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A BONDADE DE DEUS

a bondade de DeusA BONDADE DE DEUS

 

No Salmo 118:1 lemos: “Rendei graças ao Senhor, porque Ele é bom”. Lemos no Evangelho de Marcos 10:18: “Ninguém é bom senão um só, que é Deus”. Não temos nenhuma dúvida quanto à bondade de Deus:  Naum 1:7 – “O Senhor é bom, é fortaleza no dia da angústia, e conhece os que n´Ele se refugiam

1) “O Senhor é bom” – A bondade de Deus se manifesta de uma maneira exuberante, bela, rica e fascinante. Vemos a Sua bondade na obra da criação. Ele criou com graça e beleza desde a gota do orvalho, o aroma das flores, a plumagem das aves, o verde dos campos, o encanto da fauna, das florestas, a riqueza dos minerais, das pedras preciosas, o sorriso do bebê, a ternura da mãe. Em tudo a bondade de Deus está presente. Ele nos criou, nos preserva e num rasgo de amor Ele nos enviou o Seu Filho Jesus como nosso único Salvador e Senhor. Que Deus bondoso, gracioso, terno e amoroso. “A terra está cheia da bondade do Senhor”. Realmente, o Senhor é bom.

2) “É fortaleza no dia da angústia” – O dia da angústia é o dia da luta, da tristeza, das provações, das tribulações, o dia do choro, das lágrimas. O dia das nuvens escuras, o dia quando nada dá certo, os melhores amigos falham, as portas não se abrem, ninguém nos ouve, o carro quebra, não concluímos aquele negócio, o marido saiu de casa, o filho foi encontrado com drogas, não fomos aprovados no vestibular, nossa saúde está comprometida, parece que Deus não nos ouve mais, chegamos ao ponto extremo. Isto não é ficção. Todos nós passamos pelo dia da angústia. Só que neste dia O Senhor Deus é a nossa Fortaleza. Ele está conosco, Ele é o nosso Esconderijo.

3) “Ele conhece os que n´Ele se refugiam” – Que maravilhoso e confortador sabermos que Deus conhece o nosso sentar e o nosso levantar, Ele conhece nossos anseios, nossos sonhos. Ele é sabedor, nada lhe é estranho, Ele conhece nosso futuro, nossos intentos. Ele nos conhece pelo nome. Nossas células, tecidos, neurônios, o mais íntimo da nossa alma, as dobras do nosso coração, sim Ele tudo sabe, Ele é o Deus onisciente. Nossa situação financeira, nossas tristezas, nossas lágrimas, nossos sonhos, sim, Ele tudo conhece, Ele está por dentro, Ele é o Deus que intervém, Ele é o Deus que participa. Experimente conhecer mais o bom Deus e tenha com Ele um bom relacionamento. Seja assim com a graça do Pai.

Para sua reflexão:

“DEUS é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia.” – Salmo 46:1.

A MÃO ESQUERDA É BOBA

a mão esquerdaA MÃO ESQUERDA É BOBA

 

   Depois do grande incêndio em Chicago em 1871, Moody foi a Nova York para solicitar fundos para as suas vítimas.

Quando ele chegou, foi apresentado a um homem abastado, que era conhecido por ser muito generoso.

Impressionado pela grande necessidade em Chicago, ele deu a Moody um cheque com uma grande soma de dinheiro. Encaminhou então o evangelista para alguns homens de negócios que também doaram grandes contribuições.

Quando o Sr. Moody estava prestes a partir, ele apertou a mão do benfeitor e fez este comentário de despedida:

- Se alguma vez for a Chicago, visite-me. Retribuirei o seu favor.

O homem respondeu:

- Sr. Moody, não espere que eu apareça. Faça isso ao primeiro homem que encontrar.

Comentando esta experiência, Moody disse: “Nunca esqueci esta observação. Tinha o som do verdadeiro Bom Samaritano. O homem era o tipo de doador que agrada a Deus. Movido pelas necessidades dos outros, de boa vontade deu o que estava ao seu alcance para aliviar os seus sofrimentos. Ele não o fez para ganhar atenção ou para satisfazer o seu ego. Nem sequer deu esta oferta “de má vontade ou por necessidade, mas sim alegremente”, como ensinado em II Coríntios 9.7″.

 Não saiba a tua mão esquerda o que faz a tua direita. Mateus 6.3

Vestido azul

vestido azulVestido azul

            Num bairro pobre de uma cidade distante, morava uma garotinha muito bonita. Acontece que essa menina frequentava as aulas da escolinha local no mais lamentável estado: suas roupas eram tão velhas que seu professor resolveu dar-lhe um vestido novo. Assim raciocinou o humilde mestre: “é uma pena que uma aluna tão encantadora venha às aulas desarrumada desse jeito. Talvez, com algum sacrifício, eu pudesse comprar para ela um vestido azul.” Quando a garota ganhou a roupa nova, sua mãe sentiu que era pena se, com aquele traje tão bonito, a filha continuasse a ir ao colégio suja como sempre, e começou a dar-lhe banho todos os dias, antes das aulas. Ao fim de uma semana, disse o pai: ” Mulher, você não acha uma vergonha que nossa filha, sendo tão bonita e bem arrumada, more num lugar como este, caindo aos pedaços. Que tal você ajeitar um pouco a casa, enquanto eu, nas horas vagas, vou dando uma pintura nas paredes, consertando a cerca, plantando um jardim?” E assim fez o pobre casal. Até que sua casa ficou muito mais bonita que todas as casas da rua e os vizinhos se envergonharam e se puseram também a reformar suas residências. Desse modo, todo o bairro melhorava a olhos vistos, quando por isso passou um religioso que, bem impressionado, disse: “é lamentável que gente tão esforçada não receba nenhuma ajuda do governo”. E dali saiu para ir falar com o prefeito, que o autorizou a organizar uma comissão para estudar que melhoramentos eram necessários ao bairro. Dessa primeira comissão surgiram muitas outras e hoje, por todo o país, elas ajudaram os bairros pobres a se reconstruírem. E pensar que tudo começou com um vestido azul. Não era intenção daquele obscuro professor consertar toda a rua, nem criar um organismo que socorresse os bairros abandonados de todo o país. Mas ele fez o que podia, ele deu a sua parte, ele fez o primeiro movimento, do qual se desencadeou toda aquela transformação.

Historinha para criança? Talvez…. Mas não será necessário acreditarmos, de vez em quando ao menos, em historinhas para crianças, para que possamos ser felizes e realizar algo de bom? Não, que não aceitamos o mundo como está, fazemos a nossa parte (pequena embora ) a fim de que o mundo seja melhor? Não, que repudiamos as gerações anteriores, porque construíram a guerra, estamos construindo a paz em volta de nós, nos lugares em que vivemos e nem sempre convivemos? Porque é difícil varrer toda a rua, mas é fácil varrer a nossa calçada. Porque é difícil reconstruir um bairro, mas é possível dar um vestido azul.