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a teia do pecado 500

A Teia do Pecado

a teia do pecado 500A Teia do Pecado

Peça teatral apresentada pelo Ministério de Teatro da Igreja Batista Novo Horizonte – Patos (PB), no dia 16.08.2014, por ocasião da celebração do 7º aniversário da IBNH.

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Cientistas descobrem droga que pode apagar más lembranças e traumas

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Pesquisa mostrou que a substância ‘fingolimod’ pode ajudar no tratamento pós-traumático e de fobias

Cientistas descobrem droga que pode apagar más lembranças e traumas

Quem nunca teve um breve desejo de apagar episódios traumáticos e negativos da memória? Muitos achavam impossível, mas agora o que parece ficção pode tornar-se realidade. Um estudo publicado na revista de Nature Neurociências mostrou que uma droga pode simplesmente eliminar lembranças de trauma e sofrimento físico da mente.

Conhecida como fingolimod, a substância já era usada em tratamentos de esclerose múltipla reincidente. Desta vez, no entanto, cientistas testaram o produtos em camundongos de laboratório que eram submetidos a eventos traumáticos. Funcionava assim: um animal era convidado a entrar em uma câmara, onde ele levava choques sem grande voltagem. Em seguida, após tomar a droga, foi constatado que o roedor havia se esquecido de associar a câmara às dores da carga elétrica, tendo apagado da mente as memórias do choque.

Com o resultado, os neurocientistas esperam que a droga possa, no futuro, servir para eliminar maus sentimentos e lembranças traumáticas de uma pessoa, sem que ela tenha no futuro que aprender por meios dolorosos como proceder em determinadas situações. Este processo, conhecido como a “extinção do medo”, pode auxiliar o tratamento pós-traumático e de fobias sem ter de submeter o paciente à ansiedade e ao estresse.

Há tempos que cientistas procuravam uma forma de supressão de memórias sem efeitos colaterais no sistema imunológico. Anos atrás, esperanças foram depositadas na enzima HDAC, mas enquanto alguns dos experimentos suprimiam as lembranças, outros as amplificavam.

Fonte: O Globo/Verdade Gospel.

 

Cantor gospel denuncia drogas, prostituição e bebidas entre pastores e organizadores do Congresso Gideões da Última Hora; Assista

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O Congresso Gideões Missionários da Última Hora é alvo de uma denúncia feita pelo pastor e rapper Juninho Lutero na música “Gideões: Prostitutas de Terno e Gravata”.

Lutero afirma que a organização do evento pentecostal cobra R$ 50 mil de pastores que desejam pregar no congresso, realizado em Camboriú (SC), além de acusar os líderes que participam do evento de usarem drogas.

“Congresso dos Gideões é uma farsa, composta por pastores que cheiram pó e bebem cachaça. É claro que não falo de todos, mas homens de Deus ali dentro são bem poucos. Na verdade, Camboriú visa lucro e não missões. Zombam da fé alheia no palco dos Gideões”, afirma Juninho Lutero nos versos da música.

As afirmações do rapper vão além e atingem também as cantoras gospel que se apresentam durante o congresso. Segundo Juninho Lutero, muitas delas “se deitam” com os organizadores para conseguir espaço no evento.

“O que existe nos bastidores é indecente. Cantoras que se deitam com organizadores, pra poderem cantar nos Gideões seus falsos louvores. Por um minuto de fama vão pra cama com pastores que espiritualmente estão na lama. Mulheres sem unção, de saião e cabelão, vendem o corpo em Camboriú pra ter o microfone na mão”, acusa o rapper em outro trecho da música.

O congresso é organizado há 32 anos pela Assembleia de Deus de Camboriú (SC), dirigida pelo pastor Cesino Bernardino. O evento atrai em média 100 mil pessoas todos os anos, durante os dez dias de reuniões. Em 2014, o congresso acontecerá entre os dias 26 de abril e 5 de maio.

Fonte: Gospel+

Assista ao clipe “Gideões: Prostitutas de Terno e Gravata”, do rapper Juninho Lutero:

Drogas fazem com que 80% dos pais viciados abandonem seus filhos

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Pelo menos 46 mil crianças e adolescentes vivem hoje em abrigos no Brasil.

Nos últimos dois anos, a cada dia 38 meninas e meninos de até 15 anos de idade foram vítimas de abandono ou negligência, segundo dados do Mapa da Violência 2014 — Crianças e Adolescentes, antecipados ao jornal ‘O Globo’, que reúne notificações da rede de saúde. Ao mesmo tempo em que pratica regras mais rígidas e evita separar pais e filhos, o país perde a guerra contra os efeitos devastadores do crack nas famílias. Segundo pesquisa do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), mais de 80% dos encaminhamentos de crianças e adolescentes a abrigos estão vinculados à dependência química dos pais. E a droga por trás dos números, segundo os especialistas, é o crack.

“Estamos perdendo muitas batalhas para o crack. Essa é mais uma”, diz o desembargador Antonio Carlos Malheiros, coordenador de Infância e Juventude do Tribunal de Justiça de São Paulo.

Dos 27.625 casos de abandono e negligência nesses últimos dois anos, incluídos no Mapa da Violência, 61% são de crianças com até 4 anos — fase em que desenvolvem a capacidade cognitiva, que é conhecer, entender e se relacionar com o mundo. Além do abandono, as crianças são vítimas de outros tipos de violência. No caso dos meninos, trabalho infantil (58%) e violência física (53,8%) lideram a lista. As meninas sofrem violência sexual (81,2%) e são vítimas de tráfico humano (76,9%) e tortura (55,8%).

“Os números estão subestimados. Temos muitos problemas de subnotificação pelos estados”, diz o sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz, responsável pela elaboração do Mapa com dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação.

Crack-viciados

O destino de órfãos do crack preocupa. Apenas 20% dos municípios brasileiros têm abrigos cadastrados pelas autoridades, de acordo com o Censo 2012 do Sistema Único de Assistência Social. Ou seja, ou não há abrigos ou são clandestinos. Não são raros casos em que as crianças são deixadas com vizinhos ou conhecidos. Antonio Carlos Ozório Nunes, da Comissão da Infância e Juventude do CNMP, diz que parentes de usuários de crack relutam em ficar com seus filhos, pois temem o comportamento imprevisível dos pais. ”As famílias têm mais medo dos dependentes químicos de crack, tidos como mais agressivos. E quando a mãe é presa, como fazer? Às vezes, ninguém quer ficar com a criança”.

Integrante do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) e assessor nacional da ONG Aldeias Infantis SOS, que mantém abrigos em 13 estados do país, Fábio José Garcia Paes afirma que na Região Sul do país os casos de abandono e negligência triplicaram nos últimos anos. Hoje, segundo ele, 45% das cerca de 800 crianças atendidas foram abrigadas porque os responsáveis por elas entraram no mundo das drogas.

“O crack se destaca como elemento avassalador”, diz Paes.

Há outra questão ainda mais delicada: o uso de crack pela mãe engrossa a lista dos preconceitos que permeiam a adoção. Há receio de que os bebês abandonados venham a sofrer transtornos mentais no futuro, associados à droga consumida durante a gestação. Na capital paulista, o Hospital e Maternidade Leonor Mendes de Barros, da rede estadual, costuma receber gestantes usuárias de drogas. Em 2012, foram 71 casos. Em 2013, 90. Este ano, até o início da segunda quinzena deste mês, já foram 16 atendimentos.

“O crack hoje bate em todas as portas. A capilarização da droga é monstruosa e ela tem preponderância sobre o álcool e a cocaína. Mas é preciso lembrar que o álcool pode trazer mais dano ao feto do que a cocaína”, diz Samuel Karasin, que atua no plantão judiciário do Centro de Referência de Álcool, Tabaco e Outras Drogas (Cratod), perto da região conhecida como cracolândia em São Paulo.

O problema é que o crack costuma deixar seus dependentes menos funcionais. Não é incomum, segundo Karasin, casos de mulheres que tiveram bebês e abandonaram o hospital sem eles. Ou de gestantes que fogem do atendimento durante a gravidez, colocando a vida do bebê em risco. A Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo aumentou em 140% os leitos para tratamento de dependentes químicos nos últimos dois anos: de 482 em 2011 para 1.160 em 2013.

Diretor técnico da Unidade de Atendimento ao Dependente Heliópolis (Unad), em São Paulo, o psiquiatra Cláudio da Silva diz que o preconceito contra os órfãos de crack potencializa o risco de eles virem a desenvolver quadros psicóticos, depressão, bipolaridade e até vir a se envolver com drogas no futuro. “A proteção, o suporte psicológico e o apoio familiar anulam fatores de risco”.

Ariel de Castro Alves, que integra o Conselho Estadual de Direitos das Crianças e Adolescentes em São Paulo, afirma que as drogas acentuam os conflitos familiares e aumentam a vulnerabilidade social. “Estamos criando uma geração de filhos do crack. O abandono, no futuro, resulta em violência e aumento no número de infrações”.

Fonte: o Globo/ Verdade Gospel

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DROGAS: CARTA DE UM FILHO PARA O PAI

drogasDROGAS: CARTA DE UM FILHO PARA O PAI

 Esta é uma carta de um adeus de um jovem de 19 anos. O caso, verídico, aconteceu em um hospital de São Paulo.

Acho que nesse mundo, ninguém procurou descrever o próprio cemitério. Não sei como meu pai vai receber este relato, mas preciso de todas as forças enquanto é tempo.

Sinto muito meu, pai, acho que este diálogo é o último que tenho com o senhor. Sinto, sinto muito mesmo.

Sabe pai, está em tempo de o senhor saber a verdade do que nunca desconfiou. Vou ser breve e claro, bastante objetivo. O tóxico me matou, travei conhecimento com meu assassino aos 15 anos de idade. É horrível, não pai?

Sabe como conheci essa desgraça? Por meio de um colega da escola, com quem cresci junto e jamais desconfiei de nada… Foi ele quem me apresentou, à época ao meu futuro assassino: A DROGA.

Eu tentei recusar, tentei mesmo, mas aquele colega tão chegado mexeu com o meu orgulho, dizendo que eu não era homem. Não é preciso dizer mais nada, não é, pai? Ingressei no mundo do vício.

No começo foi o devaneio, depois as torturas, a escuridão, não fazia nada que o tóxico não estivesse presente.

Em seguida, veio a falta de ar, o medo, as alucinações e logo após a euforia do pico, novamente eu me sentia mais gente do que as outras pessoas, e o tóxico, “meu anjo, meu amigo inseparável”, sorria.

Sabe, meu pai, a gente quando começa, acha tudo ridículo e engraçado. Até Deus eu achava cômico. Hoje, no leito de um hospital, reconheço que Deus é mais importante que tudo no mundo, e que, sem a sua existência e sua ajuda, eu não estaria escrevendo esta carta.

Pai, eu só estou com 19 anos, e sei que não tenho a menor chance de viver… é muito tarde para mim.

Ao senhor, meu pai, tenho um último pedido a fazer: mostre esta carta a todos os jovens que o senhor conhecer, diga-lhes que em cada porta de escola, em cada cursinho de faculdade, em qualquer lugar, infelizmente, há sempre alguém de quem a gente menos desconfia, há sempre alguém elegantemente vestido mas que está escondido, por trás daquela aparência, um verdadeiro destruidor de suas vidas e que, fatalmente, os levará à loucura e à morte, como aconteceu comigo.

Por favor, faça isso meu pai, antes que seja tarde demais para eles.

Perdoe-me, pai… Já sofri demais. Perdoe-me também por fazê-lo padecer pelas minhas loucuras. Adeus, meu pai…

(algum tempo depois, após escrever esta carta, o jovem morreu)

A carta que lemos reflete a dor, a tristeza e o fim de uma vida preciosa.

De um lado, vemos a ação do diabo, através de seus agentes destruidores, que são pessoas que se prestam para ser seus instrumentos.

O tóxico, como meio de gerar dinheiro maldito, que atrai tanta gente inescrupulosa e sem princípios espirituais e morais, as quais, mesmo sabendo que estão destruindo vidas, não têm o menor remorso.

A sociedade sem Deus as acolhe, infelizmente, muito mais do que aos pregadores da verdade e do amor.

Na carta que lemos, cumpre-se o que Nosso Senhor Jesus Cristo afirmou: “O ladrão não vem senão a roubar, a matar e a destruir. Eu vim para que tenham vida , e a tenham com abundância” (Jo. 10.10)

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