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Grupo de judeus ortodoxos tenta reconstruir “Templo de Salomão” em Jerusalém

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Ideia de instituto é erguer obra no mesmo local que abrigou o Primeiro Templo, em Israel; no Brasil, rabinos atacam iniciativa.

Reconstruir o Templo de Salomão não é ideia exclusiva da Igreja Universal do Reino de Deus. Composto por judeus ortodoxos, o Instituto do Templo, sediado em Israel, tem feito grandes esforços para erguer o Terceiro Templo Sagrado da religião no mesmo local onde teria existido a construção original – o Monte Moriá, de acordo com a narrativa do Antigo Testamento.

E não é só uma ideia jogada: já existem plantas feitas por arquitetos especializados na Torá (conjunto de livros sagrados do judaísmo), lista de materiais a serem usados na obra e até estratégia completa para arrecadar doações – atualmente em quase US$ 65 mil.

Entretanto, assim como a construção orçada em R$ 680 milhões promovida pelo bispo Edir Macedo, o templo dos ortodoxos israelenses também é alvo de críticas.

E de seus próprios pares. Ao menos foi assim que expuseram ao iG o tema representantes da comunidade judaica no Brasil, que parecem unânimes ao se dizerem totalmente contra a possibilidade da construção de um edifício semelhante ao da Universal para a sua religião em Israel.

“O judaísmo é completamente contra a construção de um templo”, afirma o rabino Alon (o nome foi trocado a pedido do entrevistado). “Isso porque o Templo, principalmente esse terceiro, não é uma construção para vir das mãos do ser humano. O que se acredita é que ele virá pronto do céu. Nós, homens, não temos que nos envolver com isso.”

Também conhecido como Primeiro Templo ou Templo de Jerusalém (Beit Hamikdash, em hebraico), o templo original foi erguido pelo Rei Salomão no longínquo século IX A.C., em Jerusalém. O objetivo principal do espaço era guardar a Arca da Aliança que protegia os Dez Mandamentos – ou tábuas da lei, conjunto de regras básicas passadas por Deus a Moisés durante o êxodo judaico do Egito.

A Universal, por sinal, inseriu em seu edifício uma réplica de como a arca era descrita, em uma das inúmeras “inspirações” para seu mega-monumento. 

Mas a tradição judaica acredita que o aguardado Terceiro Templo – o sucessor do Templo de Heródes, destruído em 70 D.C. – só poderá surgir com a vinda ao mundo do Messias (o escolhido, em hebraico), um descendente direto do Rei David que o reconstruiria e levaria judeus espalhados em todo o mundo a se reunirem na Terra de Israel.

“Não adianta se construir um templo sem ter toda a união do povo judeu. Seria forçar uma situação superficial porque o templo em si não é a estrutura física, mas o que ele representa, que é a união total do povo judeu. O mashiach [messias] tem de vir antes para, assim, o templo descer do céu”, explica outro rabino ortodoxo, Dvir, que também pediu para não ter seu verdadeiro nome identificado.

É o mesmo posicionamento da Federação Israelita de São Paulo (Fisesp), que congrega instituições judaicas de todo o Estado. “É uma construção divina. Em Israel temos judeus mais ortodoxos e outros menos ortodoxos, cada um com a sua visão. Mas sem entrarmos na Era Messiânica o templo simplesmente não deve existir”, diz Ricardo Berkiensztat, vice-presidente-executivo da entidade.

O Instituto que prega a construção do Terceiro Templo tem uma visão diferente e chama de mito a ideia de que o edifício descerá milagrosamente do céu. Para o Rabino Yisrael Ariel, fundador do grupo que existe há quase 30 e atualmente mantém um museu sobre a história dos monumentos sagrados em Jerusalém, existe uma visão deturpada da religião a respeito do tema.

“Ao longo do tempo em que investi em meus estudos descobri que as expectativas sobre o templo estavam simplesmente erradas”, afirma ele no site oficial do grupo. “Deus não tem a pretensão de que esperemos por um dia de milagres: a expectativa é de que ajamos por conta própria.” 

Em vídeo divulgado quando do anúncio da construção da réplica do Templo de Salomão em São Paulo, o diretor do departamento internacional do instituto, Rabino Chaim Richman, foi bastante crítico em relação aos planos da Igreja Universal do Reino de Deus. Para ele, a obra de orçamento astronômico – R$ 680 milhões – “sequestraria o conceito mais profundo do Templo Sagrado judaico e do que ele significa a Israel”. “Para quem esse templo está sendo construído? Quem será nele verdadeiramente cultuado? Isso corrompe totalmente a santidade do Templo Sagrado”, disse na ocasião.

Em nota, a Universal afirma compartilhar com o povo de Israel “a esperança de que o tão aguardado Terceiro Templo seja construído em Jerusalém” e ressaltou o fato de nunca ter tido como objetivo de “comparar ou transferir a santidade e a importância” do edifício original para sua obra na capital paulista: “A Universal respeita a opinião do Instituto do Templo, contudo ressalta que tal posição não é compartilhada por inúmeros membros das comunidades judaicas brasileira e internacional. Prova é que contamos com a presença de vários representantes de Israel e do povo judeu na inauguração oficial do Templo de Salomão e em outras ocasiões”.

Atualmente, a meta do instituto é atingir US$ 100 mil em doações para se chegar aos US$ 300 mil necessários para o encerramento da fase inicial do projeto, que inclui um completo detalhamento dos planos para quando o templo iniciar sua construção. No entanto, além do desafio financeiro e da crítica de parte da comunidade judaica, o grupo ainda terá de enfrentar outros obstáculos se quiser atingir seu objetivo.

Um deles, e talvez o maior, é o fato de o Monte Moriá, onde pretendem construí-lo, atualmente abrigar a Mesquita de Al-Aqsa, a maior de Jerusalém e o terceiro lugar mais sagrado do islamismo. O iG contatou o instituto mas não obteve um posicionamento até o fechamento desta reportagem.

Notícias Cristãs via iG

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Escavações em Israel descobrem moedas de 2 mil anos que reforçam narrativas bíblicas e históricas

moedas-grande-revolta-israelEscavações em Israel descobrem moedas de 2 mil anos que reforçam narrativas bíblicas e históricas

Uma obra numa rodovia que liga Jerusalém a Tel Aviv, em Israel, levou a uma descoberta arqueológica que corroborou alguns relatos bíblicos e históricos.

A escavação descobriu uma caixa de cerâmica com 114 moedas de bronze, datadas do 4º ano da Grande Revolta dos judeus contra o Império Romano, aproximadamente 70 anos depois de Cristo (d. C.), quando o Segundo Templo foi destruído sob o comando do imperador Tito, apenas cinco anos após a conclusão de uma obra de restauração.

De acordo com as informações da Christian Broadcasting Network (CBN), a escavação foi conduzida sob responsabilidade da Autoridade de Antiguidades de Israel (AAI), uma espécie de instituição que preserva a história do país e já encontrou outros artefatos ligados a períodos narrados pela Bíblia.

Pablo Betzer e Eyal Marco, diretores da AAI nesta empreitada, afirmaram que o local onde as moedas foram encontradas demonstra que alguém já previa a queda de Jerusalém ao final da Grande Revolta contra os romanos.

“Obviamente alguém aqui temia que o fim estivesse chegando e as escondeu de sua propriedade, talvez esperando recolhê-las mais tarde, quando a calma fosse restaurada na região”, disseram os diretores Pablo Betzer e Eyal Marco num comunicado.

De acordo com os estudiosos, um dos lados da moeda estampa a figura de um cálice com uma inscrição na língua hebraica, que diz “Para a Redenção de Sião”. No outro lado, há a inscrição “quatro anos”, em referência ao quarto ano da Grande Revolta.

Junto às moedas e a caixa de cerâmica, foram encontrados itens ritualísticos usados pelos judeus na Festa dos Tabernáculos.

Agora, a AAI e a empresa de infra-estrutura de transportes Netivei Israel, que fiscaliza a expansão da rodovia, estudam a possibilidade de preservar a antiga vila onde as moedas foram encontradas, como parte da política de preservação histórica e promoção do turismo na região.

Fonte: Gospel+

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Judeus lançam campanha para construção do Terceiro Templo em Israel: “Uma nova era de paz”; Assista

terceiro-temploJudeus lançam campanha para construção do Terceiro Templo em Israel: “Uma nova era de paz”

Um grupo de judeus ortodoxos está organizando uma campanha de arrecadação para reconstruir o Templo Sagrado em Jerusalém. O Instituto do Templo apresentou um vídeo para incentivar as doações e afirmando que “esta é a geração” que vai erguer o Terceiro Templo em Israel, pois “as crianças estão prontas”.

Em 2011, um dos rabinos deste mesmo instituto fez duras críticas à construção em São Paulo de uma réplica aumentada do Templo de Salomão pela Igreja Universal do Reino de Deus.

No cristianismo, a construção do terceiro  templo em Israel é associada às revelações do Apocalipse e segundo muitos teólogos, representaria a aproximação com o início da Grande Tribulação e o surgimento do anticristo.

Recentemente, os judeus ortodoxos revelaram o nascimento de uma novilha vermelha, animal que deveria ser sacrificado para que os sacerdotes pudessem usar suas cinzas num ritual dentro do Templo Sagrado. Para os judeus, sem o nascimento de uma novilha vermelha, de nada adiantaria reerguer o templo que já foi construído e destruído duas vezes.

Como parte dos preparativos para a construção do terceiro templo, no mesmo local dos anteriores, novos sacerdotes levitas estão sendo treinados pelos rabinos e a confecção dos 102 objetos sagrados do interior do Templo está pronta, incluindo o véu que separa o ambiente comum do “santo dos santos”.

A Arca da Aliança, único item que falta, poderia estar enterrado no Monte do Templo de acordo com os estudos feitos pelos rabinos. Para os entusiastas da construção do terceiro templo, é possível fazer escavações no local e encontrar o objeto, desde que o controle do espaço seja devolvido a Israel.

Os organizadores da campanha de arrecadação usam a plataforma IndieGoGo, e dizem que com contribuições a partir de US$ 18 (cerca de R$ 40,00) as pessoas podem fazer parte do projeto e ajudar o início de “uma nova era de harmonia e paz universal”.

O argumento de que a concepção do Templo Sagrado foi feita pelo próprio Deus, o texto da campanha diz que “não é suficiente esperar e orar pelo terceiro templo. É uma obrigação bíblica construí-lo”.

Assista ao vídeo institucional da campanha:

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Vídeo: imprensa estrangeira denuncia como Hamas engana o mundo

pessoas-gaza-Iyad-Al-Baba-OxfamVídeo: imprensa estrangeira denuncia como Hamas engana o mundo

 

Desde o início dos conflitos entre Israel e Gaza, há cerca de um mês, a mídia internacional vem fazendo cobertura dos ataques e quase sempre apresenta os palestinos como vítimas de um “genocídio”.

É verdade que mais de mil pessoas que vivem na Faixa de Gaza já morreram, incluindo pelo menos 300 crianças. Além de um número não especificado de feridos. Um dos incidentes com mais repercussão foi o ataque das Forças de Defesa ao hospital Al-Shifa, em 28 de julho.

No local, o Hamas escondia um lançador de foguetes e disparava contra Israel. Um míssil iraniano Fajr, de longo alcance, acabou explodindo na hora do disparo, destruindo boa parte do hospital e matando 10 crianças, além de deixar 30 pessoas feridas. Embora o Hamas atribua as mortes a um ataque israelense, o jornalista italiano Gabriele Barbati conseguiu fotografar soldados palestinos limpando o local das evidências que poderiam mostrar ao mundo que é verdade o que Israel tem dito sobre a tática usada pelos terroristas diante da imprensa mundial.

O jornalista italiano cobriu a guerra diretamente de Gaza por alguns dias e decidiu denunciar o que viu no hospital e também nos escombros de um suposto ataque ao “campo de refugiados” Al-Shati. De maneira semelhante, um lançamento mal sucedido de um foguete escondido no local matou e feriu vários civis, incluindo nove crianças.

As denúncias de Barbati e de outros jornalistas estrangeiros são que o grupo palestino está usando escudos humanos e aumentando artificialmente o número de vítimas civis para ganhar a “guerra da propaganda”.

Uma reportagem do jornal ‘The Washington Post’ mostrava a parte subterrânea do Al-Shifa, que se tornou “o quartel general dos líderes do Hamas, que podem ser vistos nos corredores e escritórios”. O jornal francês ‘Libération’ também publicou denúncias de seu colaborador Radjaa Abou Dagga, sobre como foi ameaçado pelo Hamas a não escrever sobre o foguete palestino que explodiu dentro do hospital Al-Shifa.

Israel vem fazendo uma série de denúncias nesse sentido, divulgando inclusive vídeos onde mostram que apesar de ligarem e soltarem panfletos para avisar para os palestinos saírem de casa antes dos ataques, eles são proibidos pelos soldados do Hamas. Dessa forma, todos esses civis acabam servindo como “escudos humanos”.

Logo no início da guerra, o jornal ‘Jerusalém Post’ mostrou como Hamas usa hospitais, mesquitas e parques infantis para lançar seus foguetes. Além de fazer disparos desses locais, os militantes construíram sob eles túneis e centros de comando.

As Forças Armadas israelenses divulgaram dois vídeos importantes nos últimos dias. Um deles mostra imagens captadas por um drone que mostra 12 lançamentos de foguetes a partir de áreas civis na Faixa de Gaza (veja abaixo). O outro é uma mesquita que foi destruída por Israel e servia como depósito de armas pesadas.

Além disso, a agência da ONU para os refugiados palestinos, divulgou a existência de foguetes em três de suas escolas, que estavam vazias. Foram divulgados vídeos mostrando o lançamento de três foguetes a partir de uma escola em Gaza.

Embora condene Israel, a Anistia Internacional já documentou em conflitos anteriores, o uso de instalações civis como depósito de armas e como eram usadas para o lançamento de foguetes palestinos contra alvos civis israelenses.

foguetes hamas

É raro ver esta foto na mídia, desde que os jornalistas em Gaza nem sempre têm a coragem de mostrar-lhes por medo das repercussões do Hamas. Mas um repórter da France 24, descobriu a localização de um lançador de foguetes em frente um prédio da ONU e não hesitou em publicá-lo. 

Assista ao vídeo gravado por um drone israelense e deixe o seu comentário abaixo!

Fonte: Gospel Prime, Jewish Press, O Globo , Carta Capital/Verdade Gospel

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RIO ZIN RENASCE NO DESERTO DO NEGUEVE, EM ISRAEL, CUMPRINDO MAIS UMA PROFECIA BÍBLICA!

rio Zin 1RIO ZIN RENASCE NO DESERTO DO NEGUEVE, EM ISRAEL, CUMPRINDO MAIS UMA PROFECIA BÍBLICA!

 Israel é a “terra dos milagres”. Não porque haja intervenção humana – apesar do desenvolvimento e capacidades do povo judeu – mas porque Deus cumpre a Sua Palavra!

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E as profecias bíblicas de há 2.500 anos atrás anunciavam que o Senhor “abriria rios no deserto” de Israel, como prova da Sua eleição de Israel como Seu povo: “Abrirei rios em lugares altos, e fontes no meio dos vales; tornarei o deserto em lagos de águas, e a terra seca em mananciais de água.” 

“Para que todos vejam, e saibam, e considerem, e juntamente entendam que a mão do Senhor fez isto, e o Santo de Israel o criou.” – Isaías 41:18 e 20.

RIO ZIN RENASCE EM PLENO DESERTO DO NEGUEVE!

rio Zin 1
   Depois de muitos anos de seca absoluta, Israel assistiu a mais um cumprimento profético, ao testemunhar (vídeo abaixo) o renascimento de um rio dos tempos bíblicos que há muitos anos tinha deixado de existir. A população local não coube em si de contente ao registar esta bênção, tendo as imagens capturado a própria alegria de um cão ali presente…!
As fortes chuvas que têm caído nas montanhas subjacentes permitiram que granes quantidades de água deslizassem pelas encostas e voltassem a percorrer o leito deste antigo rio Zin, já existente nos tempos do Velho Testamento!
Segundo os peritos locais, esta grande quantidade de água é algo anormal na região, habituada a extremas e prolongadas secas. 
Este rio Zin tem a sua nascente na região da cratera de Ramon – um impressionante sítio geológico localizado no topo do deserto do Negueve, e as 85 km a sul da cidade de Berseba – indo desaguar no Mar Morto. 
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Foi exatamente deste local que os 12 espias judeus foram enviados para espiar a Terra de Canaã: “Assim subiram e espiaram a Terra desde o deserto de Zin…”(Números 13:21), sendo o rio Zin a marca da fronteira do território de Israel nos tempos bíblicos. 

Este raro acontecimento comprova a fidelidade do Deus de Israel para com o Seu povo, pois Ele “Converte o deserto em lagos, e a terra seca em fontes.” (Salmo 107:35)
“O deserto e o lugar solitário se alegrarão disto…porque águas arrebentarão no deserto e ribeiros no ermo. E a terra seca se tornará em lagos, e a terra sedenta em mananciais de águas…”(Isaías 35:1, 6 e 7).
“Eis que faço uma coisa nova, agora sairá à luz; porventura não a percebeis? Eis que porei um caminho no deserto, e rios no ermo. Os animais do campo me honrarão, os chacais e as avestruzes; porque porei águas no deserto, e rios no ermo, para dar de beber ao Meu povo, ao meu eleito. A esse povo que formei para Mim…” (Isaías 43:19-21).
Shalom, Israel!

Fonte: http://shalom-israel-shalom.blogspot.com.br/

         

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Entenda como surgiu o conflito entre Israel e árabes-palestinos

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Família judia tenta se proteger atrás de um carro após alerta de ataque na cidade de Kiryat Malachai, no sul de Israel

Entenda como surgiu o conflito entre Israel e árabes-palestinos

 

Dois povos que reivindicam o mesmo espaço de terra e uma guerra que se estende desde de o ressurgimento de Israel, único estado judeu do mundo.

O povo israelense já habitava o seu atual território há cerca de dois mil anos atrás. Segundo o velho testamento bíblico, essa era a terra prometida ao povo hebreu. Mas Israel foi subjugada por outras nações e o seu povo foi disperso pelo mundo em duas oportunidades. Segundo a Bíblia, a segunda queda foi consequência do povo judeu ter negado seu filho de Deus, Jesus.

Durante a segunda diáspora judaica, eles foram perseguidos em todos os lugares em que tentaram viver, inclusive pela Igreja Católica na Europa e até pelos portugueses quando tentaram se fixar no nordeste brasileiro. Na segunda guerra mundial, este ódio se traduziu em um extermínio de seis milhões de judeus. 

Foi então que a ONU e a Inglaterra decidiram recriar Israel pela terceira vez. Mas o território já era ocupado por tribos palestinas, e mesmo eles nunca tendo existido como país foi pactuado que existiriam duas nações, uma de judeus e outra de palestinos. 

Mas os países árabes não aceitaram o estado judeu e com apoio dos palestinos, Egito, Síria, Iraque, Jordânia, Líbano e Arábia Saudita atacaram Israel. Porém o nanico e recém criado estado venceu a guerra e tomou territórios que seriam outro estado. O resultado foi uma guerra que se estende até hoje entre palestinos e judeus. 

Para por fim as guerras, em 2005 Israel decidiu ceder a Faixa de Gaza e parte da Cisjordânia, territórios que pertenceriam ao estado palestino.

Mas o Hamas, um partido de milicianos terroristas, tomou o controle político de Gaza e desde então vem lançando foguetes contra Israel, pois seu objetivo é “a instauração de um Estado palestino abrangendo toda a Palestina histórica”. Em sua carta de princípios prega a criação de um Estado palestino islâmico e portanto a extinção do estado judeu. 

Israel é a única nação de judeus do mundo e só tem um quinto do território de Santa Catarina. É a única democracia do oriente médio e 16% de seu eleitorado é árabe. Já os árabes estão espalhados por 22 países em um território imenso que se estende por continentes com uma população 41 vezes maior. 

Farol Blumenau/ Notícias Cristãs

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Nascimento de novilha vermelha faz judeus planejarem construção do Terceiro Templo; Animal é visto como sinal do fim dos tempos por cristãos; Assista

novilha-vermelhaNascimento de novilha vermelha faz judeus planejarem construção do Terceiro Templo

Animal é visto como sinal do fim dos tempos por cristãos

 

Os judeus ortodoxos vivem atentos a alguns sinais que, dentro de sua tradição, significaria o surgimento do Messias, uma vez que eles não reconhecem Jesus como o Filho de Deus. O nascimento de uma novilha vermelha fez a comunidade judaica – e também os cristãos – especularem sobre o início do fim dos tempos.

Para os judeus, somente a construção do Terceiro Templo poderia restabelecer a condição de adoração perfeita a Deus, mas para isso, alguns rituais da religião tem que ser cumpridos. E um dos principais, a purificação dos sacerdotes, não pode ser feita sem as cinzas de uma novilha vermelha, conforme descrito no livro de Números, capítulo 19.

Desde o ano 70 d.C. não nascia uma novilha vermelha sem defeitos em Israel, e o nascimento do animal fez com que os envolvidos a transportassem para os Estados Unidos, para ser criada em segurança. Em outras situações, animais que carregavam a mesma expectativa, foram mortos por judeus que temiam que a realização dos rituais acirrassem os ânimos com os palestinos, afinal, o Terceiro Templo teria que ser construído em Jerusalém, cidade que hoje tem seu território dividido com muçulmanos e cristãos.

“Na verdade, o destino de todo o mundo depende da novilha vermelha, pois suas cinzas são o único ingrediente que falta para o restabelecimento da pureza, e portanto a reconstrução do Templo Sagrado”, disse um membro do Instituto do Templo, entidade israelense que funciona como uma espécie de mantenedora das tradições e conhecimento sobre o tema.

“O papel do Terceiro Templo para toda a humanidade traz a visão messiânica do futuro: o chamado para viver uma vida eterna, liberado da farsa e da infelicidade que é a condição atual de tantas pessoas. A ordenança divina da novilha, que está além do alcance frágil do intelecto humano, com todos os detalhes de sua preparação e cerimônia, chama a Israel e a todos os que procuram agarrar-se a Palavra Viva do Deus de Israel: purifiquem-se”, diz trecho do comunicado do Instituto.

Segundo as tradições, a novilha vermelha deve chegar à fase adulta atendendo a uma série de requisitos, e entre eles está a necessidade de o animal não possuir um único pelo preto, para que possa ser sacrificado e depois cremado para que os sacerdotes usem suas cinzas.

A construção do Terceiro Templo é descrita no Apocalipse como um dos eventos que caracterização o reinado do anticristo, já na Grande Tribulação, após o arrebatamento da Igreja.

Fonte: Gospel+

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O CAMINHO DO ÊXODO DE ISRAEL

arqueologia-biblica arq032 O CAMINHO DO ÊXODO DE ISRAEL

A arqueologia tem sido a maior amiga dos historiadores e estudiosos bíblicos na procura de locais e objetos que possam evidenciar o trajeto dos hebreus. Já são muitas as evidências encontradas no Egito e na Arábia Saudita.

No último século arqueólogos redescobriram evidências sobre a escravidão dos hebreus, as pragas e a fuga do Egito. A pintura abaixo é uma entre outras encontradas nas paredes da tumba de um comandante chamado Khnumhotep II (século XIX A.C.) onde estão registradas a entrada de um grupo de cerca de 37 palestinos (de barbas) trazendo suas mulheres, crianças, arcos, flechas, lanças, harpas, jumentos e cabras caracterizando que não se tratava de uma invasão, por causa da submissão aos egípcios (mulatos).

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A figura  (imagem abaixo) da publicação The Ancient Near East in Pictures (Pritchard) mostra inscrições no Egito sobre o trabalho escravo (século XV A.C.) na fabricação de tijolos e na construção (Êxodo 1.11-14). Alguns textos egípcios mencionam cotas de tijolo e uma falta de palha, como em Êxodo 5.6-19.

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Há sinais das pragas nas ruínas da antiga cidade de Avaris e no chamado “papiro de Ipuwer” encontrado no Egito no início do último século, levado para o Museu Arqueológico Nacional em Leiden na Holanda sendo decifrado por A.H. Gardiner em 1909. O papiro completo está no Livro das Advertências de um egípcio chamado Ipuwer. Este descreve motins violentos no Egito, fome, seca, fuga de escravos com as riquezas dos egípcios e morte ao longo da sua terra. Pela descrição ele foi testemunha de pragas como as do Êxodo. A tabela abaixo compara os relatos de Ipuwer e Moisés:

Papiro de Ipuwer

Êxodo de Moisés

2.5-6 A praga está por toda região. Sangue em toda parte.

2.3 Certamente, o Nilo inunda mas não querem arar para ele.

2.7 Certamente, foram enterrados muitos mortos no rio; a corrente está como uma tumba.

2.10 Certamente, o rio está ensangüentado, e quando se vai beber dele, passam longe as pessoas e desejando água.

3.10-13 Essa é a nossa água! Essa é a nossa felicidade! O que faremos a respeito? Tudo são ruínas.

7.20 …e todas as águas do rio se tornaram em sangue.

7.21 …os peixes que estavam no rio morreram, e o rio cheirou mal, e os egípcios não podiam beber da água do rio; e houve sangue por toda a terra do Egito.

7.24 …os egípcios cavaram poços junto ao rio, para beberem água; porquanto não podiam beber da água do rio.

5.6 Certamente, as palavras mágicas foram descobertas (nas câmaras sagradas), os encantos e os encantamentos eram ineficazes porque são repetidos pelas pessoas.

8.18-19 Também os magos fizeram assim com os seus encantamentos para produzirem piolhos, mas não puderam…

2.10 Certamente, portões, colunas e paredes são consumidos pelo fogo.

10.3-6 A casa real inteira está sem os seus servos. Ela tinha a cevada e o trigo, os pássaros e os peixes; tiveram roupas brancas e linho bom, cobre e azeites;

1.4 …os habitantes dos pântanos possuem proteções;

6.1-3 A pessoa se alimenta da erva arrastada pela água… Para as aves não se encontra grão nem erva… a cevada pereceu em todas as estradas.

5.13 Certamente o que podia ser visto ontem, desapareceu. A terra está abandonada por causa da esterilidade e igualmente o corte de linho.

9.23-24 …e fogo desceu à terra … havia saraiva e fogo misturado…

9.25-26 …a saraiva feriu, em toda a terra do Egito, tudo quanto havia no campo, tanto homens como animais; feriu também toda erva do campo, e quebrou todas as árvores do campo. Somente na terra de Gosen [pântanos do Delta do Nilo] onde se achavam os filhos de Israel, não houve saraiva.

9.31-32 …o linho e a cevada foram danificados, porque a cevada já estava na espiga, e o linho em flor; mas não foram danificados o trigo e o centeio, porque não estavam crescidos.

10.15 …nada verde ficou, nem de árvore nem de erva do campo, por toda a terra do Egito.

5.5 Certamente, todos os rebanhos de cabras têm os corações chorando; os gados reclamam por causa do estado da terra….

9.2-3 … e da mesma maneira os rebanhos vagaram sem pastores … os rebanhos vão desnorteados e nenhum homem pôde reuni-los. Cada um tenta trazer os que foram marcados com o seu nome.

9.3 …eis que a mão do Senhor será sobre teu gado, que está no campo. sobre os cavalos, sobre os jumentos, sobre os camelos, sobre os bois e sobre as ovelhas; haverá uma pestilência muito grave.

9.19 …manda recolher o teu gado e tudo o que tens no campo; porque sobre todo homem e animal que se acharem no campo, e não se recolherem à casa, cairá a saraiva, e morrerão.

9.21 …mas aquele que não se importava com a palavra do Senhor, deixou os seus servos e o seu gado no campo.

9.11 … não amanheceu…

10.22 … e houve trevas espessas em toda a terra do Egito por três dias.

4.3 (5.6) Certamente, os filhos dos grandes são lançados contra a parede.

6.12 Certamente, as crianças dos grandes foram abandonadas nas ruas;

2.13 Certamente, as pessoas reduziram e quem põe seu irmão na terra encontra-se em todo lugar.

3.14 É um gemido que há pela terra, misturado com lamentações.

12.29 …feriu todos os primogênitos na terra do Egito, desde o primogênito de Faraó, que se assentava em seu trono, até o primogênito do cativo que estava no cárcere, e todos os primogênitos dos animais.

12.30 …e fez-se grande clamor no Egito, porque não havia casa em que não houvesse um morto.

7.1 Veja, certamente o fogo ascendeu às alturas e o seu queimar sai contra os inimigos da terra.

13.21 … e de noite numa coluna de fogo para os alumiar, a fim de que caminhassem de dia e de noite.

3.2 Certamente, ouro, lápis azul, prata, turqueza, cornalina e bronze… é colocado no pescoço das escravas…

12.35-36 …e pediram aos egípcios jóias de prata, e jóias de ouro, e vestidos…..de modo que estes lhe davam o que pedia; e despojaram aos egípcios.

7.2 Veja, quem havia sido enterrado como um falcão está em um caixão de madeira; aquilo oculto na pirâmide estava vazio.

Assim morreu José, tendo cento e dez anos de idade; e o embalsamaram e o puseram num caixão no Egito. (Gênesis 50.26)

13.19 Moisés levou consigo os ossos de José…

Outra evidência da passagem dos hebreus pelo Egito foi a descoberta do Vale das Inscrições (Wadi Mukattab) na Península do Sinai.

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Uma das inscrições feitas por hebreus descreve com detalhes a fuga pelo Mar Vermelho. As inscrições foram feitas em hebraico antigo em pedras e arqueólogos e pesquisadores ainda não sabem dizer quem são seus autores. Há também hieróglifos egípcios a respeito das minas de turquesa da região de Serabit El Khadim, inscrições de mineiros Canaãnitas e Nabateanos, em grego, latim e árabe ao longo do vale.

O explorador Charles Forster publicou estes achados em seu livro “Sinai Photographed” em 1862. Ele concluiu que estas inscrições eram uma combinação de alfabetos hebreus e egípcios que descrevem o Êxodo. A foto abaixo foi tirada em 1857 por Francis Frith.

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A mais recente descoberta sobre a passagem dos hebreus no Egito foi apresentada em 2003 quando 2 arqueólogos israelitas concluíram estudos dos anos 30 na parte ocidental do Nilo onde a Universidade do Instituto Oriental de Chicago estava fazendo escavações em Medinet Habu, área do sul da necrópole de Tebas. Arqueólogos descobriram evidências de algumas cabanas semelhantes às casas de 4 quartos predominantes na Palestina durante toda a Idade do Ferro (1200-586 A.C.).

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Historiadores antigos e famosos também relataram a passagem dos hebreus no Egito:

Flavio Josefo, historiador judeu do 1° século D.C., em sua obra Josefo Contra Apion – I, 26, 27, 32 menciona dois sacerdotes egípcios: Maneto e Queremon que em suas histórias sobre o Egito nomearam José e Moisés como líderes dos hebreus. Também confirmaram que migraram para a “Síria sulista”, nome egípcio da Palestina.

Diodoro Siculo, historiador grego da Sicília (aproximadamente 80 a 15A.C.) escreveu que “antigamente ocorreu uma grande pestilência no Egito, e muitos designaram a causa disto a Deus que estava ofendido com eles porque havia muitos estranhos na terra, por quem foram empregados rito estrangeiros e cerimônias de adoração ao seu Deus. Os egípcios concluíram então, que a menos que todos os estranhos se retirassem do país, nunca se livrariam das misérias”.

Herodoto, historiador grego intitulado o Pai da História, escreveu o livro “Polymnia”. Na seção c.89 escreve: “Essas pessoas (hebreus), por conta própria, habitaram as costas do Mar Vermelho, mas migraram para as partes marítimas da Síria, tudo que é distrito, até onde o Egito, é denominado Palestina”. São localizadas as costas do Mar Vermelho, em parte, hoje o Egito, enquanto são localizadas as partes marítimas da Síria antiga, em parte, o atual Estado de Israel.

A Rota

O caminho para a terra dos filisteus (faixa de Gaza) era o mais curto mas para não haver confrontos a ordem foi seguir pelo caminho do deserto próximo do Mar Vermelho (Êxodo 13.17). Mesmo assim, até hoje a verdadeira rota do Êxodo é discutida e as 3 principais teorias são:

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Teoria Tradicional – Normalmente aceita por católicos, judeus e evangélicos. Com algumas variações com relação ao lugar exato da travessia do Mar Vermelho, defende que os hebreus teriam contornado a península do Sinai, sem sair do Egito.

Localizado no Egito por indicação do Imperador Justiniano, o tradicional Monte Sinai vem sendo usado como ponto turístico. As Bíblias atuais mostram mapas indicando lugares por onde poderia ter passado o povo Hebreu mas sem nenhuma comprovação ou evidência arqueológica. A sua localização é longe de Midiã, região noroeste da Arábia Saudita.

Teoria de Ronald Eldon Wyatt – Já aceita por muitos atualmente pela sua quantidade de evidências. Acredita que até o Mar Vermelho os hebreus caminharam pelo tradicional “Caminho dos Reis” atravessando o Golfo de Ácaba.

Anestesista, arqueólogo amador americano e adventista. Foi o pesquisador mais contestado, criticado e até perseguido principalmente por não ser formado em arqueologia. Contudo, o único que realmente conseguiu reunir o maior número de evidências. Em 1984 fotografou (cerca de 400 fotos) e filmou (12 horas de gravação) a região árabe mas foi preso por 78 dias tendo o material apreendido pelas autoridades locais (suspeitavam ser um espião judeu) pois não queriam que suas descobertas fossem divulgadas. Após 8 anos de oração conseguiu reaver todo o material enviado pelos próprios árabes! Naquele momento estava hospedado num hotel na praia de Nuweiba, Egito. Morreu em Agosto de 1999.

Teoria de Emanuel Anaty - A mais recente, a mais rejeitada e a menos conhecida. Acredita que os hebreus teriam seguido o caminho para a Palestina.

Arqueólogo italiano que descobriu no deserto do Neguebe o Monte Carcom, que em hebraico significa “Monte de Deus”. Sua localização é longe de Midiã. Pode ter sido um dos acampamentos hebraicos durante os 40 anos de peregrinação mas sem provas suficientes para afirmar. Situa-se entre Edom e o Egito, caminho para o Delta do Nilo utilizado por muitos quando havia fome na atual região Jordaniana.

A Travessia do Mar Vermelho

Durante muito tempo dizia-se que a travessia teria sido num lago ao norte do Mar Vermelho chamado de Mar de Juncos ou Lagos Amargos onde hoje foi aberto o Canal de Suez. Mas acredita-se que se dava este nome ao Golfo de Ácaba, um dos braços do Mar Vermelho.
Em 1988 o explorador americano Bob Cornuke defendeu a teoria de que a travessia teria sido no Estreito de Tiran, na entrada do Golfo de Ácaba, onde existe uma “ponte de terra” (“landbridge” em inglês) no nível do mar entre o Egito e a Arábia Saudita. Para ele a maré baixou e mais tarde subiu afogando os egípcios, ou seja, um evento natural. Porém, não foram encontradas evidências para comprovar sua teoria e o local é relativamente raso não sendo suficiente para afogar um exército de mais de 600 homens! A foto abaixo mostra o local.
Moisés foi claro em relatar o que viu: um vento oriental penetrou no mar formando “muros de água”. É bem diferente de uma “ponte de terra”! Um evento sobrenatural provado pela arqueologia!

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O local onde se obteve mais indícios da travessia foi a praia de Nuweiba no Golfo de Ácaba, no Egito. É a única praia no Mar Vermelho com área suficientemente grande para suportar a quantidade de hebreus acampados (mais de 2 milhões além dos animais e objetos).
Até este ponto calcula-se que o povo hebreu teria caminhado mais de 300km durante 6 dias praticamente sem parar! Havia alimentos para apenas 7 dias (Êxodo 13.6-8).
A imagem abaixo mostra uma vista aérea da praia onde está a pequena cidade de Nuweiba, onde o aluguel de equipamentos de mergulho para passeios submarinos é uma das principais atividades turísticas.

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Foto de satélite ampliada da região. Os caminhos brancos são estradas entre os montes. Os hebreus e os egípcios vieram do norte (Êxodo 14.2).arq009

Outra evidência é a planície do fundo do mar nesta área. As imagens abaixo foram montadas por mapeamento topográfico, e mostram que o mar é profundo ao sul (1700 m) e ao norte (900 m) da praia formando uma espécie de ponte submersa (cerca de 110 m de profundidade)! No fundo foram encontradas rochas agrupadas em linha reta na beira desta planície fazendo-a parecer uma estrada.

A distância entre a costa egípcia e a árabe é de cerca de 18 Km e calcula-se que a largura do caminho feito pelo afastamento das águas tenha aproximadamente 900 metros. Levando-se em consideração o forte vento nas laterais e que uma pessoa a passos largos (sem correr) leve 3 horas e meia para percorrer essa distância, estima-se que a travessia de quase 3 milhões de pessoas e de muitos animais (Êxodo 12.38) possa ter levado umas 6 horas.arq010

Nesta foto de satélite os dados sobrepostos das medidas de profundidades são relacionadas entre si (os valores são razões). As linhas paralelas traçam a estrada submarina por onde as águas secaram.

arq011Neste mapa a distância está em metros. A parte mais profunda da travessia assinalada é de 109m. Notar que ao norte tem 948 metros e ao sul 1720 metros, formando assim uma “ponte submersa”.

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A foto abaixo mostra a vista, ao nível do mar, para a praia de Nuweiba ao entardecer. A travessia foi feita durante a noite e ao amanhecer (Êxodo 14.20;24) os hebreus teriam visto imagem semelhante a esta logo após o afogamento dos egípcios.arq013

Possivelmente teria sido aqui ou um pouco mais para o lado esquerdo, a festa dos hebreus (Êxodo 15.1-21) pois foi neste local onde foi encontrada uma coluna comemorativa erguida por Salomão. Ao fundo está a praia onde estavam acampados antes da travessia.arq014

Esta outra mostra o local onde Faraó teria avistado o acampamento dos hebreus na praia antes da travessia (Êxodo 14.9-10). É o único caminho para a praia.

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Foram encontradas duas colunas em estilo fenício sendo uma na praia do lado egípcio (Nuweiba) e outra do lado árabe. A primeira encontrada foi no lado egípcio em 1978 onde havia uma inscrição em hebraico destruída pela erosão (a parte inferior estava no mar) praticamente ilegível. A segunda, em 1984, no lado árabe é idêntica, tem a mesma inscrição em hebraico e tem legível as palavras: Egito; Salomão; Edom; morte; faraó; Moisés; e Jeová significando que foi erguida por Salomão, em honra a Jeová, e dedicada ao milagre da travessia do Mar Vermelho por Moisés e a destruição do exército egípcio. Semanas depois a coluna foi retirada e colocado um marcador-bandeira em seu lugar. Os árabes não apreciam estrangeiros pesquisando em sua terra, principalmente judeus e americanos.
Durante o reinado de Salomão, Israel foi uma potência no Oriente Médio onde obteve o controle marítimo da região (1 Reis 9.26 e II Crônicas 8.17). Há uma referência em Isaías 19.19 que acredita-se ser a coluna do lado egípcio.

A coluna do Egito

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A coluna da Arábia antes…

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… e o marcador depois!

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O local da praia onde se iniciou a travessia: A base da coluna estava sob a água e foi removida por soldados israelenses para atrás da estrada principal que beira a praia. Israel ocupou a região da península do Sinai entre 1967 e 1982.
O vento com força sobrenatural veio do lado árabe (das montanhas ao fundo) na direção do povo mas se dividiu em duas correntes de ar separando as águas sob a forma de muros que, afastados criaram um caminho sem água (Êxodo 14.22). Dependendo da altura da maré no dia, esses muros de água chegavam a cerca de 100m na parte mais profunda, no meio da travessia. Quando o vento parou, a pressão do retorno das águas foi suficiente para matar e afogar os egípcios! Os capitães nos carros e os cavaleiros de Faraó se afogaram (Êxodo 15.4). Notar no mar a pouca profundidade no início da travessia pela sua tonalidade mais clara e a parte mais escura onde é mais profundo.

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Periódicamente pesquisadores mergulham no local da travessia buscando materiais como ossos, cascos, rodas, restos dos carros egípcios entre outros objetos. É normal o mergulho de turistas em busca das belas paisagens submarinas e alguns até encontram esses materiais.
Abaixo estão alguns dos achados no fundo do mar em profundidades de até 60m a partir de 1978 por Wyatt:

Fêmur humano

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arq022Agrupamento de costelas humanas arq023Alinhamento das rochas localizado na lateral da travessia. Naquele dia, o afastamento das águas criou um caminho limpo de obstáculos que parcialmente existe até hoje. Neste local, as formações de corais são bem diferentes das outras áreas do golfo arq024 arq025Rodas com eixos incrustados de corais.
Foram encontradas rodas de 4, 6 e 8 raios. As rodas de 8 raios só foram fabricadas na 18a dinastia dos faraós. O rei do Egito usou toda a sua frota de carros (Êxodo 14.6-7) com todos os tipos de rodas existentes. Estas foram encontradas próximas da costa árabe.

arq026 arq027Duas rodas com eixo. arq028 arq029As rodas folheadas com metal (ouro com prata) cuja madeira se decompôs com o tempo, provavelmente eram dos carros dos oficiais, praticamente não foram cobertas pelos corais. Uma relíquia arqueológica! arq030

arq031 arq032Reconstituição retirando os corais de uma roda de 8 raios. Nota-se a ausência de um deles. arq033Roda de 6 raios com eixo. Um detector de metais submarino acusou presença de ferro nesta formação próxima da costa egípcia. arq034Os Hicsos, povo semita que conquistou e dominou parte do Egito durante cerca de um século, introduziram os carros de guerra no país. Foram expulsos pelo faraó Amósis (1540-1515 AC) alguns séculos antes do Êxodo. Esta mudança levou os hebreus à escravidão.
Foto de um carro egípcio da época. Era da 18a dinastia dos faraós e é notável a semelhança com as rodas encontradas no mar.
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Em 1997 uma equipe de pesquisadores filmou o fundo do mar comprovando a descoberta de Wyatt. As imagens foram exibidas num programa de TV 

Passagem por Mara, Elim e Refidim

Depois de 3 dias chegaram a um local chamado Mara onde as águas eram amargas (Êxodo 15.23). Em 1988 o explorador Bob Cornuke e seu amigo Larry Williams encontraram uma fonte de águas amargas próximo ao Mar Vermelho, no lado da Arábia Saudita. As fotos abaixo mostram o local.

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O oásis de Elim onde haviam 12 fontes e 70 palmeiras (Êxodo 15.27)arq037Nos montes deste local arqueólogos Sauditas escavaram cavernas como a da foto abaixo. Informaram ao explorador Bob Cornuke que encontraram escrituras sobre a passagem de Moisés pelo local bem como as tumbas de Jetro e Zípora. Porém esta informação não foi confirmada.

arq038A rocha em Horebe (Massá e Meribá), em Refidim, e uma vista da fenda por onde saía a água (Êxodo 17.6). Nota-se a erosão e o alisamento provocados pela nascente. Sua localização é próxima ao Monte Sinai (Êxodo 3.1), a menos de 24h a pé (Êxodo 19.1-2).

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arq040Ficaram alguns dias em Refidim. Foi aqui que Zípora, mulher de Moisés e seus 2 filhos (Gérson e Eliézer nascidos em Midiã) voltaram para casa contando a seu pai Jetro, como foi a fuga do povo. Em seguida, com seu pai e seus filhos, retornou para Moisés (Êxodo 18.1-4).
Também neste local ocorreu a guerra contra os amalequitas (Êxodo 17.8-13).

Na foto, o altar de Moisés “Jeová-Níssi” (O Senhor é Minha Bandeira) localizado cerca de 200m da rocha (Êxodo 17.15).

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O Monte Sinai


A nomeação do tradicional Monte Sinai no Egito surgiu quando o Imperador Justiniano edificou o Monastério de Santa Catarina no ano de 527, dois séculos depois de Helena, mãe do Imperador Constantino, ter construído uma pequena igreja no mesmo vale, na península do Sinai, embora não tenha indícios arqueológicos nem relatos bíblicos do local. Mas em Êxodo 3.12 deixa claro que o monte verdadeiro fica fora do Egito e que Moisés esteve lá pastoreando quando vivia com seu sogro em Midiã.
A foto abaixo mostra o tradicional Monte Sinai que é visitado durante séculos por turistas e religiosos. O vale é pequeno e não tem espaço para acomodar mais de 2 milhões de hebreus (600 mil eram de homens que foram a pé) com seus animais e objetos.

arq042O mapa abaixo mostra a sua posição geográfica e o trajeto (em vermelho) defendido por pesquisadores durante anos, mesmo sem achados que o comprovem. Mapas semelhantes estão nas Bíblias atuais. arq043A foto de satélite e o mapa mostram o trajeto defendido e em grande parte comprovado por Ronald Wyatt. O local chamado Etham (ou Etã) é próximo da cidade hoje conhecida como El Thamad. arq044O mapa abaixo mostra o trajeto pós-travessia. Notar que os hebreus voltaram a acampar em outro local do Mar Vermelho (Golfo de Ácaba) após terem saído de Elim (Números 33.10). arq045

Em Êxodo 3.12 confirma que o Monte Sinai localiza-se fora do Egito e que Moisés esteve no local quando apascentava as ovelhas de Jetro, seu sogro e sacerdote de Midiã, região noroeste da Arábia (Êxodo 3.1). Portanto o Monte Sinai não poderia ser tão distante do local onde Moisés vivia, como vem sendo informado durante séculos.

Depois de realizadas buscas nas áreas da rota do Êxodo a partir de 1761, foi então encontrado na Arábia Saudita o que se chama hoje de o verdadeiro Monte Sinai. Neste lugar bastante amplo existem evidências mostradas nos livros de Moisés como pode-se ver nas fotos abaixo tiradas em 1984. Em Gálatas 4.25 confirma que o Monte Sinai fica na Arábia! Em árabe a região montanhosa se chama “Jebel El Lawz” e os árabes beduínos da região a chamam de “Jebel Musa” (Montanha de Moisés).

arq046O local é até hoje conhecido como Horebe (Wadi Hurab)! Na verdade uma cadeia de montes que formam um “C” semelhante a um anfiteatro conforme mostra o mapa abaixo.arq047

Mapa da região – Horebe em cor de laranja:arq048

O pico do monte está “queimado” (carbonizado) conforme descrito em Êxodo 19.18-20, 24.17 e Deuteronômio 4.11. Exploradores quebraram algumas rochas e comprovaram que são de granito e escuras apenas por fora! É o local mais alto da região (mais de 60 metros de altura). Fica ao centro e na parte traseira da montanha.arq049Vista do pico para Refidim.
A rocha com a fenda está localizada no monte menor no centro da foto.
arq050A foto de satélite abaixo mostra a diferença geográfica entre o tradicional Monte Sinai em AZUL (na península do Sinai), e o encontrado com evidências em AMARELO (na Arábia Saudita). Em VERDE a praia onde acamparam os hebreus e a travessia do Mar Vermelho (no Golfo de Ácaba).

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Outra foto de satélite com mais detalhes.arq052

A Primeira Terra Santa dos Hebreus (Êxodo 3.5)

Outras evidências encontradas no local onde os hebreus teriam permanecido por cerca de 2 anos recebendo as leis e os estatutos. A foto mostra a vista para a área sagrada e para o arraial.

A: Casa da Guarda Árabe. Ao tomarem conhecimento das descobertas os árabes reconheceram a importância do local, declarando-o um sítio arqueológico.

B: Altar do Bezerro de Ouro (Êxodo 32.5,19). Situado ao pé de um monte pertencente a Horebe em frente ao Sinai a cerca de 1500 metros deste.

C: As doze colunas (Êxodo 24.4).

D: Altar de terra ao pé do monte (Êxodo 20.24 e 24.4).

E: Barreira de poços feita por Moisés para delimitar a área sagrada (Êxodo 19.23). O arraial dos hebreus situava-se atrás, da esquerda para a direita cobrindo toda a área entre os montes.

É evidente o contorno (em azul) da marca deixada pelo ribeiro que descia do monte até o arraial (Deuteronômio 9.21).

arq053A água descia e acumulava nos poços dando condições ao povo de viver no local. Foram encontrados diversos vestígios desses poços conforme a foto abaixo (ver “well”). arq054Platô de onde foi tirada a foto da área sagrada e do arraial em 1984. arq055No monte em frente ao pico existem pedras em forma de tábuas (Êxodo 24.12). Notar que há uma árvore crescendo entre as pedras. Logo abaixo destas existe uma caverna (parte escura um pouco abaixo do centro da imagem). Acredita-se ser a mesma na qual Elias se refugiou quando temeu a Jezabel (1 Reis 19.8-9), esposa do rei israelense Acabe. arq056

Vista de dentro da caverna. Talvez tenha sido usada por Moisés.

arq057Mapa arqueológico do local. arq058As partes restantes das doze colunas e do altar (Êxodo 24.4). Os árabes o desmontaram levando parte das pedras para uma mesquita na cidade de Hagl assim que as autoridades tomaram conhecimento das descobertas de Ronald Wyatt. Moisés é reconhecido pelos árabes como profeta. arq059 arq060O altar do bezerro de ouro feito por Arão (Êxodo 32.5) que foi reconhecido pelas autoridades árabes como um tesouro arqueológico, sendo vigiado por guardas. arq061Muitos desenhos (petróglífos) de vacas e touros no estilo egípcio foram encontrados no altar. Os árabes ficaram admirados com a descoberta pelo fato deste estilo não ter sido achado em qualquer outro lugar na Arábia Saudita. Aqui estão alguns deles: arq062 arq063 arq064

Todo esse tesouro arqueológico foi encontrado conservado e praticamente intacto devido ao fato da região ser no meio do deserto, longe de oásis como o de Elim, ainda existente.

 Al Bad – Moradia de Jetro?

Um antigo mapa encontrado na Arábia mostra que a cidade de Al Bad teria sido o local onde o sogro de Moisés morava provando que o sacerdote de Midiã era conhecido e respeitado.
Está localizada a sudoeste do Monte Sinai e no mapa maior está assinalada pela seta inferior.

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A foto abaixo mostra a região onde Moisés viveu 40 anos com sua nova família depois de fugir do Egito. arq067

Outro Monte Sinai?

Recentemente foi sugerido um “terceiro Monte Sinai” no deserto do Neguebe na fronteira entre Israel e o Egito, chamado de Monte Carcom que em hebraico significa “Monte de Deus” e fica entre o Golfo de Ácabe e o Mediterrâneo. Foram encontrados acampamentos circulares feitos com pedras, um desenho com 10 retângulos em uma pedra (foto abaixo) e 12 pedras posicionadas lado a lado em forma de colunas.

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Mas em Êxodo 13.17-18 relata que os hebreus foram para o oriente pelo caminho do sul, próximo ao Mar Vermelho, basicamente a mesma direção que tomou Moisés quando fugiu do Egito. A diferença é que desta vez Deus mandou Moisés voltar e ir até a praia.
O monte Carcom pode ter sido lugar de um dos acampamentos de Moisés como nos dos montes Sefer e Hor (Números 33.23 e 37), por exemplo. Todos esses montes podem ter outros nomes nos dias de hoje. Além disso o que contraria as descobertas é a datação feita do local: 2200 AC, ou seja, cerca de quase mil anos antes do êxodo, antes até mesmo de Abraão! Não há evidências suficientes para afirmar que o povo hebreu tenha acampado naquele local.

Imagens de Satélite da Região

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Conclusão

De todos os achados e descobertas estas são incontestáveis: As colunas comemorativas no local da travessia, os restos dos carros dos egípcios a mais de 30m de profundidade e o pico do monte carbonizado.

Reportagens do jornal Discovery Times sobre os achados arqueológicos

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arq072 arq073 arq074Fonte: http://arqbib.atspace.com/exodo.html

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Documentário feito por arqueólogo apresenta provas da travessia do Mar Vermelho

arqueologia-biblica travessia-mar-vermelho-200x165Documentário feito por arqueólogo apresenta provas da travessia do Mar Vermelho

 

Um documentário lançado pelo professor de hebraico antigo e arqueólogo Michael Rood promete trazer uma revolução ao entendimento do relato bíblico da travessia do Mar Vermelho, relatada no livro de Êxodo. O filme de aproximadamente duas horas, foi lançado em DVD e Blu-Ray, e por enquanto só está disponível em inglês.

O documentário é fruto de um trabalho de Michael Rood e uma equipe internacional de cientistas e exploradores, que durante meses documentaram os achados arqueológicos que consideram um dos mais importantes da história da raça humana. De acordo com o Ark Discovery eles vasculharam o antigo “Yam Soph” (o moderno “Golfo de Aqaba” também conhecido como “Mar Vermelho”), usando câmeras submarinas robóticas que mostram um grande campo de batalha submarino, onde o que sobrou do exército de Faraó ainda permanece incrustado no fundo do mar.

“Ateus zombaram da simples menção disso, religiosos modernos negam sua veracidade, especialistas afirmam que os locais tradicionais estão errados. Mas você verá [em vídeo] as evidências científicas e arqueológicas que ficaram preservadas em corais e pedras como testemunho para esta geração da travessia do Mar Vermelho e dos eventos no verdadeiro Monte Sinai”, afirmou o professor.

As gravações de vídeo subaquáticas foram realizadas no local historicamente identificado como o ponto de travessia, e Rood afirma ter encontrado formações de corais que se parecem com as rodas das carruagens egípcias, além de ossos humanos e outras evidências que serviriam para comprovar o relato do Antigo Testamento.

Fonte:http://noticias.gospelmais.com.br/documentario-apresenta-provas-travessia-mar-vermelho-35650.html

 

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Arqueólogos israelenses encontram selo do período do Templo de Salomão

arqueologia-biblica selo-templo-salomaoArqueólogos israelenses encontram selo do período do Templo de Salomão

 

Um selo de mais de 2 mil anos foi encontrado durante escavações arqueológicas realizadas perto do Muro das Lamentações, edificação construída para contenção do Templo de Herodes, que foi construído sobre as ruínas do famoso Templo de Salomão. A descoberta foi anunciada pela Autoridade Israelense de Antiguidades.

A peça encontrada tem cerca de 2 centímetros de cumprimento e foi descoberta no chão do antigo edifício. Além do selo, um padrão de cerâmica comum naquele período também foi encontrado nas escavações feitas no local. O selo é uma pedra semipreciosa na qual foi gravado em hebraico o nome de seu proprietário: “Lematanyahu Ben Ho…”, que significa: “Pertence a Matanyahu filho de Ho…”). O resto da inscrição está ilegível.

Esse tipo de objeto era muito utilizado pelas pessoas importantes daquele período, que usavam os selos dentro de anéis para assinar cartas como uma marca de identificação pessoal.

Em um comunicado à imprensa, o diretor das escavações da Autoridade Israelense de Antiguidades, Eli Shukron, explicou: “O nome Matanias, assim como o nome Natanias, significa ‘presente para Deus’. Estes nomes são mencionados várias vezes na Bíblia. Trata-se de nomes típicos no Reino de Judá, durante o final do período do Primeiro Templo – século VIII A.C. até a destruição do Templo, em 586 antes de Cristo”. O nome aparece duas vezes em 1 Crônicas 25, em uma seção com a listagem de nomes hebreus a quem o rei Davi tinha designado para cantar louvores e desempenhar outras funções no Tabernáculo.

De acordo com a Israel National News, Shukron afirmou ainda: “Encontrar um selo do período do Primeiro Templo, ao pé das paredes no Monte do Templo é algo raro e muito emocionante. Esta é uma identificação indubitável de um homem chamado Matanyahu, que viveu aqui mais de 2.700 anos atrás”.

A importância arqueológica da descoberta é ressaltada pela importância do local em que foi feita e pelo fato de que estudiosos judeus são questionados publicamente por muçulmanos que afirmam que o primeiro templo nunca existiu.

Fonte::http://noticias.gospelmais.com.br/arqueologos-israelenses-encontram-selo-periodo-templo-salomao-34504.html

 

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Líder muçulmano exige que exércitos árabes invadam e destruam Israel

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Integrante do grupo palestino Jihad Islâmica

Líder muçulmano exige que exércitos árabes invadam e destruam Israel

Um dos principais imãs da mesquita de Al Aqsa, localizada no topo do Monte do Templo em Jerusalém, pediu publicamente que os exércitos do mundo árabe invadam Israel. Com isso, poderão cumprir o grande desejo muçulmano de destruir essa odiada “entidade sionista”.

Em um sermão transmitido desde Milão, Itália, e retransmitido pela rede de TV Al Jazeera, o imã Al-Raed Daan disse acreditar que os muçulmanos de todos os lugares do mundo estão percebendo que “o Estado judeu vai desaparecer e o sol de uma nova manhã vai brilhar na Palestina”.

Al-Daan justificou que ele e os outros líderes muçulmanos que servem no Monte do Templo, e pertencem à Fundação Islâmica da Autoridade Palestina (Waqf, na sigla original) “aguardam as legiões de conquistadores. Aguardamos os exércitos da Tunísia, da Jordânia, do Egito, do Iraque, do Magrebe [Marrocos e Argélia] e de Hijaz [Arábia Saudita].”

Para deixar claro que ele não estava se referindo ao Estado palestino atualmente confinado à chamada “Cisjordânia”, Al-Daan repetidamente referiu-se ao dia que muçulmanos celebrarão a vitória em meio ao choro de cidades israelenses como Jaffa, Haifa, Beit Shean, Lod e Ramle.

Fonte: Israel Today, WND e Gospel Prime

Arqueólogos Descobrem Mosaico Cristão De 1500 Anos Em Israel

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Arqueólogos Descobrem Mosaico Cristão De 1500 Anos Em Israel

Arqueólogos israelenses desenterraram um mosaico de 1500 anos no chão do que, na época, foi uma igreja bizantina. O achado está na vila de Aluma, no sul de Israel, e começou a ser escavado há cerca de três meses.

O local foi descoberto durante uma escavação para uma obra. A antiga basílica tem 22 por 12 metros de área. Além do mosaico foram encontradas as bases de colunas de mármore que davam sustentação ao edifício.

Os desenhos do mosaico incluem vários animais, como zebra, girafa, flamingo, leopardo e coelho. Segundo o jornal israelense “Haaretz”, um dos desenhos representava também um ser humano, mas foi cuidadosamente destruído.

De acordo com Daniel Varga, o pesquisador que lidera a escavação, isso provavelmente se deve à ação de devotos que, na época do Império Bizantino, se opunham à representação de seres humanos dentro das igrejas.

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Não foi encontrada nenhuma inscrição que indicasse como se chamava o local na época em que a igreja estava de pé. Os arqueólogos acreditam que ela servia a diversas comunidades ao longo da estrada entre Ascalão e Jerusalém.

Com informações: G1/Amigo de Cristo

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