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a teia do pecado 500

A Teia do Pecado

a teia do pecado 500A Teia do Pecado

Peça teatral apresentada pelo Ministério de Teatro da Igreja Batista Novo Horizonte – Patos (PB), no dia 16.08.2014, por ocasião da celebração do 7º aniversário da IBNH.

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Quando O Senhor Restaurou A Nossa Sorte

Quando O Senhor Restaurou A Nossa Sorte

Quando O Senhor Restaurou A Nossa Sorte
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A autêntica liberdade

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     A autêntica liberdade      

Vicente Pelliccia, italiano de 32 anos, saiu da prisão.  Respirou o ar da liberdade, e sentiu como nunca, quão boa e quão desejável, é a liberdade.  E logo se pôs a correr ao longo da noite, porque estava a fugir da cadeia.  Isto aconteceu em 1956 ….. Os anos passaram-se e a cena muda. 

Vicente Pelliccia, italiano, agora com 63 anos, sai da prisão.  Respira o ar puro da liberdade, e exclama: “A liberdade é a coisa maior deste mundo”.  Mas, desta vez, não se põe a correr.  E porquê?  Porque, depois de fugir da prisão, 30 anos antes, levou uma vida exemplar de família e de trabalho.  Mas, aconteceu que, ao fim deste tempo todo, foi apanhado e voltou a estar preso.  Mas, incrivelmente, foi perdoado e, novamente, libertado. 

E, lembrando umas palavras ditas há muitos anos, o magistrado disse-lhe: “Você está livre.  Vá e não peque mais”…

Amigo, há aqui uma bela história.  Vicente Pelliccia foi parar à prisão por ter praticado uma série de roubos.  Foi condenado a 10 anos de cadeia.  Passados seis meses, conseguiu fugir do cárcere.  Fugiu para o estado da Califórnia, onde durante 30 anos viveu uma vida exemplar.  Casou, constituiu família e comportou-se bem em toda a sua vida.  Quando foi descoberto, o governador da Virgínia, onde tinha cometido os crimes, perdoou-o completamente.  Apenas disse que estaria em liberdade condicional durante mais 9 anos e meio, até completar os dez anos da sentença.  E, ao dizer-lhe isto, acrescentou as palavras: “Pode ir embora.  Estás livre.  Mas não peques mais” …

Podemos imaginar como se sentia este homem ao sair da sala do tribunal.  Respira, como dissemos, o puro ar de liberdade.  Está livre, livre para recomeçar a vida, livre para voltar à família.  Livre para não voltar mais à cadeia.  “A liberdade é a coisa maior deste mundo” disse …

Mas, caro amigo, o que é, afinal, a liberdade? 

Para Vicente Pelliccia, a liberdade significava retomar a vida, voltar à sociedade, ser novamente um cidadão honrado e respeitado pela vizinhança.  Significava não ter mais contas a saldar com a justiça, não estar mais a fugir da justiça.  Mas, para muitas pessoas, a liberdade não é nenhuma destas coisas.  Segundo o seu ponto de vista, a liberdade é praticamente o contrário daquilo que é para um homem como Vicente Pelliccia. Por exemplo, uma vez recebemos uma carta de um dos nossos amigos, um jovem, em que ele afirmou que, para ele, a liberdade consistia em repudiar a sociedade em que vivemos porque, disse, a nossa liberdade é apenas fictícia, pois vivemos amarrados a leis, regras e regulamentos que sufocam esta liberdade. 

Na sua ideia somos todos escravos da sociedade de consumo. Talvez seja por isso que tantos jovens se revoltam contra o sistema de valores, afirmando que a verdadeira liberdade só existe quando o indivíduo consegue livrar-se das restrições que a civilização nos impõe. E há, até, pessoas que, na sua ânsia de experimentar uma liberdade genuína, se lançam numa louca procura de toda a espécie de prazer porque, dizem, só assim é que se sentem realizadas…

Mas, a resposta não está no prazer, amado ouvinte, como muitos jovens já estão a descobrir, porque ainda continuam insatisfeitos.  Pior ainda é o que acontece quando alguém se vê escravizado pelas próprias coisas que, pensava ele, ia trazer-lhe a liberdade. Eis o caso de milhares de jovens que, na sua revolta contra a sociedade, pensam encontrar na droga, no sexo e no prazer a sua libertação, só para descobrirem, depois, a frustração.  Acabam por descobrir, afinal, que essa apregoada liberdade não passa de um sonho, de uma utopia irrealizável…

Ora, caro amigo, toda esta conversa sobre a liberdade traz à memória as palavras de um distinto prêmio Nobel, um poeta e filósofo indiano.  Falando sobre este mesmo assunto, disse que a liberdade é como uma corda de violino.  Uma corda de boa qualidade, perfeitamente feita.  O homem tomou-a nas suas mãos, esticou-a e, em seguida, soltou-a.

A corda enrolou-se sobre si mesma. “Boa corda” pensou o homem.  Mas essa corda não tinha música alguma.  O homem pegou no violino e amarrou a corda por ambas as pontas ao instrumento.  Esticou a corda quase até a ponto de a partir.  Mas foi então que ele pegou no arco e fê-lo deslizar sobre a corda e logo se ouviu uma música dulcíssima. 

“Assim” disse o sr. Tagore, o poeta indiano, “é a verdadeira liberdade.  Solta, a corda está livre, mas não há música.  Mas quando foi amarrada pelas duas pontas, e esticada ao máximo, produziu aquelas notas incomparáveis do violino.  Solta, podia dizer: ‘Ninguém me toca, ninguém manda em mim, ninguém me domina’.  Mas não tem música.  Só amarrada ao instrumento, e esticada, teria voz, teria canção, teria harmonia e podia deleitar o mundo …

Muita gente gaba-se da sua liberdade.  Gostam de dizer que  estão livres para fazer o que lhes apetece.  Vão para onde querem, e para onde não querem não vão.  Não querem estar amarradas a nada.  Nem mulher, nem família, nem filhos, nem Deus pode amarrá-las.  Mas, caro amigo, assim são os seres mais inúteis da sociedade, porque são pessoas ultra-egoístas.  Lembra-se do caso que há pouco citamos?  Do italiano Vicente Pelliccia?  Lembra-se o que o magistrado lhe disse quando o pôs em liberdade.  “Pode ir embora.  Está livre.  Mas não peque mais”.

Não sei se esse juiz sabia, mas estava quase a citar umas palavras que Jesus Cristo disse uma vez a uma mulher, pecadora, com quem Ele falava.  “Vai-te” disse, “e não peques mais”.  Assim, a mulher saiu da Sua presença, perdoada e libertada…

A realidade é esta, amado irmão, amada irmã.  Por mais que se fale em liberdade, os homens não são livres.  Jesus afirmou isto quando, uma vez, ofereceu a liberdade aos homens do Seu tempo.  Disse: “e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”.  João 8:32 Responderam-lhe: Somos descendência de Abraão e jamais fomos escravos de alguém; como dizes tu: Sereis livres?

Mas a resposta de Jesus foi cabal. Replicou-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: todo o que comete pecado é escravo do pecado.

Mas a chave está nestas palavras de Jesus: “e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”.  Porque é a própria verdade que liberta.  A verdade sobre nós mesmos, aquilo que somos, aquilo que fazemos.  Escravos dos vícios, preconceitos e pecados, somos apenas grãos de areia na vasta praia do Universo, necessitamos de um libertador, e este libertador é Jesus, porque Ele também disse: “O escravo não fica sempre na casa; o filho, sim, para sempre. 36  Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres”. 

Assim, amados irmãos, em Cristo — e somente em Cristo — encontramos a verdadeira liberdade!

Libertos das Prisões


Libertos das Prisões

 Libertos das Prisões

Atos 12.5-7 “Pedro, pois, estava guardado no cárcere; mas havia oração incessante a Deus por parte da igreja a favor dele.6  Quando Herodes estava para apresentá-lo, naquela mesma noite, Pedro dormia entre dois soldados, acorrentado com duas cadeias, e sentinelas à porta guardavam o cárcere.  Eis, porém, que sobreveio um anjo do Senhor, e uma luz iluminou a prisão; e, tocando ele o lado de Pedro, o despertou, dizendo: Levanta-te depressa! Então, as cadeias caíram-lhe das mãos”.

Tem muita gente como Pedro, presas em algum tipo de prisão, vendo a vida passar.

Muitas pessoas estão presas, enclausuradas em prisões, como: prisões de casamentos fracassados, prisões de dívidas impagáveis, prisões de enfermidades de causa desconhecida, prisões de angústias e depressões profundas; muitas pessoas estão presas numa cadeia de medo, numa prisão de raiva, presas em prisão de amargura, de decepção… 

Será este o seu caso? Você está preso em alguma prisão, necessitando ser liberto?sermoes

Libertos de toda a culpa


Libertos de Toda a Culpa

 Libertos de toda a culpa

O homem encara o perdão de uma maneira muito diferente daquela que o nosso Deus dispensa a nós:

O homem perdoa, mas não esquece. Deus perdoa, e jamais se lembra.sermoes