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Derrame a Sua Alma Perante o Senhor


Derrame a Sua alma perante o Senhor

Derrame A Sua Alma Perante O Senhor

1Samuel 1:15 – “Porém Ana respondeu: Não, senhor meu! Eu sou mulher atribulada de espírito; não bebi nem vinho nem bebida forte; porém venho derramando a minha alma perante o SENHOR”. Hoje, analisando a nossa vida, os nossos alvos, nossos sonhos… vemos que alguns deles não se concretizaram… E isso tem trazido uma certa inquietação, uma certa angústia… Coisas que planejamos, que precisamos tanto… e por isso chegamos a nos entristecer, a nos angustiar, até a nos desesperar…

Você que tem estado triste, você que tem se sentido frustrado… Você que já perdeu a esperança… essa Palavra é Para Você!

sermoes

Não se esqueça de entregar as suas lágrimas


Não se Esqueça de Entregar

 Não se esqueça de entregar as suas lágrimas

Existem muitas lágrimas no nosso mundo. Lágrimas por um amor que se esfriou; lágrimas por lugares vazios à nossa mesa; lágrimas por vícios que arruínam vidas.

Ao assistirmos ao noticiário, ouvimos o choro das pessoas. E, às vezes, choramos com elas.

Chora-se por vários motivos. Mas as lágrimas se secam com o lenço, com a mão ou com o ar.

 Ninguém guarda lágrima, ninguém carrega um vidrinho e vai guardando as suas lágrimas.

Será?sermoes

UM CÂNTICO NO DESERTO

um canticoUM CÂNTICO NO DESERTO

Salmo 63

Este bonito Salmo tem produzido nos corações do povo de Deus, em todos os tempos, uma doce harmonia que tem transformado o triste deserto desta vida atual para um verdadeiro Éden do Senhor. Formando parte da adoração diária da Igreja Primitiva, ainda em nossos dias ele continua a ser um dos prediletos para o pequeno rebanho do Senhor Jesus Cristo.

A razão desta predileção acha-se, em parte, no título – “Salmo de Davi quando no deserto de Judá”, pois isto é onde a verdadeira Igreja de Deus se acha espiritualmente, até agora. Pois “este presente século” permanece ainda um deserto, um vale de lágrimas, “o vale da sombra da morte” – terra de fome e de sede, de labor e de cansaço, de dor e de morte.

Um “cântico no deserto”!… Que lugar estranho, improvável, para produzir um cântico! Porém uma das características especiais do povo de Deus é que ele sabe mesmo cantar no deserto. O cântico deste povo não depende das circunstâncias exteriores. A história da Igreja mostra que é no deserto, em tempos de sofrimento e de perseguição, que ela canta com a maior harmonia. Também a nossa própria experiência individual concorda com isto. Não é sempre nos tempos de prosperidade, quando tudo parece ir bem, que a melodia de louvor e de verdadeira adoração ascende a Deus. Muitas vezes Deus tem de levar o Seu povo ao deserto, para que ali, sentindo-nos necessitados e isolados, os nossos corações possam responder à Sua Palavra e às Suas obras com verdadeiros hinos de confiança e louvor.

O Salmo 63 começa por invocar a Deus pelo Seu Nome “Elohim” (no hebraico). Este é o Nome do Altíssimo Deus da Majestade; é o primeiro nome divino que achamos na Bíblia e é geralmente no plural, sendo assim a primeira indicação no Velho Testamento da doutrina da Trindade – revelada mais claramente em o Novo Testamento. “E Tu, Elohim” – em toda a plenitude dos Teus recursos infinitos, em toda a Tua força e majestade – és meu Deus v. 1.

Que palavras maravilhosas para um homem fraco desta terra! Não será presunção?… Mas Ele mesmo é quem diz, mil vezes: “Eu sou o Senhor teu Deus”! … E a oração deste Salmo não é nada senão a resposta da fé que, aceitando a Sua Palavra, olha para o céu e diz, “Meu Deus”, em resposta à Sua própria palavra “teu Deus”…

Outrossim, temos uma palavra ainda mais clara, na mensagem que o Senhor ressurrecto enviou aos Seus discípulos: “Subo para Meu Pai e VOSSO PAI, para Meu Deus e VOSSO DEUS” João 20.17. Desde então o mais fraco e o menor dentre os “Seus irmãos” (a quem foi enviada esta mensagem) pode olhar para o céu e, com toda certeza de fé, dizer ao Senhor de todos, “MEU Deus!” – não como mera exclamação de desespero, ou surpresa ou (pior ainda) de raiva, como geralmente se ouve, violando assim o terceiro mandamento – mas, sim, como expressão de amor, de fé e de verdadeira adoração pelo crente grato e confiante.

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