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Aqui você encontra ilustrações para seu sermão ou apenas para refletir aspectos de sua vida e caminhada com Deus.

A IGREJA E O MENDIGO

A Igreja e o Mendigo

A IGREJA E O MENDIGOA Igreja e o Mendigo

Pastor se veste de mendigo e surpreende fiéis

O pastor Jeremias Steepek (foto acima) se disfarçou de mendigo e foi a igreja de 10 mil membros onde ia ser apresentado como pastor principal pela manhã.

   Caminhou ao redor da igreja por 30 minutos enquanto ela se enchia de pessoas para o culto. Somente 3 de cada 7 das 10.000 pessoas diziam “oi” para ele.

   Para algumas pessoas, ele pediu moedas para comprar comida. Ninguém na Igreja lhe deu algo. Entrou no templo e tentou sentar-se na parte da frente, mas os diáconos o pediram que ele se sentasse na parte de trás da igreja.

   Ele cumprimentava as pessoas que o devolviam olhares sujos e de julgamento ao olhá-lo de cima à baixo.

   Enquanto estava sentado na parte de trás da igreja, escutou os anúncios do culto e logo em seguida a liderança subiu ao altar e anunciaram que se sentiam emocionados em apresentar o novo pastor da congregação:

   “Gostaríamos de apresentar à vocês o Pastor Jeremias Steepek”.

   As pessoas olharam ao redor aplaudindo com alegria e ansiedade.

   Foi quando o homem sem lar, o mendigo que se sentava nos últimos bancos, se colocou em pé e começou a caminhar pelo corredor.

   Os aplausos pararam. E todos o olhavam. Ele se aproximou do altar e pegou o microfone. Conteve-se por um momento e falou:

   “Então, dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo.35  Porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era forasteiro, e me hospedastes;36  estava nu, e me vestistes; enfermo, e me visitastes; preso, e fostes ver-me.37  Então, perguntarão os justos: Senhor, quando foi que te vimos com fome e te demos de comer? Ou com sede e te demos de beber?38  E quando te vimos forasteiro e te hospedamos? Ou nu e te vestimos?39  E quando te vimos enfermo ou preso e te fomos visitar?40  O Rei, respondendo, lhes dirá: Em verdade vos afirmo que, sempre que o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes.

   Depois de haver recitado o texto de Mateus 25:34-40, olhou a congregação e lhes contou tudo que havia experimentado aquela manhã.

   Muitos começaram a chorar, muitas cabeças se inclinaram pela vergonha.

   O pastor disse então: “Hoje vejo uma reunião de pessoas, não a Igreja de Jesus Cristo. O mundo tem pessoas suficientes, mas não suficientes discípulos. Quando vocês se tornarão discípulos?”.

   Logo depois, encerrou o culto e despediu-se: “Até semana que vem”!

   Amados: Ser cristão é mais que algo que você defende. É algo que você vive e compartilha com outras pessoas.

Somos dignos do nome de Cristãos QUANDO CARREGAMOS OS FARDOS DA MISÉRIA ALHEIA. Quando geramos comunidades que não sejam “VENHA A MIM, E AOS OUTROS NADA…” 

   É quando a comunidade fica pensando: o que posso fazer, para levar a bênção aos outros?  

   Se não for assim, é mero teatro semanal religioso.

A Fonte de Consolação

a fonte de consolaçãoA Fonte de Consolação

   Onde achar consolação na tristeza? A resposta é: No Senhor Jesus Cristo! Ele é o Príncipe dos sofredores, e é por isso o supremo Consolador. A Bíblia diz: que Ele “como nós em tudo foi tentado, mas sem pecado”. Hebreus 4:15

Coloquemos nossas preocupações de lado e reflitamos por alguns momentos, no que Cristo é para nós, nas tristezas da vida:

* Em primeiro lugar, consideremos a tristeza que nos advém quando perdemos alguma coisa, quando os negócios fracassam, quando perdemos nossas propriedades, ou o conforto a que sempre estivemos costumados.

É aí que as palavras de Cristo assumem sentido especial: “Olhai e guardai-vos da avareza, porque a vida de um homem não consiste na abundância das coisas que possui.” Lucas 12:15

Quando sofremos perdas materiais, podemos estar certos de que Deus sabe o que se passa conosco; e que, se confiarmos n’Ele, algum dia e de alguma maneira o bem nos advirá, e a vida sorrirá de novo.

“Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.” Romanos 8.28

* Cristo é o nosso Consolador quando perdemos a saúde. Muitos há que necessitam de ânimo na doença. Alguns necessitam de ânimo mais que qualquer outra coisa. A Escritura diz: “O coração alegre é bom remédio.” Provérbios 17:22

Podemos ir a Cristo e obter auxílio na doença , pois Ele é o grande Médico. Enquanto esteve aqui na terra, Jesus aparentemente gastou mais tempo curando os doentes do que pregando a Sua doutrina.

Alguns, Ele curou com uma palavra, outros com um toque, outros foram instruídos a usar certos meios que proviam a cura. Alguns foram curados instantaneamente, outros começaram a melhorar imediatamente.

Cristo andou pôr toda parte fazendo o bem e curando os doentes, cumprindo assim a profecia de que Ele tomaria sobre Si as enfermidades do homem e carregaria com suas doenças. (Mateus 8:17)

Ao vir pois a doença, coloquemo-nos nas mãos de Jesus, pela oração, busquemos Sua ajuda, Sua cura.

Devemos também fazer o que podemos para observar as leis de saúde, pois o nosso corpo é o templo do Espírito Santo. (I Coríntios 6:19).

Devemos abandonar os hábitos que nos prejudiquem fisicamente como: o álcool, o fumo, e alimentos gordurosos.

Não é negar a fé, buscar a ajuda de um bom profissional quando doentes, mas, necessitamos lembrar que toda a verdadeira cura vem de Deus.

* Cristo é nossa consolação na tristeza decorrente da falta de paz e segurança no mundo.  Muitos olham a guerra, os perigos do submundo do crime, a violência nas grandes cidades, e perdem a esperança, perdem a coragem.

Milhares se preocupam a ponto de adoecerem: Lucas 21:26 “Desfalecendo os homens de medo pela expectação das coisas que sobrevêm ao mundo:”

O que crê nas Escrituras, vê nas presentes condições do mundo sinais da breve volta de Jesus. Há conforto para ele nas palavras do Senhor: “Quando, porém, estas coisas começarem a acontecer, exultai e levantai as vossas cabeças; porque a vossa redenção se aproxima.” Lucas 21:28

Não importa o que venha, se a guerra, se a fome,  se a perda de todas a coisas, até da própria vida, estamos nas mãos de Deus. Nenhum verdadeiro mal nos poderá sobrevir se estivermos nas mãos do Senhor..

* Cristo é o conforto para os que sentem tristeza pelo pecado. Muitos que caem em tentação e pecado descobrem depois que são olhados com desprezo pelos seus amigos.

Isto os desanima e os leva a pensar que não poderão mais ser felizes. Mas, Cristo, tem consolação para todos os que se acham aflitos pelos pecados passados.

A Bíblia nos diz: “Ele não veio para chamar os  justos, mas os pecadores, ao arrependimento.” Mateus 9:13. E “se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e para nos purificar de toda a injustiça.” I João 1:9

Se nossos pecados estão perdoados, e eles estão, se na verdade os confessamos, não devemos nos preocupar com eles. Os pecados que confessamos acham-se sob o sangue, na cruz do Calvário, tão longe de nós quanto as trevas estão longe do sol.

* Outra ocasião em que necessitamos do conforto de Cristo é quando perdemos nossos entes queridos e uma grande ferida se forma em nosso coração. Essa tremenda dor vem, em algum tempo, a cada família.

Quando isso acontece, nos oprime, sentimos saudade do toque de uma mão que desapareceu, de uma voz que está em silêncio. É quando somos despojados dos entes queridos que a consolação de Cristo significa para nós mais do que tudo o que existe no mundo.

Cristo compreende as nossas tristezas. E nos dá a promessa: “Como quem recebe de sua mãe conforto, assim Eu vos confortarei.” Isaías 66:13

Querido ouvinte, se ao longo da estrada da vida, você foi assaltado pela adversidade ou sofreu uma grande perda, não desanime, não olhe para trás, olhe para o futuro, ao lar eterno, que Jesus quer dar a você e a mim também.

Desse maravilhoso lar que está escrito: I Coríntios 2:9 – “Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam”.

Creia, é nesse Lar de Glória que encontraremos a total felicidade, que será viver para sempre ao lado dos nossos entes queridos, sem medo, sem problemas financeiros e acima de tudo a maior felicidade que será ver Cristo sempre ao nosso lado.

Queridos irmãos ouvintes: neste mundo temos muitas lutas. Mas Jesus prometeu estar conosco aqui nos ajudando. Eu sei que Ele está agora bem do Seu lado. Mas um dia Ele virá e nos levará para o Lar Eterno, onde não haverá mais tristezas.

“O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pelo amanhecer”.

A PONTE E A PINGUELA‏

a ponte pinguelaA PONTE E A PINGUELA

Certo homem, depois de muitos anos de trabalho e meditação sobre a melhor maneira de atravessar o rio diante de sua casa, construiu uma pinguela sobre ele. 
Acontece que os habitantes da aldeia raramente ousavam atravessá-la, por causa de sua precariedade. 
Um belo dia apareceu por ali um engenheiro. 
Junto com os habitantes, construíram uma ponte, o que deixou enfurecido o construtor da pinguela. 
A partir daí, ele começou a dizer, para quem quisesse ouvir, que o engenheiro tinha desrespeitado o seu trabalho. 
-Mas a pinguela ainda está lá! – respondiam os habitantes. 
– É um monumento aos seus anos de esforço e meditação. 
-Ninguém a usa – o homem, nervoso, insistia. 
-O senhor é um cidadão respeitado, e nós gostamos do senhor. 
Acontece que, se as pessoas acham a ponte mais bela e mais útil que a pinguela, o que podemos fazer? 
-Ela está cruzando o meu rio! 
-Mas senhor, apesar de todo o respeito que temos pelo seu trabalho, queríamos dizer que o rio não é seu. 
Ele pode ser atravessado a pé, por barco, a nado, de qualquer maneira que desejarmos; se as pessoas preferem cruzar a ponte, por que não respeitar o desejo delas? 
Por que, ao invés de tentar melhorar a sua pinguela, o senhor passa o tempo todo criticando a ponte?” 
Para aqueles questionamentos o homem não teve resposta… 
 
 
Pense nisso… 
Quantas vezes preferimos criticar o trabalho dos outros a melhorar o nosso! 
Quantas vezes também nos enchemos de ousadia, nos arriscamos para implantar novidades e somos criticados por pessoas que não imaginam o tamanho do desafio que enfrentamos…
História baseada em um conto de Silvio Paulo Albino
http://marciaalfate.blogspot.com.br/

 

A CAIXINHA DE BEIJOS

a caixinha de beijosA CAIXINHA DE BEIJOS

Há certo tempo atrás, um homem castigou sua filhinha de 3 anos por
desperdiçar um rolo de papel de presente dourado.

O dinheiro andava escasso naqueles dias, razão pela qual o homem ficou
furioso ao ver a menina envolvendo uma caixinha com aquele papel dourado e
colocá-la debaixo da árvore de Natal.

Apesar de tudo, na manhã seguinte, a menininha levou o presente a seu pai e disse: “Isto é pra você, paizinho!”. Ele sentiu-se envergonhado da sua furiosa reação, mas voltou a “explodir” quando viu que a caixa estava vazia.
Gritou, dizendo: “Você não sabe que quando se dá um presente a alguém, a
gente coloca alguma coisa dentro da caixa?” A pequena menina olhou para cima com lágrima nos olhos e disse:

 “Oh, Paizinho, não está vazia. Eu soprei beijos dentro da caixa. Todos para você, Papai.” O pai quase morreu de vergonha, abraçou a menina e suplicou que ela o perdoasse.
Dizem que o homem guardou a caixa dourada ao lado de sua cama por anos e
sempre que se sentia triste, chateado, deprimido, ele tomava da caixa um
beijo imaginário e recordava o amor que sua filha havia posto ali.

*****

De uma forma simples, mas sensível, cada um de nós humanos temos recebido
uma caixinha dourada, cheia de amor incondicional e beijos de nossos pais,
filhos, irmãos e amigos…

Ninguém poderá ter uma propriedade ou posse mais bonita que esta.

(autor desconhecido)

A BÍBLIA INCOMPLETA

a biblia incompletaA BÍBLIA INCOMPLETA

O monge beneditino D. Marcos Barbosa, em palestra radiofônica em fins de 1982, talvez preocupado como D. Avelar Brandão com o crescimento das “seitas” protestantes, procurou sofismas sobre a Bíblia, alegando em favor do catolicismo umas “verdades” que não são verdadeiras. Disse:

- Os judeus têm um livro sagrado: Chama-se Bíblia. Os protestantes têm um livro sagrado: chama-se Bíblia. Os católicos têm um livro sagrado: chama-se Bíblia. Até aqui tudo bem. Tudo é verdade:

Disse mais:

- Os judeus têm uma Bíblia incompleta; os protestantes têm uma Bíblia incompleta. Os católicos têm uma Bíblia completa.

Aqui está o sofisma para confundir os incautos. A verdade é que os judeus, os protestantes e os evangélicos – não incluídos no grupo pelo eminente religioso – têm uma Bíblia diferente da Bíblia católica. Os judeus não crêem em Jesus como Messias, portanto não têm o Novo Testamento; os protestantes e os evangélicos têm a mesma Bíblia dos judeus, acrescida do Novo Testamento, e os católicos têm a mesma Bíblia dos protestantes e evangélicos, acrescida de livros apócrifos, recusados pelos judeus que nos legaram tudo o que sabemos sobre o Deus verdadeiro.

“No decorrer dos séculos, muitos homens têm tentado adicionar palavras espúrias à Palavra de Deus. No Concilio de Trento, em 1545, a Igreja Católica Romana decidiu incluir no Livro de Deus todos os volumes dos Apócrifos. Não há nenhum judeu sincero e nenhum cristão sincero que queira incluir na Bíblia os monstruosos absurdos que lemos nos apócrifos.”

*****

“Porque eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro que, se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus fará vir sobre ele as pragas que estão es­critas neste livro. E, se alguém tirar quaisquer palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte da árvore da vida, e da cidade santa, que estão escritas neste livro. Aquele que testifica estas coisas, diz: Certamente cedo venho. Amém. Ora vem, Senhor Jesus!” (Ap 22.18-20).

APENAS COMPREENDA

apenas compreendaAPENAS COMPREENDA

   Um sujeito estava colocando flores no túmulo de um parente, quando vê um chinês colocando um prato de arroz na lápide ao lado.

Ele se vira para o chinês e pergunta:

— Desculpe, mas o senhor acha mesmo que o defunto virá comer o arroz?

E o chinês responde:

— Sim, quando o seu vier cheirar as flores!

RESPEITAR AS OPÇÕES DO OUTRO, EM QUALQUER ASPECTO, É UMA DAS MAIORES VIRTUDES QUE UM SER HUMANO PODE TER” “AS PESSOAS SÃO DIFERENTES, AGEM DIFERENTE, E PENSAM DIFERENTE. NUNCA JULGUE… APENAS COMPREENDA!

(Autor Desconhecido)

A BÍBLIA E OS DESTINOS DA PÁTRIA

billyA BÍBLIA E OS DESTINOS DA PÁTRIA

 “Quando o genial Winston Churchill, na qualidade de primeiro-ministro do império britânico, num dos momentos mais dramáticos da vida nacional, recebeu a visita de Billy Graham, a pergunta que formulou ao pregador foi esta:

- Jovem, há alguma esperança, ainda, para o mundo?

Sem se perturbar, e tirando do bolso um exemplar do Novo Testamento, Billy Graham respondeu com sua habitual eloquência, que aquele Livro que tinha nas mãos estava cheio de esperança. Depois, o pregador, atendendo pedido do inesquecível estadista, começou a ler passagens inspiradas das Sagradas Escrituras, que falavam àquele coração batido pelas lutas, pelas tempestades repetidas das demandas internacionais. Depois de seguidos minutos de piedoso contato com o eterno livro, Winston Churchill, agradecendo a oportuníssima visita, disse a Billy Graham:

- Obrigado. Você deu a um velho a renovação de sua fé no futuro.

E Billy, mais enfático ainda, referindo a este acontecimento:

- Não fui eu. Foi a Bíblia, unicamente a Bíblia.

Nesses instantes de crise e de provação, quando os verdadeiros valores da vida são testados, feliz é o homem que pode ouvir a voz de Deus. O Deus que fala ao coração fatigado, através das páginas consoladoras da Bíblia. Deus da Bíblia, que na experiência do profeta, “tem o seu caminho na tormenta e nas tempestades e as próprias nuvens são apenas o pó de seus pés”.

 (Autor Desconhecido)

A FLAUTA MÁGICA

A-Flauta-MagicaA FLAUTA MÁGICA

 Era uma vez um caçador que contratou um feiticeiro para ajudá-lo a conseguir alguma coisa que pudesse lhe facilitar o trabalho nas caçadas.

Depois de alguns dias, o feiticeiro lhe entregou uma flauta mágica que, ao ser tocada, enfeitiçava os animais, fazendo-os dançar.

Desse modo, o caçador teria a sua ação facilitada. Entusiasmado com o instrumento,
o caçador organizou uma caravana convidando dois outros amigos caçadores para irem caçar na África.

Logo no primeiro dia de caçada, o grupo se deparou com um feroz tigre. De imediato,
o caçador pôs-se a tocar a flauta e, milagrosamente, o tigre, que já estava próximo de um de seus amigos, começou a dançar.

Foi fuzilado à queima roupa. Horas depois, um sobressalto. A caravana foi atacada por um leopardo que saltava de uma árvore. Ao som da flauta, contudo, o animal transformou-se: de agressivo, ficou manso e dançou.

Os caçadores não hesitaram: o mataram com vários tiros. E foi assim: flauta sendo tocada, animais ferozes dançando, caçadores matando.

Ao final do dia, o grupo encontrou pela frente, um leão faminto.

A flauta soou, mas o leão não dançou. Ao contrário, atacou um dos amigos do caçador
flautista, devorando-o. Logo depois, devorou o segundo.

O tocador de flauta, desesperadamente, fazia soar as notas musicais, mas sem resultado algum.

O leão não dançava. E enquanto tocava e tocava, o caçador foi devorado.

Dois macacos, em cima de uma árvore próxima, a tudo assistiam.

Um deles observou com sabedoria: – Eu sabia que eles iam se dar mal quando encontrassem um surdinho…

Moral da História:

Não confie cegamente nos métodos que sempre deram certo; um dia podem não dar.

Tenha sempre planos de contingência; prepare alternativas para as situações imprevistas; preveja tudo que pode dar errado e prepare-se.
Esteja atento às mudanças e não espere as dificuldades para agir.

 



A Face de Deus

A Face de DeusA Face de Deus

Havia um pequeno menino que queria se encontrar com Deus. Ele sabia que tinha um longo caminho pela frente. Um dia encheu sua mochila com pastéis e guaraná e saiu para brincar no Parque.

Quando ele andou umas 3 quadras, encontrou um velhinho sentando em um banco da praça olhando os pássaros. O menino sentou-se junto a ele, abriu sua mochila e ia tomar um gole de guaraná, quando olhou o velhinho e viu que ele estava com fome, então ofereceu-lhe um pastel. O velhinho muito agradecido aceitou e sorriu ao menino. Seu sorriso era tão incrível que o menino quis ver de novo; então ele ofereceu-lhe seu guaraná. Mais uma vez o velhinho sorriu ao menino. O menino estava tão feliz ! Ficaram sentados ali sorrindo, comendo pasteis e bebendo guaraná pelo resto da tarde sem falarem um ao outro.

Quando começou a escurecer o menino estava cansado e resolveu voltar para casa, mas antes de sair ele se voltou e deu um grande abraço ao velhinho. Aí o velhinho deu-lhe o maior sorriso que o menino já havia recebido.

Quando o menino entrou em casa, sua mãe surpresa perguntou ao ver a felicidade estampada em sua face.

– O que você fez hoje que te deixou tão feliz assim?

Ele respondeu.
– Passei a tarde com Deus __ e acrescentou__ Você sabe, Ele tem o mais lindo sorriso que eu jamais vi ?

Enquanto isso, o velhinho chegou em casa com o mais radiante sorriso na face, e seu filho perguntou:

– Por onde você esteve que está tão feliz?

E o velhinho respondeu:
– Comi pastéis e tomei guaraná no parque com Deus.

Antes que seu filho pudesse dizer algo, falou:

– Você sabe que Ele é bem mais jovem do que eu pensava?

A face de Deus está em todas as pessoas e coisas que são vistas por nós com os olhos do amor e do coração.

Fique em PAZ…

A Fábula da Convivência

A Fábula da ConvivênciaA Fábula da Convivência

Durante uma era glacial, muito remota, quando parte do globo terrestre esteve coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram, indefesos, por não se adaptarem às condições do clima hostil.
Foi então que uma grande manada de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a se unir, e juntar-se mais e mais.
Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro.
E todos juntos, bem unidos, agasalhavam-se mutuamente, aqueciam-se enfrentando por mais tempo aquele forte inverno .
Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, e afastaram-se feridos, magoados, por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus companheiros.

Doíam muito…

Mas, essa não foi a melhor solução : afastados, separados, logo começaram a morrer congelados, os que não morreram voltaram a se aproximar, pouco a pouco, com jeito, com precauções, de tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver, resistindo à longa era glacial.
E assim… Sobreviveram!
É fácil trocar palavras, difícil é interpretar os silêncios !
É fácil caminhar lado a lado, difícil é saber como se encontrar!
É fácil beijar o rosto, difícil é chegar ao coração !
É fácil apertar as mãos, difícil é reter o seu calor !
É fácil sentir o amor, difícil é conter sua torrente !
Que possamos nos aproximar uns dos outros com amor e serenidade de tal forma que nossos espinhos não firam as pessoas que mais amamos tanto no trabalho, na escola, na igreja, em casa ou na rua.

A terrível experiência da Prisão Stanford

A Experiência da Prisão de StanfordA terrível experiência da Prisão Stanford

O experimento de aprisionamento da Universidade de Stanford foi um marco no estudo psicológico das reações humanas ao cativeiro, em particular, nas circunstâncias reais da vida na prisão. Foi conduzido em 1971, por um time de pesquisadores liderados por Philip Zimbardo, da Universidade de Stanford. Voluntários faziam os papéis de guardas e prisioneiros, e viviam em uma prisão “simulada”. Contudo, o experimento rapidamente ficou fora de controle e foi abortado.

A Seleção

Os participantes foram recrutados através de um anúncio de jornal e receberiam US$ 15,00 por dia para participar de um “experimento simulado de aprisionamento”. Dos 70 inscritos, Zimbardo e seu time selecionaram 24, que foram julgados como sendo mais estáveis psicologicamente e possuindo boa saúde.

Estes participantes eram, na sua maioria, brancos, de classe média, do sexo masculino. Foram formados dois grupos de igual número de “prisioneiros” e “guardas”.  É interessante notar que o grupo dos prisioneiros, após terminado o experimento, pensava que os “guardas” haviam sido escolhidos devido sua forma física e tamanho, mas na realidade, eles foram escolhidos jogando cara-ou-coroa e não havia diferença substancial de estatura entre os dois grupos.

A PRISÃO DOS VOLUNTÁRIOS

A Prisão

A prisão, em si, localizava-se no subsolo do Departamento de Psicologia de Stanford, que fora adaptado para esse propósito. Um estudante assistente de pesquisa era o “Diretor” e Zimbardo o “Superintendente”. Zimbardo criou uma série de condições específicas na esperança de que os participantes ficassem desorientados, despersonalizados e  sem individualidade.

O PRÉDIO

Os Guardas

Aos guardas eram entregues bastões de madeira e uniformes de estilo militar de cor bege, que foram escolhidos pelos próprios “guardas” em uma loja local. Eles também receberam óculos de sol espelhados para evitar o contato visual (Zimbardo teve essa ideia a partir de um filme). Diferentemente dos prisioneiros, os guardas trabalhariam em turnos e poderiam voltar para suas casas nas horas livres, porém alguns preferiam voluntariar-se para fazer horas-extras sem pagamento.

Os Prisioneiros
Os prisioneiros deveriam vestir apenas roupões ao estilo do oriente-médio, sem roupa de baixo e chinelos de borracha, tais medidas fariam com que eles adotassem posturas corporais estranhas – segundo Zimbardo – visando aumentar o desconforto e a desorientação. Eles receberam números ao invés de nomes. Estes números eram costurados aos seus uniformes e os prisioneiros tinham de usar meias-calças apertadas feitas de nylon em suas cabeças para simular que seus cabelos estivessem raspados. Além disso, eles eram obrigados a utilizar correntes amarradas em seus tornozelos como um “lembrete permanente” de seu aprisionamento e subjugação.

A Experiência da Prisão de Stanford 1

As Instruções

No dia anterior ao aprisionamento, os guardas foram convocados a uma reunião de orientação, mas não receberam nenhuma instrução formal. Apenas a violência física não seria permitida. Lhes foi dito que seria sua responsabilidade o funcionamento da prisão e que para tanto eles poderiam recorrer a qualquer meio que julgassem necessário. Zimbardo fez o seguinte discurso aos guardas durante a reunião: “Vocês podem gerar nos prisioneiros sentimentos de tédio, de medo até certo ponto, transmitir-lhes uma noção de arbitrariedade e de que suas vidas são totalmente controladas por nós, pelo sistema, por vocês e por mim, e não terão privacidade alguma… Nós vamos privá-los de sua individualidade de diversas maneiras. De um modo geral, isso fará com que eles se sintam impotentes. Isto é, nesta situação nós vamos ter todo o poder e eles nenhum.”
Aos participantes que seriam os prisioneiros, apenas foi dito para que eles esperassem em suas casas até serem “convocados” no dia que o experimento começaria. Sem qualquer outro aviso, eles foram “acusados” de roubo armado e presos pela verdadeiro departamento de polícia local de Palo Alto, que cooperou nesta parte do experimento. Os prisioneiros passaram pelo processo de identificação regular da polícia, incluindo a tomada de impressões digitais e fotografias, e foram informados de seus direitos. Depois disso foram levados até a “prisão simulada” onde foram revistados, “higienizados” e receberam suas novas identidades (números).

MANTENDO O CONTROLE
 A Crise

A experiência ficou rapidamente fora de controle. Os prisioneiros sofriam, e aceitavam , tratamentos humilhantes e sádicos por parte dos guardas e, como resultado, começaram a apresentar severos distúrbios emocionais. Após um primeiro dia relativamente sem incidentes, no segundo dia eclodiu uma rebelião. Guardas voluntariaram-se para fazer horas extras e trabalhar em conjunto para resolver o problema, atacando os prisioneiros com extintores de incêndio e sem a supervisão do grupo de pesquisa. Seguidamente, os guardas tentaram dividir os prisioneiros e gerar inimizade entre eles, criando um bloco de celas para “bons” e um bloco de celas para”ruins”.
Ao dividirem os prisioneiros desta forma, os guardas pretendiam que eles pensassem que havia “informantes” entre eles. Estas medidas foram altamente eficazes e motins em grande escala cessaram. De acordo com os consultores de Zimbardo, a tática é similar à utilizada, com sucesso, nas prisões americanas reais.

A REBELIÃO

A “contagem” dos prisioneiros, inicialmente instituída para os ajudar a se acostumarem com seus números de identificação, transformaram-se em cenas de humilhação, que duravam horas. Os guardas maltratavam os prisioneiros e impunham-lhes castigos físicos, como por exemplo, exercícios que obrigavam a esforços pesados. Muito rapidamente, a prisão tornou-se um local insalubre e sem condições de higiene e com um ambiente hostil e sinistro. O direito de utilizar o banheiro tornou-se um privilégio que poderia ser , e frequentemente era, negado. Alguns prisioneiros foram obrigados a limpar os banheiros sem qualquer proteção nas mãos. Os colchonetes foram removidos para o bloco de celas dos “bons” e os demais prisioneiros eram obrigados a dormir no concreto, sem roupa alguma. A comida era frequentemente negada, sendo usada como meio de punição. Alguns prisioneiros foram obrigados a despir-se e chegou a haver atos de humilhação sexual.

O envolvimento do pesquisador

Zimbardo descreveu que ele mesmo estava se sentindo cada vez mais envolvido na experiência que dirigiu e na qual foi igualmente participante ativo. No quarto dia, ele e os guardas, ao ouvirem um rumor sobre um plano de fuga, tentaram, alegando necessidade de maior “segurança”, transferir o experimento inteiro para um bloco prisional verdadeiro, pertencente ao departamento da polícia local e fora de uso. Felizmente a polícia local não acatou a ideia, e Zimbardo relatou ter-se sentido irritado e revoltado pelo que ele via como “falta de cooperação” das autoridades locais. À medida que o experimento prosseguia, os guardas iam dando mostras de um crescente sadismo, especialmente à noite, quando eles pensavam que as câmeras estavam desligadas.

A Experiência da Prisão de Stanford 2

 

Os investigadores afirmaram que aproximadamente um terço dos guardas apresentou tendências sádicas “genuínas”. Muitos dos guardas ficaram bastante desapontados quando a experiência foi terminada antes do previsto. Um dos pontos que Zimbardo ressaltou como prova de que os participantes haviam internalizado seus papéis é que, ao ser-lhes oferecida a “liberdade condicional” em troca do pagamento dos dias que faltavam para a experiência terminar, a maioria dos “prisioneiros” aceitou o acordo. Eles receberiam apenas pelos dias em que haviam participado. Porém, ao ser-lhes comunicado que a “liberdade condicional” havia sido rejeitada e que se eles fossem embora não receberiam nada, os prisioneiros permaneceram no experimento. Zimbardo alega que eles não tinham quaisquer razões para continuarem participando se estavam dispostos a prescindir do pagamento para abandonarem a prisão.

Um prisioneiro chegou a desenvolver um problema cutâneo de origem psicossomática por todo o corpo, ao descobrir que não poderia deixar o experimento ou não receberia nenhum dinheiro. Zimbardo ignorou alegando que ele apenas estava “fingindo” estar doente para poder escapar. Choro incontrolável e pensamento desorganizado também foram sintomas comuns entre os prisioneiros. Dois deles sofreram traumas tão fortes que tiveram de ser removidos e substituídos.

O horror e a greve

Um dos prisioneiros substitutos, com o número 416, ficou tão horrorizado com o tratamento que os guardas estavam dando que resolveu iniciar uma greve de fome. Ele foi trancado em um compartimento exíguo, que servia como “solitária”, durante três horas, enquanto os guardas o obrigaram a segurar as salsichas que tinha recusado comer. Os demais prisioneiros consideravam-no um “causador de problemas”. Para explorar esse sentimento, os guardas fizeram uma oferta: os prisioneiros poderiam abrir mão das suas mantas para que o substituto fosse libertado da solitária, ou ele seria mantido lá durante a noite toda. Os prisioneiros escolheram ficar com as suas mantas. Zimbardo interveio e o substituto pôde voltar para sua cela.

 

O final

Quando Zimbardo resolveu abortar o experimento, foi chamada uma pesquisadora que nada sabia do que havia sido feito para conduzir as entrevistas com os participantes. A pesquisadora em questão estava tendo um “relacionamento” com Zimbardo na época do experimento, e atualmente é casada com ele. Dentre todas as 50 pessoas que visitaram a “prisão”, a única pessoa que questionou a ética de tal experimento foi ela. O experimento, que havia sido planejado para durar duas semanas durou apenas seis dias.

Origem do texto: Wikipédia

“Rogo-vos pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos como um sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus” 

 Romanos 12.1-2.

A EXISTÊNCIA DE DEUS

a-existencia-de-DeusA EXISTÊNCIA DE DEUS

Damião era dono de uma bem sucedida farmácia numa cidade do interior.

Era um homem bastante inteligente, mas não acreditava na existência de Deus ou de qualquer outra coisa além do seu mundo material.

Um certo dia estava ele fechando a farmácia quando chegou uma criança aos prantos dizendo que sua mãe estava passando mal e que se ela não tomasse o remédio logo iria morrer.

Muito nervoso e após insistência da criança, resolveu reabrir a farmácia para pegar o remédio. Sua insensibilidade perante aquele momento era tal que acabou pegando o remédio mesmo no escuro, entregou-o à criança, que agradeceu e saiu dali às pressas. Minutos depois, percebeu que havia entregado o remédio errado para criança e, se aquela mãe o tomasse, seria morte instantânea.

Desesperado, tentou alcançar a criança, mas não teve êxito. Gritou em desespero. e o tempo passava e nada acontecia.

Sem saber o que fazer e com a consciência pesada, ajoelhou-se e começou a chorar e dizer que se realmente existia um Deus que não o deixasse passar por assassino.

O tempo passava e ele, de joelhos ficava pensando que  a mulher poderia já estar morta e, certamente, ele teria de pagar por isso.

Refletiu sobre suas intemperança, sobre seu mau humor principalmente sobre sua insensatez.

De repente, sentiu uma mão tocar-lhe o ombro esquerdo e ao virar deparou-se com acriança em prantos. Naquele momento ficou desconsolado. Mas tinha uma certeza: Deus, de fato, não existia. Já podia imaginar o que estava para lhe acontecer.

O choro e o olhar triste daquela criança lhe atravessava a alma.

No entanto, como um lampejo de sabedoria, perguntou ao menino o que lhe havia acontecido. Então aquela criança começou a  dizer: – “Senhor, por favor, não brigue comigo, mas é que caí e quebrei o vidro do remédio, dá pro senhor me dar outro?”.

Deus existe e te conhece pelo teu nome. Ele sempre tem o melhor para você, por mais que as circunstâncias mostrem o contrário.

Creia neste amor que é maior do que qualquer um dos seus problemas, mesmo que estes sejam grandes e de difícil resolução.

Creia na vida melhor que Ele tem preparada para você!  Creia neste amor!

Não considere esta mensagem como religiosa: é algo  muito maior do que religião. É uma mensagem sobre o amor de Deus que te faz estar próximo dele.

A religião nunca fez das pessoas filhos e filhas de Deus. Quem te faz próximo ao seu Pai é este amor.

Creia em todos os instantes deste dia como se fossem milagres realizados só para você, pois você é, com toda certeza, um dos milagres de Deus aqui na terra.

Jeremias 31:3 – Há muito que o Senhor nos apareceu dizendo: Com amor eterno te amei; com benignidade te atraí.

João 3:16 – Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que n’Ele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.

A Evolução da Educação

A Evolução da EducaçãoA Evolução da Educação

Antigamente se ensinava e cobrava tabuada, caligrafia, redação, datilografia…

Havia aulas de Educação Física, Moral e Cívica, Práticas Agrícolas, Práticas Industriais e cantava-se o Hino Nacional, hasteando a Bandeira Nacional antes de iniciar as aulas…

Leiam o relato de uma Professora de Matemática:

Semana passada, comprei um produto que custou R$ 15,80. Dei à balconista R$ 20,00 e peguei na minha bolsa 80 centavos, para evitar receber ainda mais moedas. A balconista pegou o dinheiro e ficou olhando para a máquina registradora, aparentemente sem saber o que fazer.

Tentei explicar que ela tinha que me dar 5,00 reais de troco, mas ela não se convenceu e chamou o gerente para ajudá-la.

Ficou com lágrimas nos olhos enquanto o gerente tentava explicar e ela aparentemente continuava sem entender.

Por que estou contando isso?

Porque me dei conta da evolução do ensino de matemática desde 1950, que foi assim:

1. Ensino de matemática em 1950:

Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda.Qual é o lucro?

2. Ensino de matemática em 1970:

Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda ou R$ 80,00. Qual é o lucro?

3. Ensino de matemática em 1980:

Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.O custo de produção é R$ 80,00..Qual é o lucro?

4. Ensino de matemática em 1990:

Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.O custo de produção é R$ 80,00..Escolha a resposta certa, que indica o lucro:

(  ) R$ 20,00  (  ) R$ 40,00  (  ) R$ 60,00  (  ) R$ 80,00  (  ) R$ 100,00

5. Ensino de matemática em 2000:

Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.O custo de produção é R$ 80,00..O lucro é de R$ 20,00.Está certo?

(  ) SIM  (  ) NÃO

6. Ensino de matemática em 2009:

Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.O custo de produção é R$ 80,00..Se você souber ler, coloque um X no R$ 20,00.

(  ) R$ 20,00  (  ) R$ 40,00  (  ) R$ 60,00  (  ) R$ 80,00  (  ) R$ 100,00

7. Em 2010…:

Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.O custo de produção é R$ 80,00..Se você souber ler, coloque um X no R$ 20,00.(Se você é afro descendente, especial, indígena ou de qualquer outra minoria social não precisa responder, pois é proibido reprová-los).

(  ) R$ 20,00  (  ) R$ 40,00  (  ) R$ 60,00  (  ) R$ 80,00  (  ) R$ 100,00

E se um moleque resolver pichar a sala de aula e a professora fizer com que ele pinte a sala novamente, os pais ficam enfurecidos, pois a professora provocou traumas na criança.

Também jamais levante a voz com um aluno, pois isso representa voltar ao passado repressor (Ou pior: O aprendiz de meliante pode estar armado).

Essa pergunta foi vencedora em um congresso sobre vida sustentável:

Todo mundo está ‘pensando’ em deixar um planeta melhor para nossos filhos…

Quando é que se ‘pensará’ em deixar filhos melhores para o nosso planeta?

A R I Q U E Z A V E R D A D E I R A

a riqueza verdadeiraA  R I Q U E Z A  V E R D A D E I R A

Um dia um homem que acreditava na vida após a morte, e que valorizava o ser mais que o ter, hospedou-se na casa de um materialista convicto, em bela mansão de uma cidade européia.
Depois da ceia, o anfitrião convidou o hóspede para visitar sua galeria de artes e começou a enaltecer os bens materiais que possuía, de maneira soberba.
Falou que o homem vale pelo que possui, pelo patrimônio que consegue acumular durante sua vida na Terra.
Exibiu escrituras de propriedades as mais variadas, jóias, títulos, valores diversos.
Depois de ouvir e observar tudo calmamente, o hóspede falou da sua convicção de que os bens da Terra não nos pertencem de fato, e que mais cedo ou mais tarde teremos que deixá-los.

Argumentou que os verdadeiros valores são as conquistas intelectuais e morais e não as posses terrenas, sempre passageiras.
No entanto, o materialista falou com arrogância que era o verdadeiro dono de tudo aquilo e que não havia ninguém no mundo capaz de provar que todos aqueles bens não lhe pertenciam.

Diante de tanta teimosia, o hóspede propôs-lhe um acordo:
– Já que é assim, voltaremos a falar do assunto daqui a cinqüenta anos, está bem?
– Ora, disse o dono da casa, daqui a cinqüenta anos nós já estaremos mortos, pois ambos já temos mais de sessenta e cinco anos de idade!

O hóspede respondeu prontamente:
– É por isso mesmo que poderemos discutir o assunto com mais segurança, pois só então você entenderá que tudo isso passou pelas suas mãos mas, na verdade, nada disso lhe pertence de fato.
Chegará um dia em que você terá que deixar todas as posses materiais e partir, levando consigo somente suas verdadeiras conquistas, que são as virtudes do espírito imortal.
E só então você poderá avaliar se é verdadeiramente rico ou não.

O homem materialista ficou contemplando as obras de arte ostentadas nas paredes de sua galeria, e uma sombra de dúvida pairou sobre seu olhar, antes tão seguro.
E uma voz silenciosa, íntima, lhe perguntava:
– Que diferença fará, daqui a cem anos, se você morou em uma mansão ou num casebre?
– Se comprou roupas em lojas sofisticadas ou num bazar beneficente?
– Se bebeu em taças de cristal ou numa concha de barro?
– Se comeu em pratos finos ou numa simples marmita?
– Se pisou em tapetes caros ou sobre o chão batido?
– Se teve grande reserva financeira ou viveu com um salário mínimo?
– Que diferença isso fará daqui a cem anos?
Absolutamente nenhuma !

No entanto, o que você fizer do seu tempo na Terra, fará muita diferença em sua vida, não só daqui a cem anos, mas por toda a eternidade.

 

 

A Esposa Surda

A Esposa SurdaA Esposa Surda

Um Senhor, preocupado com a saúde da sua esposa, vai ao médico.
— Qual o problema de sua esposa?
— Surdez. Não ouve quase nada.
— Então o senhor vai fazer o seguinte: antes de trazê-la, faz um teste para facilitar o diagnóstico do médico. Sem ela olhar, o senhor, a certa distância, fala em tom normal, até que perceba a que distância ela consegue ouvi-lo. E quando vier — diz ao médico — dirá a que distância o senhor estava quando ela o ouviu. Está certo?
— Certo, combinado então.
À noite, quando a mulher preparava o jantar, o velhote decidiu fazer o teste.
Mediu a distância que estava em relação à mulher. E pensou: “Estou a 15 metros de distância. Vai ser agora”
— Maria, o que temos para jantar? — não ouviu nada. Então aproximou-se a 10 metros.
— Maria, o que temos para jantar? — nada ainda. Então, aproximou-se mais 5 metros.
— Maria, o que temos para jantar? — Silêncio ainda.
Por fim, encosta-se às costas da mulher e volta a perguntar:
— Maria! O que temos para jantar?
— Frango, Meu bem! É a quarta vez que te respondo!
Como percebem, muitas vezes achamos que o problema ocorre com os outros, quando na realidade o problema é nosso, só nosso.