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A Tigela de Madeira

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A Tesoura E A Agulha

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A Mais Bela Flor

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A Flor Rara

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A Fita Rosa

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A Família E O Lar

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A mãe que conversa com o pai

A mãe que conversa com o paiA mãe que conversa com o pai 

 

Autor: Paulo Barbosa – Min. para Refletir

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Um Quadro Familiar

???????????????????????????????????????Um Quadro Familiar

Eu estava sentado em minha cadeira favorita, estudando para a fase final de meu doutorado, quando Sarah apareceu com uma pergunta:
- Papai, você quer ver meu desenho?
- Sarah, papai está ocupado. Volte um pouco mais tarde, querida.
   Eu estava ocupado. O trabalho de uma semana inteira a ser feito em apenas um fim de semana.
   Dez minutos depois ela entrou na sala.
- Papai, me deixa te mostrar o meu desenho.
- Sarah, volte mais tarde. Isto que estou fazendo é importante.
   Três minutos depois ela entra novamente, fica à um palmo de meu nariz e falou com todo o poder que um comandante de cinco anos de idade poderia conseguir:
- Você quer ver ou não?
- Não, eu não quero.
Com isso, ela zuniu pra fora e me deixou só.
E de alguma maneira, estando só naquele momento não estava tão satisfeito quanto pensei que ficaria.
   Me senti como que puxado e fui até a porta da frente.
- Sarah, – eu chamei – você poderia entrar um minuto, por favor?  Papai gostaria de ver o seu desenho.
   Ela entrou sem reclamações e se atirou em meu colo.
   Era um grande quadro.Ela lhe deu até um título.
No alto, com sua melhor letra, estava escrito:
NOSSA FAMÍLIA.
- Me explique o quadro. Pedi à ela.
- Aqui é a Mamãe (uma figura de palito com cabelo longo,amarelo, ondulado), aqui sou eu, do lado de Mamãe (com um sorriso no rosto), aqui é Katie (nossa cachorra),e aqui é Missy (a pequena irmã dela).
   Era uma interessante apresentação da forma como ela via nossa família.
- Adorei seu desenho, querida.Vou pendurar na parede da sala de jantar, e toda noite quando eu voltar pra casa eu vou olhar para ele.
   Ela sorriu de orelha a orelha e foi brincar lá fora.
Voltei aos meus livros. Mas por alguma razão eu mantive a leitura no mesmo parágrafo repetidamente.Algo me deixava intranquilo.
Algo sobre o desenho de Sarah.Alguma coisa estava faltando.
   Eu fui até a porta da frente.
- Sarah, – eu chamei – você poderia voltar aqui dentro um minuto, por favor? Eu quero olhar seu desenho novamente.
   Sarah voltou ao meu colo.
Hoje, fecho meus olhos e posso ver exatamente o jeitinho dela. Bochechas rosadas. Rabo de cavalo, short vermelho e tênis.Uma boneca de pano, chamada Nellie, debaixo do braço.
   Eu fiz uma pergunta para minha pequena menina, mas não estava certo de querer ouvir a resposta.
- Querida… Tem a Mamãe, e Sarah, e Missy. Até Katie, que é uma cachorra está no desenho.
E tem o sol, e a casa, e esquilos e pássaros.
Mas Sarah… onde está seu papai?
- Você está na biblioteca. Ela respondeu.
   Com aquela declaração simples, minha pequena princesa parou o tempo para mim.
   Erguendo-a suavemente, eu lhe mandei de volta para brincar ao sol de primavera.
   Eu me afundei em minha cadeira com a cabeça girando.
   A declaração simples de Sarah: –  Você está na biblioteca – prendeu minha atenção por um bom tempo.
   Pendurei o desenho na parede da sala de jantar conforme tinha prometido à minha menina.
   E por aquelas longas semanas que antecederam a defesa de minha tese, eu encarei aquele retrato esclarecedor.
   Finalmente terminei meu doutorado.Agora eu era “Dr. Rosberg”, e eu deveria ter me sentido muito bem. Mas, francamente não havia muita alegria em minha vida.
   Uma noite depois da graduação, Barbara e eu estávamos conversando na cama e eu lhe perguntei:
- Barbara, obviamente você viu o desenho da Sarah pendurado na parede da sala de jantar. Por que você não disse nada?
- Porque eu sei o quanto feriu você.
   Palavras de uma sábia mulher.
    Naquele ponto, eu fiz a pergunta mais difícil de minha vida:
- Barbara… Eu quero voltar pra casa. Posso? 
   Vinte segundos de silêncio se seguiram. Parecia que eu prendia meu fôlego por mais de uma hora.
- Gary, – Barbara disse cuidadosamente — as meninas e eu te amamos muito. Nós o queremos em casa.Mas você não esteve aqui. Eu me senti como mãe e pai durante muito tempo.
   Tais palavras podem parecer duras e frias, mas ela as disse com carinho e ternura.
   Era apenas a verdade clara, sem disfarce.
   Minha pequena menina tinha desenhado o quadro,e agora a mãe dela dizia as palavras.
   Minha vida tinha sido descontrolada, minha família estava em piloto automático, e eu tinha uma longa estrada pela frente se quisesse as conquistar novamente.
Mas eu tinha tudo para conseguir.
Agora que a névoa tinha se dissipado,esse se tornou o objetivo mais importante de minha vida.

(autor desconhecido)

Um Milagre no Casamento

Um Milagre no Casamento

Um Milagre no CasamentoUm Milagre no Casamento

João 2:1-11 – “1 Três dias depois, houve um casamento em Caná da Galiléia, achando-se ali a mãe de Jesus.2  Jesus também foi convidado, com os seus discípulos, para o casamento.3  Tendo acabado o vinho, a mãe de Jesus lhe disse: Eles não têm mais vinho.4  Mas Jesus lhe disse: Mulher, que tenho eu contigo? Ainda não é chegada a minha hora.5  Então, ela falou aos serventes: Fazei tudo o que ele vos disser.6  Estavam ali seis talhas de pedra, que os judeus usavam para as purificações, e cada uma levava duas ou três metretas.7  Jesus lhes disse: Enchei de água as talhas. E eles as encheram totalmente.

8  Então, lhes determinou: Tirai agora e levai ao mestre-sala. Eles o fizeram.9  Tendo o mestre-sala provado a água transformada em vinho (não sabendo donde viera, se bem que o sabiam os serventes que haviam tirado a água), chamou o noivo10  e lhe disse: Todos costumam pôr primeiro o bom vinho e, quando já beberam fartamente, servem o inferior; tu, porém, guardaste o bom vinho até agora.11  Com este, deu Jesus princípio a seus sinais em Caná da Galiléia; manifestou a sua glória, e os seus discípulos creram nele”.

Este foi o primeiro milagre que Jesus realizou, e não é em vão que tenha acontecido justamente num casamento! As Escrituras dão testemunho através disto, mostrando-nos que antes de Jesus realizar qualquer outro milagre de cura, libertação, etc. está interessado em agir nos casamentos. A família tem prioridade no plano de Deus, pois Ele não a criou para o fracasso, e sim para ser bem sucedida.
   Percebemos também que o milagre ocorrido deu-se em torno de haver ou não VINHO, que na Bíblia é uma figura de alegria (Salmo 104:15).

   Nos casamentos, o que vemos e ouvimos é que o vinho — ou seja, a alegria —  sempre acaba.

   Pessoas que viviam embriagadas de amor pelo cônjuge, assistem perplexas seus sentimentos desaparecerem. O matrimônio, de maneira geral está falido, pois o vinho sempre acaba. Mas quando Jesus está presente aí é que se estabelece a diferença! Milagres acontecem e ele traz vinho novo aonde já não mais existia vinho.

   Mas perceba que o milagre aconteceu porque Jesus estava lá. Ele e seus discípulos foram convidados para simplesmente estarem nas bodas; não receberam um chamado de última hora só porque os noivos precisavam de um milagre. Ele havia sido chamado para estar junto… E porque estava presente, operou o milagre!

   De maneira semelhante, se você quer um casamento que dure, que sobreviva à falta do vinho (alegria), convide o Senhor Jesus para estar presente.

   Não espere a crise chegar, cultive sempre a presença dele por meio de oração e leitura da Sua Palavra, a Bíblia Sagrada. E não apenas leia, mas pratique a Palavra, pois o milagre acontece aonde há obediência; foi dito aos serventes que fizessem tudo o que Jesus mandasse, e porque fizeram sem questionar se era racional ou não, receberam o milagre.

   Podemos observar ainda algumas figuras neste texto:
- O número 6 – Havia seis talhas. Na Bíblia, este número sempre fala de algo que é humano. É chamado número de homem (Ap.13:18). Portanto, percebemos que o milagre não depende só de Deus, mas há uma participação e um fator humano ligado a este milagre no casamento.

- As talhas – o significado espiritual destas talhas estão apontando para a parte que nos toca no que tange a receber o milagre de Deus. O seis fala do homem, e aqui entendemos nossa participação no milagre. As talhas eram o recipiente para o vinho que o Senhor Jesus transformaria. Normalmente eram pedras talhadas, trabalhadas.

   Isto sugere o quão duro somos no que tange aos relacionamentos e o quanto precisamos ser trabalhados por Deus em nossa forma de ser e agir no matrimônio. Quanto mais trabalhados nos deixamos ser pelo agir de Deus, maior será nosso potencial para receber o vinho. Uma pedra pouco talhada comporta pouco vinho, mas uma pedra bem trabalhada comporta mais vinho!

- A água – Era a matéria prima necessária para que o milagre pudesse acontecer. Não havia água nas talhas, Jesus foi quem mandou enchê-las. A água simboliza a Palavra e também o Espírito Santo. Nos lares onde o vinho (a alegria) chega a acabar, e todo o prazer do relacionamento desaparece, temos percebido que além dos erros cometidos na esfera natural, há também falta de água, ou seja, não há o cultivo diário da presença de Deus por sua Palavra (lida e praticada) e a presença viva de seu Espírito.

   Creio ser esta a chave do milagre. É importante se deixar ser trabalhado (o que é diferente de ser manipulado pelo cônjuge) na forma de se relacionar, mas se estas talhas não forem cheias da presença de Deus o vinho não aparecerá!

   Vale também ressaltar que quanto mais água aqueles servos colocassem nas talhas, mais vinho haveria; ou seja, o milagre de Deus em nosso casamento esta diretamente relacionado com o investimento que fazemos em cultivar Sua presença, através de Sua Palavra!

   Finalizando, quero chamar sua atenção para a qualidade do milagre. Jesus deu o que havia de melhor em matéria de vinho, a ponto de o mestre-sala se impressionar e comentar que normalmente se bebe antes o melhor vinho e, depois de o terem desfrutado, oferece-se o inferior.

   Meus amados, assim é com a maioria dos relacionamentos conjugais; bebem o melhor vinho nos primeiros anos, depois a qualidade cai e assim vai até que se acabe.

   Mas quando Deus faz um milagre, o que se experimenta é algo inédito, muito superior a tudo o que já se experimentou até então. Deus nos dá o melhor, sempre!

   Deixe Deus ser não apenas o Criador do matrimônio, mas aquele que oferece toda manutenção necessária. Quando isto acontece, não somente somos beneficiados com um lar melhor, mas Deus recebe glória.

   Irmãos, o vinho dos lares cristãos deve ser o da mais alta qualidade…

   Se você reconhece que o vinho acabou (ou está quase acabando) em seu matrimônio, creia na vontade de Deus de agir nos casamentos. Renove o convite ao Senhor Jesus para estar em seu lar, pratique estes princípios espirituais e seja feliz como o Pai Celestial sempre quis que cada casal fosse!

autor desconhecido

PREVENINDO O DIVÓRCIO ANTES DO CASAMENTO

Prevenindo o Divórcio antes do Casamento

PREVENINDO O DIVÓRCIO ANTES DO CASAMENTOPrevenindo o Divórcio antes do Casamento

 O divórcio prevalece na nossa sociedade permissiva.

Muitas pessoas hoje entram no casamento não esperando que ele dure. Dizem: “Sim” até que eles achem que dá para se saírem melhor.

Contudo, o divórcio não faz parte do ideal de Deus para o casamento das pessoas. Deus disse que “odeia o repúdio” (Malaquias 2:16).

Referindo-se ao divórcio e ao primeiro casamento em Éden, Jesus disse: “Não foi assim desde o princípio” (Mateus 19:8). Já que não havia mais ninguém no Éden, Adão e Eva tinham que fazer com que seu casamento desse certo. O divórcio é o fracasso de um relacionamento que é prometido diante de Deus, até que a morte os separe. Deus julgará “pérfidos” (Romanos 1:31) e “adúlteros” (Hebreus 13:4).

Do lado positivo, um casamento bem-sucedido é uma coisa boa (Provérbios 18:22) e “digno de honra” (Hebreus 13:4). O casamento é tão antigo quanto o homem, instituído no sexto dia da criação (Gênesis 1:26-31; 2:18-25).

O sucesso no casamento não é simplesmente encontrar a pessoa certa; é também ser o tipo certo de pessoa! Um casamento bem-sucedido é o equivalente a receber seu doutorado em relações humanas.

Perguntas bases para o namoro

Lembre-se, você não irá casar com uma pessoa sem primeiro namorar com ela! Um bom namoro constrói o alicerce para um bom casamento.

Pense nas seguintes perguntas bases para o namoro. Um bom casamento não é só um negócio do coração, mas é utilizar a massa cinzenta dada por Deus para fazer decisões lógicas baseadas no pensamento racional. “O simples dá crédito a toda palavra, mas o prudente atenta para os seus passos” (Provérbios 14:15).

Um bom senso comum nunca fez mal a ninguém. Vai ajudar a todos a encontrarem um par para toda a vida. As seguintes bases podem te poupar tristeza futuramente e, ultimamente, a sua alma.

Leva tempo conhecer bem alguém. Alguém que se apaixonou à primeira vista mais tarde gostaria que tivesse olhado uma segunda vez! “Não acordeis, nem desperteis o amor, até que este o queira” (Cântico dos Cânticos 2:7). O amor verdadeiro, que dura para toda a vida, não pode ser apressado. Você pode estar apaixonado, não pela pessoa que você mal conhece, mas pela ideia de estar apaixonado.

Alguns acham que não ser casado é tão ruim que estão desesperados para se casarem. Porém, ser casado com a pessoa errada é pior do que não ser casado.

“O sofrimento matrimonial se tornou o maior problema da saúde mental neste país” (Reader’s Digest, Novembro 1986, EUA). Seu par pode te completar ou te quebrar. A influência das mulheres pagãs de Salomão desviou o seu coração de Deus (1 Reis 11:3).

A pessoa é cristã? Tenha como alvo casar com um cristão. Assim, ambos terão o mesmo objetivo de agradar a Deus e ir para o céu. O casamento é um triângulo sagrado, uma aliança sagrada entre um homem e uma mulher feita diante de Deus (Provérbios 2:17; Mateus 19:5-6).

“Quanto mais um homem e a sua mulher se aproximam de Cristo, mais claro se torna para eles a importância de ficarem perto um do outro” (R. B. Dobbins).

Têm-se observado que o casamento é um compromisso perfeito de amar uma pessoa imperfeita. “As muitas águas não poderiam apagar o amor” (Cântico dos Cânticos 8:7). Aprender sobre o amor de Deus pode ajudar o cristão a se tornar mais amoroso para com o seu cônjuge (1 Coríntios 13:4-8).

Casar-se por razões principalmente superficiais, como meras aparências físicas, é como comprar um carro por estar bem pintado. Uma boa pintura é ótima, mas se não há uma qualidade confiável debaixo do capô, você não vai a lugar nenhum.

Assim é também no casamento. A beleza é realmente mais profunda que a pele. O amor é mais que sexo. O caráter conta!

“Não case com a pessoa que você poderia meramente aguentar. Case com aquela que você não pode viver sem!” (James Dobson).
Como os pais do seu pretendente se tratam?

Lembre-se de que eles têm sido o modelo dele(a) há muitos anos. “O comportamento corre em canais profundos que foram cortados cedo na infância, e é muito difícil mudá-los” (James Dobson). O comportamento dos pais dele(a) podem indicar como você poderia ser tratado mais para frente.

O seu pretendente se importa de verdade com suas necessidades e seus sentimentos pessoais? O pecado do egoísmo tem destruído muitos casamentos. O amor como o de Cristo põe o bem-estar dos outros em primeiro lugar (Efésios 5:28-29). Isto se mostra em pequenos atos diários de bondade.

Se não te tratar com consideração enquanto tenta ganhar o seu coração, como que você pode racionalmente esperar que ele o faça depois de se casar?

O seu pretendente fala a verdade? O casamento se baseia na confiança. Você tem de poder confiar na palavra dele e na fidelidade dele a você. Senão, dúvidas e decepções irão praguejar o seu relacionamento. É honesto e aberto com você? Muitas vezes o namoro é uma época para esconder as falhas, enquanto cada um mostra o seu melhor lado.

Sabe administrar dinheiro? Um jovem que não lida bem com suas finanças enquanto solteiro, não mudará de repente da noite para o dia. Problemas financeiros, causados pelo impulso de gastar mais do que ganha, arruínam muitos casamentos.

Consegue manter um emprego? Um bom histórico de trabalho é uma boa avaliação da habilidade dele(a) de ser responsável e lidar bem com os outros. Tome cuidado com o fracasso aqui, que pode indicar um caráter não confiável escondido.

São capazes de pedir desculpas de coração? Um casamento bem-sucedido vem de ambos os cônjuges estarem comprometidos em admitirem as suas falhas e mudar o que for preciso. “Um bom casamento é a união de duas pessoas que sabem bem como perdoar” (R. B. Graham). Aprenda como fazer as pazes. Alguém escreveu:

Para manter um casamento transbordando
De carinho no copo de amor,
Quando estiver errado, admite o erro.
Quando estiver certo, fique calado!


Sabem elogiar? Os melhores casamentos ocorrem quando o marido “honra” a esposa e ela “respeita” o seu marido (1 Pedro 3:7; Efésios 5:33). Em Cântico dos Cânticos, leia como tanto Salomão quanto a sua noiva sulamita constroem a autoestima um do outro pelos elogios sinceros. Isto evita que um se aproveite do outro.

São flexíveis? O casamento é aprender a dar e receber. Enquanto Salomão namorava com a moça sulamita, ela disse: “Apanhai-me…as raposinhas, que devastam os vinhedos, porque as nossas vinhas estão em flor” (Cântico dos Cânticos 2:15). O seu amor estava florescendo no namoro.

As raposinhas de problemas mal resolvidos poderiam, de maneira figurada, comerem as raízes cada vez mais profundas do seu relacionamento. Ela queria resolver estes insistentes probleminhas antes que se tornassem problemões.

“Se apaixonar pode ser fácil; crescer no amor é algo que tem que ser feito com determinação como também a imaginação” (Lesley Barfoot). Rigidez desnecessária no casamento é mais uma receita para causar raiva no outro.

Cada um tem que aprender como ajudar ao outro pacientemente. Um evangelista sugeriu um exercício para antes do casamento de colocarem papel de parede. É uma tarefa complicada que exige trabalho em equipe. O casamento é arte de compromissos mútuos. Os ajustes têm que ser feitos na estrada da vida.

Você se comunica bem? A boa comunicação é uma chave vital para um casamento duradouro e satisfatório. Embeleza e enriquece um relacionamento. “Como maçãs de ouro em salvas de prata, assim é a palavra dita a seu tempo” (Provérbios 25:11). A raiva abafada e o tratamento do silêncio nada resolvem. Cada um de vocês conseguem expressar os seus sentimentos e preocupações honestas sem nenhum dos dois explodirem?

Ambos conseguem escutar ao outro, se identificando com os sentimentos que estão atrás das palavras? A comunicação construtiva pode resolver problemas que estão começando, como também guiar o relacionamento a intimidade mais profunda. Todos nós ansiamos por alguém para quem podemos contar tudo mesmo, sem o medo de rejeição ou humilhação.

Lembre-se, a decisão que você toma de para quem entregará a sua vida no casamento é uma das mais sérias e importantes que tomará na vida. Tome a decisão certa!


por W. Frank Walton

Fonte: www.padom.com.br

os ninhos sujos

Os Ninhos Sujos

os ninhos sujosOs Ninhos Sujos

Uma pomba estava constantemente trocando de ninho.

O forte odor que os ninhos adquiriam com o passar do tempo era insuportável para ela.

Certa vez queixou-se amargamente disso quando conversava com uma sábia , experiente e idosa pomba. Esta balançou a cabeça várias vezes e disse: “Mudando de ninho todo o tempo, tu não mudas nada. O odor que te importuna não provém dos ninhos, mas de ti.”

Olhando para o mundo de hoje, podemos comparar os casamentos atuais (em sua grande maioria) a “ninhos de pomba” malcheirosos. Muitas pessoas querem cair fora. Alguns já dizem que o casamento é uma instituição ultrapassada.

Se muitos pudessem escolher, jamais se casariam novamente com a mesma pessoa, com a qual vivem juntas; só não se separam por causa dos filhos ou outros vínculos, como família, moral e testemunho, que a muito custo e sofrimento mantém unido o que mais parece água e óleo.

Por isso, certo é dizer que grande parte dos casados vivem infelizes. Ouço e presto atenção em suas conversas, em seus testemunhos, por isso assim deduzo.

O que estaria acontecendo? Será que trocar de ninho seria a solução? Creio que não. A palavra de Deus não diz assim. Os ninhos (casamentos) não se sujam por si.

Somos nós mesmos que os sujamos. Tudo o que de ruim acontece com nossa vida, é na família (esposa e esposo, principalmente) que descontamos.

O certo é que deveríamos rever muitos aspectos de nossa vida cristã em primeiro lugar, e, depois, com certeza, poderíamos em muito limpar nossos ninhos.

Para limpar o ninho, braços cruzados não adiantam. As pessoas precisam superar muitas dificuldades e traumas. É necessário muito diálogo, honesto e franco e muita compreensão de ambas as partes. O desembocar do esgoto do mundo não pode ser a família…

Pense no que seria do futuro se a família falisse?

(autor desconhecido)

o sexo fragil

O Sexo Frágil

o sexo fragilO Sexo Frágil

Amados, que me perdoem os pregadores, atentos observadores da homilética, mas peço licença para usar um texto bíblico não para pregar exatamente nele, mas para usá-lo como uma espécie de  pano de fundo para a reflexão de hoje. Ao final, você vai entender.

Vejamos, então, o texto de 1Coríntios 11.11-12 – “Todavia, no Senhor, nem a mulher é independente do homem, nem o homem é independente da mulher. Pois, assim como a mulher veio do homem, assim também o homem nasce da mulher, mas tudo vem de Deus”.

   O sexo masculino é chamado de “sexo forte” por causa da força física. Como tem mais massa muscular e força física, o homem estruturou a sociedade em função da força, tornando-se dominador. Ficou com o físico e o racional. À mulher, o homem legou o intuitivo e o emocional. Ao longo da história, as relações entre homem e mulher ficaram nestes termos: ele dominou e a mulher foi dominada.

   Isto se tornou uma faca de dois gumes. Assim fazendo, o homem privou-se da intuição e das emoções. Alardeou a força e reprimiu as emoções. Uma expressão muito ouvida, desde que se é menino, é esta: “homem não chora”. Não sei quem foi o pateta que criou esta frase, mas ela se tornou uma regra. O homem é instruído, desde cedo, a reprimir o intuitivo e o emocional.

   Assim, a mulher é rotulada como emocional e o homem é rotulado como racional.

   Mas os tempos atuais são tempos de prevalência da voz das emoções e da intuição. A própria razão, que se tornou uma arma masculina contribuiu para isto: a razão nos mostra que deve haver igualdade de direitos, entre os sexos. Por exemplo, o direito ao voto, a espaço no trabalho, etc.

    Voltando à questão de aludida fragilidade feminina, ideia criada pela sociedade dominada pelos homens, vejamos algumas frases muito comuns, ouvidas entre nós. Vamos ouvir um homem tipicamente machista, desses que acham que mulher é inferior, um ser de cabelos compridos e ideias curtas: “Mulher chora a toa e fala demais”. “Qualquer coisa que acontece com uma mulher, ela desaba, fala, fala, reclama muito, esperneia e chora” .”Se você está no trabalho, e lá tem uma mulher e ela leva uma bronca qualquer… ou alguém a trata como não gostaria, um cliente por exemplo.. qual é a atitude que ela normalmente tem… chora… entra em crise…é… a mulher é frágil…

Com os homens é diferente. A gente aguenta tudo…suporta tudo…enfrenta qualquer situação… damos bronca quando precisa.. seguramos as pontas… convivemos todos os dias, com a grande responsabilidade de manter nossas famílias… não somos iguais as mulheres…falamos bem menos… ah ,não vou ficar expondo meus sentimentos… vão pensar que sou frouxo…eu sou homem… tenho que me garantir… chorar?.. só escondido…”

   Este homem é um sério candidato a morrer, em média, doze anos antes da sua mulher. Por que isto acontece?

   A mulher, pela sua própria natureza, externaliza as suas emoções. Ela não se envergonha em demonstrar o que sente, nem tem a necessidade de provar que é forte. Sua sensibilidade, normalmente, está à flor da pele. O homem não foi educado a externalizar sua sensibilidade. Pelo contrário, foi ensinado a reprimi-la. Ela ri mais, emociona-se mais com os fatos, presta mais atenção a detalhes. Em outras palavras, está mais pronta para a vida, por ser mais receptível às mudanças do que o homem. Sua grande força, que normalmente os homens chamam de fragilidade, está, justamente, em geralmente por para fora a sua fragilidade.  

   Amados, por assumir sua fragilidade é que a mulher é forte. Por não saber lidar com suas fragilidades, então, ao contrário, o homem se fragiliza ainda mais, se torna mais fraco.

   Todo conteúdo emocional que não for bem vivenciado ou entendido fica em nossa mente cobrando uma solução. Como este conteúdo fica dentro do homem sem ser entendido ou elaborado, geralmente, explodimos em atitudes machistas e fechadas, como mecanismos de defesa, para não sermos tocados.

A explosão emocional ou a ira são barreiras para impedir o extravasamento da sensibilidade. O homem “não pode ser sensível”.

   Este é o primeiro aspecto da fragilidade masculina: ter medo de externar as emoções.

   O segundo aspecto é a dependência psicológica no relacionamento com o outro sexo. Psicologicamente, o homem é mais dependente da mulher que ela é dele. Isto é diferente de dependência econômica.

Um artigo de um psicólogo, Dr. Irineu Deliberalli, intitulado “O bebezâo”, aborda aspectos do anteriormente mostrado num livro, “Síndrome de Peter Pan”, que trata de homens que se recusam a crescer. Ele menciona, no artigo, o caso de homens que não conseguem se ajustar no casamento.

Na verdade, esses procuram uma segunda mãe. Ser cuidado pela esposa é bom. Mas procurar uma segunda mãe é problemático.

   Li, na Internet, um artigo sobre um filme intitulado “Viciado em sexo”. Devo dizer que me interessei pelo artigo, primeiro, pelo título: eu arrebentei com meu primeiro casamento por causa deste vício. E, segundo, o comentário era muito interessante, por apresentar um outro aspecto que me interessava: o psicológico.

   Um homem maduro, já na casa dos sessenta anos, bem casado, tendo uma mulher bonita, atraente, bem mais jovem, se envolvia com várias outras ao mesmo tempo. Em alguns momentos ia com duas para um motel.

Algumas delas eram, o que se chama popularmente, de tribufus. Uma das prostitutas que ele arranjou era feia como guerra de foice no escuro. Enquanto ele se esgotava no ato sexual, ela se preocupava em fumar seu cachimbo de crack.

Não havia nenhuma comunicação emocional entre os dois. Isto se constitui numa aberração porque o ato sexual é a mais profunda forma de comunicação entre duas pessoas (por isso que a prostituição é um absurdo psicológico). Ele apenas extravasava seus impulsos pondo em funcionamento um mecanismo de defesa para agredir a figura feminina, porque praticava sexo violento, inclusive com agressão.

Ele não queria prazer. Sexo, para ele, não se ligava a ternura, mas a agressão. Ele queria agredir para não aceitar sua fragilidade em relação à figura feminina.

Várias cenas dele com a mãe eram intercaladas, ao longo do filme. Havia uma profunda indiferença dela para com ele. Tornava-se óbvio, para o conhecedor dos mecanismos psicológicos, quão arrasador isto fora para ele.

Ele procurava seduzir as mulheres porque teve um relacionamento deficiente com uma: a própria mãe. Também ele queria mostrar que era capaz de subjugar a figura feminina.

   Amados, preste atenção: muitos homens entram no casamento em busca de uma segunda mãe… ou se vingam porque não tiveram uma mãe que achavam que mereciam ter. Deveriam procurar uma mulher para cuidar, mas buscam uma que cuide deles. Isto apenas evidencia que a figura feminina domina o psicológico masculino.

Voltando ao filme: mesmo cometendo tais atos, o personagem tinha uma mulher em casa, porque precisava de um álibi emocional.

Assim, ele mostrava para si que era capaz de ter uma, de amá-la, tentando se justificar. A mulher que ele tinha em casa era a mãe que queria ter. As mulheres que pegava na rua eram uma vingança inconsciente contra a mãe que teve. Ele era dependente da figura feminina. Nós, homens, o somos, em grau maior ou menor.

Podemos não ter uma patologia como este personagem, mas somos dependentes da figura feminina.

   Esta dependência emocional se verifica também na viuvez. Geralmente, a mulher absorve mais a viuvez que o homem. Na estrutura social que construímos, o lar foi destinado às mulheres, e a rua ao homem.

   Ora, não se pode ter um lar na rua ou no bar. A mulher se realiza na casa. E o homem também precisa de uma casa para se realizar. Precisa de uma mulher. A mulher não precisa de uma rua, de um bar. É por isso que o homem precisa se submeter ao domínio da mulher, nesta área.

Porém, nesta área, ela não precisa se submeter ao domínio dele!

   Consideremos algo mais. O lar é algo seguro e definitivo. É onde ficamos. O bar é transitório, um paliativo. É aonde vamos. O homem fica fragilizado sem lar. A mulher não fica fragilizada sem um bar.  Por quê? O transitório não substitui o definitivo.

   A mulher pode ter dificuldades econômicas, se depender de um homem e tiver que, depois, viver sozinha, em caso de viuvez. Mas nós, homens, teremos mais dificuldades emocionais, mesmo que tenhamos segurança econômica, em caso de viuvez. É porque, emocionalmente, o homem depende mais da mulher que ela dele.

   Imagine o sujeito ficar viúvo de uma hora para outra e ter que “se encontrar” dentro de sua casa, sem a presença da mulher que sempre lhe preparou a comida, arrumou suas roupas, lavou a louça…

   O terceiro aspecto a considerar é a fragilidade sexual. Hoje o homem está em desvantagem nesta área. A mulher pode falhar, no ato sexual. O homem, não. Ela pode fingir um orgasmo, mas, pense comigo:  ele não pode “fingir” uma ereção. Percebe? A cobrança sempre é maior para o homem. Outro exemplo:

   A frigidez feminina pode ser atribuída ao desinteresse pelo parceiro, à falta de romance, de gentileza do parceiro. Ou à famosa “dor de cabeça”. “Hoje não, benzinho, estou com dor de cabeça”. O homem não pode alegar dor de cabeça.

A falta de ereção é imediatamente entendida como se a sua masculinidade estivesse se esvaindo. A mulher não deixará de ser feminina por não ter orgasmo. Mas o homem sem ereção terá mais dificuldade em afirmar a masculinidade.

   Dizem que a pior frase para um homem é dizer pela segunda vez: “Isto nunca me aconteceu antes”.

   Se uma mulher não tem orgasmo, a culpa é do homem. Não soube dar um à mulher. Mas, se ele não tem ereção, a culpa é dele. Há, também, um ditado que diz que “não há mulher fria, há mulher mal amada”. Mas ninguém diz que “não há homem frio, há homem mal amado”. Se ele é frio, é porque não gosta de mulher. Mais um peso sobre o homem!

   Meus irmãos: estas mudanças trouxeram uma crise de identidade a muitos homens. O aumento do homossexualismo masculino tem muito a ver com a liberação sexual da mulher.

Esta se tornou,  sexualmente, mais agressiva e mais exigente. Muitos homens se recolheram. Alguns não sabem como lidar habilmente com uma mulher, pois só conhecem a linguagem da dominação. Não conhecem o entendimento.

   Na realidade, o homem não é tão forte assim. Tem alguns problemas sérios, mas se recusa a reconhecê-los. Tem vergonha de falar sobre eles, ou nem sabe como fazê-lo.

COMO ENFRENTAR, ENTÃO, A FRAGILIDADE MASCULINA ?

   O que o homem pode fazer, para superar estes aspectos desfavoráveis a ele?

   Primeiro, ele necessita reconhecer que ele tem, também, um lado feminino, que ele tem reprimido. A isso se chama de Bipolaridade. As mulheres, por sua vez, também são bipolares, ou seja, também tem um lado masculino. E bipolaridade, por favor, entendam, é diferente de bissexualidade, que é OUTRA coisa. Estou falando, aqui, de sentimentos, sensibilidades e NÃO de tendências sexuais.

   Nós, varões, precisamos, inicialmente, reconhecer que o homem tem, também, igualzinho as mulheres, aspectos de sua personalidade que, em função da história de machismo em que fomos criados, o homem tem relegado à mulher tais aspectos, como exclusividade dela.

   Mas esses aspectos de sensibilidade emocional são comuns tanto aos homens quanto às mulheres; são aspectos que enriquecem a personalidade e dão um senso de realização pessoal muito grande. Por exemplo, a poesia, a arte em geral, a sensibilidade diante do cotidiano, o admirar uma flor, o observar e emocionar-se diante do sorriso de uma criança, o enternecer-se, o chorar.

   Amados, a estética não tem sexo. E cultivá-la não é ser frágil. É ser humano. Ser sensível não é ser gay. Chorar não faz mal, e pode evitar problemas mais sérios. Homem que é homem chora. Eu, mesmo, vivo chorando e nem por isso me vejo como “menos homem” do que os que não choram.

E acho muito legal chorar, ser sensível, emocionar-me diante de tantas coisas que Deus tem me proporcionado experimentar… Então, meu irmão, este é o primeiro passo. Reconhecer sua bipolaridade e saber externalizar as emoções. Não significa explodir, mas ser bipolar. Assumir emoções que, infelizmente, sempre temos atribuído como reserva de domínio das mulheres. (Entenda: eu falei BIPOLAR e não BISSEXUAL)

   O segundo passo para enfrentar a fragilidade masculina é: nós, homens, reconhecermos e aceitarmos que dependemos da mulher. Queridos, todos nós, homens, nascemos de uma mulher! A palavra mulher deriva da palavra homem, porque ela veio dele, da costela. Ela não existiria sem ele.    

   A mulher não é fonte de pecado, como ensinava Agostinho. A mulher é fonte de vida. Gostamos, os homens, de saber que nossas mulheres dependem de nós. Mas devemos aceitar que dependemos também delas. E devemos nos alegrar com isto.

   Deus fez a mulher por causa do homem, para ser sua AJUDADORA. Então, pense comigo: Se Deus fez a mulher para ser a ajudadora do homem, então o homem PRECISA da mulher! No relato da criação da mulher, em Gênesis, a dependência emocional é bem ressaltada. Sem a mulher, o homem é incompleto.

   Sobre o terceiro aspecto, a fragilidade sexual, posso dizer que os homens têm mais dificuldades em falar sobre uma vida sexual problemática que a mulher. Contar vantagem é fácil, principalmente após a sexta cerveja, no bar, com os amigos.

Isto, alguns homens fazem bem. Mas reconhecer dificuldades e resolvê-las é problemático. Significa assumir que tem perda de virilidade ou não consegue seduzir a própria esposa. Isto é perder sua própria característica de dominador. Não conseguir seduzir a própria esposa é um golpe no ego de muitos homens.

   Sem ser muito freudiano, é forçoso reconhecer que muitos problemas de relacionamentos de homens com mulheres têm origem em questões não resolvidas em relacionamento nos papéis filho e mãe. Algumas mães de hoje estão estragando os futuros maridos de suas futuras noras. Uma mãe dominadora ou indiferente é sinal de um futuro marido com problemas.

Mães, amem seus filhos, mas deem liberdade a eles de crescerem como homens. Não os vejam como os eternos meninos.

   Como a mulher pode ajudar? Reconhecendo que o papel que a sociedade deu ao homem hoje lhe é um fardo. Sendo sábia para ajudar o marido a superar isto. Reconhecendo que ela levanta ou derruba um homem com palavras ou gestos.

Que ele não é tão forte assim, e que, na realidade, a força vem dela, pela sensibilidade, apoio e sabedoria na correção. Na realidade, quem governa o mundo são as mulheres. Como alguém disse, se o homem é a cabeça do lar, a mulher é o pescoço. A cabeça só pode ir para onde o pescoço se move.

   Assim, recapitulando, amado irmão que me ouve neste momento: reconheça que você tem, sim, um lado feminino, que está reprimido dentro de você. Segundo, reconheça e aceite que nós, homens, dependemos da mulher.

E, terceiro, reconheça suas dificuldades e procure resolvê-las com a ajuda de sua esposa, através de um diálogo franco, sincero e aberto, sem receio de que ela possa pensar que você perdeu sua virilidade. E desperte o homem sedutor e conquistador que existe dentro de você. Afinal de contas, um pouco de romantismo não faz mal a  ninguém!

   A melhor maneira de concluir é com o texto de 1Coríntios 11.11-12, com o qual iniciamos esta reflexão,  que é uma excelente recomendação para o critério de relacionamento entre homem e mulher: “Todavia, no Senhor, nem a mulher é independente do homem, nem o homem é independente da mulher. Pois, assim como a mulher veio do homem, assim também o homem nasce da mulher, mas tudo vem de Deus”.

   Afinal, somos ou não somos o “sexo frágil”? Então, amados irmãos, que nossas mulheres nos ajudem a superar nossas limitações e perdoem as nossas falhas.  Em o nome de Jesus! Amém!

(autor desconhecido)

O Casamento Que Você Sempre Sonhou

O Casamento Que Você Sempre Sonhou

O Casamento Que Você Sempre SonhouO Casamento Que Você Sempre Sonhou

Quem nunca sonhou com um casamento perfeito?

Quase todos nós.

Desde muito cedo, a criança é levada a imaginar sua família – começa com as ingênuas brincadeiras de “casinha”.

Depois, o sonho toma forma, e mesmo quando não é expresso por palavras, está ali, bem guardado em algum lugar de nosso coração ou interior.

O problema surge depois do casamento. Mais especificamente quando o príncipe vira sapo e a princesa tem jeito de bruxa. O castelo cai e o sonho vira pesadelo.

Mas se você está vivendo esse tipo de relacionamento, há uma esperança: não importa como está seu casamento – você pode fazer dele aquilo que sempre sonhou, e o que Deus sonhou também. Impossível?

Pode parecer para você, mas para Deus não é. A família e o casamento foram instituídos por Ele porque fazem parte de Seu projeto para nós. Sendo assim, Ele é o maior interessado em fazer do “mar de lamas” um “mar de rosas”. Mas depende também de você.

   Confira a seguir algumas dicas. Elas foram baseadas em artigos escritos por Tim Clinton, terapeuta familiar e pastor da igreja do Calvário em Charlotte, nos EUA. Coloque-as em prática e… Volte a sonhar e ser feliz!

 

Quando as coisas não vão bem, não desista. Lembre-se das promessas de Deus e de que Ele deseja abençoar seu casamento. Assim você encontrará forças e ajuda divina;
 
  Escreva sua história de casamento – detalhes de como você tem visto seu relacionamento ao passar dos anos. Depois, compare o que você escreveu com o que escreveu seu cônjuge, e trabalhem as duas versões para descobrir o nível de satisfação até o momento. Finalmente, escrevam juntos os próximos capítulos dessa história, o que vocês gostariam de viver no futuro;
 
 
  Considere quais fatores estão sendo prejudiciais ao seu casamento: expectativas em demasia, frustrações pessoais, traumas de infância, excesso de trabalho, falta de compreensão, influências malignas. Pare de culpar seu cônjuge pelos problemas conjugais e tratem os fatores detectados como inimigos comuns. Para vencer o stress do dia a dia, descubra junto com ele as coisas que vocês consideram importantes na vida e achem tempo para fazê-las;
 
 
  Saiba que Deus tem um propósito também espiritual para vocês, como casal. Ele quer ver os dois crescendo e servindo ao Seu reino;
 
  Tente respeitar a importância e individualidade de cada um. Não magoe o outro com palavras rudes, seja paciente, não ataque a insegurança ou ponto fraco de seu cônjuge, não se feche emocionalmente e não envolva outras pessoas em seus problemas de casamento. Ore para que Deus lhes dê graça para evitar ciúmes, mentiras, pensamentos pecaminosos e culpa;
 
  Faça de seu casamento um lugar seguro, onde seu cônjuge tenha liberdade para expressar seus sentimentos e ideias  sem medo de julgamento. Mesmo que não concorde com alguma coisa, discuta de forma saudável e com respeito. Lembre-se que vocês não são inimigos;
 
 
  Peça perdão a Deus e ao seu cônjuge por alguma coisa que você tenha feito que contribuiu para a deterioração do casamento;
 
  Persista em ser amigo do seu cônjuge. Revele suas prioridades e vontades, seus compromissos e dificuldades. Procure aconselhá-lo e ser aconselhado por ele em todas as áreas de sua vida;
 
  Comece a lutar por mais intimidade em seu casamento – queira despir-se também emocionalmente e se abra verdadeiramente. Aprenda a confiar no outro de novo;
 
  Use todas as suas forças para criar um casamento que glorifica a Deus, seja numa simples conversa ou numa relação sexual;
 
 

Não tome decisões sem consultar a Deus. Ore e trabalhe continuamente por um casamento melhor.

(autor desconhecido)