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Maridos solitários,esposas solitárias

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O Abandono do Primeiro Amor

O Abandono do Primeiro Amor

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Apocalipse 2:4 - "Tenho, porém, contra ti que abandonaste o teu primeiro amor".

Eles vinham tão bem…

Mas lhes faltou o principal: o amor.

A mensagem de Cristo à Igreja primitiva em Éfeso cada vez mais atual para as igrejas contemporâneas…

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Drogas fazem com que 80% dos pais viciados abandonem seus filhos

Crianças-abandono

Pelo menos 46 mil crianças e adolescentes vivem hoje em abrigos no Brasil.

Nos últimos dois anos, a cada dia 38 meninas e meninos de até 15 anos de idade foram vítimas de abandono ou negligência, segundo dados do Mapa da Violência 2014 — Crianças e Adolescentes, antecipados ao jornal ‘O Globo’, que reúne notificações da rede de saúde. Ao mesmo tempo em que pratica regras mais rígidas e evita separar pais e filhos, o país perde a guerra contra os efeitos devastadores do crack nas famílias. Segundo pesquisa do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), mais de 80% dos encaminhamentos de crianças e adolescentes a abrigos estão vinculados à dependência química dos pais. E a droga por trás dos números, segundo os especialistas, é o crack.

“Estamos perdendo muitas batalhas para o crack. Essa é mais uma”, diz o desembargador Antonio Carlos Malheiros, coordenador de Infância e Juventude do Tribunal de Justiça de São Paulo.

Dos 27.625 casos de abandono e negligência nesses últimos dois anos, incluídos no Mapa da Violência, 61% são de crianças com até 4 anos — fase em que desenvolvem a capacidade cognitiva, que é conhecer, entender e se relacionar com o mundo. Além do abandono, as crianças são vítimas de outros tipos de violência. No caso dos meninos, trabalho infantil (58%) e violência física (53,8%) lideram a lista. As meninas sofrem violência sexual (81,2%) e são vítimas de tráfico humano (76,9%) e tortura (55,8%).

“Os números estão subestimados. Temos muitos problemas de subnotificação pelos estados”, diz o sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz, responsável pela elaboração do Mapa com dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação.

Crack-viciados

O destino de órfãos do crack preocupa. Apenas 20% dos municípios brasileiros têm abrigos cadastrados pelas autoridades, de acordo com o Censo 2012 do Sistema Único de Assistência Social. Ou seja, ou não há abrigos ou são clandestinos. Não são raros casos em que as crianças são deixadas com vizinhos ou conhecidos. Antonio Carlos Ozório Nunes, da Comissão da Infância e Juventude do CNMP, diz que parentes de usuários de crack relutam em ficar com seus filhos, pois temem o comportamento imprevisível dos pais. ”As famílias têm mais medo dos dependentes químicos de crack, tidos como mais agressivos. E quando a mãe é presa, como fazer? Às vezes, ninguém quer ficar com a criança”.

Integrante do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) e assessor nacional da ONG Aldeias Infantis SOS, que mantém abrigos em 13 estados do país, Fábio José Garcia Paes afirma que na Região Sul do país os casos de abandono e negligência triplicaram nos últimos anos. Hoje, segundo ele, 45% das cerca de 800 crianças atendidas foram abrigadas porque os responsáveis por elas entraram no mundo das drogas.

“O crack se destaca como elemento avassalador”, diz Paes.

Há outra questão ainda mais delicada: o uso de crack pela mãe engrossa a lista dos preconceitos que permeiam a adoção. Há receio de que os bebês abandonados venham a sofrer transtornos mentais no futuro, associados à droga consumida durante a gestação. Na capital paulista, o Hospital e Maternidade Leonor Mendes de Barros, da rede estadual, costuma receber gestantes usuárias de drogas. Em 2012, foram 71 casos. Em 2013, 90. Este ano, até o início da segunda quinzena deste mês, já foram 16 atendimentos.

“O crack hoje bate em todas as portas. A capilarização da droga é monstruosa e ela tem preponderância sobre o álcool e a cocaína. Mas é preciso lembrar que o álcool pode trazer mais dano ao feto do que a cocaína”, diz Samuel Karasin, que atua no plantão judiciário do Centro de Referência de Álcool, Tabaco e Outras Drogas (Cratod), perto da região conhecida como cracolândia em São Paulo.

O problema é que o crack costuma deixar seus dependentes menos funcionais. Não é incomum, segundo Karasin, casos de mulheres que tiveram bebês e abandonaram o hospital sem eles. Ou de gestantes que fogem do atendimento durante a gravidez, colocando a vida do bebê em risco. A Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo aumentou em 140% os leitos para tratamento de dependentes químicos nos últimos dois anos: de 482 em 2011 para 1.160 em 2013.

Diretor técnico da Unidade de Atendimento ao Dependente Heliópolis (Unad), em São Paulo, o psiquiatra Cláudio da Silva diz que o preconceito contra os órfãos de crack potencializa o risco de eles virem a desenvolver quadros psicóticos, depressão, bipolaridade e até vir a se envolver com drogas no futuro. “A proteção, o suporte psicológico e o apoio familiar anulam fatores de risco”.

Ariel de Castro Alves, que integra o Conselho Estadual de Direitos das Crianças e Adolescentes em São Paulo, afirma que as drogas acentuam os conflitos familiares e aumentam a vulnerabilidade social. “Estamos criando uma geração de filhos do crack. O abandono, no futuro, resulta em violência e aumento no número de infrações”.

Fonte: o Globo/ Verdade Gospel

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Engravidei de um “lobo” que me seduziu e depois me abandonou

engravidei de um lobo

 Engravidei de um “lobo” que me seduziu e depois me abandonou

Aconselhamentos do Pr. Ismael Roselei de Carvalho,

do Ministério Casados em Cristo.

Gravado durante o Programa Momentos com Jesus, no quadro “O Lar Cristão”, na voz do Pr. Edson Poujeaux.

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CRIANÇA ABORTADA E ENTERRADA MAS SOBREVIVEU

Figura15CRIANÇA ABORTADA E ENTERRADA MAS SOBREVIVEU

Criança estava dentro de um buraco de tatu quando foi encontrada por vizinhos

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O bebê  foi abortado e enterrado pela mãe dentro de um buraco de tatu em Laranjeiras do Sul, no Paraná.

 Os policiais afirmaram que a mãe da criança, Lucinda Ferreira Guimarães, 40 anos, contou que a deixou no buraco porque não queria que o ex-marido soubesse do nascimento. Ela foi indiciada por tentativa de homicídio qualificado, em 2006.

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Segundo informações a criança só sobreviveu por estar enterrada em pé tendo um cachorro cavado um pouco a terra ao redor de sua cabeça, deixando-a descoberta e por causa do calor da terra que manteve a temperatura corporal. 

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Os policiais foram acionados através de uma denúncia anônima para darem atendimento a uma ocorrência de abandono de criança enterrada num matagal. Segundo as primeiras informações uma senhora teria retornado para a residência ao entardecer com as vestes sujas de sangue o que chamou a atenção de vizinhos que observaram as ações da suspeita que estaria grávida até então. 

Figura19

Para surpresa dos moradores locais depois de uma busca nas proximidades encontraram numa toca de tatu no matagal, um recém-nascido que estava cheio de bichos e moscas sob sua pele. Já se passavam 24 horas do provável aborto e os moradores então acionaram a polícia, pois achavam que o recém-nascido estaria em óbito. 

Figura20 Figura21

Ao chegarem, os policiais perceberam que ele estava vivo, tiraram os restos de terra da boca e imediatamente o encaminharam ao Hospital. No local uma equipe policial levantou informações da localização da mãe e a encontrou num bar a algumas quadras do local e deu voz de prisão a infratora. No hospital o recém-nascido recebeu os cuidados médicos necessários e sobreviveu pela misericórdia divina!

Figura22

A senhora Lucinda é mãe de 4 filhos e esta era a 5ª gravidez.

Estava casada pela 2ª vez e o filho não era deste último marido…

Quem tiver curiosidade em checar, a reportagem oficial consta neste site:

http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,AA1306762-5598,00.html

Figura24 Figura23