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Os Riscos de Um Ministério

Os Riscos De Um Ministério

Os Riscos de Um MinistérioOs Riscos De Um Ministério

João 10:11 “Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas”.

Um pastor tem que dar sua própria vida pelas  ovelhas mesmo?

A vida do pastor envolve muitos riscos.

Ele trata com pessoas, com dinheiro e com situações que muitas vezes trazem sérios problemas para seu ministério.

Os riscos são probabilidades ou possibilidades de correr certos perigos.

QUAIS SÃO OS RISCOS MAIS COMUNS NA VIDA E NO MINISTÉRIO DE UM PASTOR?download sermoes

A Chamada de Deus

A Chamada de Deus

A Chamada de DeusA Chamada de Deus

Gn.12:1 – “Sai de tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai”. A chamada de Abraão, foi desde o princípio, uma prova de fé e obediência. Vemos através dela separação, sacrifício, pois teve que deixar a segurança, a certeza de um presente estável e cômodo, por uma vida futura de incertezas. Você tem um chamado de Deus? Está pronto a enfrentar essa vida de incertezas, adversidades, sofrimento, perseguições?

Quais são as implicações desse chamado de Deus  em sua vida?

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Uma breve Reflexão sobre alguns motivos errados para o Ministério

Uma breve Reflexão sobre alguns motivos errados para o MinistérioUma breve Reflexão sobre alguns motivos errados para o Ministério

Falar de vocação não é uma tarefa fácil. Como explicar os vislumbres de certezas espirituais? Pode a vocação de Deus ser descrita? Talvez devesse deixar tal desafio para os mais experientes nas lidas pastorais; não obstante, quero pisar neste terreno mui solenemente. Nestes doze anos de ministério tenho visto alguns pastores perderem o rumo original e ministérios infrutíferos com igrejas fracas e em declínio. Entendo que grande culpa dos problemas destas igrejas deve-se a nós mesmos, seus pastores. Notem as palavras de Eugene Peterson:

“Os pastores estão abandonando seus postos, desviando-se para a direita e para a esquerda, com freqüência alarmante. Isto não quer dizer que estejam deixando a igreja e sendo contratados por alguma empresa. As congregações ainda pagam seus salários, o nome deles ainda consta no boletim dominical e continuam a subir não púlpito domingo após domingo. O que estão abandonando é o posto, o chamado. Prostituíram após outros deuses.Aquilo que fazem e alegam ser ministério pastoral não tem a menor relação com as atitudes dos pastores que fizeram a história nos últimos vinte séculos” .

Uma reflexão dura, mas realista. Alguns pastores estão abandonando seus postos. Após ler estas considerações de Peterson, fiz a seguinte pergunta: O que tem levado nossos jovens ao ministério? Minha pergunta levanta a questão sobre as reais motivações de nossos vocacionados para o Ministério Pastoral. Talvez nem todos têm consciência de que errar na vocação trás conseqüências desagradáveis para si mesmos e também para suas futuras igrejas. Embora uma vaga vocação para o ministério possa levar ao pastorado, não sustentará o pastor através das ásperas realidades da vida na igreja. É preciso avaliar as verdadeiras motivações, antes de ingressar nos seminários.

Por motivação queremos dizer os motivos internos que levam uma pessoa à ação. Todos nós tomamos decisões na vida motivados por algo ou alguma coisa em dado momento de nossa existência e considerando as diversas situações da vida. Falando da motivação que leva um jovem a decidir pelo ministério, entendemos que todo genuíno vocacionado deve ter como ambição ser um instrumento de Deus. Sua única motivação para ser pastor é seu desejo ardente de realizar a obra de Deus e para a glória de Deus. Contudo, é possível que nem sempre esta seja a mola propulsora de um ou outro aspirante ao pastorado. A título de alertar-nos para este perigo, alisto cinco possíveis motivações erradas e egocêntricas que podem levar alguém ao Ministério:

1) Adquirir estabilidade financeira: Os motivos da nossa sociedade secular são controlados pelo cifrão. Vivemos uma época de recessão e de desemprego. São só na cidade de São Paulo, quase 2 milhões de desempregados. O tempo médio hoje para alguém que perde o emprego é de 1 ano até conseguir outro. É com temor e tremor que arrisco raciocinar desta maneira, mas temo que alguns jovens em nossas Igrejas, passe a compreender o ministério como uma profissão e um meio de ganhar a vida. Penso que todo candidato ao ministério deveria responder a esta pergunta: O motivo que tenho para desejar ser pastor é porque serei pago para isto?

Quanto a isto, Spurgeon escreveu: “Se um homem perceber, depois do mais severo exame de si mesmo, qualquer outro motivo que a glória de Deus e o bem das almas em sua busca do pastorado, melhor que se afaste dele de uma vez, pois o Senhor aborrece a entrada de compradores e vendedores em seu templo”

2) Status social: Não é de hoje que a sede de posição cega as pessoas . O “ser pastor”, mesmo que em nossos dias não é lá muito bem visto, até mesmo pelos escândalos envolvendo alguns líderes cristãos, os títulos de Reverendo e Pastor transmitem uma certa dose de autoridade que dignifica o ser humano, e lhe confere status social. Não obstante, liderar não é fácil. Às vezes pregar pode ser uma tortura. Pastorear ovelhas relutantes é uma atividade esmagadora. Ser uma figura pública sob os olhares de todos e viver sob constantes cobranças, mesmo que estas não sejam verbais, sacodem o nosso coração. Nós pastores inevitavelmente armazenamos um certo nível de frustração em nosso trabalho. Ficamos frustrados com os conflitos da igreja, com a futilidade de nossos planos e com o fracasso do nosso povo. O status social não pode sustentar o nosso ministério e fazer com que vivamos nossa vocação de modo responsável.

Em I Tm 3:1, Paulo escreve: “se alguém deseja o pastorado, excelente obra almeja” O termo “deseja”na língua grega é epithumeo, que tem o significado de “colocar o coração, ambicionar, desejar”. Precisa ser observado que o objeto do desejo é a obra, o serviço, e não a posição ou status. Este foi um erro cometido por Tiago e João (Mc 10:35:45). Alguém motivado por posição elevada e pelo desejo de atenção trará com certeza prejuízo a si mesmo e à Igreja de Cristo.

3) Necessidade de firmar-se como pessoa: É possível que alguém caia na armadilha de desejar o ministério por entender que a posição e o status conquistado forçam os outros a lhe dedicarem atenção. O desejo que um ser humano tem de que os outros o respeitem é um sinal louvável de sua auto-estima. Não há nada de errado em desejar ser respeitado e admirado, mas não é a motivação correta para o ministério. É comum termos notícias de líderes que avaliam sua eficiência ministerial através de quantas pessoas da denominação o conhecem. Conheci um pastor que guardava todo exemplar do jornal Brasil Presbiteriano em que saía uma matéria com sua foto e que falava a seu respeito. São líderes que buscam a fama e serem aplaudidos pelos homens.

4) O Senso de obrigação: Há quem se torne ministro, pois depois de ter passado pela família, conselho, presbitério e ter feito o curso teológico no seminário, sente-se na obrigação de ter que ir até o fim de seu “chamado”. Sente-se culpado se não fizer aquilo que todos esperam dele. É desnecessário dizer que este líder não desenvolverá seu ministério com alegria e prazer. Um velho pregador deu um sábio conselho a um jovem quando indagado sobre sua opinião quanto a seguir o ministério: “Se você pode ser feliz fora do ministério, fique fora, mas se veio o solene chamado, não fuja” Precisamos instruir aos nossos seminaristas que mesmo que tenham feito o curso de teologia no Seminário, caso sintam que não foram chamados ao pastorado, entendam que o tempo de estudos e de preparação não será perdido. Poderão ser uma excelente ajuda às igrejas como pregadores, professores, oficiais e líderes. O peso de um sentimento de obrigação não pode levar ninguém ao pastorado. O Ministério deve ser obedecido por vocação e não por obrigação. Alguém pontuou o seguinte: “os ministros sem a convicção do chamado carecem muitas vezes de coragem e carregam uma carta de demissão no bolso do paletó. Ao menor sinal de dificuldade, vão-se embora”.

5) Falta de opções: É possível que alguém decida ser um pastor, pois depois de tentativas inglórias de ingressar em alguma outra faculdade, ou por não ter condições financeiras de custear um curso em uma universidade, percebeu que poderia fazer um curso de nível superior pago pelo Presbitério e ainda recebendo ajuda de custo de sua Igreja. Nossos jovens precisam ver que o candidato ao ministério, sendo seu chamado imposto por Deus, não é uma preferência entre outras alternativas, ou por falta delas. Ele é pastor não por falta de alternativas, mas porque esta é a única alternativa possível para ele, e insisto: Vocação pastoral não pode ser por falta de opções, mas porque foi imposta por Deus.

Todos nós que somos pastores sabemos como o ministério é desgastante, e ninguém pode cumprir o difícil papel de pastor se não tiver a consciência de que foi comissionado por Deus. Na qualidade de pastores e tutores eclesiásticos, faz-se necessária nossa orientação aos aspirantes e candidatos ao Ministério de que não há como alguém sobreviver no pastorado, caso sinta que esta foi uma escolha sua e não de Deus.
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Sou Pastora. Meu Marido é Incrédulo e Alcoólatra. Estou Sozinha. Me Ajude!


Sou pastora, meu marido incrédulo e alcoólatra,

 Sou Pastora. Meu Marido é Incrédulo e Alcoólatra. Estou Sozinha. Me Ajude!

Aconselhamentos do Pr. Ismael Roselei de Carvalho,

do Ministério Casados em Cristo.

Gravado durante o Programa Momentos com Jesus,

no quadro “O Lar Cristão”, na voz do Pr. Edson Poujeaux.

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Discussão sobre ordenação de mulheres ao ministério pastoral pode causar divisão entre igrejas batistas da CBN, diz pastor


Sou pastora, meu marido incrédulo e alcoólatra,

Discussão sobre ordenação de mulheres ao ministério pastoral pode causar divisão entre igrejas batistas da CBN, diz pastor

A ordenação de mulheres ao ministério pastoral é uma questão que, dentro das igrejas evangélicas históricas do Brasil, é tratada como polêmica e, em alguns casos, antibíblica.

Em agosto deste ano, os pastores ligados à Convenção Batista Nacional, a entidade batista com maior representação no país, discutirão o assunto durante o 19º Congresso de Pastores em Florianópolis, SC.

O pastor Gilberto Nascimento, presidente da Ordem de Ministros Batistas do Rio Grande do Norte e um dos líderes da Juventude Batista Nacional, concedeu entrevista à jornalista e colunista do Gospel+, Raquel Elana, e manifestou preocupação sobre as consequências da discussão sobre o tema.

“Esse assunto não é e nunca será uma unanimidade entre as igreja evangélicas. Entre os Batistas Nacionais também não será diferente. Eu sou contra. Não vejo nenhum respaldo bíblico ou ortodoxo em relação à ordenação feminina. Em outras palavras, não há nenhuma citação na Bíblia endossando o chamado feminino”, afirmou o pastor, marcando posição de maneira contundente.

Segundo Nascimento, há falhas nos argumentos de quem defende a ordenação de mulheres ao ministério pastoral e deixou a entender que a prática é uma inversão da mensagem do Evangelho: “Alguém diz ‘mas o Espírito me revelou!’. Se revelou, porque não está nos Oráculos de Deus? Nas Sagradas Escrituras? Os gálatas por exemplo, eram culpados, ainda, de outro pecado que causava grande aflição ao apóstolo: distorciam o evangelho de Deus. Os judaizantes afirmavam pregar ‘o evangelho’, mas não é possível haver dois evangelhos, um com base nas obras e outro com base na graça. ‘Eles não estão pregando outro evangelho’, escreve Paulo, ‘mas uma mensagem diferente – tão diferente do verdadeiro evangelho que, afinal, não é evangelho’. Os judaizantes diziam: ‘Cremos em Jesus Cristo, mas temos algo maravilhoso a acrescentar ao que vocês já creem’. Como se alguém pudesse ‘acrescentar’ algo melhor à graça de Deus! O termo traduzido como perverter em Gálatas 1:7 é usado apenas três vezes no Novo Testamento (At 2:20; GI 1:7; Tg 4:9). Significa ‘fazer uma reviravolta, passar a seguir em direção contrária’ e também poderia ser traduzido por ‘inverter’”, argumentou.

Para o pastor, a possibilidade de haver uma divisão entre as igrejas batistas filiadas à Convenção Batista Nacional é real: “Se é possível haver um racha? A Palavra nos ensina: ‘Amai-vos uns aos outros’ é o princípio fundamental da vida cristã. É o ‘novo mandamento’ que Cristo nos deu. Quando praticamos o amor, não precisamos de nenhuma outra lei, pois o amor abrange todas as coisas! Se amarmos os outros, não pecaremos contra eles. Paulo concentra-se no cerne do problema: o coração humano. Com certeza, haverá um racha se o homem pensar no seu lado egoísta e mesquinho”, opinou.

Ainda de acordo com as declarações do pastor Gilberto Nascimento à colunista Raquel Elana, os pastores batistas nordestinos já marcaram posição contra a “legalização” da ordenação feminina ao pastorado: “Participei de uma discussão com este tema com pastores de outros estados e tenho conversado com algumas lideranças do Brasil. Não sei em relação às outras regiões, mas em se tratando de Nordeste, posso afirmar que da Bahia ao Ceará, os pastores da Ordem não são favoráveis pelo simples fato de não haver respaldo Bíblico”.

Às mulheres, que almejam a conquista do espaço como pastoras, Nascimento aconselhou que continuem desempenhando seu papel, “pois o Evangelho é revelado pelo Espírito mediante a sua Palavra, se não for pela Palavra não é Evangelho”, e acrescentou: “Eu não tenho nenhuma dúvida que vocês são mulheres de Deus e tementes. Deixo para a meditação de vocês I Coríntios 2:

Fonte: Gospel+