luta todos devem estar engajados: crianças, jovens, adultos, idosos…  MOISÉS começou seu ministério com 80 anos … JESUS iniciou depois dos 30…. Por quê eu não posso começar depois dos cinqüenta? Por quê você não pode começar com a idade em que se encontra? O tempo é AGORA! O momento é JÁ!

É um erro fatal considerar-se ultrapassado para a vida, imaginar-se alguém no despenhadeiro em direção à morte.  DESPERTE, IRMÃO!  Dedique-se a melhorar a vida, a mudar o mundo à sua volta, a transformar seus próximos dias em desafios diários, saia por aí falando do amor de Deus, de como Jesus é lindo, de como Deus teve misericórdia de ti e de como Ele mudou a tua vida! Não pare de falar das misericórdias do Senhor! O mundo está precisando que falemos de Deus, que anunciemos as boas novas da Salvação que só existe em Cristo Jesus, o mundo está precisando do Evangelho, o mundo está precisando é de Jesus!   E DEUS ESTÁ TE CHAMANDO PARA ISSO NESTE MOMENTO!

JÓ 22: 28 diz assim: “Se projetas alguma coisa, ela te sairá bem, e a luz brilhará em teus caminhos”.

Vamos sonhar irmãos! Vamos não só sonhar, mas vamos realizar nossos sonhos, pois eles são sonhos também sonhados por Deus! Vamos colocar esta visão missionária dentro do nosso coração e dizer em oração para DEUS nesta tarde:

Vem Senhor: escreve a tua história através da minha vida! Eis-me aqui para pregar, Senhor, a Tua Palavra aos que ainda estão nas trevas! Eu desejo, eu quero cumprir o teu querer e o meu coração está aberto para que o Senhor tenha liberdade de cumprir em mim e através de mim, os Teus planos! Que alcancemos não só mil membros, Senhor, mas que todos nós, evangélicos, possamos ganhar este sertão para Ti, meu Pai! Portanto, usa-me, Senhor, conforme o Teu querer! Para a honra e a glória de Teu Santo Nome!  Em nome de Jesus! Amém!

Vá para o inferno!

va para o infernoVá para o inferno!

Estou certo de que você já ouviu estas palavras ditas com irritação: “Vá para o inferno!”, ou: “Que inferno!”. Eu as ouço freqüentemente. Mas, será que percebemos o significado real desse lugar chamado inferno? Você parou alguma vez para pensar a respeito do inferno e do que significa estar lá?

Depois que quinze dos seus companheiros foram mortos no Vietnã, um soldado exclamou: “Ao menos eles irão para o céu, porque aqui já estiveram no inferno!” Muitas pessoas têm diferentes opiniões sobre o inferno. Entretanto, opiniões não valem muito quando se trata do inferno. O que realmente importa é aquilo que Deus diz a respeito.

Como é o inferno?

O inferno é um lugar onde Deus não está – onde não há nenhum consolo ou bênçãos. A Bíblia o descreve como “trevas… [onde] haverá choro e ranger de dentes” (Mateus 22.13; 25.30). Ela também nos diz: “O Diabo… foi lançado para dentro do lago de fogo e enxofre… e serão atormentados de dia e de noite, pelos séculos dos séculos” (Apocalipse 20.10).

O inferno não foi preparado para nós, mas “para o Diabo e seus anjos (demônios)” (Mateus 25.41).

Entretanto, a Bíblia diz que todos os que rejeitam a oferta de salvação e o perdão de Deus irão para lá (veja João 3.36). Podemos estar certos de que Deus não está tentando simplesmente assustar-nos. Ele está nos advertindo seriamente para evitarmos o inferno a qualquer custo!

Deus não nos deixa desinformados a respeito do que virá após a morte: “…aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo” (Hebreus 9.27). “Porquanto estabeleceu um dia em que há de julgar o mundo com justiça, por meio de um varão (Jesus) que destinou e acreditou diante de todos, ressuscitando-o dentre os mortos” (Atos 17.31).

E quanto ao céu?

Deus não julga apenas, mas também é amor. Por isso Ele providenciou um caminho para escaparmos do inferno. Para aqueles que aceitam Seu caminho de salvação, Ele preparou um lindo lugar chamado céu. Ali reinam a alegria e o descanso supremos. Ali estão totalmente ausentes o pecado, o sofrimento, o desapontamento e a solidão. Trata-se de um lugar de glória eterna, na presença do próprio Deus e de Jesus Cristo, ao invés da perdição eterna (veja Apocalipse 4.5; 21.4-27; 22.1-5). Você pode chegar a esse lugar confiando em Jesus Cristo como seu Salvador.

Depende de você!

É impossível ser suficientemente bom para merecer o céu. A Bíblia diz: “…todos pecaram e carecem da glória de Deus”. Você não pode realizar algo para chegar ao céu, pois lemos em Efésios 2.8-9: “…isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie”. Ninguém tem qualquer direito ao céu. Todos nós merecemos o inferno, porque todos somos pecadores.

Deus oferece o único caminho de salvação através de Jesus, Seu Filho: “Cristo, tendo-se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos” – também os seus, se você crer nEle (Hebreus 9.28). “Porque Cristo, quando nós ainda éramos fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios… Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (Romanos 5.6,8).

Por isso, quem crê no Filho tem a vida eterna; o que, todavia, se mantém rebelde contra o Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus.” (João 3.36).

Você fez a escolha correta?

MEU IRMÃO,MINHA IRMÃ:  pense a respeito do que acabou de ouvir e escolha o caminho para o céu. Jesus disse: “Eu sou o caminho…” (João 14.6) e Paulo escreveu: “…eis, agora, o dia da salvação” (2 Coríntios 6.2). Se você aceitou Jesus como seu Salvador, você fez a escolha certa e está a caminho do céu.

VELHOS HÁBITOS

VELHOS HÁBITOSVELHOS HÁBITOS

Certa vez duas moscas caíram num copo de leite. A primeira era forte e valente. Assim, logo ao cair, nadou até a borda do copo. Porém, como a superfície era muito lisa e suas asas estavam molhadas, não conseguiu escapar. Acreditando que não havia saída, a mosca desanimou, parou de se debater e afundou.

Sua companheira de infortúnio, apesar de não ser tão forte, era tenaz, e por isso continuou a se debater e a lutar. Aos poucos, com tanta agitação, o leite ao seu redor formou um pequeno nódulo de manteiga, no qual ela subiu. Dali, conseguiu levantar vôo para longe.

Tempos depois, a mosca tenaz, por descuido, novamente caiu num copo, desta vez cheio d’água. Como pensou que já conhecia a solução daquele problema, começou a se debater na esperança de que, no devido tempo, se salvasse.

Outra mosca, passando por ali e vendo a aflição da companheira de espécie, pousou na beira do copo e perguntou se ela queria ajuda. A mosca tenaz respondeu: “Pode deixar que eu sei como resolver este problema”. E continuou a se debater mais e mais até que, exausta, afundou na água e morreu.

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Amados, soluções do passado, em contextos diferentes, podem se transformar em problemas. Se a situação se modificou, dê um jeito de mudar. Quantos de nós, baseados em experiências anteriores, deixam de observar as mudanças ao redor e ficam lutando inutilmente até afundar na própria falta de visão?

Criamos uma confiança equivocada e perdemos a oportunidade de repensar nossas experiências. Ficamos presos aos velhos hábitos que nos levaram ao sucesso e perdemos a oportunidade de evoluir.

8  “Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados.

9  Perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos;

10  Trazendo sempre por toda a parte a mortificação do Senhor Jesus no nosso corpo, para que a vida de Jesus se manifeste também nos nossos corpos;

11  E assim nós, que vivemos, estamos sempre entregues à morte por amor de Jesus, para que a vida de Jesus se manifeste também na nossa carne mortal.

12  De maneira que em nós opera a morte, mas em vós a vida.

13  E temos, portanto, o mesmo espírito de fé, como está escrito: Cri, por isso falei; nós cremos também, por isso também falamos.

14  Sabendo que o que ressuscitou o Senhor Jesus nos ressuscitará também por Jesus, e nos apresentará convosco.

15  Porque tudo isto é por amor de vós, para que a graça, multiplicada por meio de muitos, faça abundar a ação de graças para glória de Deus.

16  Por isso não desfalecemos; mas, ainda que o nosso homem exterior se corrompa, o interior, contudo, se renova de dia em dia”. 2 Cor. 4:8-16

Vestido azul

vestido azulVestido azul

            Num bairro pobre de uma cidade distante, morava uma garotinha muito bonita. Acontece que essa menina frequentava as aulas da escolinha local no mais lamentável estado: suas roupas eram tão velhas que seu professor resolveu dar-lhe um vestido novo. Assim raciocinou o humilde mestre: “é uma pena que uma aluna tão encantadora venha às aulas desarrumada desse jeito. Talvez, com algum sacrifício, eu pudesse comprar para ela um vestido azul.” Quando a garota ganhou a roupa nova, sua mãe sentiu que era pena se, com aquele traje tão bonito, a filha continuasse a ir ao colégio suja como sempre, e começou a dar-lhe banho todos os dias, antes das aulas. Ao fim de uma semana, disse o pai: ” Mulher, você não acha uma vergonha que nossa filha, sendo tão bonita e bem arrumada, more num lugar como este, caindo aos pedaços. Que tal você ajeitar um pouco a casa, enquanto eu, nas horas vagas, vou dando uma pintura nas paredes, consertando a cerca, plantando um jardim?” E assim fez o pobre casal. Até que sua casa ficou muito mais bonita que todas as casas da rua e os vizinhos se envergonharam e se puseram também a reformar suas residências. Desse modo, todo o bairro melhorava a olhos vistos, quando por isso passou um religioso que, bem impressionado, disse: “é lamentável que gente tão esforçada não receba nenhuma ajuda do governo”. E dali saiu para ir falar com o prefeito, que o autorizou a organizar uma comissão para estudar que melhoramentos eram necessários ao bairro. Dessa primeira comissão surgiram muitas outras e hoje, por todo o país, elas ajudaram os bairros pobres a se reconstruírem. E pensar que tudo começou com um vestido azul. Não era intenção daquele obscuro professor consertar toda a rua, nem criar um organismo que socorresse os bairros abandonados de todo o país. Mas ele fez o que podia, ele deu a sua parte, ele fez o primeiro movimento, do qual se desencadeou toda aquela transformação.

Historinha para criança? Talvez…. Mas não será necessário acreditarmos, de vez em quando ao menos, em historinhas para crianças, para que possamos ser felizes e realizar algo de bom? Não, que não aceitamos o mundo como está, fazemos a nossa parte (pequena embora ) a fim de que o mundo seja melhor? Não, que repudiamos as gerações anteriores, porque construíram a guerra, estamos construindo a paz em volta de nós, nos lugares em que vivemos e nem sempre convivemos? Porque é difícil varrer toda a rua, mas é fácil varrer a nossa calçada. Porque é difícil reconstruir um bairro, mas é possível dar um vestido azul.

VIRE A PÁGINA!

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Osvaldo trabalhou muitos anos como capataz de uma fazenda em Crixás, Goiás, até conseguir economizar um dinheiro que lhe possibilitou adquirir uma boa propriedade em Araguatins.

Levou a família para lá e trabalhou mais de um ano arrumando cerca, roçando mato, cultivando a terra.

Quando ia fazer a primeira colheita, descobriu que havia sido enganado por falsários. A propriedade, de fato, não lhe pertencia. Debaixo de ameaças, ele a sua família deixaram tudo para trás e voltaram a Crixás e à “estaca zero”.

Osvaldo entrou em depressão. O mundo acabou para ele. A vida perdeu a graça. Ele perdeu até o ânimo para trabalhar. Entregou os pontos.

Seu antigo patrão, que gostava muito dele, convidou-o para acompanhá-lo numa viagem a Goiânia para ajudá-lo a escolher um carro.

Depois de comprar o veículo, foram ao Hospital do Câncer “Araújo Jorge”.

Osvaldo não entendeu muito bem o que estavam fazendo ali, mas ficou sentado na sala de espera, ao lado do seu amigo, observando todo aquele sofrimento, dor, lágrimas, desespero.

Homens e mulheres, velhos e crianças, ricos e pobres, gente feia e gente bonita; todos padecendo.

Nenhum dos dois disse nada. Não foi preciso.

Imediatamente, a depressão de Osvaldo foi-se indo embora, pois não se tratava de uma doença, apenas de uma profunda tristeza por ter sido enganado. Mas, ali, em meio a todo aquele sofrimento, o capataz compreendeu que apesar de ter perdido tempo, dinheiro e esperança, ele e sua família continuavam vivos e com saúde.

Osvaldo decidiu virar aquela página de sua vida, agradeceu a Deus e voltou a trabalhar.

Vida Nova em Cristo

vida novaVida Nova em Cristo

“Renovar é viver” ensina um velho ditado. Renovamos a pintura de nossa casa, e parece que essa mudança nos ajuda a viver melhor.  Estreamos um novo terno, um novo vestido, uma nova roupa, colocamos um novo calçado ou simplesmente renovamos a disposição dos móveis da casa, e tais alterações da rotina diária nos reanimam e criam uma melhor disposição.

Porém, se estas pequenas mudanças externas podem, nos oferecer satisfação, você é capaz de imaginar quanto mais proveito poderia nos oferecer uma renovação interior? Uma renovação espiritual?

Quando uma pessoa melhora por dentro, seus pensamentos, suas intenções e seus sentimentos, adquire-se então vida nova. Seu modo de ser se torna mais agradável e até seu semblante se ilumina.

Mas, muitas vezes temos certas atitudes que na realidade, não gostaríamos de ter. E logo sobrevém um sentimento de desgosto, e nos perguntamos confundidos: “Por que sou assim? Quero fazer o bem e quantas vezes as coisas me saem mal.”?!

Na verdade, estas palavras não são novas, porque já em seus dias o apóstolo, Paulo se expressou de maneira parecida. Vejamos o que ele escreveu em Romanos 7:18-20 “Eu sei que em mim, isto é, em minha carne, não mora bem algum, porque o querer o bem está em mim, porém não faço. Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero, esse faço. E se faço o que não quero, já não faço eu, senão o pecado que mora em mim.”

Esta é a luta de todo o ser humano; querer fazer o bem, porém comprovar com tristeza que nossa inclinação natural nos induz a cometer o mal. O profeta Jeremias afirma em seu livro: “Enganoso é o coração, mais que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá?” Jeremias 17:9

Quando os Escritos Sagrados mencionam a palavra coração, quase sempre se referem à mente, à vontade, à intimidade da alma. É a nossa mente que é “enganosa” e, “perversa”, e está doente e tantas vezes nos atraiçoa.

Porém essa parte do ser pode ser mudada, e em conseqüência, pode nos assegurar plena felicidade.

Mas, como nossa mente pode ser mudada? A simples compreensão de nossa necessidade não basta; nem tampouco são suficientes a lucidez mental e a força de vontade.

Podemos lutar toda a vida para combater os nossos defeitos, e ainda assim, seguir dominados por eles. A única maneira de mudar a mente é buscando a ajuda de Deus.

Só Ele tem poder para transformar o coração humano. É o único que pode fazê-lo. O mesmo Deus que criou o homem pode recriar o nosso coração, a nossa mente.

A Palavra de Deus deixa claro que uma nova vida é possível e está ao nosso alcance. “Vos despojeis do velho homem, que se corrompe segundo as concupiscências do engano, e vos renoveis no espírito do vosso entendimento e vos revistais do novo homem, criado segundo Deus, em justiça e retidão procedentes da verdade.” Efésios 4:22-24

Temos exemplos na Bíblia de homens que tiveram a experiência de serem tocados pelo dedo de Deus. A voz de Cristo falou claramente ao seu coração.

Saulo era um ardoroso perseguidor de cristãos. Um dia indo, pela estrada de Damasco foi acolhido por um grande luz. Não suportando a claridade caiu, e humildemente perguntou: “Quem és Senhor?” At. 9: 5

E quando a voz divina indicou o seu dever, Saulo obedeceu sem vacilar. E dias mais tarde, abandonou sua obra perseguidora e começou a pregar a excelência da mensagem de Cristo. Passou das trevas para a luz; do erro para a verdade; do ódio para o amor.

Tempos depois ele haveria de escrever: ” Não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento.” Romanos 12: 2

“Se alguém está em Cristo nova criatura é, as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo”. II Cor 5.17

Ninguém pode querer mudar por si mesmo. Todo intento humano termina em fracasso. Porém a maravilha é que, onde fracassa o homem, triunfa Deus!

Vidas, famílias e tribos inteiras tem sido transformadas pela ação da verdade bíblica.

Com razão o Salmista Davi, falando da Palavra de Deus disse que “Restaura a alma”. Salmo 19:7. E o apóstolo Pedro foi mais claro quando disse: “Pois fostes regenerados, não de semente corruptível, mas da incorruptível, mediante a Palavra de Deus, a qual vive e é permanente.” I Pedro 1:23

Por sua parte o apóstolo Paulo, referindo-se ao poder do evangelho como ensino redentor do homem, declarou que “é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê.” Romanos 1:16

Tem você algum defeito, vício ou debilidade que deseja vencer? Lembre-se então que o mesmo poder que mudou Saulo de Tarso, e os canibais do Pacífico, e transpor outros é suficientemente grande para mudar o nosso interior.

Se reconhecermos nossa necessidade e solicitarmos a assistência de Deus, Ele poderá operar o milagre. Seu Divino Espírito e Sua Sagrada Palavra atuarão como invencíveis agentes da divindade.

O Senhor cumprirá então a sua promessa: “Dar-vos-ei um coração novo, e porei dentro de vós espírito novo; tirarei de vós o coração de pedra e vos darei um coração de carne.” Ezequiel 36:26

Vida nova! Dela podemos desfrutar cada dia, com paz e alegria, se pedirmos a Deus, um novo coração, uma mudança de hábitos, porque nossa mente estará restaurada pelo poder do Espírito Santo.

Meu irmão: Peça agora mesmo a Deus que lhe dê um novo coração, uma nova vida e você também, à semelhança de milhares e milhões, viverá vida nova em Cristo Jesus!

Vida Plena De Vitórias

vida plena de vitoriaVida Plena De Vitórias

“A tua palavra é muito pura; portanto, o teu servo a ama”
(Salmos 119:140).

“Pouca Palavra e pouca oração dá uma vida espiritual morta.
Muita Palavra com pouca oração dá uma vida fraca e doente.
Muita oração e pouca Palavra dá uma vida emocional. Porém, uma medida completa de oração e Palavra, todos os dias, dá uma vida saudável e poderosa.” (Andrew Murray)
Como está a nossa vida espiritual? Temos nos aplicado à leitura das Escrituras? Tem sido a Bíblia o nosso manual de fé e esperança? Temos buscado na Palavra de Deus o alimento diário para nossas vidas? Temos procurado, de igual modo, manter um bom relacionamento com o Senhor, buscando sua direção para tudo o que fazemos?

Quando colocamos no altar de Deus as nossas dúvidas, as nossas necessidades, os nossos sonhos de felicidade, sabendo esperar com paciência por Sua resposta, não corremos o risco
de tomar atitudes precipitadas ou equivocadas e guardamos no coração a certeza de que receberemos as bênçãos almejadas no
tempo certo do Senhor.

Se relaxamos em nossas vidas de oração ou leitura da Escritura, ou em ambas, perdemos a alegria verdadeira do Senhor, não desfrutamos a vida abundante para nós preparada,
não percebemos as grandes coisas que Deus faz ao nosso redor e, mesmo sabendo que o Senhor Jesus está próximo a nós, nos sentimos muito distantes dEle.

Os filhos de Deus têm prazer em ouvir os ensinamentos do Pai, vêem seu espírito transbordar com tudo o que Ele fala, regozijam-se por estar na presença do Senhor e se sentem
felizes pelo privilégio de poder conversar com Ele, a todo momento, em oração.
Se você quer ter uma vida plena de vitórias, deixe que o Senhor a governe, buscando em oração e no estudo da Palavra,cada um dos passos que deverá dar.

Visão Entravada

visao entravadaVisão Entravada

“Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho e então verás claramente para tirar o argueiro do olho de teu irmão.” (Mateus 7:5)

Jesus possuía senso de humor. Vemo-lo no uso da hipérbole, uma afirmativa exagerada, com o fim de transmitir uma verdade básica. Nosso texto apresenta uma de suas hipérboles mais notáveis. Para os ouvintes dos dias de Jesus, isso deve ter sido uma fonte de riso. A palavra “argueiro”, na realidade significa “acha de madeira”. “A figura é propositadamente grotesca”, sugere Sherman E. Johnson. Jesus expôs o reformador que, de propósito, encobre seus próprios fracassos mediante a crítica aos outros. A verdade é ressaltada.

A trave é muito maior do que um argueiro. O pecado em nós é muito mais sério para Deus do que aquele que criticamos nos outros. O pecado do juízo negativo à vista divina é maior do que o pecado da pessoa a quem criticamos. É fácil criticar, se jamais compreendemos quão mortal é o pecado da crítica. Ele corrói e destrói não apenas o nosso relacionamento com as pessoas a quem criticamos, mas também com Deus. A mensagem dessa parábola é que, se nos ocuparmos com a trave que está em nosso olho, teremos menos tempo e inclinação para a crítica. Se adoçarmos as nossas mentes azedas com o perdão divino, teremos menos negativismo para oferecer aos outros. De acordo com Jesus, as pessoas demasiadamente críticas são hipócritas. Ser hipócrita significa desempenhar um papel, fingir, ser uma coisa por fora e outra por dentro. F. D. Maurice, disse: “Procurar falhas nos outros, as quais eu tinha secreta consciência de que se encontravam em mim… Tem impedido meu progresso no amor e na amabilidade mais do que tudo.”

Palavras perturbadoras! Não podemos ver com compaixão por causa da trave em nosso olho.

Você é um Filho de Deus

voce é um filho de DeusVocê é um Filho de Deus

   Há pessoas que negam a realidade de uma experiência de relacionamento com o Criador. Duvidam que alguém possa ser um filho de Deus, porque nunca sentiram isso em sua vida. Um relacionamento com Deus não é uma coisa natural para pessoas não religiosas. Não conseguem entender nem falar sobre o assunto.

Uma antiga fábula para crianças, pode nos ajudar a entender. A caverna e o sol começaram a conversar. Essa caverna como geralmente acontece com todas as cavernas, vivia na escuridão. Mas um dia ela escutou uma voz dizendo: Venha aqui para a luz. Suba e veja o sol brilhando. Não estou entendendo, disse a caverna. Eu acho que não existe nada mais que escuridão. Mas a voz continuou a chamar e então a caverna aventurou-se a subir e ficou deslumbrada com a luz que estava em todos os lugares. Passada a sua admiração, a caverna olhou pra o sol e disse: Agora venha você comigo para conhecer a escuridão. Um belo dia o sol aceitou o convite e desceu junto com a caverna. Então disse para a caverna, me mostra agora a escuridão. Mas a caverna olhou ao redor e não havia nenhuma escuridão para mostrar. Porque a escuridão desaparece com a luz.

A Bíblia fala dos filhos de Deus, e dos filhos do mundo. Os filhos deste mundo não podem compreender o que significa ser filho de Deus, porque a única forma de saber é se tornar um filho de Deus.

É como sair da escuridão das trevas para a luz, de uma caverna para o brilho maravilhoso do sol.

Cristo é a luz, a Luz do mundo. “Nele não há treva nenhuma.” I João 1:5. A Bíblia diz que a humanidade pecou, isto é: transgrediu a Lei de Deus. Rom 3:23

A Bíblia também diz que os justos entrarão na cidade de Deus. Então surge a pergunta: Quando um pecador se torna justo aos olhos de Deus? É o Espírito Santo que aquece a pessoa com o desejo de justiça e ódio ao pecado. “Porque todos os que são guiados pelo Espirito de Deus, são filhos de Deus.” Romanos 8:14

Só Ele pode trazer paz ao coração e terminar com o estado de guerra não resolvido em nossa vida. “Portanto sendo justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo.” Romanos 5:1

A justiça de Deus nos é oferecida com base na fé, a todo o que crê. Esse exercício de fé faz da pessoa um filho de Deus, porque o apóstolo Paulo afirma: “Vocês são filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus.” Gálatas 3:26

Portanto todo aquele cujos pecados são perdoados, imediatamente é feito filho de Deus e se torna herdeiro dEle.

Mas lembre-se disto: Não é pela nossa bondade que Deus nos ama, mas sim por causa da nossa necessidade e daquilo que Deus pode e quer fazer por nós. Deus não nos adota porque somos bons, mas porque quer tornar-nos bons.

   “Porque Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou, estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos). E nos ressuscitou juntamente com ele e nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus; Para mostrar nos séculos vindouros as abundantes riquezas da sua graça pela sua benignidade para conosco em Cristo Jesus”. Efésios 2:4-7.

Esta passagem da Palavra de Deus, mostra que Deus nos amou enquanto nós estávamos mortos em pecado, quando nada podíamos fazer por nós mesmos. Ele nos dá o Seu Espírito para nos tornar vivos em Cristo, e pelo mesmo Espírito somos adotados na família celestial e nos tornamos novas criaturas em Cristo. Somos nascidos de novo para as boas obras que Deus ordenou.

Mas alguém poderá dizer: Com certeza Deus não poderia fazer isso comigo, tornar-me um dos Seus filhos! Por que não? Você foi criado a Sua imagem. Mas afastou-se dele e a imagem ficou distorcida.

Você se tornou um pecador e rebelou-se contra Ele. Mas Deus diz que se você acredita em Sua Palavra, nascerá de novo, será mudado e adotado na família celestial. Já não é mais a sua condição de perdido que conta, porém o que se tornará através da redenção de Cristo. Deus vê você como será na glória do Seu Redentor.

Deus tem poder para transformar. Ele é quem fez do barro a safira, da areia a opala, da água o cristal, da fuligem o diamante. É o milagre da graça de Deus que transforma o pecador em um cristão.

A psicologia, a filosofia, qualquer escola de pensamento ou mesmo a ciência não poderá compreender essa mudança radical tão maravilhosa!

Amigo, você duvida que esse poder esteja trabalhando por você? Duvida que o Senhor vai lhe receber? Eu lhe pergunto: Quando você vai ao supermercado não aceita as mercadorias que acabou de comprar? É claro que sim, porque elas foram pagas. Quanto a você meu amigo, lembre-se que Cristo o comprou… lá no Calvário. E pagou um alto preço.

“Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus.” I Coríntios 6:19-2O

Meu amado, se você acha que não merece o preço que foi pago, escute o que a carta aos Romanos tem a lhe dizer: “Porque Cristo, estando nós fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios. Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores.” Rom 5:6,8.

Por isso não tenha mais dúvida pensando que não é digno de receber essa graça. Se você fosse digno, a glória de Deus não seria engrandecida. Aí está a grandeza do amor de Deus que oferece a salvação pela graça sem merecermos e nos torna Seus filhos.

Em uma das lindas florestas perto de Paris, um artista francês estava concentrado na pintura de uma importante tela. Um grupo de crianças foi se aproximando vagarosamente e observavam em silêncio. Finalmente foram se agrupando e começaram a conversar.

Um dos garotos, naturalmente o escolhido para ser o porta-voz, aproximou-se do artista e ficou esperando em silêncio respeitoso. “Que posso fazer pôr você?” perguntou o artista. “Pôr favor, nós gostaríamos de saber se o senhor poderia nos colocar em seu quadro.”

Quando Deus elaborou o Seu grande plano para a salvação da humanidade, Ele pôs cada filho de Adão e Eva dentro do quadro. Ninguém ficou excluído, nem você nem eu. Que maravilha nós sermos filhos de Deus. Basta aceitar esse glorioso momento. Filho, venha para o amor do Pai e Ele o receberá de braços abertos!

Viva a Vida

viva a vidaViva a Vida

Nós nos convencemos de que a vida ficará melhor algum dia,quando nos casarmos, quando tivermos um filho e, depois, outro.
Então, ficamos frustrados, porque nossos
filhos não tem idade suficiente e seria muito melhor se tivessem.
Depois, nos frustramos porque temos filhos adolescentes e temos de lidar com eles.
Certamente seremos mais felizes
quando nossos filhos tiverem ultrapassado essa fase.
Dizemos que nossa vida só será completa
quando nosso cônjuge conseguir o que busca,
quando tivermos comprado um carro melhor,
ou tivermos condições de fazer uma viagem longa
ou ainda quando estivermos aposentados.
A verdade é que não há melhor época
para ser feliz do que agora mesmo!
Se não, quando? Sua vida será sempre cheia de desafios.
Melhor admitir isto para você mesmo
e decidir ser feliz de qualquer modo.
Uma das minhas ‘frases’ favoritas é de Alfred D. Souza, quando diz:
‘Por muito tempo eu pensei que a minha vida
fosse se tornar uma vida de verdade.
Mas sempre havia um obstáculo no caminho,
algo a ser ultrapassado antes de começar a viver – um trabalho não terminado, uma conta a ser paga.
Aí sim, a vida de verdade começaria.
Por fim, cheguei conclusão de que esses obstáculos eram a minha vida de verdade’.
Essa perspectiva tem ajudado a ver que não existe um caminho para felicidade. A felicidade é o caminho!
Assim, aproveite todos os momentos que você tem. E aproveite-os mais se você tem alguém especial para compartilhar, especial o suficiente para passar seu tempo… e lembre-se que o tempo não espera ninguém.
Portanto, pare de esperar até que você termine a faculdade; até que você volte para a faculdade; até que você perca 5 quilos; até que você ganhe 5 quilos; até que você tenha tido filhos; até que seus filhos tenham saído de casa; até que você se case;até que você se divorcie; até sexta a noite; até segunda de manhã; até que você tenha comprado um carro, moto ou uma casa nova;
até que seu carro, moto ou sua casa tenham sido pagos; até o próximo verão, primavera, outono, inverno;até que você esteja aposentado;
até que a sua musica toque; até que você tenha terminado seu drink; até que você esteja sóbrio de novo; até que você morra, e decida que não há hora melhor para ser feliz do que AGORA MESMO…

Felicidade é uma viagem, não um destino.

Por isso…
Trabalhe como se você não precisasse de dinheiro.
Ame como se você nunca tivesse se machucado.
Auxilie como se fosse rotina.
Não coma e beba como se fosse a última vez.
Brinque como se fosse criança, junto a seus filhos.
Perdoe como gostaria que fosse perdoado.
E dance como se ninguém estivesse olhando!”

VIVA A VIDA…
SEMPRE…

VIVENDO ACIMA DO MUNDO

vivendo acimaVIVENDO ACIMA DO MUNDO 

Conta a história de Hadley Page, pioneiro da aviação, que c Certa vez ele pousou numa área deserta durante uma viagem. Sem que ele percebesse, um rato entrou no avião. Durante a próxima etapa da viagem ele ouviu o terrível som do animal roendo alguma peça do seu pequeno avião.
Desconfiado que era um roedor ele começou a imaginar os danos que o animal poderia causar aos mecanismos frágeis que controlam um avião.
Também ele estava longe de lugares onde poderia pousar e consertar alguma peça danificada.

O que é que ele poderia fazer? Ele lembrou que um animal como o rato não sobrevive acima de certas altitudes. Aí ele puxou os controles do
avião. O avião subiu e subiu até que o próprio piloto teve dificuldade em respirar. Ele escutou atentamente e finalmente respirou aliviado. O som do roedor havia cessado. Quando chegou ao
destino ele achou o rato morto atrás da cabine do piloto.

Freqüentemente nós, filhos de Deus, somos atormentados pelo pecado que rói nossas vidas simplesmente porque estamos vivendo a uma altitude espiritual muito baixa. Para ver o pecado derrotado em nossas vidas temos que subir para um nível mais alto onde as coisas deste mundo não conseguem sobreviver.

A realidade é que poucos conseguem sair totalmente do mundo. José num porão Egípcio, Daniel na cova dos leões, Paulo e Silas na prisão em Filipos. Nenhum deles tinha para onde “fugir”. Mas, no meio da escuridão das suas circunstâncias, todos conseguiram “subir” para a presença de Deus e lá acharam alento e força para permanecerem fieis.
Se eles conseguiram, nós também conseguiremos.  Durante épocas como Carnaval, não dá para “brincar”. Temos que
“subir”, quer seja para um retiro espiritual ou para encontros e estudos com irmãos. Se não tivermos outra alternativa, o mínimo que podemos fazer é desligar a televisão, evitar áreas onde há
concentrações e focalizar nossas mentes na Palavra de Deus ou em livros edificantes. E vamos vigiar e orar (Mat 26:41).

Que Deus lhe ajude nesses dias a viver acima do mundo, bem no meio da presença do Senhor. Ele tem muita coisa boa para compartilhar com você nesses dias. E a festa no Céu que vem depois – não tem outra na terra que se compare!

Vivendo fora do nosso habitat

vivendo foraVivendo fora do nosso habitat

   Era inverno e o homem encontrava-se e pescar num lago. A água estava gelada, portanto o pescador fez uma abertura no gelo e meteu ali a linha. Dentro de pouco tempo apanhou um peixe bastante grande, de um quilo e meio, mais ou menos. Congratulando-se da sua sorte, mal tirou o anzol da boca do peixe este deu um grande salto e apanhou-o no tornozelo com os seus dentes aguçados. Só com a ajuda de dois homens o pescador conseguiu livrar-se do peixe agressivo.

Um peixe agressivo! Porém, não lhe ajudou nada, porque um peixe fora da água pode mexer-se, pode saltar e pode até morder, mas irá acabar na panela na mesma. Foi o que aconteceu com aquele peixe zangado.

Ora, nós, às vezes, podemos ser como aquele peixe fora da água. Que adianta a um rapaz que tem apenas a quarta série ir sentar-se numa aula da Faculdade de Letras de uma Universidade?  Não compreenderá quase nada, porque está fora do seu habitat, o seu ambiente habitual.

Igualmente desnorteado ficaria um professor de Belas Artes se tivesse que trabalhar com a mesma máquina, na indústria onde trabalha aquele rapaz, que cursou apenas  com apenas a quarta série. Ambos seriam como “um peixe fora da água”.

Todos nós temos o nosso ambiente habitual, a nossa família, os nossos amigos, a nossa maneira de viver e, uma vez tirados deste ambiente, sentimo-nos deslocados e transtornados. Em certa medida, somos como uma senhora camponesa que, uma vez, se encontrava, não na sua humilde cozinha de aldeia, mas na grande e magnífica sala de jantar de um hotel luxuoso da cidade. Isto aconteceu quando um senhor rico descobriu que os seus antepassados eram de uma pequena aldeia da província. Já idoso, e com pouco mais tempo neste mundo, ou por remorso, ou por simples bondade, decidiu convidar os seus parentes para uma grande jantar na cidade. E lá foram, primos e bisnetos todos, gente do campo e pouco habituada às maneiras da grande cidade. A entrada do hotel encheu-se desta gente humilde, e, no meio deles, o parente rico, alegre por ter encontrado, finalmente, a sua família.

Chegou o momento do jantar, e todos entraram na sala e sentaram-se à mesa. Após uma palavra de saudação, o velho rico convidou-os a comer à vontade. Uma senhora idosa, desnorteada por completo, olhou para a mesa, confusa, e quando viu os talheres ao lado do prato, com tantos garfos, facas e colheres, disse, espantada: “Mas, para quê tanta ferramenta?”. Habituada a coisas mais simples, ela sentiu-se como “um peixe fora da água”

Ora, não sei por quanto tempo um peixe pode sobreviver fora da água, mas o que é certo é que, continuando fora do seu habitat, vai morrer.

E é a mesma coisa conosco, porém num sentido muito diferente. Há muito tempo, a nossa raça, a raça humana, encontrava-se feliz no seu habitat. Porém aconteceu algo desastroso e fomos tirados desse ambiente familiar, e agora o homem, tal como aquele peixe da nossa história, mexe-se, movimenta-se, mas já está condenado a morrer, porque lhe falta aquela outra dimensão sem a qual ele será sempre como “um peixe fora da água “….

Mas, qual é essa dimensão que nos falta? Muito simplesmente, é Deus! Fomos feitos para Deus e sem Ele não vivemos, apenas existimos. E há uma grande diferença entre estas duas coisas. Há muitas coisas que existem mas que não vivem. Por exemplo, uma árvore vive, mas quando cortada e feita em cadeiras ou mesas já deixou de viver e passou apenas a existir. Em relação a Deus nós podemos existir, mas não vivemos, isto é, não gozamos uma relação íntima com Ele. O desastre que aconteceu à raça humana tomou lugar há muitos séculos, quando o homem foi “apanhado”, por assim dizer, por um grande inimigo de Deus – Satanás – a personificação de todo o mal que existe no universo. Desde então o homem, embora vivendo fisicamente, está morto para com Deus. Falta-lhe o seu habitat e, inconscientemente, ele suspira pelo seu ambiente original …….

O homem sem Deus experimenta uma fome crescente, mas encontra cada vez menos satisfação na vida. Sem se aperceber disto, tem fome de Deus mas, derivado a uma atitude de rebelião existente no seu íntimo, sente-se cada vez mais longe d’Ele. A única resposta é Jesus Cristo. Ele oferece-nos vida, descanso e satisfação.

Eis algumas das Suas palavras encontradas na Bíblia:

“Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida ….. Venham ter comigo todos os que andam cansados e Eu lhes darei descanso ….. Eu sou o pão da vida”.

Eis a explicação daqueles momentos de frustração que, às vezes, surgem na nossa vida: Eis a razão dos anelos incompreensíveis que, de vez em quando, se levantam no nosso íntimo. A plena satisfação não se encontra em formulários, ideologias ou até religiões. Como o peixe fora da água não pode viver, nós não podemos viver sem Deus. E, para chegar a Deus existe apenas um caminho, porque Jesus Cristo disse, e eis a citação:

“Eu sou o caminho, a verdade e a vida, ninguém vem ao Pai senão por Mim”.
E quem vem a Cristo assim não mais será como “um peixe fora da água”.

Você é “diferente” das outras pessoas?

voce faz a diferencaVocê é “diferente” das outras pessoas?

Você tem feito a diferença na vida das pessoas ao seu redor?
A Igreja do Senhor Jesus tem crescido bastante nos últimos tempos. Há um número cada vez maior de pessoas que professam a fé evangélica no Brasil, fato destacado até mesmo na imprensa secular. Mas, como a própria Bíblia nos alerta, onde cresce o trigo, cresce também o joio.
Muitos novos na fé são bastante sinceros na conversão de suas vidas: têm sede de ler e ouvir a Palavra de Deus. Oram, jejuam, participam de diversas reuniões durante a semana, “fazem e acontecem” como se diz por aí.

Outros, porém, amadurecem espiritualmente até certo ponto e acomodam-se. Ficam confortavelmente sentados nos bancos dos templos, aguardando a volta do Senhor Jesus – sem a menor preocupação com aqueles que perecem, e nem mesmo com sua própria edificação.

Há também aqueles que participam de uma congregação como se estivessem em um clube ou um grupo de convivência. Algo completamente humano,esquecendo-se de que estão ali exclusivamente para honrar o nome de Deus. Claro que, em uma congregação de pessoas, sempre haverá aspectos humanos, seja a própria convivência em si, ajuda mútua, entre outras características sociais. Mas tudo isto é secundário diante do objetivo maior de uma Igreja, que é glorificar o nome do Senhor.
Existem também, no meio cristão, aqueles que aparentemente são uma bênção na vida das pessoas ao seu redor. São extremamente educadas, simpáticas, sempre sorridentes perante seus irmãos em Cristo. Entretanto, quando não há outro cristão por perto, estas pessoas são transformadas. Nos ambientes seculares, ninguém percebe que ali existe um discípulo de Cristo (se é que aquela pessoa o seja de verdade). Tratam com indiferença seus colegas de trabalho, não se importam com seus familiares, sequer cumprimentam seus vizinhos…

Podem parecer estranhas estas afirmações, mas infelizmente temos pessoas assim em nossas Igrejas. E elas podem estar mais próximas de nós do que podemos imaginar.
Mas, será que temos mesmo que fazer a diferença entre as pessoas que nos cercam? Ou será que estas pessoas estão com a razão, devemos nos igualar a todos? O que a Bíblia diz a respeito disso?

A Palavra de Deus nos diz claramente que somos o sal da terra (Mt 5.13; Mc 9.50; Lc 14.34). Uma refeição sem tempero fica sem gosto, não chama atenção do paladar. Os alimentos sem sal ficam indiferentes um dos outros. Assim é o homem que não é o sal da terra. Torna-se indiferente, iguala-se ao senso comum. Fazer a diferença entre os incrédulos é, além de engrandecer o nome de Jesus, obedecer a uma ordenança Sua.