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“Estamos vendo os sinais da volta de Cristo”, afirma filho de Billy Graham

 

Resultado de imagem para Franklin GrahamOs furacões Harvey e Irma causaram grande destruição no Caribe e nos Estados Unidos poucas semanas após o eclipse solar. Ao mesmo tempo, terremotos no México e no Japão e enchentes no sul da Ásia, atingiram mais de um milhão de pessoas.

As catástrofes naturais parecem ter vindo todas ao mesmo tempo e se aliam às guerras e rumores de guerras por todo o globo. Isso tem feito líderes evangélicos lembrarem sobre os “sinais” apontados por Jesus que precederiam a sua vinda.

O evangelista Franklin Graham acredita que o mundo está testemunhando “os sinais bíblicos da volta de Cristo”. Presidente da missão Bolsa do Samaritano, ele tem ajudado muitas pessoas atingidas por esses cataclismos em todo o mundo.

Em um texto escrito por ele e compartilhado nas redes sociais, o filho do evangelista Billy Graham, seguiu o estilo do pai, enfileirou versículos em sua argumentação. Ele citou Lucas 21:25: “E haverá sinais no sol e na lua e nas estrelas; e na terra angústia das nações, em perplexidade pelo bramido do mar e das ondas”. Também mencionou Mateus 24:7: “Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares”.

Graham foi claro: “Estes são alguns dos sinais bíblicos antes do retorno de Cristo. Ninguém sabe o dia ou a hora, nem mesmo o Filho de Deus, mas é um lembrete para todos nós para estarmos preparados, nos arrependermos e confessarmos nossos pecados e pedir pelo perdão de Deus. Enquanto isso não ocorre, só encontraremos conforto, paz e esperança Nele”.

Ao mesmo tempo em que pediu oração “por todos os afetados pelos desastres atuais”, ressaltou a promessa de Jesus em João 16:33: “Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo”.

A declaração de Franklin foi divulgada nove meses após Billy Graham ter feito uma reflexão sobre esse mesmo tema em sua página na internet e um mês depois de sua irmã, a evangelista Anne Graham Lotz, alertar seus seguidores que os sinais do fim estão se multiplicando.

Fonte: Noticias Gospel Prime

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Crislamismo: como a mídia vem tentando convencer que muçulmanos e cristãos adoram o mesmo deus

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O crislamismo é uma pretensa doutrina, incentivada sutilmente pela mídia, para convencer as pessoas mais desatentas de que o deus adorado pelos muçulmanos, Alá, é o mesmo Deus a quem os cristãos servem. Diante disso, líderes cristãos estão se manifestando para explicar as diferenças.

A mídia ocidental, principalmente as agências de notícias, adotou a estratégia de banir o nome “Alá” de suas matérias, traduzindo o termo como “deus”, para assim, reforçar o seu mantra de que o islamismo é uma religião de paz e que os atentados terroristas são ações isoladas de extremistas que entendem o conceito do Corão de forma equivocada.

O grito de guerra dos muçulmanos, “Allahu Akbar”, se tornou uma frase popular no ocidente, e vem sendo traduzida pelos canais de mídia como “deus é grande”. No entanto, estudiosos apontam que essa é uma tradução equivocada e, até, mal intencionada.

A frase, em si, é uma afirmação que identifica que o muçulmano que a pronuncia está cumprindo sua parte na jihad, a chamada “guerra santa”, pois seu significado real é “deus é maior”, que no contexto original, é um desagravo aos sistemas de governo e demais religiões.

“Seu grito de guerra é mal traduzido pela mídia ocidental como ‘deus é grande’. Mas o verdadeiro significado é ‘deus é maior’, significando ‘Meu deus é maior do que o seu deus ou governo”, explicou o jornalista Robert Spencer, do portal Breitbart.

A distorção do termo “Allahu akbar” expõe um problema que transcende as questões da semântica, pois expõe a visão intransigente dos muçulmanos de que Alá e o islamismo estão acima dos governos, religiões, ética ou leis, e por isso, muitos jihadistas a associam à morte dos que eles chamam de “infiéis”.

Caleb Parke publicou um artigo no portal Charisma News e criticou a postura da mídia sobre o assunto: “Nós merecemos a verdade e não uma versão politicamente correta dos fatos”, salientou, explicando que os extremistas usam a frase como garantia de que, se morrerem, suas últimas palavras seriam uma expressão de fé.

O teólogo Albert Mohler, presidente do Seminário Teológico Batista do Sul, nos Estados Unidos, vem constantemente criticando a mídia para que exista, em suas reportagens, uma diferenciação entre o deus descrito no Corão e no Deus presente na Bíblia Sagrada: “Os cristãos acreditam em um só Deus. Ele é o Pai que enviou o Filho para nos salvar de nossos pecados”.

Mohler ainda destaca que Alá é descrito no Corão como um ser que não se revela pelo Espírito Santo, muito menos reconhece Jesus como filho. “Entendendo isso, percebemos que muçulmanos e cristãos não usam somente nomes diferentes para falar sobre Deus. Na realidade, esses diferentes nomes se referem a deuses diferentes”, sublinhou.

Uma escritora ex-muçulmana convertida ao Evangelho concorda com o teólogo batista: “Jesus morreu por nós é bem diferente de ‘Devemos morrer por Allah’”, afirmou Nonie Darwish, que publicou recentemente o livro “Wholly Different: Why I Chose Biblical Values Over Islamic Values” (“Completamente Diferente: Por que escolhi valores cristãos e descartei os valores islâmicos”).

Egípcia, nascida em uma família de tradição muçulmana, Nonie passou metade de sua vida dedicando-se ao islamismo, mas após conhecer o Evangelho, abandonou a religião de seus pais e passou a denunciar os erros dela.

Segundo Nonie Darwish, quem traduz “Allahu Akbar” como “deus é grande” pode não estar mal intencionado, e talvez preocupado em não ofender os muçulmanos. Entretanto, ela afirma: “O Ocidente precisa da verdade, independentemente de quão difícil ela seja difícil de ouvir”.

Fonte: Gospel +.

 

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Pesquisa de instituto de esquerda constata: brasileiro é conservador e não abre mão da família

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A crise ética que assola o Brasil expôs a rejeição do povo às ideias “progressistas” que integram a base do discurso dos políticos e partidos de esquerda. A constatação foi feita em uma pesquisa recente, que também evidenciou o que já é consenso na sociedade: família e religião são valores dos quais o brasileiro não abre mão.

A Fundação Perseu Abramo, um braço do Partido dos Trabalhadores (PT), realizou uma pesquisa nas periferias e descobriu que o brasileiro das classes C, D e E tem visões econômicas liberais, afeito ao empreendedorismo e ao reconhecimento meritório no âmbito profissional. Sobre os costumes, a pesquisa concluiu que as pessoas têm na fé e na família algo inegociável.

No relatório da pesquisa, os responsáveis se viram obrigados a admitir que “a família é o grande alicerce e solução para os problemas individuais e coletivos”, e que para o brasileiro, “a família […] é considerada a base da vida”.

“Os entrevistados […] utilizam expressões superlativas como ‘é tudo, é o que faz valer a pena’, ‘é o porto seguro, o que mantem a gente na linha’”, para se referir à família, diz o relatório, que acrescenta: “[A família] é o que possibilita que sejam pessoas corretas e que tracem caminhos sem desvios. E é também o antídoto para a crise moral da sociedade”.

Essa base, segundo os entrevistados, é “necessária para a construção de uma sociedade mais correta, sem violência, sem corrupção, mais desenvolvida, com pessoas de caráter, honestas”. O relatório ainda salienta que para o brasileiro em geral, “o fracasso de uma sociedade é resultado da presença excessiva de famílias desestruturadas”.

Influência

De acordo com o jornal O Povo, o professor da Unicamp, Márcio Pochmann, vê que essa visão conservadora da população é fruto do crescimento dos evangélicos, especialmente os pentecostais e neopentecostais: “A igreja se reconstrói para estar mais próxima e disponíveis aos fiéis para ajudá-los na orientação do seu dia a dia, da sua família, na prestação do serviço”.

O sociólogo Gabriel Feltran, coordenador de Pesquisa do Centro de Estudos da Metrópole da Universidade de São Paulo (USP) e pesquisador do Núcleo de Etnografias Urbanas do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento, disse ter constatado que há uma mudança na visão política das camadas mais pobres, influenciada pela adesão à religião.

“É um voto que concebe o mundo a partir da proximidade, da relação pessoal, da confiança na ética do candidato, um voto próximo e moral. Que por isso sempre esteve muito próximo das igrejas, espaços altamente politizados. E sabemos que a expansão pentecostal é muito mais conservadora que progressista, ao contrário das comunidades de base católicas”, comentou.

Débora Antunes, doutora em filosofia, contemporizou a constatação da pesquisa e sugeriu ser algo passageiro, afirmando que a visão conservadora de valores em cenários pós-crise não surpreende e se fez presente em vários momentos da história.

“O risco é uma participação cada vez menor das pessoas na luta por mudanças sociais mais efetivas. E isso pode gerar um agravamento das desigualdades e da culpabilização das pessoas pela sua situação de vida, seja pelo seu sucesso ou fracasso, quando na verdade não podemos tratar como iguais pessoas que tiveram pontos de partida diferentes”, alarmou.

Evidências

Todo o relatório da pesquisa da Fundação Perseu Abramo pode ser verificado na prática com o resultado das últimas eleições. Em 2014, quase 50% dos eleitores votaram para rejeitar o PT e a reeleição de Dilma Rousseff. A vitória da então presidente não freou, no entanto, a sede por mudança e punição a crimes cometidos pela esquerda.

Dilma foi destituída de seu cargo oficialmente em agosto, e meses depois, nas eleições municipais, o PT viu seu maior encolhimento, perdendo centeas de prefeituras Brasil afora. O caso mais emblemático foi registrado na capital paulista, em que o estreante João Doria (PSDB) venceu o pleito no primeiro turno, com 53% dos votos, derrotando, dentre outros, o petista Fernando Haddad, que tentava reeleição.

Fonte: Gospel +.

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Isenções fiscais para igrejas podem acabar no Brasil; Entenda

img201506102249528219234medA crise econômica não tem afetado apenas as grandes indústrias e empresas, ela ameaça também as instituições religiosas. A proposta de acabar com a isenção fiscal das igrejas faz parte do conjunto de medidas que partem do governo para combater o déficit nas contas públicas, e tem causado polêmica entre os partidos e lideres religiosos de todo Brasil.

A intenção dos deputados federais é ampliar a discussão sobre a reforma da previdência, para discutir, também, se igrejas, pequenos empresários, produtores rurais e instituições filantrópicas devem ou não continuar isentos de pagar impostos ao governo.

O governo calcula que a soma dessas isenções fiscais equivalem a R$ 65,2 bilhões de reais, cuja arrecadação poderia servir para ajudar cobrir o rombo da previdência, que segundo levantamento da Receita estima-se em R$ 181 bilhões de reais para o próximo ano.

Veja abaixo o gráfico informando a quantia que cada setor deixa de pagar atualmente com a isenção:

Fonte: Receita Federa/Folha

Segundo informações da Folha, além de incluir também as instituições de ensino, como seminários teológicos e faculdades religiosas, os parlamentares também pretendem rever a isenção fiscal de times de futebol, que hoje pagam apenas 5% de todo faturamento obtido com o clube.

Há divergência de opiniões entre os parlamentares, assim como na população, em se tratando das entidades religiosas e filantrópicas, uma vez que tais organizações prestam serviços essenciais à comunidade, muitos dos quais como forma de suprir as deficiências do próprio Estado.

“A isenção não é um benefício, mas uma contrapartida por aquilo que as entidades filantrópicas realizam no lugar do Estado”, declarou o Deputado Federal da bancada evangélica, João Campos (PRB-GO), a reportagem da Folha de São Paulo.

Por outro lado, o Presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), declarou que a Previdência estará falida em 2024 se nenhuma medida for tomada, defendendo a necessidade da reforma. Maia disse a Folha receber com surpresa a notícia de que nenhum clube de futebol no Brasil paga a Previdência Social, justificando seu posicionamento.

Na prática, portanto, a intenção do governo ao rever as isenções fiscais é captar recursos para cobrir o rombo da previdência, mesmo que para isso seja necessário rever as de entidades, empresas e pessoas que através de suas ações prestam serviço ao Estado. Essa é, sem dúvida, mais uma medida polêmica que vai gerar muita discussão, acirrando também os ânimos no Planalto em 2017.

Fonte: Gospel +.

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Cientistas reconhecem que “Vida eterna” existe

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Cientistas afirmam que a morte não pode ser o final como muitos temem; e que o ser humano tem alma que ‘sai de seu corpo’ após a morte.

Pode até soar como um mito sobrenatural, mas a ideia de que a consciência humana sobrevive a morte foi reconhecida e apresentada por um grupo de cientistas reconhecidos.

O cientista britânico vanguardista da teoria inquietante afirma que os seres humanos tem almas que não morrem junto com o corpo.

Muitos não sabem o que é exatamente a consciência, mas o físico Roger Penrose sustenta que isso explica porque muitos podem ter experiências de sobrenaturais perto da morte.

“Se o paciente morre, é possível que esta informação quântica possa existir fora do corpo, talvez indefinidamente como alma”, disse Roger.

A teoria de Roger é respaldada pelos investigadores do reconhecido Instituto Max Planck de Física em Munique.
Os físicos sustentam que nosso universo físico é só um lado da perspectiva, e que quando a morte chega ao corpo, e a vida é infinita no além.

Dr. Hans-Peter Dür, ex chefe do Instituto disse: “O que consideramos ‘aqui e agora’, neste mundo, na realidade é somente um nível de matéria compreensível. O além é uma realidade infinita e muito maior”.

“O corpo morre, mas o campo quântico espiritual continua. Desta maneira, sou imortal”.

No início do ano, outra considerável afirmação “da outra vida” foi feita por um violinista que com doença cardíaca terminal, sobreviveu à 17 paradas cardíacas, experiências bem perto da morte, que o levaram afirmar que há vida após a morte.

Fonte: Consciência Cristã News.

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Filme “Os Dez Mandamentos” é campeão de bilheteria no Brasil, mesmo com sessões vazias

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O filme “Os Dez Mandamentos” é oficialmente a maior bilheteria da história do cinema nacional, com mais de 11,2 milhões de ingressos vendidos. Com essa marca, o longa-metragem superou o antigo detentor do recorde, “Tropa de Elite 2 – O Inimigo Agora é Outro”, que em 2010 havia levado 11,1 milhões de espectadores aos cinemas.

A produção – que usou imagens da primeira “novela bíblica” da TV Record – pode ainda aumentar os números registrados até agora, já que continua em cartaz, em um número menor de salas do que quando estreou.

No entanto, o sucesso de bilheteria do filme vem sendo questionado, desde o começo de sua exibição, pelo registro de salas vazias durante sessões que eram dadas como esgotadas pelos sistemas de venda de ingressos dos cinemas.

O jornal Folha de S. Paulo publicou reportagem pontuando que “o número [alcançado pelo filme] não significa que o longa bíblico tenha sido visto por mais espectadores do que o filme de José Padilha [‘Tropa de Elite’], que fez público de 11,146 milhões em 2010”, porque muitas das salas que tinham ingressos esgotados, na realidade, tinham lugares vagos.

“Houve uma espécie de milagre da multiplicação dos ingressos: sessões oficialmente lotadas ostentavam poltronas vazias”, escreveu a jornalista Gabriela Sá Pessoa, fazendo referência aos casos flagrados pelas reportagens de diversos veículos de comunicação sobre os casos.

“Às 16h de uma quinta-feira (31/3), no guichê do Cinemark do shopping Raposo Tavares, uma vendedora disse que não havia mais ingressos para Os Dez Mandamentos. Justificou que a sessão estava fechada para um evento. Questionada, respondeu que um pastor comprara toda a sala em dinheiro vivo (ao menos, R$ 4.185). A gerente confirmou a história. A reportagem contou apenas 15 espectadores nos 279 lugares”, exemplificou a jornalista.

No último sábado, 09 de abril, duas salas do cinema Espaço Itaú, localizado no shopping Bourbon, zona oeste de São Paulo, estavam reservadas para “Os Dez Mandamentos” às 10h30, porém o cinema acabou abrindo apenas uma, e mesmo assim teve a maioria das poltronas vazias. Procurado pela reportagem, um dos responsáveis pelo cinema afirmou que a empresa vendeu sessões inteiras para igrejas, e que, na média, houve ocupação de 70% das salas.

Na conclusão de sua matéria, a jornalista Gabriela Sá Pessoa relatou que ela própria foi abordada por uma fiel na última quarta-feira, 06 de abril, após o culto no templo da Igreja Universal do Reino de Deus, que ofereceu ingressos para que ela pudesse ir ao cinema, caso ainda não tivesse visto o filme. Pessoa frisou que, na ocasião, não havia se identificado como repórter da Folha.

Fonte: Gospel +.

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Antigas listas de compras viram evidência sobre quando a Bíblia foi escrita

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Eliashib, o intendente da remota fortaleza no deserto, recebia suas instruções por escrito, anotações feitas em tinta em cerâmica pedindo que provisões fossem enviadas para as forças no antigo reino de Judá.

Os pedidos por vinho, farinha e óleo parecem listas de compras mundanas, apesar de antigas. Mas uma nova análise da caligrafia sugere que a capacidade de ler e escrever era bem mais disseminada do que antes se sabia na Terra Santa por volta de 600 a.C., perto do final do período do Primeiro Templo. As conclusões, segundo pesquisadores da Universidade de Tel Aviv, pode ter alguma relevância para o debate de um século sobre quando o corpo principal dos textos bíblicos foi composto.

“Para Eliashib: agora, dê a Kittiyim 3 batos de vinho, e escreva o nome do dia”, diz um dos textos, compostos em hebraico antigo usando o alfabeto aramaico, e aparentemente referindo-se a uma unidade mercenária grega na área.
Outra dizia: “E um coro pleno de vinho, traga amanhã. Não atrase. E se tiver vinagre, dê a eles”.

O novo estudo, publicado na “Proceedings of the National Academy of Sciences”, combinou arqueologia, história judaica e matemática aplicada, assim como envolveu processamento de imagens por computador e o desenvolvimento de um algoritmo para distinguir entre os vários autores emitindo as ordens.

Com base na análise estatística dos resultados, e levando em consideração o conteúdo dos textos escolhidos como amostra, os pesquisadores concluíram que pelo menos seis mãos escreveram as 18 mensagens mais ou menos na mesma época. Até mesmo soldados das fileiras mais baixas do exército de Judá, ao que parece, sabiam ler e escrever.

“Há algo psicológico além das estatísticas”, disse o professor Israel Finkelstein, do Departamento de Arqueologia e Civilizações Antigas do Oriente Próximo da Universidade de Tel Aviv, um dos líderes do projeto. “Há um entendimento do poder da alfabetização. E eles escreviam bem, praticamente sem erros.”

O estudo se baseou em um conjunto de cerca de 100 cartas escritas com tinta em pedaços de cerâmica, conhecidos como óstracos, que foram descobertos perto do Mar Morto em escavações do forte Arad, décadas atrás, e datados de cerca de 600 a.C. Isso foi pouco antes da destruição de Jerusalém e do reino de Judá por Nabucodonosor, e o exílio de sua elite para a Babilônia, e antes de quando muitos acadêmicos acreditam que grande parte dos textos bíblicos, incluindo os cinco livros de Moisés também conhecidos como Pentateuco, foram escritos de forma coesa.

A cidadela de Arad era uma frente pequena, distante e ativa, próxima da fronteira com o reino rival de Edom. O forte em si tinha apenas cerca de 2.000 metros quadrados e provavelmente só acomodava cerca de 30 soldados. A riqueza dos textos encontrados ali, registrando movimentos de tropas, provisões e outras atividades diárias, foi criada em um período curto, o que os torna uma amostra valiosa para estudo de quantas mãos diferentes os escreveram.

“Para Eliashib: agora, forneça 3 batos de vinho”, ordenava outro óstraco, adicionando: “E Hananyahu ordena que envie a Beersheba 2 mulas carregadas e envie a massa de pão com elas”.

Um dos argumentos mais antigos para o corpo principal da literatura bíblica não ter sido escrito em nada parecido com sua presente forma até depois da destruição e exílio, em 586 a.C., é que antes não havia alfabetização suficiente e nem escribas suficientes para a realização de uma empreitada tão grande.

Mas se a taxa de alfabetização no forte Arad se repetir por todo o reino de Judá, que contava com cerca de 100 mil habitantes, haveria centenas de pessoas alfabetizadas, sugere a equipe de pesquisa de Tel Aviv.

Isso forneceria a infraestrutura para a composição das obras bíblicas que constituem a base da história e teologia de Judá, incluindo as primeiras versões dos livros do Deuteronômio ao Segundo Livro de Reis, segundo os pesquisadores.

Desde o século 19, os acadêmicos debatem “quando foi escrito?”, disse Finkelstein. “Na própria época ou depois”, ele acrescentou, referindo-se à destruição e exílio.

Nos séculos após a destruição e exílio, até 200 a.C., disse Finkelstein, praticamente não há evidência arqueológica de inscrições em hebraico. Ele disse que esperava que escavações revelassem selos gravados e escritos cotidianos em cerâmica, mesmo que textos mais importantes, como os bíblicos, fossem feitos em materiais perecíveis, como pergaminho e papiro.

Os textos bíblicos escritos nos séculos após 586 a.C., ele sugeriu, provavelmente foram compostos na Babilônia.

Outros acadêmicos alertaram contra extrair conclusões demais a respeito de quando a primeira grande parte da Bíblia foi escrita, com base em extrapolações a partir das taxas de alfabetização antigas.

“Não há um consenso atualmente nos estudos bíblicos”, disse o professor Edward Greenstein, da Universidade Bar-Ilan, perto de Tel Aviv. “O processo de transmissão era muito mais complicado do que os acadêmicos costumam pensar.”

O processo de composição da Torá, segundo Greenstein, parece ter envolvido camadas de reescrições, suplementos e revisões.

Apontando para o saber recente da literatura bíblica, ele disse que os escribas podiam registrar os textos principalmente como auxílio à memória, em um mundo onde ainda eram transmitidos oralmente.

“Os textos bíblicos não precisavam ser escritos por muitas pessoas, ou lidos por muitas pessoas, para serem redigidos”, ele disse, acrescentando que os textos não circulavam amplamente.

Para deduzir as taxas de alfabetização, a equipe de pesquisa usou um método que Barak Sober, do Departamento de Matemática Aplicada da Universidade de Tel Aviv, comparou à análise forense de caligrafia adaptada aos tempos antigos.

Os matemáticos pegaram 16 cacos de cerâmica de Arad que eram mais ricos em conteúdo (dois apresentavam inscrições em ambos os lados). Dois dos textos lembravam uma chamada, apenas listando as pessoas presentes, e foram claramente escritos no posto avançado no deserto; outros foram compostos em outro lugar.

Muitas das cartas em aramaico não eram claras, de modo que não era possível dar simplesmente entrada dos dados em um computador. Em vez disso, os pesquisadores conceberam uma forma de reconstruí-las. Então as letras de pares de textos foram misturadas e o algoritmo as separou com base na caligrafia.

Se o algoritmo dividisse as letras em dois grupos claros, os textos eram contados como tendo sido escritos por dois autores. Quando o algoritmo não distinguia entre as letras e as deixava juntas em um grupo, nenhuma posição era tomada; elas podiam ter sido escritas pela mesma mão ou, possivelmente, por duas pessoas com estilo semelhante.

Um cálculo conservador revelou pelo menos quatro autores, e seis quando o conteúdo foi levado em consideração, como quem estava escrevendo para quem.

Outro óstraco foi endereçado a um homem chamado Nahum. Ele foi instruído a ir “até a casa de Eliashib, filho de Eshiyahu” para pegar um jarro de óleo, para enviá-lo a Ziph “rapidamente, o lacrando com seu selo”.

Tradutor: George El Khouri Andolfato

Fonte: Notícias Cristãs.

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Jovem criada por lésbicas diz que sentiu falta do pai e critica gays: “Seus filhos estão sofrendo”

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A militância homossexual tem, entre suas principais bandeiras, a adoção homoparental como um dos pontos símbolos de sua luta por mais leis que os beneficie. Dentre os opositores dessas questões, a adoção de filhos por casais homossexuais é também um dos pontos de maior estresse. E essa semana, o debate ganhou um capítulo extremamente curioso.

Uma mulher norte-americana de 31 anos, criada por um casal de lésbicas, escreveu uma carta aberta aos ativistas gays falando de sua experiência de vida e alertando os homossexuais de que o modelo proposto por eles para criar seus filhos traz efeitos colaterais indesejados.

Intitulada “Querida Comunidade Gay: Seus Filhos Estão Sofrendo”, a carta de Heather Barwick é uma crítica aberta e pontual à adoção homoparental: “Não é porque vocês são gays. Eu amo muito vocês. É pela própria natureza do relacionamento entre pessoas do mesmo sexo”, explica a autora da carta.

No texto, Heather conta que sua mãe deixou seu pai quando ela tinha dois ou três anos e passou a morar com outra mulher, que a tratava “como se fosse sua própria filha”, porém ela sentiu falta do pai na infância.

Heather explica ainda que foi criada em um ambiente de bastante liberdade, cercada por homossexuais amigos de sua mãe e sua madrasta, porém, sofreu com a falta de referência masculina: “Casamento entre pessoas do mesmo sexo significa privar a criança de um pai ou uma mãe dizendo que não importa, que é tudo o mesmo. Mas não é”, observa.

A defesa da família tradicional vem ganhando força entre os próprios homossexuais, que acreditam que o direito dos gays em formar suas próprias famílias não torna o modelo baseado em um homem e uma mulher esteja ultrapassado ou seja prejudicial. O caso recente mais vultoso foi o da dupla de estilistas Domenico Dolce e Stefano Gabbana, que discutiram publicamente com o cantor Elton John a respeito da adoção de crianças por casais gays.

Fonte: Gospel +.

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Florianópolis aprova lei que obriga escolas a terem Bíblias em “local de destaque”

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Uma lei aprovada e sancionada pela prefeitura de Florianópolis (SC) obriga as escolas da cidade a terem exemplares da Bíblia Sagrada em local de “destaque”.

O projeto que deu origem à nova legislação foi apresentado pelo vereador Jerônimo Alves (PRB), bispo licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus. De acordo com informações do G1, a lei não faz menção à obrigatoriedade de livros de outras religiões.

De acordo com o texto da lei nº 9.734, de 11 de março de 2015, diz que “os exemplares deverão ficar em local de destaque, sendo disponibilizados na forma impressa, em braile e áudio” nas bibliotecas das escolas.

No entanto, o custo da aquisição dos exemplares da Bíblia ficará a cargo de cada instituição de ensino. Um dos artigos da lei sugere que a direção das escolas distribua exemplares do livro nos pátios durante a semana que antecede o Dia do Livro, e deixa claro que essa questão fica a cargo de cada instituição.

Contramão

Enquanto Florianópolis aprovou uma lei que incentiva a leitura da Bíblia Sagrada, o procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, quer o fim da obrigatoriedade da presença do livro nas bibliotecas e escolas públicas.

Fora isso, o procurador-Geral também moveu ação contra o estado de Rondônia, que tem uma lei em vigor que estabelece a Bíblia como uma publicação-base de “fonte doutrinária para fundamentar princípios, usos e costumes de comunidades, igrejas e grupos”.

Fonte: Gospel +.

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Papa Francisco diz que fim da obrigação do celibato “está na agenda” da Igreja Católica

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Uma das questões mais delicadas nas tradições católicas é a exigência do celibato para os sacerdotes, que precisam abdicar da possibilidade de construir uma família para seguir o ministério.

O papa Francisco, que já admitiu que a exigência do celibato não é um dogma de fé, mas apenas uma tradição da igreja, voltou a falar no tema essa semana.

Durante uma entrevista concedida na quarta-feira, 19 de fevereiro, o papa afirmou que o fim do celibato é um assunto para o qual ele tem dedicado parte de seu tempo.

“Isso está presente na minha agenda”, disse Francisco aos jornalistas. A possibilidade do fim do celibato obrigatório abre inúmeros debates sobre a liturgia católica, pois atualmente os padres ocidentais que se casam tornam-se impedidos de conduzir celebrações religiosas.

De acordo com informações do iG, a punição aos padres que se casam não é aplicada a padres dos países orientais, onde o rito da Igreja Católica permite que o sacerdote continue em sua função caso se case.

“A Igreja Católica tem padres casados, católicos ​​gregos, católicos coptas e no rito oriental. Não é um debate sobre um dogma, mas sobre uma regra de vida que eu aprecio muito e que é um dom para a Igreja. Por não ser um dogma da fé, a porta sempre está aberta [à discussão]”, afirmou o papa em maio de 2014, durante a viagem de volta à Roma depois de sua visita a Israel.

Fonte: Gospel +.

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Artista britânico afirma que igrejas deveriam oferecer wi-fi grátis para atrair os fiéis de volta

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Em muitos países, como a Inglaterra, as igrejas têm perdido o seu papel como centro das comunidades, e já não conta mais com a mesma popularidade que alguns anos atrás. Diante dessa mudança social, o britânico Andrew Lloyd Webber afirma que a igreja tem que buscar formas de se tornar novamente relevante e sugere a instalação de internet gratuita como forma de trazer as pessoas de volta aos templos.

Em declarações ao Daily Mail, Webber, que é compositor de musicais como “Jesus Christ Superstar”, mostrou-se convicto de que o acesso a internet grátis é a solução para as igrejas voltarem a ser vistas como importantes para a comunidade.

– Quando isso acontecer, as igrejas voltarão a ser o centro da comunidade – afirma Webber, acrescentando que o objetivo é instalar pontos de acesso em todos os edifícios religiosos do país.

O compositor afirmou ainda que é importante o desenvolvimento de aplicativos dedicadas às diversas igrejas no Reino Unido. Entre os exemplos mencionados por Andrew Webber, estão aplicativos dedicados à divulgação de informações históricas sobre estes locais de culto, bem como listas de seus “tesouros escondidos”.

O compositor britânico afirmou ainda que a sua proposta é exequível e que está, neste momento, discutindo a proposta com membros do executivo britânico.

– O governo já indicou que estaria disponível para financiar a ideia de instalar wi-fi – afirma, assegurando que tais medidas permitiriam que os espaços religiosos voltassem “à sua tradição medieval”, ocupando um lugar mais central nas cidades inglesas.

Fonte: Gospel +.

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Estátua de soldado orando será removida de cidade nos EUA após ação movida por grupo ateísta

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A prefeitura da cidade de King, na Carolina do Norte, anunciou recentemente que desistiu de sua batalha legal para manter a estátua de um soldado orando diante de uma cruz, depois de uma disputa de quatro anos desencadeada pela queixa de um ateu.

De acordo com o The Daily Caller, a prefeitura cedeu à remoção da estátua após ter gasto cerca 50 mil dólares foram gastos com processos e para manter a estátua de forma legal. A decisão foi anunciada após as autoridades municipais calcularem que teriam que desembolsar mais de 2 milhões de dólares para manter a estátua.

– A decisão não foi tomada até que ficou claro que os custos do processo para julgamento seriam muito maiores que os limites da política segura da cidade – afirmou a prefeitura em um comunicado, ressaltando que a decisão de desistir da luta para manter a estátua foi uma “decisão difícil para o conselho da cidade”.

O prefeito de King, Dillard Brunette, comentou o caso afirmando que “não há nenhuma vitória nesta situação”.

Fonte: Gospel +.

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Rodrigo Faro cria polêmica entre evangélicos ao se batizar no Rio Jordão

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Na última segunda feira (22), o apresentador de TV Rodrigo Faro exibiu em seu programa “Hora do Faro”, a primeira parte de uma reportagem gravada por ele em sua visita a Jerusalém e a locais por onde Jesus Cristo passou. A reportagem motivou uma polêmica entre evangélicos por mostrar o apresentador se batizando no Rio Jordão, mesmo no qual Cristo foi batizado.

O ato de fé causou polêmica nas redes sociais, e dividiu a opinião dos evangélicos. Para muitos evangélicos, Rodrigo Faro “vivenciou uma bênção” ao participar desse ato que é sagrado para a fé cristã. Porém, outros questionam a veracidade do batismo do apresentador e afirmavam que Faro “nem sabia o que aquilo significava”. Para os que criticaram a atitude do apresentador, ele estaria desrespeitando a ordenança sagrada.

O batismo de Rodrigo Faro aconteceu no dia 7 de dezembro, nas águas do Rio Jordão, em Israel. Ele passou uma semana na região para gravar uma série de reportagens, e publicou alguns dos momentos também em seu perfil no Instagram.

– Batizado no Rio Jordão, nas águas onde Jesus foi batizado por João Batista. Momento de muita oração e emoção! – escreveu Rodrigo Faro ao compartilhar uma foto do batismo na rede social.

Além do momento de fé, ele também publicou nas redes sociais fotos dos momentos em que aproveitou para fazer programas turísticos, como passear de camelo e tomar banho de lama no mar morto.

Fonte: Gospel +.

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“Culto de Milagres” em estádio termina em tumulto e 11 pessoas morrem pisoteadas

Um evento chamado “Culto de Milagres”, organizado por uma igreja neopentecostal de Zimbábue em um estádio, terminou com a morte de 11 pessoas após um tumulto generalizado.

A tragédia aconteceu na última sexta-feira, 21 de novembro, quando milhares de pessoas tentaram deixar o estádio pela mesma porta de saída. De acordo com a Polícia local, mais de 30 mil pessoas compareceram à reunião.

O estádio, localizado a 130 Km a oeste de Harare, capital do país, havia sido reservado para uma pregação do pastor Walter Magaya, conhecido no país por atrair multidões.

De acordo com o comissário Shadreck Mubaiwa, o tumulto começou quando o pastor encerrou o culto de milagres, e parte dos presentes resolveu sair às pressas do local, por uma única saída.

No tumulto, quatro pessoas que foram pisoteadas foram declaradas mortas no próprio estádio, enquanto outras sete foram socorridas a um hospital próximo e não resistiram aos ferimentos.

“A policia tentou resgatar as pessoas, mas se viram impedidas pela grande multidão. É uma pena que as pessoas queriam sair correndo, o que tornou difícil de conter a situação“, disse Mubaiwa à agência de notícias Reuters.

No entanto, alguns dos fiéis que compareceram ao “Culto de Milagres” acusaram a Polícia de obstruir a maioria das saídas do estádio, e de usar gás lacrimogêneo para impedir a saída descontrolada das pessoas. A Polícia nega as acusações.

De acordo com a BBC, Walter Magaya é um líder religioso que baseia seu ministério na promessa de curas a partir de orações milagrosas.

Magaya se diz discípulo do popular e polêmico pastor TB Joshua, e se tornou conhecido há dois anos, após evangelizar uma famosa dançarina stripper de Zimbábue, conhecida como Beverly Sibanda.

Fonte: Gospel +.