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A BÍBLIA INCOMPLETA

a biblia incompletaA BÍBLIA INCOMPLETA

O monge beneditino D. Marcos Barbosa, em palestra radiofônica em fins de 1982, talvez preocupado como D. Avelar Brandão com o crescimento das “seitas” protestantes, procurou sofismas sobre a Bíblia, alegando em favor do catolicismo umas “verdades” que não são verdadeiras. Disse:

- Os judeus têm um livro sagrado: Chama-se Bíblia. Os protestantes têm um livro sagrado: chama-se Bíblia. Os católicos têm um livro sagrado: chama-se Bíblia. Até aqui tudo bem. Tudo é verdade:

Disse mais:

- Os judeus têm uma Bíblia incompleta; os protestantes têm uma Bíblia incompleta. Os católicos têm uma Bíblia completa.

Aqui está o sofisma para confundir os incautos. A verdade é que os judeus, os protestantes e os evangélicos – não incluídos no grupo pelo eminente religioso – têm uma Bíblia diferente da Bíblia católica. Os judeus não crêem em Jesus como Messias, portanto não têm o Novo Testamento; os protestantes e os evangélicos têm a mesma Bíblia dos judeus, acrescida do Novo Testamento, e os católicos têm a mesma Bíblia dos protestantes e evangélicos, acrescida de livros apócrifos, recusados pelos judeus que nos legaram tudo o que sabemos sobre o Deus verdadeiro.

“No decorrer dos séculos, muitos homens têm tentado adicionar palavras espúrias à Palavra de Deus. No Concilio de Trento, em 1545, a Igreja Católica Romana decidiu incluir no Livro de Deus todos os volumes dos Apócrifos. Não há nenhum judeu sincero e nenhum cristão sincero que queira incluir na Bíblia os monstruosos absurdos que lemos nos apócrifos.”

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“Porque eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro que, se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus fará vir sobre ele as pragas que estão es­critas neste livro. E, se alguém tirar quaisquer palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte da árvore da vida, e da cidade santa, que estão escritas neste livro. Aquele que testifica estas coisas, diz: Certamente cedo venho. Amém. Ora vem, Senhor Jesus!” (Ap 22.18-20).