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A IGREJA ADORMECIDA

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Ministério de Teatro da Igreja Batista Novo Horizonte, em Patos-PB.

Adaptação da peça “A Igreja Adormecida”, apresentada em 12.10.2013.

 

CAPA A IGREJA AORMECIDA

 

Abaixo, veja as fotos dos bastidores da peça…

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Corações Rochosos

Corações Rochosos

Corações RochososCorações Rochosos

Mensagem ministrada pelo Pr. Edson Poujeaux, na Igreja Batista Novo Horizonte, em 31.08.2014

Jesus disse em Mateus 13.9 – “Quem tem ouvidos para ouvir, ouça”.  

   Ou seja: Prepare seu ouvido! Você tem que estar sintonizado a fim de ouvir Deus falar. É como sintonizar uma estação de rádio. Se você liga o rádio e o som não está claro, você tem muito ruído e chiado, então você vai ajustando até achar o ponto certo e de repente o som fica claro como cristal.

    Nada é mais importante do que você entender que Deus deseja falar com você e que realmente você pode ouvi-Lo se você sintonizá-Lo.

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De mendigo a campeão mundial: veja a trajetória do “Pastor do Tatame”

tatame1De mendigo a campeão mundial: veja a trajetória do “Pastor do Tatame”

 

Roberto Nogueira, de 34 anos, é pastor há seis anos e luta jiu-jitsu há 21 anos. Atleta já morou nas ruas por conta do uso de drogas e hoje dá aulas para crianças carentes.

O que poderia unir um pastor evangélico a um esporte tido por muitos como violento?

Na vida do carioca Roberto Nogueira, de 34 anos, o jiu-jitsu e a igreja evangélica andam lado a lado. Pastor há seis anos e atleta há 13, Roberto divide o seu tempo entre a arte marcial e os compromissos religiosos.

A “vida dupla” também traz recompensas em dobro. Além de evangelizar as pessoas, Roberto também vem acumulando vitórias dentro do tatame.

Nesta segunda-feira, ele comemora um mês da sua mais recente conquista: o título mundial da modalidade na categoria absoluto (sem limite de peso), disputado no dia 18 de julho em Teresópolis.

Além das batalhas no esporte, Roberto já superou um problema com drogas na adolescência, que o fez, inclusive, ir morar na rua. 
Tatuado, lutador de jiu-jitsu e com uma linguagem bem jovem, Roberto foge dos padrões que se imagina em um pastor evangélico.

Porém, para ele isso não é problema. Segundo o atleta, alguns até se espantam quando ficam sabendo das duas atividades, mas ele defende que “Deus não quer ver uma roupa, uma tatuagem, ele quer ver o coração das pessoas”.

- A questão da roupa, da tatuagem, do piercing, do skate, do surf, do reggae, do rock, se for para Deus, não tem problema. Hoje eu vivo para esses jovens, então não adiantar eu querer colocar uma juventude dessa dentro de uma caixa de fósforo, não adianta eu querer colocar um Deus, que criou céu, terra e mar, que criou todas as coisas, dentro de uma caixa de fósforo.

As minhas tatuagens, eu uso para me aproximar desses caras. Essa é minha visão hoje. É fazer uma igreja contextualizada, onde eu vou poder olhar para o jovem e ele vai poder olhar para mim e vai poder acreditar que ele pode ser evangelizado da maneira que ele quer – disse.

As minhas tatuagens, eu uso para me aproximar desses caras. Essa é minha visão hoje. É fazer uma igreja contextualizada, onde eu vou poder olhar para o jovem e ele vai poder olhar para mim e vai poder acreditar que ele pode ser evangelizado da maneira que ele quer” .

O fato de pregar para jovens faz com que Roberto use métodos diferentes para atrair a atenção deles. Ele diz que precisa usar uma linguagem mais próxima da realidade para conseguir atingir o seu objetivo, além de demonstrar através de atitudes o que foi discutido.

- Eu não prego com a bíblia, eu não prego só para ficar falando. Hoje as pessoas estão muito cansadas daquele evangelho de falar, e na hora de viver as pessoas não vivem. Hoje quando você fala que é evangélico, as pessoas tomam um susto. Ficam até com medo. Então eu creio que hoje as pessoas têm que pregar com atitude, com amor. Estender as mãos e ir até os necessitados – relatou. 

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A competição
No mundial, Roberto teve ao todo sete lutas até chegar ao título. Mais de 1.200 atletas participaram da competição. Segundo ele, um dos principais obstáculos, além do cansaço, foi o clima da serra carioca.

- A gente saiu daqui desse calor gostoso da Paraíba, mas o campeonato foi na serra, em Teresópolis. Estava uns 10 graus, muito frio. A competição era para ter sido feita em dois dias, só que terminou sendo só em um dia só. Minha primeira luta estava marcada para começar às 15h, mas eu só lutei às 17h.

Já minha última luta foi às 23h. Durante esse tempo eu fiz sete lutas. Foi muito desgastante. Quem pratica arte marcial sabe que sete lutas numa competição é algo muito pesado e foram atletas muito duros, de todos os pesos – afirmou.

Roberto disse que a luta mais difícil foi a da semifinal. Segundo ele, o adversário estava descansado e foi bastante duro. Ele relatou ainda que, em um determinado momento, cogitou bater e desistir da luta, mas tentou uma última alternativa e conseguiu sair com a vitória. 

- Para mim, a fase mais difícil foi a semifinal. Depois de cinco lutas eu estava muito cansado e entrei para lutar com um cara que estava de “baia”, que é uma expressão que nós usamos quando o lutador está descansado, porque não teve luta na chave dele.

Ele me deu uma chave de joelho e entrou muito justo. Estava pronto para bater e quando olhei eu vi o rosto da minha esposa, dos meus amigos daqui. Aí eu pensei: não vou bater.

Quando eu fui girar para sair, me deu cãibras na outra perna, a perna ficou dura. Pensei novamente em bater e a galera começou a gritar. Foi quando eu pensei em tentar um último movimento. Coloquei minhas mãos nas costas dele e empurrei.

Meu joelho saiu. Ai eu falei: agora eu não bato mais não, querido. Fui para cima com sangue nos olhos e dei um estrangulamento nele, consegui finalizar a luta e sair de lá morto de cansado. Tive que tirar gás de onde não tinha para fazer a final – explicou. 

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Próximos passos
Após o título mundial, Roberto já traçou o seu principal objetivo para o ano: disputar um campeonato na Califórnia. Além disto, ele pretende participar de competições no Nordeste. 

- Vou lutar um campeonato que vai ter em Fortaleza em outubro, mas a minha visão agora está em um campeonato que vai ter na Califórnia em novembro. Estou buscando ainda uns patrocinadores. Eu já consegui uma hospedagem lá com uns amigos e eles cederam a casa e a alimentação. Hoje eu só preciso das passagens para representar a Paraíba nesse campeonato em novembro.

A verdadeira vitória da vida de Roberto 
Quem hoje vê um Roberto feliz não imagina a sua história. Hoje ele é casado, pai de dois filhos e leva uma vida estável. Mas o atleta-pastor já passou por diversas situações adversas. No início da adolescência ele começou a usar drogas e rapidamente chegou ao “fundo do poço”, como ele mesmo diz. O auge da decadência foi quando ele virou morador de rua, por conta das drogas. Roberto conta que o jiu-jitsu e a sua fé foram pontos chaves na sua recuperação.

- Eu comecei a usar droga muito cedo, então eu posso dizer que, da minha época, eu usei todos os tipos de drogas possíveis. Eu comecei com a maconha, que é a porta. Cheirei cola, clorofórmio, benzina, éter, usei ácido, cheirei cocaína, tomei chá de cogumelo. Então pode-se dizer que eu usei todos os tipos de droga e cheguei no fundo do poço. Morei na rua, fui mendigo, tive uma caminhada bem no fundo do poço mesmo, discriminado pela sociedade, minha família não acreditava mais em mim.

Então eu posso dizer que o jiu-jitsu foi uma das portas para eu me recuperar. Mas eu ainda fiquei nas drogas até os 18 anos. O que me fez sair das drogas mesmo foi quando eu comecei a caminhar com Cristo e mudei a minha filosofia de vida. 

No projeto faltam quimonos e placas de tatames para conseguir atender a todos os alunos (Foto: Rammom Monte / GloboEsporte.com/pb)

Morando há dois anos em João Pessoa, Roberto participa de um projeto social, chamado Projeto Resgate, há aproximadamente seis meses na Comunidade Vila Feliz, localizada no bairro do Jacaré, em Cabedelo, que fica na Região Metropolitana de João Pessoa.

O pastor-atleta dá aulas de jiu-jitsu duas vezes por semana para aproximadamente 60 crianças carentes. Ele acredita que o projeto pode afastar muitas destas crianças do mundo das drogas, inclusive usando a própria história de vida como exemplo. 

- Eu não escondo nada. Eu mostro a eles as coisas que me levaram a esse mundo das drogas, a esse mundo perdido por tanto tempo, e uso meu exemplo para que eles aprendam a lição. Eles veem em mim essa possibilidade de dar a volta por cima, sair da rua, ter uma casa, uma família, um respeito como homem.

Muitas dessas crianças não têm nenhum carinho dos seus pais ou das suas mães. Muitos aqui são de de famílias desestruturadas. Pais que bebem, que se drogam. Mas aqui eles encontram o carinho, o abraço, a atenção. Isso eles nunca mais vão esquecer, são crianças que estão sendo marcadas por esse amor e por esse carinho – relatou emocionado. 

- Eu estou de olho nesses talentos. Hoje eu tenho esse projeto social e ainda dou aulas também em dois colégios da cidade. Estou sempre de olho aberto para novos campeões. Ainda mais dentro de uma comunidade dessa, a galera é raçuda, os moleques têm “sangue nos olhos”. A minha intenção é pincelar esses talentos para levar para a academia, para dar uma atenção maior e representar João Pessoa e a Paraíba em campeonatos brasileiros e mundiais.

Um dos jovens participantes do projeto, Rafael David, de 13 anos, falou sobre a importância da iniciativa. Segundo ele, isso ajuda a tirar a criançada das ruas. O garoto treina há seis meses e diz que se espelha no professor. 

- Eu gosto, acho legal. É um passatempo, porque a gente não fica em casa e o professor fica ajudando muito a gente. Deus abençoou nosso professor, e quero que me abençoe também ou um dos meus amigos para ser também campeão mundial igual a ele. Ele é um exemplo – falou o menino.

Globoesporte/Notícias Cristãs

QUAL O FUTURO DA IGREJA EVANGÉLICA NO BRASIL

QUAL O FUTURO DA IGREJA EVANGÉLICA NO BRASIL?

apologéticaQUAL O FUTURO DA IGREJA EVANGÉLICA NO BRASILQUAL O FUTURO DA IGREJA EVANGÉLICA NO BRASIL?

Rev. Augustus Nicodemus Lopes

Quando olho o atual cenário da igreja evangélica brasileira – estou usando o termo “evangélica” de maneira ampla – confesso que me sinto incapaz de prever o que vem pela frente. Há muitas e diferentes forças em operação em nosso meio hoje, boa parte delas conflitantes e opostas. Olho para frente e não consigo perceber um padrão, uma indicação que seja, do futuro da igreja.

Há, em primeiro lugar, o crescimento das seitas neopentecostais. Embora estatísticas recentes tenham apontado para uma queda na membresia de seitas como a Universal do Reino do Deus – que ressurge das cinzas com o “templo de Salomão” – , outras estão surgindo no lugar, como na lenda grega da Hidra de Lerna, monstro de sete cabeças que se regeneravam quando cortadas. A enorme quantidade de adeptos destes movimentos que pregam prosperidade, cura, libertação e solução imediata para os problemas pessoais acaba moldando a imagem pública dos evangélicos e a percepção que o restante do Brasil tem de nós.

Na África do Sul conheci uma seita que mistura pontos da fé cristã com pontos das religiões africanas, um sincretismo que acaba por tornar irreconhecível qualquer traço de cristianismo restante.

Temo que a continuar o crescimento das seitas neopentecostais e seus desvios cada vez maiores do cristianismo histórico, poderemos ter uma nova religião sincrética no Brasil, uma seita que mistura traços de cristianismo com elementos de religiões afro-brasileiras, teologia da prosperidade e batalha espiritual em pouquíssimo tempo.

Depois há o movimento “gospel”, que mostrou sua popularidade ao ter o festival “Promessas” veiculado pela emissora de maior audiência do país.

Não me preocupa tanto o fato de que a Rede Globo exibiu o show, mas a mensagem que foi passada ali. A teologia gospel confunde “adoração” com pregação, exalta o louvor como o principal elemento do culto público, anuncia um evangelho que não chama pecadores e crentes ao arrependimento e mudança de vida, que promete vitórias mediante o louvor e a declaração de frases de efeito e que ignora boa parte do que a Bíblia ensina sobre humildade, modéstia, sobriedade e separação do mundo.

Para muitos jovens, os shows gospel viraram a única forma de culto que conhecem, com pouca Bíblia e quase nenhum discipulado. O impacto negativo da superficialidade deste movimento se fará sentir nesta próxima geração, especialmente na incapacidade de impedir a entrada de falsos ensinamentos e doutrinas erradas.

Notemos ainda o crescimento do interesse pela fé reformada, não nas igrejas históricas, mas fora delas, no meio pentecostal. Não são poucos os pentecostais que têm descoberto a teologia reformada – particularmente as doutrinas da graça, os cinco slogans (“solas”) e os chamados cinco pontos do calvinismo. Boa parte destes tem tentado preservar algumas ideias e práticas características do pentecostalismo, como a contemporaneidade dos dons de línguas, profecia e milagres, além de uma escatologia dispensacionalista.

Outros têm entendido – corretamente – que a teologia reformada inevitavelmente cobra pedágio também nestas áreas e já passaram para a reforma completa. Mas o tipo de movimento, igrejas ou denominações resultantes desta surpreendente integração ainda não é previsível.

O impacto das mídias sociais também não pode ser ignorado. E há também o número crescente de desigrejados, que aumenta na mesma proporção da apropriação das mídias sociais pelos evangélicos.

Com a possibilidade de se ouvir sermões, fazer estudos e cursos de teologia online, além de bate-papo e discipulado pela internet, aumenta o número de pessoas que se dizem evangélicas mas que não se congregam em uma igreja local. São cristãos virtuais que “frequentam” igrejas virtuais e têm comunhão virtual com pessoas que nunca realmente chegam a conhecer.

Admito o benefício da tecnologia em favor do Reino. Eu mesmo sou professor há quinze anos de um curso de teologia online e sei a benção que pode ser. Mas, não há substituto para a igreja local, para a comunhão real com os santos, para a celebração da Ceia e do batismo, para a oração conjunta, para a leitura em uníssono das Escrituras e para a recitação em conjunto da oração do Pai Nosso, dos Dez Mandamentos. Isto não dá para fazer pela internet. Uma igreja virtual composta de desigrejados não será forte o suficiente em tempos de perseguição.

Eu poderia ainda mencionar a influência do liberalismo teológico, que tem aberto picadas nas igrejas históricas e pentecostais e a falta de maior rapidez e eficiência das igrejas históricas em retomar o crescimento numérico, aproveitando o momento extremamente oportuno no país. Afinal, o cristianismo tem experimentado um crescimento fenomenal no chamado Sul Global, do qual o Brasil faz parte.

Algumas coisas me ocorrem diante deste quadro, quando tento organizar minha cabeça e entender o que se passa.

1 – Historicamente, as igrejas cristãs em todos os lugares aqui neste mundo atravessaram períodos de grande confusão, aridez e decadência espiritual. Depois, ergueram-se e experimentaram períodos de grande efervescência e eficácia espiritual, chegando a mudar países. Pode ser que estejamos a caminho do fundo do poço, mas não perderemos a esperança. A promessa de Jesus quanto à Sua Igreja (Mateus 16:18) e a história dos avivamentos espirituais nos dão confiança.

2 – Apesar de toda a mistura de erro e verdade que testemunhamos na sincretização cada vez maior das igrejas, é inegável que Deus tem agido salvadoramente e não são poucos os que têm sido chamados das trevas para a luz, regenerados e justificados mediante a fé em Cristo Jesus, apesar das ênfases erradas, das distorções doutrinárias e da negligência das grandes doutrinas da graça.

Ainda assim, parece que o Espírito Santo se compraz em usar o mínimo de verdade que encontra, mesmo em igrejas com pouca luz, na salvação dos eleitos. Não digo isto para justificar o erro. É apenas uma constatação da misericórdia de Deus e da nossa corrupção. Se a salvação fosse pela precisão doutrinária em todos os pontos da teologia cristã, nenhum de nós seria salvo.

3 – Deus sempre surpreende o Seu povo. É totalmente impossível antecipar as guinadas na história da Igreja. Muito menos, fazer com que aconteçam. Há fatores em operação que estão muito acima dos poderes humanos.

Resta-nos ser fiéis à Palavra de Deus, pregar o Evangelho completo – expositivamente, de preferência – viver uma vida reta e santa, usar de todos os recursos lícitos para propagar o Reino e plantar igrejas bíblicas e orar para que nosso Deus seja misericordioso com os seus eleitos, com a Sua igreja, com aqueles que Ele predestinou antes da fundação do mundo e soberanamente chamou pela Sua graça, pela pregação do Evangelho.

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Homem finge que Bíblia é arma, tenta assaltar e acaba preso

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Com uma Bíblia na cintura, Carlos Henrique da Silva Viana, de 19 anos, fingia estar armado e tentou assaltar uma pessoa, na manhã desta sexta-feira (15), nas proximidades da 78ª DP,em Niterói, Região Metropolitana do Rio de Janeiro.

Ele abordou uma pessoa, deu um soco no rosto dela e tentou roubar sua mochila. Para intimidar a vítima, ele mostrou o volume na cintura. Os policiais da delegacia, porém, viram a cena e conseguiram deter o rapaz.

Segundo o delegado José William de Medeiros, titular da 78ª DP, Carlos Henrique será será indiciado por tentativa de roubo:

“Ele parece estar sob efeito de drogas. Algumas pessoas estão chegando à delegacia relatando tentativas de assalto semelhantes”.

Mais cedo, nas proximidades de outra delegacia, em São Gonçalo, também na Região Metropolitana, dois homens numa moto furtaram o celular de uma professora. Ela, que preferiu não se identificar, ficou indignada com a ação perto da 73ª DP (Neves).

“Estou chocada com isso. O pior é que o aparelho era novinho. Nem paguei a primeira prestação ainda “, disse a vítima, de 33 anos.

Fonte: Extra/Verdade Gospel

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Bíblia ‘indestrutível’, capaz de ‘andar sobre a água’ é vendida por editora dos Estados Unidos

forever-bible-e1408028255433Bíblia ‘indestrutível’, capaz de ‘andar sobre a água’ é vendida por editora dos Estados Unidos

 

O livro sagrado é supostamente resistente à água, poeira e ao ‘clima de todos os continentes’.

Uma editora dos EUA passou a vender uma Bíblia “Indestrutível”, que seria supostamente capaz de suportar danos do tempo e até mesmo “andar sobre a água”. 

A Forever Publishing afirma que se beneficiou dos avanços da nanotecnologia para produzir “A Bíblia Para Sempre” (“The Forever Bible”, em tradução livre). 

Fundador da editora, Jared Casey explica que as páginas da Bíblia são feitas de fibras sintéticas e materiais inorgânicos, que misturados formam um papel “altamente durável”. 

“É 24 vezes mais forte que o papel de celulose”, diz Casey, que garante que o livro sagrado é impermeável, além de resistir a danos de sujeira ou de viagens pesadas. 

Em fase de pré-venda e em busca de financiamento para a impressão das bíblias, a editora garante que obteve grande interesse, desde quando se iniciaram as encomendas, há cerca de duas semanas, com mais de mil pedidos.

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Para ajudar a vender o produto, a editora também cadastrou a Bíblia no Kickstarter, um site de projetos de financiamento coletivo para novas ideias, onde já arrecadou cerca de 36 mil dólares com mais de 650 apoiadores. 

Em seu perfil no Kickstarter, a descrição do projeto aponta que a Bíblia Indestrutível vem para se encaixar no perfil moderno das pessoas que gostam de viajar bastante ou praticar atividades esportivas com frequência. 

“A Bíblia nos chama a viver de forma divertida, energética, vidas intensas. Somos capazes de imprimir uma Bíblia com tecnologia que permite que o livro viva com a gente de maneira nova, dentro de todos os climas e em todos os continentes”, explica a página. 
Apesar do forte apoio financeiro, muitos usuários do Kickstarter criticam a entrada do projeto, por não se tratar de um produto legitimamente novo.forever-bible-

A prova disso seria o fato de que já há outras Bíblias à prova d’água no mercado, produzidas pela editora Bardin & Marsee. 

Outros comentários também consideram o projeto duvidoso, com muitas questões que a editora “se recusa a responder”, dando a incerteza se a Bíblia será mesmo entregue ou se sua procedência é verdadeira.

Fonte: Notícias Cristãs/

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A Tigela de Madeira

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A Tesoura E A Agulha

A Tesoura E A Agulha

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Aplicativo promete colocar “o poder de Deus em seu smartphone e calar o diabo”; Assista

shut-up-devil-smartphone-appAplicativo promete colocar “o poder de Deus em seu smartphone e calar o diabo”

A Bíblia Sagrada diz que a luta do cristão é contra as potestades do mal, e nesse contexto, um líder cristão resolveu usar a tecnologia dos smartphones contra satanás e lançou um aplicativo que promete “calar o diabo”.

Kyle Winkler, líder de um ministério que usa programas de rádio e TV para difundir ensinamentos bíblicos, resolveu que um aplicativo seria uma ótima ferramenta para ajudar o fiel em suas orações contra a opressão do mal.

“O Shut Up, Devil! é um aplicativo que possui um recurso inovador e que coloca o poder da Palavra de Deus no seu bolso”, explica o líder cristão.

A ferramenta funciona da seguinte maneira: ao sentir qualquer tipo de opressão, como medo ou ansiedade, o usuário abre o aplicativo e digita no campo de busca o sentimento negativo pelo qual está sendo oprimido, e logo, uma lista de versículos bíblicos e comentários sobre aquele tema é exibida.

É possível ainda programar o aplicativo para mandar notificações de hora em hora (ou com intervalos maiores) lembrando o usuário de fazer uma oração ou a leitura de um versículo da Bíblia Sagrada.

O criador do aplicativo diz que dessa forma o fiel estará sempre “na ofensiva” na batalha contra o mal, e assim, vencerá ao diabo.

A justificativa da ideia é simples: “O smartphone quase sempre está com você, e assim, você estará pronto para resistir ao diabo quando e onde ele atacar”, diz Kyle, segundo infromações do Charisma News.

A inspiração para a criação do aplicativo foi tirada do livro “Silence Satan” (“Cale Satanás”, em tradução livre) escrito pelo próprio Kyle e que será publicado no próximo mês de setembro pela editora Charisma House.

Assista no vídeo abaixo um tutorial em inglês sobre o aplicativo que promete calar o diabo (se necessário, utilize a ferramenta de legendas que o YouTube oferece):

Fonte: Gospel+