Arquivo da categoria: Lar Cristão – L-O

Gravado pelo Pr. Edson Poujeaux, no quadro “O Lar Cristão”, durante o Programa Momentos com Jesus. Os aconselhamentos conjugais são oriundos do Pr. Ismael Roselei, do blog Casados em Cristo, palestrante para casais, de Bernardino de Campos-SP, parceiro do Momentos com Jesus.
Permitida a utilização em programas radiofônicos, disponibilização para Downloads em outros sites (sem restrições), apenas vedada a comercialização de nossos arquivos.
1 Coríntios 9:18 “Nesse caso, qual é o meu galardão? É que, evangelizando, proponha, de graça, o evangelho, para não me valer do direito que ele me dá”.

os ninhos sujos

Os Ninhos Sujos

os ninhos sujosOs Ninhos Sujos

Uma pomba estava constantemente trocando de ninho.

O forte odor que os ninhos adquiriam com o passar do tempo era insuportável para ela.

Certa vez queixou-se amargamente disso quando conversava com uma sábia , experiente e idosa pomba. Esta balançou a cabeça várias vezes e disse: “Mudando de ninho todo o tempo, tu não mudas nada. O odor que te importuna não provém dos ninhos, mas de ti.”

Olhando para o mundo de hoje, podemos comparar os casamentos atuais (em sua grande maioria) a “ninhos de pomba” malcheirosos. Muitas pessoas querem cair fora. Alguns já dizem que o casamento é uma instituição ultrapassada.

Se muitos pudessem escolher, jamais se casariam novamente com a mesma pessoa, com a qual vivem juntas; só não se separam por causa dos filhos ou outros vínculos, como família, moral e testemunho, que a muito custo e sofrimento mantém unido o que mais parece água e óleo.

Por isso, certo é dizer que grande parte dos casados vivem infelizes. Ouço e presto atenção em suas conversas, em seus testemunhos, por isso assim deduzo.

O que estaria acontecendo? Será que trocar de ninho seria a solução? Creio que não. A palavra de Deus não diz assim. Os ninhos (casamentos) não se sujam por si.

Somos nós mesmos que os sujamos. Tudo o que de ruim acontece com nossa vida, é na família (esposa e esposo, principalmente) que descontamos.

O certo é que deveríamos rever muitos aspectos de nossa vida cristã em primeiro lugar, e, depois, com certeza, poderíamos em muito limpar nossos ninhos.

Para limpar o ninho, braços cruzados não adiantam. As pessoas precisam superar muitas dificuldades e traumas. É necessário muito diálogo, honesto e franco e muita compreensão de ambas as partes. O desembocar do esgoto do mundo não pode ser a família…

Pense no que seria do futuro se a família falisse?

(autor desconhecido)

o sexo fragil

O Sexo Frágil

o sexo fragilO Sexo Frágil

Amados, que me perdoem os pregadores, atentos observadores da homilética, mas peço licença para usar um texto bíblico não para pregar exatamente nele, mas para usá-lo como uma espécie de  pano de fundo para a reflexão de hoje. Ao final, você vai entender.

Vejamos, então, o texto de 1Coríntios 11.11-12 – “Todavia, no Senhor, nem a mulher é independente do homem, nem o homem é independente da mulher. Pois, assim como a mulher veio do homem, assim também o homem nasce da mulher, mas tudo vem de Deus”.

   O sexo masculino é chamado de “sexo forte” por causa da força física. Como tem mais massa muscular e força física, o homem estruturou a sociedade em função da força, tornando-se dominador. Ficou com o físico e o racional. À mulher, o homem legou o intuitivo e o emocional. Ao longo da história, as relações entre homem e mulher ficaram nestes termos: ele dominou e a mulher foi dominada.

   Isto se tornou uma faca de dois gumes. Assim fazendo, o homem privou-se da intuição e das emoções. Alardeou a força e reprimiu as emoções. Uma expressão muito ouvida, desde que se é menino, é esta: “homem não chora”. Não sei quem foi o pateta que criou esta frase, mas ela se tornou uma regra. O homem é instruído, desde cedo, a reprimir o intuitivo e o emocional.

   Assim, a mulher é rotulada como emocional e o homem é rotulado como racional.

   Mas os tempos atuais são tempos de prevalência da voz das emoções e da intuição. A própria razão, que se tornou uma arma masculina contribuiu para isto: a razão nos mostra que deve haver igualdade de direitos, entre os sexos. Por exemplo, o direito ao voto, a espaço no trabalho, etc.

    Voltando à questão de aludida fragilidade feminina, ideia criada pela sociedade dominada pelos homens, vejamos algumas frases muito comuns, ouvidas entre nós. Vamos ouvir um homem tipicamente machista, desses que acham que mulher é inferior, um ser de cabelos compridos e ideias curtas: “Mulher chora a toa e fala demais”. “Qualquer coisa que acontece com uma mulher, ela desaba, fala, fala, reclama muito, esperneia e chora” .”Se você está no trabalho, e lá tem uma mulher e ela leva uma bronca qualquer… ou alguém a trata como não gostaria, um cliente por exemplo.. qual é a atitude que ela normalmente tem… chora… entra em crise…é… a mulher é frágil…

Com os homens é diferente. A gente aguenta tudo…suporta tudo…enfrenta qualquer situação… damos bronca quando precisa.. seguramos as pontas… convivemos todos os dias, com a grande responsabilidade de manter nossas famílias… não somos iguais as mulheres…falamos bem menos… ah ,não vou ficar expondo meus sentimentos… vão pensar que sou frouxo…eu sou homem… tenho que me garantir… chorar?.. só escondido…”

   Este homem é um sério candidato a morrer, em média, doze anos antes da sua mulher. Por que isto acontece?

   A mulher, pela sua própria natureza, externaliza as suas emoções. Ela não se envergonha em demonstrar o que sente, nem tem a necessidade de provar que é forte. Sua sensibilidade, normalmente, está à flor da pele. O homem não foi educado a externalizar sua sensibilidade. Pelo contrário, foi ensinado a reprimi-la. Ela ri mais, emociona-se mais com os fatos, presta mais atenção a detalhes. Em outras palavras, está mais pronta para a vida, por ser mais receptível às mudanças do que o homem. Sua grande força, que normalmente os homens chamam de fragilidade, está, justamente, em geralmente por para fora a sua fragilidade.  

   Amados, por assumir sua fragilidade é que a mulher é forte. Por não saber lidar com suas fragilidades, então, ao contrário, o homem se fragiliza ainda mais, se torna mais fraco.

   Todo conteúdo emocional que não for bem vivenciado ou entendido fica em nossa mente cobrando uma solução. Como este conteúdo fica dentro do homem sem ser entendido ou elaborado, geralmente, explodimos em atitudes machistas e fechadas, como mecanismos de defesa, para não sermos tocados.

A explosão emocional ou a ira são barreiras para impedir o extravasamento da sensibilidade. O homem “não pode ser sensível”.

   Este é o primeiro aspecto da fragilidade masculina: ter medo de externar as emoções.

   O segundo aspecto é a dependência psicológica no relacionamento com o outro sexo. Psicologicamente, o homem é mais dependente da mulher que ela é dele. Isto é diferente de dependência econômica.

Um artigo de um psicólogo, Dr. Irineu Deliberalli, intitulado “O bebezâo”, aborda aspectos do anteriormente mostrado num livro, “Síndrome de Peter Pan”, que trata de homens que se recusam a crescer. Ele menciona, no artigo, o caso de homens que não conseguem se ajustar no casamento.

Na verdade, esses procuram uma segunda mãe. Ser cuidado pela esposa é bom. Mas procurar uma segunda mãe é problemático.

   Li, na Internet, um artigo sobre um filme intitulado “Viciado em sexo”. Devo dizer que me interessei pelo artigo, primeiro, pelo título: eu arrebentei com meu primeiro casamento por causa deste vício. E, segundo, o comentário era muito interessante, por apresentar um outro aspecto que me interessava: o psicológico.

   Um homem maduro, já na casa dos sessenta anos, bem casado, tendo uma mulher bonita, atraente, bem mais jovem, se envolvia com várias outras ao mesmo tempo. Em alguns momentos ia com duas para um motel.

Algumas delas eram, o que se chama popularmente, de tribufus. Uma das prostitutas que ele arranjou era feia como guerra de foice no escuro. Enquanto ele se esgotava no ato sexual, ela se preocupava em fumar seu cachimbo de crack.

Não havia nenhuma comunicação emocional entre os dois. Isto se constitui numa aberração porque o ato sexual é a mais profunda forma de comunicação entre duas pessoas (por isso que a prostituição é um absurdo psicológico). Ele apenas extravasava seus impulsos pondo em funcionamento um mecanismo de defesa para agredir a figura feminina, porque praticava sexo violento, inclusive com agressão.

Ele não queria prazer. Sexo, para ele, não se ligava a ternura, mas a agressão. Ele queria agredir para não aceitar sua fragilidade em relação à figura feminina.

Várias cenas dele com a mãe eram intercaladas, ao longo do filme. Havia uma profunda indiferença dela para com ele. Tornava-se óbvio, para o conhecedor dos mecanismos psicológicos, quão arrasador isto fora para ele.

Ele procurava seduzir as mulheres porque teve um relacionamento deficiente com uma: a própria mãe. Também ele queria mostrar que era capaz de subjugar a figura feminina.

   Amados, preste atenção: muitos homens entram no casamento em busca de uma segunda mãe… ou se vingam porque não tiveram uma mãe que achavam que mereciam ter. Deveriam procurar uma mulher para cuidar, mas buscam uma que cuide deles. Isto apenas evidencia que a figura feminina domina o psicológico masculino.

Voltando ao filme: mesmo cometendo tais atos, o personagem tinha uma mulher em casa, porque precisava de um álibi emocional.

Assim, ele mostrava para si que era capaz de ter uma, de amá-la, tentando se justificar. A mulher que ele tinha em casa era a mãe que queria ter. As mulheres que pegava na rua eram uma vingança inconsciente contra a mãe que teve. Ele era dependente da figura feminina. Nós, homens, o somos, em grau maior ou menor.

Podemos não ter uma patologia como este personagem, mas somos dependentes da figura feminina.

   Esta dependência emocional se verifica também na viuvez. Geralmente, a mulher absorve mais a viuvez que o homem. Na estrutura social que construímos, o lar foi destinado às mulheres, e a rua ao homem.

   Ora, não se pode ter um lar na rua ou no bar. A mulher se realiza na casa. E o homem também precisa de uma casa para se realizar. Precisa de uma mulher. A mulher não precisa de uma rua, de um bar. É por isso que o homem precisa se submeter ao domínio da mulher, nesta área.

Porém, nesta área, ela não precisa se submeter ao domínio dele!

   Consideremos algo mais. O lar é algo seguro e definitivo. É onde ficamos. O bar é transitório, um paliativo. É aonde vamos. O homem fica fragilizado sem lar. A mulher não fica fragilizada sem um bar.  Por quê? O transitório não substitui o definitivo.

   A mulher pode ter dificuldades econômicas, se depender de um homem e tiver que, depois, viver sozinha, em caso de viuvez. Mas nós, homens, teremos mais dificuldades emocionais, mesmo que tenhamos segurança econômica, em caso de viuvez. É porque, emocionalmente, o homem depende mais da mulher que ela dele.

   Imagine o sujeito ficar viúvo de uma hora para outra e ter que “se encontrar” dentro de sua casa, sem a presença da mulher que sempre lhe preparou a comida, arrumou suas roupas, lavou a louça…

   O terceiro aspecto a considerar é a fragilidade sexual. Hoje o homem está em desvantagem nesta área. A mulher pode falhar, no ato sexual. O homem, não. Ela pode fingir um orgasmo, mas, pense comigo:  ele não pode “fingir” uma ereção. Percebe? A cobrança sempre é maior para o homem. Outro exemplo:

   A frigidez feminina pode ser atribuída ao desinteresse pelo parceiro, à falta de romance, de gentileza do parceiro. Ou à famosa “dor de cabeça”. “Hoje não, benzinho, estou com dor de cabeça”. O homem não pode alegar dor de cabeça.

A falta de ereção é imediatamente entendida como se a sua masculinidade estivesse se esvaindo. A mulher não deixará de ser feminina por não ter orgasmo. Mas o homem sem ereção terá mais dificuldade em afirmar a masculinidade.

   Dizem que a pior frase para um homem é dizer pela segunda vez: “Isto nunca me aconteceu antes”.

   Se uma mulher não tem orgasmo, a culpa é do homem. Não soube dar um à mulher. Mas, se ele não tem ereção, a culpa é dele. Há, também, um ditado que diz que “não há mulher fria, há mulher mal amada”. Mas ninguém diz que “não há homem frio, há homem mal amado”. Se ele é frio, é porque não gosta de mulher. Mais um peso sobre o homem!

   Meus irmãos: estas mudanças trouxeram uma crise de identidade a muitos homens. O aumento do homossexualismo masculino tem muito a ver com a liberação sexual da mulher.

Esta se tornou,  sexualmente, mais agressiva e mais exigente. Muitos homens se recolheram. Alguns não sabem como lidar habilmente com uma mulher, pois só conhecem a linguagem da dominação. Não conhecem o entendimento.

   Na realidade, o homem não é tão forte assim. Tem alguns problemas sérios, mas se recusa a reconhecê-los. Tem vergonha de falar sobre eles, ou nem sabe como fazê-lo.

COMO ENFRENTAR, ENTÃO, A FRAGILIDADE MASCULINA ?

   O que o homem pode fazer, para superar estes aspectos desfavoráveis a ele?

   Primeiro, ele necessita reconhecer que ele tem, também, um lado feminino, que ele tem reprimido. A isso se chama de Bipolaridade. As mulheres, por sua vez, também são bipolares, ou seja, também tem um lado masculino. E bipolaridade, por favor, entendam, é diferente de bissexualidade, que é OUTRA coisa. Estou falando, aqui, de sentimentos, sensibilidades e NÃO de tendências sexuais.

   Nós, varões, precisamos, inicialmente, reconhecer que o homem tem, também, igualzinho as mulheres, aspectos de sua personalidade que, em função da história de machismo em que fomos criados, o homem tem relegado à mulher tais aspectos, como exclusividade dela.

   Mas esses aspectos de sensibilidade emocional são comuns tanto aos homens quanto às mulheres; são aspectos que enriquecem a personalidade e dão um senso de realização pessoal muito grande. Por exemplo, a poesia, a arte em geral, a sensibilidade diante do cotidiano, o admirar uma flor, o observar e emocionar-se diante do sorriso de uma criança, o enternecer-se, o chorar.

   Amados, a estética não tem sexo. E cultivá-la não é ser frágil. É ser humano. Ser sensível não é ser gay. Chorar não faz mal, e pode evitar problemas mais sérios. Homem que é homem chora. Eu, mesmo, vivo chorando e nem por isso me vejo como “menos homem” do que os que não choram.

E acho muito legal chorar, ser sensível, emocionar-me diante de tantas coisas que Deus tem me proporcionado experimentar… Então, meu irmão, este é o primeiro passo. Reconhecer sua bipolaridade e saber externalizar as emoções. Não significa explodir, mas ser bipolar. Assumir emoções que, infelizmente, sempre temos atribuído como reserva de domínio das mulheres. (Entenda: eu falei BIPOLAR e não BISSEXUAL)

   O segundo passo para enfrentar a fragilidade masculina é: nós, homens, reconhecermos e aceitarmos que dependemos da mulher. Queridos, todos nós, homens, nascemos de uma mulher! A palavra mulher deriva da palavra homem, porque ela veio dele, da costela. Ela não existiria sem ele.    

   A mulher não é fonte de pecado, como ensinava Agostinho. A mulher é fonte de vida. Gostamos, os homens, de saber que nossas mulheres dependem de nós. Mas devemos aceitar que dependemos também delas. E devemos nos alegrar com isto.

   Deus fez a mulher por causa do homem, para ser sua AJUDADORA. Então, pense comigo: Se Deus fez a mulher para ser a ajudadora do homem, então o homem PRECISA da mulher! No relato da criação da mulher, em Gênesis, a dependência emocional é bem ressaltada. Sem a mulher, o homem é incompleto.

   Sobre o terceiro aspecto, a fragilidade sexual, posso dizer que os homens têm mais dificuldades em falar sobre uma vida sexual problemática que a mulher. Contar vantagem é fácil, principalmente após a sexta cerveja, no bar, com os amigos.

Isto, alguns homens fazem bem. Mas reconhecer dificuldades e resolvê-las é problemático. Significa assumir que tem perda de virilidade ou não consegue seduzir a própria esposa. Isto é perder sua própria característica de dominador. Não conseguir seduzir a própria esposa é um golpe no ego de muitos homens.

   Sem ser muito freudiano, é forçoso reconhecer que muitos problemas de relacionamentos de homens com mulheres têm origem em questões não resolvidas em relacionamento nos papéis filho e mãe. Algumas mães de hoje estão estragando os futuros maridos de suas futuras noras. Uma mãe dominadora ou indiferente é sinal de um futuro marido com problemas.

Mães, amem seus filhos, mas deem liberdade a eles de crescerem como homens. Não os vejam como os eternos meninos.

   Como a mulher pode ajudar? Reconhecendo que o papel que a sociedade deu ao homem hoje lhe é um fardo. Sendo sábia para ajudar o marido a superar isto. Reconhecendo que ela levanta ou derruba um homem com palavras ou gestos.

Que ele não é tão forte assim, e que, na realidade, a força vem dela, pela sensibilidade, apoio e sabedoria na correção. Na realidade, quem governa o mundo são as mulheres. Como alguém disse, se o homem é a cabeça do lar, a mulher é o pescoço. A cabeça só pode ir para onde o pescoço se move.

   Assim, recapitulando, amado irmão que me ouve neste momento: reconheça que você tem, sim, um lado feminino, que está reprimido dentro de você. Segundo, reconheça e aceite que nós, homens, dependemos da mulher.

E, terceiro, reconheça suas dificuldades e procure resolvê-las com a ajuda de sua esposa, através de um diálogo franco, sincero e aberto, sem receio de que ela possa pensar que você perdeu sua virilidade. E desperte o homem sedutor e conquistador que existe dentro de você. Afinal de contas, um pouco de romantismo não faz mal a  ninguém!

   A melhor maneira de concluir é com o texto de 1Coríntios 11.11-12, com o qual iniciamos esta reflexão,  que é uma excelente recomendação para o critério de relacionamento entre homem e mulher: “Todavia, no Senhor, nem a mulher é independente do homem, nem o homem é independente da mulher. Pois, assim como a mulher veio do homem, assim também o homem nasce da mulher, mas tudo vem de Deus”.

   Afinal, somos ou não somos o “sexo frágil”? Então, amados irmãos, que nossas mulheres nos ajudem a superar nossas limitações e perdoem as nossas falhas.  Em o nome de Jesus! Amém!

(autor desconhecido)

O Casamento Que Você Sempre Sonhou

O Casamento Que Você Sempre Sonhou

O Casamento Que Você Sempre SonhouO Casamento Que Você Sempre Sonhou

Quem nunca sonhou com um casamento perfeito?

Quase todos nós.

Desde muito cedo, a criança é levada a imaginar sua família – começa com as ingênuas brincadeiras de “casinha”.

Depois, o sonho toma forma, e mesmo quando não é expresso por palavras, está ali, bem guardado em algum lugar de nosso coração ou interior.

O problema surge depois do casamento. Mais especificamente quando o príncipe vira sapo e a princesa tem jeito de bruxa. O castelo cai e o sonho vira pesadelo.

Mas se você está vivendo esse tipo de relacionamento, há uma esperança: não importa como está seu casamento – você pode fazer dele aquilo que sempre sonhou, e o que Deus sonhou também. Impossível?

Pode parecer para você, mas para Deus não é. A família e o casamento foram instituídos por Ele porque fazem parte de Seu projeto para nós. Sendo assim, Ele é o maior interessado em fazer do “mar de lamas” um “mar de rosas”. Mas depende também de você.

   Confira a seguir algumas dicas. Elas foram baseadas em artigos escritos por Tim Clinton, terapeuta familiar e pastor da igreja do Calvário em Charlotte, nos EUA. Coloque-as em prática e… Volte a sonhar e ser feliz!

 

Quando as coisas não vão bem, não desista. Lembre-se das promessas de Deus e de que Ele deseja abençoar seu casamento. Assim você encontrará forças e ajuda divina;
 
  Escreva sua história de casamento – detalhes de como você tem visto seu relacionamento ao passar dos anos. Depois, compare o que você escreveu com o que escreveu seu cônjuge, e trabalhem as duas versões para descobrir o nível de satisfação até o momento. Finalmente, escrevam juntos os próximos capítulos dessa história, o que vocês gostariam de viver no futuro;
 
 
  Considere quais fatores estão sendo prejudiciais ao seu casamento: expectativas em demasia, frustrações pessoais, traumas de infância, excesso de trabalho, falta de compreensão, influências malignas. Pare de culpar seu cônjuge pelos problemas conjugais e tratem os fatores detectados como inimigos comuns. Para vencer o stress do dia a dia, descubra junto com ele as coisas que vocês consideram importantes na vida e achem tempo para fazê-las;
 
 
  Saiba que Deus tem um propósito também espiritual para vocês, como casal. Ele quer ver os dois crescendo e servindo ao Seu reino;
 
  Tente respeitar a importância e individualidade de cada um. Não magoe o outro com palavras rudes, seja paciente, não ataque a insegurança ou ponto fraco de seu cônjuge, não se feche emocionalmente e não envolva outras pessoas em seus problemas de casamento. Ore para que Deus lhes dê graça para evitar ciúmes, mentiras, pensamentos pecaminosos e culpa;
 
  Faça de seu casamento um lugar seguro, onde seu cônjuge tenha liberdade para expressar seus sentimentos e ideias  sem medo de julgamento. Mesmo que não concorde com alguma coisa, discuta de forma saudável e com respeito. Lembre-se que vocês não são inimigos;
 
 
  Peça perdão a Deus e ao seu cônjuge por alguma coisa que você tenha feito que contribuiu para a deterioração do casamento;
 
  Persista em ser amigo do seu cônjuge. Revele suas prioridades e vontades, seus compromissos e dificuldades. Procure aconselhá-lo e ser aconselhado por ele em todas as áreas de sua vida;
 
  Comece a lutar por mais intimidade em seu casamento – queira despir-se também emocionalmente e se abra verdadeiramente. Aprenda a confiar no outro de novo;
 
  Use todas as suas forças para criar um casamento que glorifica a Deus, seja numa simples conversa ou numa relação sexual;
 
 

Não tome decisões sem consultar a Deus. Ore e trabalhe continuamente por um casamento melhor.

(autor desconhecido)

Masturbação no casamento

Masturbação no casamento – Pode ou não pode?

Masturbação no casamentoMasturbação no casamento 

Pode ou não pode?

O dicionário online Priberam da Língua Portuguesa traz duas definições para o significado do verbo masturbar:

1. Estimular os próprios órgãos genitais para obter prazer sexual; e

2. Manipular os órgãos genitais de outrem para lhe dar prazer sexual.
 
A primeira definição refere-se à forma mais conhecida de masturbação, a individual, na qual o indivíduo proporciona prazer apenas a si mesmo, e a segunda diz respeito à masturbação a dois, ou compartilhada, na qual os indivíduos estimulam um ao outro sexualmente.
 
Prazer egoísta

Quando falamos em masturbação, logo pensamos em garotos adolescentes com os ‘ânimos’ à flor da pele, mas o ato de masturbar-se não está apenas relacionado a eles. Pessoas adultas e até casadas estimulam-se sexualmente de forma individual.

 

Líder da igreja Mars Hill, em Seattle (EUA), o pastor Mark Driscoll fala sobre o tema em um sermão disponível na internet.

 

No começo do vídeo o pastor declara que masturbação não é pecado, mas diz que a luxúria e a pornografia são, e que o objetivo delas é a masturbação.

 

“Eu diria: pornografia é pecado, luxúria é pecado e se você puder encontrar uma maneira de masturbar que não inclua luxúria, suponho que não esteja pecando, mas você é estranho! Tipo pensando em tratores ou algo assim”, brinca Mark.

 

O pastor fala claramente sobre o pecado da luxúria e da pornografia no uso de estímulos para a prática da masturbação como revistas e vídeos eróticos e até o pensamento em alguém tido como objeto de desejo sexual.
 
A “masturbação individual é entendida como pecado” quando praticada por adolescentes e jovens solteiros, mas e quando ela também é prática de pessoas casadas? Muda alguma coisa? Não, essa é a resposta do pastor, terapeuta de casais e líder do Ministério Restaurando Famílias para Cristo, Fernando César Alves.

 

“Enquanto solteiro, um jovem cristão poderia alegar a falta de uma companheira, do casamento e a carência sexual para a prática da masturbação, o que não convenceria, pois estaria despertando a lascívia e a concupiscência carnal.
Casada, a pessoa já está autorizada por Deus para manter relação sexual com o seu cônjuge, ou seja, o corpo do outro está liberado para a obtenção do prazer sexual. Quem se masturba solitariamente, sendo casado, peca porque se abstém do prazer sexual com o seu parceiro, buscando esse prazer de forma egoísta… O prazer sexual no casamento deve ser sempre resultado do envolvimento físico dos dois”.


Preliminar ao amor?

Podendo também ser considerada como uma preliminar do ato sexual, a masturbação a dois, na qual o marido estimula a esposa e a esposa estimula o marido, é ‘totalmente aceitável’ de acordo com o pastor Fernando. “A prática, efetuada dessa maneira, anula o sentido do egoísmo (…) é uma maneira que o casal encontrou de proporcionar prazer a si próprio”.

 

Douglas Santana, casado há quase três anos, também concorda que a masturbação a dois é válida na intimidade do casal, mas prefere chamá-la de ‘preliminar ao amor’. “O casal não pode substituir o sexo pela masturbação, agora, se essa ‘preliminar ao amor’ é apenas uma forma de carinho para estimular ambos para o ato do sexo, acho muito válido, afinal, um casal tem que se conhecer e usufruir desse conhecimento para que os dois tenham prazer”, diz o jovem.

 

“Se um masturba o outro, chamamos ‘estimulação manual mútua’. Se estão fazendo amor juntos eu não desencorajo porque a Bíblia diz em Gênesis 2 que o objetivo da sexualidade é unidade, ‘o homem e a mulher tornam-se uma carne’ (Gênesis 2.24). Então, o que um marido e uma esposa fizerem que promova a unidade, eu diria que é aceitável”, explica o pastor Mark Driscoll.


Desculpas inválidas

O esposo está cansado ou a esposa está com dor de cabeça. O que dizer a quem se masturba para satisfazer o desejo quando o cônjuge, por algum motivo, não pode ter relação sexual naquele momento?

 

O pastor Fernando César diz que esse indivíduo apresenta um ‘absoluto descontrole sobre seus desejos’. “O desespero em querer se masturbar para chegar a um orgasmo a qualquer custo demonstra falta de sensibilidade ao estado em que o cônjuge se encontra. A verdadeira e boa relação sexual compreende basicamente ao respeito à situação mental, física e emocional de ambos”.

 

Para Douglas Santana, que também é líder de jovens da sua igreja, esse exemplo explica um dos problemas comuns da vida conjugal, que é quando alguns casais casam-se apenas pelo sexo.

 
“O sexo tem que ser o diferencial, mas o amor, a cumplicidade, o diálogo e principalmente o respeito têm que reinar sempre na vida de um casal. Quando se casam somente pelo sexo e um ou outro não estiverem ‘no clima’ em algum momento, eles vão procurar se satisfizer na melhor das hipóteses com a masturbação”, pondera Douglas.

 

Em suas observações, Douglas também disse que a masturbação é um vício adquirido na juventude, levado ao casamento e que pode acabar virando a única forma de satisfação sexual de algumas pessoas.

 

Em suas frases conclusivas sobre a masturbação, Mark Driscoll relata o que diz a Bíblia sobre a intimidade conjugal. “A Bíblia diz que você deve desejar o casamento e intimidade marital, e o objetivo da intimidade marital é unidade”.

 

Fonte: amigodecristo
Atenção:
O conteúdo desta página tem objetivo formativo e educacional. As fontes só não são citadas quando desconhecidas.  OS ARTIGOS AQUI PUBLICADOS SÃO DE INTEIRA RESPONSABILIDADE DE SEUS AUTORES, CITADOS NO FINAL DE CADA ARTIGO. NÃO NECESSARIAMENTE ESTA PRODUÇÃO CONCORDA INTEIRAMENTE COM O ENTENDIMENTO TEOLÓGICO DE CADA AUTOR. TODAVIA, OS PUBLICAMOS COMO FONTE DE CONHECIMENTO E COMO FORMA DE CONTRIBUIR PARA O ALARGAMENTO DO ENTENDIMENTO E A POSSIBILIDADE DE CONHECERMOS VÁRIAS FORMAS DE PENSAR. CABE A CADA LEITOR REFLETIR, À LUZ DA BÍBLIA, SE CONCORDA OU NÃO COM OS POSICIONAMENTOS AQUI EXPRESSADOS. 

 

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