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O Homem Feliz

O Homem Feliz

O Homem FelizO Homem Feliz

Existe Felicidade?

Há várias teorias: alguns dizem que felicidade é apenas um sonho, um ideal inatingível e que, portanto, ela não existe. Outros dizem que felicidade é formada por momentos felizes, e que felicidade é a soma desses momentos agradáveis.

Entretanto, a Bíblia afirma que embora existam momentos e tempos de tribulação para todos, podemos ser felizes, e que a felicidade existe…

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ao cheiro

Ao Cheiro Das Águas

bannervideosao cheiroAo Cheiro Das Águas

Ao Cheiro Das Águas – Joana Beja – Portugal – Voz: Pr. Edson Poujeaux 

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O Nó Do Carinho

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O Nó Do Carinho – Joana Beja – Portugal – Voz: Pr. Edson Poujeaux 

abertos para aprender

Abertos Para Aprender

abertos para aprenderAbertos Para Aprender

Gravado pelo Pr. Edson Poujeaux, no quadro “O Lar Cristão”, durante o Programa Momentos com Jesus.

Permitida a utilização em programas radiofônicos, disponibilização para Downloads em outros sites (sem restrições), apenas vedada a comercialização de nossos arquivos.

1 Coríntios 9:18 “Nesse caso, qual é o meu galardão? É que, evangelizando, proponha, de graça, o evangelho, para não me valer do direito que ele me dá”.download

A segunda esposa

A segunda esposa

A segunda esposaA segunda esposa

Gravado pelo Pr. Edson Poujeaux e sua esposa, Miss. Adalmira Leandro Poujeaux, no quadro “O Lar Cristão”, durante o Programa Momentos com Jesus.

Permitida a utilização em programas radiofônicos, disponibilização para Downloads em outros sites (sem restrições), apenas vedada a comercialização de nossos arquivos.

1 Coríntios 9:18 “Nesse caso, qual é o meu galardão? É que, evangelizando, proponha, de graça, o evangelho, para não me valer do direito que ele me dá”.download

A Família – O Maior Projeto de Deus

A Família - O Maior Projeto de DeusA Família – O Maior Projeto de Deus

Gravado pelo Pr. Edson Poujeaux, no quadro “Lar Cristão”, durante o Programa Momentos com Jesus.

Permitida a utilização em programas radiofônicos, disponibilização para Downloads em outros sites (sem restrições), apenas vedada a comercialização de nossos arquivos.

1 Coríntios 9:18 “Nesse caso, qual é o meu galardão? É que, evangelizando, proponha, de graça, o evangelho, para não me valer do direito que ele me dá”.download

A Esposa que se cansou de ser “mais uma coisa” para o seu marido

a esposa que se cansouA Esposa que se cansou de ser “mais uma coisa” para o seu marido

Gravado pelo Pr. Edson Poujeaux, no quadro “Lar Cristão”, durante o Programa Momentos com Jesus.

Autor do texto: Pr. Ismael Roselei, do Min. Casados em Cristo.

Permitida a utilização em programas radiofônicos, disponibilização para Downloads em outros sites (sem restrições), apenas vedada a comercialização de nossos arquivos.

1 Coríntios 9:18 “Nesse caso, qual é o meu galardão? É que, evangelizando, proponha, de graça, o evangelho, para não me valer do direito que ele me dá”.download

Lute Pelo Seu Casamento

Lute Pelo Seu CasamentoLute Pelo Seu Casamento

Gravado pelo Pr. Edson Poujeaux, no quadro “Lar Cristão”, durante o Programa Momentos com Jesus.

Permitida a utilização em programas radiofônicos, disponibilização para Downloads em outros sites (sem restrições), apenas vedada a comercialização de nossos arquivos.

1 Coríntios 9:18 “Nesse caso, qual é o meu galardão? É que, evangelizando, proponha, de graça, o evangelho, para não me valer do direito que ele me dá”.download

COMO DEVEM SER TODAS AS RELAÇÕES DE AMOR

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Uma historia de Amor em imagens de valentia e entrega não quantificável…

COMO DEVEM SER TODAS AS RELAÇÕES DE AMOR…

Rosemary Siggins, mais conhecida como Rose, nasceu com agenesia sacral, doença rara que provoca anomalias na coluna vertebral. Em decorrência do quadro, a mulher teve que remover a metade inferior do corpo quando tinha apenas dois anos de idade.

Apesar da condição física, Rose é mãe de Lucas, de 13 anos, e Shelby, de seis, e leva-os à escola todos os dias em seu carro especialmente adaptado.

— Meu skate é muito importante para mim. É a diferença entre se sentir preso e livre.

Durante a adolescência, Rose tornou-se uma pessoa insegura e preocupada de nunca ter um namorado ou poder construir sua própria família. Mas, em 1997, ela conheceu Dave Siggins —funcionário de uma loja de peças de carro.

— Houve uma atração imediata de ambas as partes. Ele me tratou como qualquer outra mulher e disse que eu era bonita. Oito meses depois, começamos a namorar.

Após um ano de relacionamento, Rose ficou grávida. Apesar de a doença causar danos no sistema reprodutivo, o casal diz ter uma vida sexual normal.

Figura3

— O médico desaconselhou a gravidez porque o bebê poderia esmagar os meus órgãos internos. Mesmo sabendo que as chances de sobrevivência eram quase nulas, recusei o aborto. Por sorte, foi uma gravidez fácil e Lucas nasceu saudável por cesariana.

Figura13 Figura12 Figura11

Quando o garoto completou seis anos, Rose descobriu sua segunda gravidez, mas admite que desta vez foi mais complicado.

— Eu tinha sangramento, problemas respiratórios e dores abdominais. Mas na segunda cesariana também precisei remover o apêndice e a vesícula biliar.

Desafios diários

Apesar de valente, Rose percebeu que tem limitações e admite que sua saúde piorou nos últimos anos. Ela conta que sente as mãos e braços desgastados e está preocupada a ser forçada a usar uma cadeira de rodas. Mesmo assim, não desiste da vida.

— Por toda a minha vida enfrentei diferentes desafios, mas sou grata de ter dois filhos fantásticos e um marido amoroso. Meus filhos adoram ter a menor mãe do mundo!

Figura10 Figura9 Figura8 Figura7 Figura6 Figura5 Figura4 Figura2 Figura1 rose

 

E sua família? É Feliz assim?

Ou ainda lhe falta algo para ser feliz?

 

As informações são do Daily Mail.

A Restauração de Um Casamento

A Restauração de Um CasamentoA Restauração de Um Casamento

Os.1.2 - “2 Quando, pela primeira vez, falou o SENHOR por intermédio de Oséias, então, o SENHOR lhe disse: Vai, toma uma mulher de prostituições e terás filhos de prostituição, porque a terra se prostituiu, desviando-se do SENHOR”.

  Um casamento ameaçado pelo fantasma da prostituição, da infidelidade…

 É possível restaurar um casamento assim?download sermoes

A CAMISA DA ALEGRIA

a camisa da alegriaA CAMISA DA ALEGRIA

Era uma vez um rei que, apesar de ser muito rico, era triste, pois não conseguia aumentar o seu tesouro.

Ele estava sempre de mal humor e isto causava enormes problemas a todos, pois seus decretos, rudes e injustos, massacravam o povo com exigências descabidas.

Por fim, o rei acabou entrando em depressão. Seus médicos lhe disseram que a única cura para a sua doença era a alegria. O monarca, então, ofereceu um excelente prêmio a quem pudesse lhe trazer a alegria de volta.

Muitos tentaram, mas ninguém conseguiu arrancar um só sorriso da cara do rei. Nada conseguia alegrá-lo. Nem os músicos, nem o bobo da corte, nem as dançarinas, nem os lançadores de enigmas, nem os mímicos, nem os encantadores.

Os amigos do rei resolveram consultar um grande sábio que vivia ali. Ele lhes disse que se o rei vestisse a camisa do homem mais feliz daquele reino, a alegria voltaria ao seu coração.

Iniciou-se, então, uma intensa investigação, para se descobrir quem era o homem mais feliz de todos.

Para surpresa dos investigadores, o homem mais feliz daquele reino morava longe do luxuoso palácio do rei, num casebre muito simples. Ele, sua mulher e seus filhos trabalhavam de sol a sol no cabo da enxada para conseguir se manter, mas, sempre unidos, passavam o dia rindo e cantando.

Os investigadores contaram-lhe o problema que os havia trazido ali e pediram-lhe que ele lhes desse uma de suas camisas, para que a alegria pudesse voltar ao coração do rei. Só então compreenderam porque aquele homem trabalhava na lavoura de peito nu, ele não tinha nenhuma camisa.

Um dos investigadores, espantado, perguntou-lhes como conseguiam ser tão felizes tendo tão pouco, ao contrário do rei, que tinha tanto, mas era infeliz: – Somos felizes porque o reino de Deus está em nossos corações, respondeu-lhe o homem.

O reino de Deus não consiste no comer e no beber,
mas na justiça, na paz, e na alegria no Espírito Santo.
Romanos 14.17

Feche a boca e abra os braços

feche a bocaFeche a boca e abra os braços

Uma amiga ligou com notícias perturbadoras: a filha solteira estava grávida.

Relatou a cena terrível ocorrida no momento em que a filha finalmente contou a ela e ao marido sobre a gravidez. Houve acusações e recriminações, variações sobre o tema “Como pôde fazer isso conosco?” Meu coração doeu por todos: pelos pais que se sentiam traídos e pela filha que se envolveu numa situação complicada como aquela. Será que eu poderia ajudar, servir de ponte entre as duas partes?

Fiquei tão arrasada com a situação que fiz o que faço – com alguma frequência – quando não consigo pensar com clareza: liguei para minha mãe. Ela me lembrou de algo que sempre a ouvi dizer. Imediatamente, escrevi um bilhete para minha amiga, compartilhando o conselho de minha mãe: “Quando uma criança está em apuros, feche a boca e abra os braços.”

Tentei seguir o mesmo conselho na criação de meus filhos. Tendo tido cinco em seis anos, é claro que nem sempre conseguia. Tenho uma boca enorme e uma paciência minúscula.

Lembro-me de quando Kim, a mais velha, estava com quatro anos e derrubou o abajur de seu quarto. Depois de me certificar de que não estava machucada, me lancei numa invectiva sobre aquele abajur ser uma antiguidade, sobre estar em nossa família há três gerações, sobre ela precisar ter mais cuidado e como foi que aquilo tinha acontecido – e só então percebi o pavor estampado em seu rosto. Os olhos estavam arregalados, o lábio tremia. Então me lembrei das palavras de minha mãe. Parei no meio da frase e abri os braços.

Kim correu para eles dizendo:

– Desculpa… Desculpa – repetia, entre soluços. Nos sentamos em sua cama, abraçadas, nos embalando. Eu me sentia péssima por tê-la assustado e por fazê-la crer, até mesmo por um segundo, que aquele abajur era mais valioso para mim do que ela.

– Eu também sinto muito, Kim – disse quando ela se acalmou o bastante para conseguir me ouvir. – Gente é mais importante do que abajures. Ainda bem que você não se cortou.

Felizmente, ela me perdoou. O incidente do abajur não deixou marcas perenes. Mas o episódio me ensinou que é melhor segurar a língua do que tentar voltar atrás após um momento de fúria, medo, desapontamento ou frustração.

Quando meus filhos eram adolescentes – todos os cinco ao mesmo tempo – me deram inúmeros outros motivos para colocar a sabedoria de minha mãe em prática: problemas com amigos, o desejo de ser popular, não ter par para ir ao baile da escola, multas de trânsito, experimentos de ciência malsucedidos e ficar em recuperação. Confesso, sem pudores, que seguir o conselho de minha mãe não era a primeira coisa que me passava pela mente quando um professor ou diretor telefonava da escola. Depois de ir buscar o infrator da vez, a conversa do carro era, algumas vezes, ruidosa e unilateral.

Entretanto, nas ocasiões em que me lembrava da técnica de mamãe, eu não precisava voltar atrás no meu mordaz sarcasmo, me desculpar por suposições errôneas ou suspender castigos muito pouco razoáveis. É impressionante como a gente acaba sabendo muito mais da história e da motivação por trás dela quando está abraçando uma criança, mesmo uma criança num corpo adulto. Quando eu segurava a língua, acabava ouvindo meus filhos falarem de seus medos, de sua raiva, de culpas e arrependimentos. Não ficavam na defensiva porque eu não os estava acusando de coisa alguma. Podiam admitir que estavam errados sabendo que eram amados, apesar de tudo. Dava para trabalharmos com “o que você acha que devemos fazer agora”, em vez de ficarmos presos a “como foi que a gente veio parar aqui?”

Meus filhos hoje estão crescidos, a maioria já constituiu a própria família. Um deles veio me ver há alguns meses e disse “Mãe, cometi uma idiotice…”

Depois de um abraço, nos sentamos à mesa da cozinha. Escutei e me limitei a assentir com a cabeça durante quase uma hora enquanto aquela criança maravilhosa passava o seu problema por uma peneira. Quando nos levantamos, recebi um abraço de urso que quase esmagou os meus pulmões.

– Obrigado, mãe. Sabia que você me ajudaria a resolver isto.

É incrível como pareço inteligente quando fecho a boca e abro os braços…

Diane C. Perrone – Histórias para aquecer o coração das mães

 CURSO OAB 1ª FASE – VENÇA A FASE QUE MAIS REPROVA NO EXAME DE ORDEM: