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Justin Bieber cancela final da turnê Purpose para “se dedicar a Cristo”, revela portal

7a3d44abf8234195e3b8ddc60c4d0375A turnê Purpose de Justin Bieber foi cancelada e um site de celebridades norte-americano informou que a decisão do cantor foi tomada pois ele tem vontade de se “dedicar a Cristo”.

Oficialmente, o agente de Justin Bieber, Scooter Braun, disse que “circunstâncias imprevistas” levaram o artista de 23 anos a abandonar a turnê, que ainda teria outros 14 shows já programados ao redor do mundo.

Em um comunicado aos fãs, Braun pede desculpas pela situação e afirma que a “alma e o bem-estar” de Justin Bieber são prioridade, de acordo com informações do G1. Entrentanto, na imprensa internacional, a notícia veiculada pelo portal TMZ de que o cancelamento seria resultado de sua conversão ao Evangelho é a versão dos fatos mais repercutida.

Há pouco mais de dois anos o cantor vem sendo aconselhado pelos pastores Judah Smith, da City Church, e Carl Lentz, da filial de Nova York da Igreja Hillsong. O TMZ cita a segunda igreja como sendo a denominação frequentada atualmente por Justin Bieber, e agora o artista estaria disposto a dedicar mais tempo à fé.

Em setembro de 2015, em uma longa entrevista concedida à revista Complex, Justin Bieber afirmou que gostaria de “viver como Jesus” e demonstrou lucidez ao estender sua própria declaração: “Não é ser Jesus – eu nunca poderia -, eu não quero que me deparar com um estranho. Ele criou um modelo bastante impressionante de como amar as pessoas e como ser gracioso e amável. Se você acredita nisso, Ele morreu por nossos pecados”.

staff do cantor não se manifestou a respeito das informações que o TMZ veiculou, afirmando apenas que Bieber tem se dedicado à turnê Purpose nos últimos dois anos e que agora ele irá interromper suas apresentações.

A Igreja Hillsong tem presença em 15 países, incluindo o Brasil. A inauguração em 30 de outubro de 2016 atraiu milhares de pessoas, mas apenas quatro mil puderam participar da celebração por conta da limitação física do espaço usado como templo.

Fonte: Gospel +.

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“Servir a Deus” é receita para vida longa, diz cristã de 117 anos, considerada a pessoa mais velha do mundo

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A humanidade hoje é formada por mais de 7 bilhões de pessoas ao redor do mundo, e a mais velha de que se tem notícia é a cristã jamaicana Violet Mosses Brown, com 117 anos. E ela contou seu segredo de longevidade.

Violet tornou-se a pessoa mais velha do mundo no último sábado, 15 de abril, após a morte de outra idosa, Emma Morano, italiana que também tinha 117 anos. Ao ser procurada para explicar como sobreviveu a duas guerras mundiais, crises econômicas gravíssimas e todo tipo de adversidade pessoal, ela não titubeou: “Servir a Deus”.

De acordo com informações do portal The Christian Post, Violet fez aniversário há pouco mais de um mês (15 de março) e frequenta a Igreja Batista de Trelawny, no condado de Cornwall, na Jamaica.

Convertida ao Evangelho aos 13 anos de idade, Violet serve a Jesus há mais de 100 anos e foi batizada na Igreja Batista Trittonville, em Duanvale. Nas conversas com quem se interessa por sua história de vida, ela lembra das dificuldades pelas quais passou em sua infância e juventude, mas demonstra gratidão por ter superado cada uma delas.

Carinhosamente chamada de “Tia V”, a idosa salientou que ter “fé em servir a Deus e crer fortemente no ensino da Bíblia” foi a fórmula adotada por ela ao longo do último século, e diz que Êxodo 20:12 é seu versículo preferido: “Honra teu pai e tua mãe, a fim de que tenhas vida longa na terra que o Senhor teu Deus te dá”.

Embora tenha mantido uma vida saudável, Violet não adotou nenhuma dieta restritiva, limitando apenas o consumo de bebidas alcoolicas, carnes de porco e frango. Ao longo dos anos, após a abolição da escravatura durante sua adolescência, ela trabalhou em uma plantação de cana e empregada doméstica.

“Eu te falo, esses jovens nos dias de hoje têm tudo mais fácil — água encanada, táxis e ônibus para levar eles onde quiserem, tudo para sua conveniência. Quando eu era mais jovem, e até mesmo quando eu era adulta, eu tive que trabalhar tão duro que, às vezes, quando eu olho para trás, eu choro por ver o quão duro tive que trabalhar para ajudar minha família”, lembrou Violet.

Já na velhice, Violet conquistou o sonho de adquirir um terreno, e o usa para o plantio de cana. Esse investimento a impulsionou, e agora tornou-se empresária e a única distribuidora de pães em Cornwall.

Em relação à sua comunidade de fé, Violet serviu como musicista organista, instrumento que aprendeu a tocar com o marido, Augustus Gaynor Brown, que morreu em 1997.

Assista a um depoimento dado por Violet ao canal Loop News Group, em que ela afirma que “a melhor época é agora”:

Fonte: Gospel +.

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Crislamismo: como a mídia vem tentando convencer que muçulmanos e cristãos adoram o mesmo deus

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O crislamismo é uma pretensa doutrina, incentivada sutilmente pela mídia, para convencer as pessoas mais desatentas de que o deus adorado pelos muçulmanos, Alá, é o mesmo Deus a quem os cristãos servem. Diante disso, líderes cristãos estão se manifestando para explicar as diferenças.

A mídia ocidental, principalmente as agências de notícias, adotou a estratégia de banir o nome “Alá” de suas matérias, traduzindo o termo como “deus”, para assim, reforçar o seu mantra de que o islamismo é uma religião de paz e que os atentados terroristas são ações isoladas de extremistas que entendem o conceito do Corão de forma equivocada.

O grito de guerra dos muçulmanos, “Allahu Akbar”, se tornou uma frase popular no ocidente, e vem sendo traduzida pelos canais de mídia como “deus é grande”. No entanto, estudiosos apontam que essa é uma tradução equivocada e, até, mal intencionada.

A frase, em si, é uma afirmação que identifica que o muçulmano que a pronuncia está cumprindo sua parte na jihad, a chamada “guerra santa”, pois seu significado real é “deus é maior”, que no contexto original, é um desagravo aos sistemas de governo e demais religiões.

“Seu grito de guerra é mal traduzido pela mídia ocidental como ‘deus é grande’. Mas o verdadeiro significado é ‘deus é maior’, significando ‘Meu deus é maior do que o seu deus ou governo”, explicou o jornalista Robert Spencer, do portal Breitbart.

A distorção do termo “Allahu akbar” expõe um problema que transcende as questões da semântica, pois expõe a visão intransigente dos muçulmanos de que Alá e o islamismo estão acima dos governos, religiões, ética ou leis, e por isso, muitos jihadistas a associam à morte dos que eles chamam de “infiéis”.

Caleb Parke publicou um artigo no portal Charisma News e criticou a postura da mídia sobre o assunto: “Nós merecemos a verdade e não uma versão politicamente correta dos fatos”, salientou, explicando que os extremistas usam a frase como garantia de que, se morrerem, suas últimas palavras seriam uma expressão de fé.

O teólogo Albert Mohler, presidente do Seminário Teológico Batista do Sul, nos Estados Unidos, vem constantemente criticando a mídia para que exista, em suas reportagens, uma diferenciação entre o deus descrito no Corão e no Deus presente na Bíblia Sagrada: “Os cristãos acreditam em um só Deus. Ele é o Pai que enviou o Filho para nos salvar de nossos pecados”.

Mohler ainda destaca que Alá é descrito no Corão como um ser que não se revela pelo Espírito Santo, muito menos reconhece Jesus como filho. “Entendendo isso, percebemos que muçulmanos e cristãos não usam somente nomes diferentes para falar sobre Deus. Na realidade, esses diferentes nomes se referem a deuses diferentes”, sublinhou.

Uma escritora ex-muçulmana convertida ao Evangelho concorda com o teólogo batista: “Jesus morreu por nós é bem diferente de ‘Devemos morrer por Allah’”, afirmou Nonie Darwish, que publicou recentemente o livro “Wholly Different: Why I Chose Biblical Values Over Islamic Values” (“Completamente Diferente: Por que escolhi valores cristãos e descartei os valores islâmicos”).

Egípcia, nascida em uma família de tradição muçulmana, Nonie passou metade de sua vida dedicando-se ao islamismo, mas após conhecer o Evangelho, abandonou a religião de seus pais e passou a denunciar os erros dela.

Segundo Nonie Darwish, quem traduz “Allahu Akbar” como “deus é grande” pode não estar mal intencionado, e talvez preocupado em não ofender os muçulmanos. Entretanto, ela afirma: “O Ocidente precisa da verdade, independentemente de quão difícil ela seja difícil de ouvir”.

Fonte: Gospel +.

 

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Faculdade expulsa estudante cristão que pregou o Evangelho no campus: “Discurso de ódio”

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A intolerância às visões bíblicas sobe a cada dia ao redor do mundo, e uma faculdade decidiu expulsar um aluno que usava o espaço público do campus para pregar o Evangelho aos colegas.

A Faculdade Georgia Gwinnett ignorou a Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos, que zela pelo direito à liberdade de expressão, e expulsou Chike Uzuegbunam, um aluno cristão, por considerar sua mensagem um “discurso de ódio”.

Na justificativa, de acordo com informações do portal The Christian Post, a reitoria da faculdade reconheceu que a pregação do aluno estava dentro de uma “zona de liberdade de expressão”, mas tomou a decisão de expulsá-lo por considerar que ele fez uso de “palavras de guerra”.

“[O aluno] usou uma linguagem religiosa contenciosa quando se dirigiu a uma multidão, com uma tendência a incitar hostilidade”, acrescentou o comunicado da instituição de ensino.

Reação

A organização Alliance Defending Freedom (“Aliança em Defesa da Liberdade”, em tradução livre), se mobilizou para defender o aluno cristão e protocolou uma ação judicial contra a faculdade.

“Apesar de afirmar que valoriza a ‘diversidade’ e a ‘comunicações aberta’, a Faculdade Georgia Gwinnett limita o discurso dos estudantes a duas zonas de fala ridiculamente pequenas e censura o discurso que ocorre nessas áreas”, destacou a ADF.

No processo, a faculdade alegou que o aluno “proferiu uma mensagem preconceituosa diretamente contra um grupo de ‘muitos indivíduos’, enquanto estava em cima de um banquinho, e, ao fazê-lo, realmente causou distúrbio”.

Porém, os advogadaos da ADF argumentaram que “episódios idênticos para limitar os discursos de ódio falharam”, e que a atitude da faculdade configurava uma limitação da liberdade religiosa, já que o espaço dedicado ao discurso livre fica aberto apenas 18 horas por semana no campus.

As regras da faculdade para uso do espaço exige que um formulário de “solicitição de área” seja preenchido e entregue com três dias de antecedência, para que seja analisado previamente. Ciente dessas regras, a ADF observou que o aluno recebeu permissão para discursar no espaço, e seu tema não havia sido visto como odioso.

“Se os alunos quiserem falar – seja através de comunicação oral ou escrita – em qualquer outro lugar do campus, então eles devem conseguir uma autorização de funcionários da faculdade. Assim sendo, os alunos não podem falar espontaneamente e precisam expor-se a uma variedade de sanções, incluindo a expulsão da Faculdade”, reclamou o aluno.

“A Primeira Emenda da Constituição dos EUA garante a liberdade de expressão e de religião para cada aluno. Toda escola pública – e especialmente uma faculdade estadual que deveria ser o ‘mercado de ideias’ – tem o dever de proteger e promover essas liberdades”, salientou Travis Barham, um dos advogados da ADF.

“Os estudantes não sentem que sua liberdade de expressão está constitucionalmente protegida dentro dos portões do campus“, acrescentou Barham.

Casey Mattox, outro advogado da ADF, também comentou o caso: “Os estudantes universitários de hoje serão os legisladores, juízes, comissários e eleitores de amanhã. É por isso que é tão importante que as universidades públicas modelem os valores da Primeira Emenda, que elas deveriam ensinar aos alunos, e é por isso também que a repressão deveria incomodar a todos da Faculdade Georgia Gwinnett e muitas outras que estão comunicando a essa geração que a Constituição não tem importância”, observou.

Fonte: Gospel +.

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Pesquisa de instituto de esquerda constata: brasileiro é conservador e não abre mão da família

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A crise ética que assola o Brasil expôs a rejeição do povo às ideias “progressistas” que integram a base do discurso dos políticos e partidos de esquerda. A constatação foi feita em uma pesquisa recente, que também evidenciou o que já é consenso na sociedade: família e religião são valores dos quais o brasileiro não abre mão.

A Fundação Perseu Abramo, um braço do Partido dos Trabalhadores (PT), realizou uma pesquisa nas periferias e descobriu que o brasileiro das classes C, D e E tem visões econômicas liberais, afeito ao empreendedorismo e ao reconhecimento meritório no âmbito profissional. Sobre os costumes, a pesquisa concluiu que as pessoas têm na fé e na família algo inegociável.

No relatório da pesquisa, os responsáveis se viram obrigados a admitir que “a família é o grande alicerce e solução para os problemas individuais e coletivos”, e que para o brasileiro, “a família […] é considerada a base da vida”.

“Os entrevistados […] utilizam expressões superlativas como ‘é tudo, é o que faz valer a pena’, ‘é o porto seguro, o que mantem a gente na linha’”, para se referir à família, diz o relatório, que acrescenta: “[A família] é o que possibilita que sejam pessoas corretas e que tracem caminhos sem desvios. E é também o antídoto para a crise moral da sociedade”.

Essa base, segundo os entrevistados, é “necessária para a construção de uma sociedade mais correta, sem violência, sem corrupção, mais desenvolvida, com pessoas de caráter, honestas”. O relatório ainda salienta que para o brasileiro em geral, “o fracasso de uma sociedade é resultado da presença excessiva de famílias desestruturadas”.

Influência

De acordo com o jornal O Povo, o professor da Unicamp, Márcio Pochmann, vê que essa visão conservadora da população é fruto do crescimento dos evangélicos, especialmente os pentecostais e neopentecostais: “A igreja se reconstrói para estar mais próxima e disponíveis aos fiéis para ajudá-los na orientação do seu dia a dia, da sua família, na prestação do serviço”.

O sociólogo Gabriel Feltran, coordenador de Pesquisa do Centro de Estudos da Metrópole da Universidade de São Paulo (USP) e pesquisador do Núcleo de Etnografias Urbanas do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento, disse ter constatado que há uma mudança na visão política das camadas mais pobres, influenciada pela adesão à religião.

“É um voto que concebe o mundo a partir da proximidade, da relação pessoal, da confiança na ética do candidato, um voto próximo e moral. Que por isso sempre esteve muito próximo das igrejas, espaços altamente politizados. E sabemos que a expansão pentecostal é muito mais conservadora que progressista, ao contrário das comunidades de base católicas”, comentou.

Débora Antunes, doutora em filosofia, contemporizou a constatação da pesquisa e sugeriu ser algo passageiro, afirmando que a visão conservadora de valores em cenários pós-crise não surpreende e se fez presente em vários momentos da história.

“O risco é uma participação cada vez menor das pessoas na luta por mudanças sociais mais efetivas. E isso pode gerar um agravamento das desigualdades e da culpabilização das pessoas pela sua situação de vida, seja pelo seu sucesso ou fracasso, quando na verdade não podemos tratar como iguais pessoas que tiveram pontos de partida diferentes”, alarmou.

Evidências

Todo o relatório da pesquisa da Fundação Perseu Abramo pode ser verificado na prática com o resultado das últimas eleições. Em 2014, quase 50% dos eleitores votaram para rejeitar o PT e a reeleição de Dilma Rousseff. A vitória da então presidente não freou, no entanto, a sede por mudança e punição a crimes cometidos pela esquerda.

Dilma foi destituída de seu cargo oficialmente em agosto, e meses depois, nas eleições municipais, o PT viu seu maior encolhimento, perdendo centeas de prefeituras Brasil afora. O caso mais emblemático foi registrado na capital paulista, em que o estreante João Doria (PSDB) venceu o pleito no primeiro turno, com 53% dos votos, derrotando, dentre outros, o petista Fernando Haddad, que tentava reeleição.

Fonte: Gospel +.

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Aos 89 anos, Cid Moreira se torna Youtuber e cria “Canal da Bíblia”

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Conhecido por sua voz marcante e pelos muitos anos de trabalho como jornalista e locutor da rede Globo (Jornal Nacional, Fantástico, entre outros), Cid Moreira não pensa em se aposentar.

Desde dezembro do ano passado, o jornalista está editando um canal no Youtube, dedicado exclusivamente à leitura da Bíblia, buscando incentivar o internauta a se aprofundarem no estudo das Escrituras.

“A Bíblia é o testemunho de acontecimentos históricos de tal magnitude que mudaram o mundo em que vivemos. Revela quem é Deus e quem é Jesus: o homem que dividiu o tempo em antes e depois dEle”, destaca Cid Moreira em um vídeo.

O canal também apresentará perguntas bíblicas, bem como estudos que ajudarão os internautas a se guiarem na leitura bíblica.

“Ao final [do estudo da Bíblia], você terá crescido na fé e na consciência, que são os principais para uma vida mais plena, mais consciente e mais fraterna”, disse.

O Canal conta com o apoio da Sociedade Bíblica do Brasil (SBB).

Fonte: Consciência Cristã News.

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Ex atrizes pornô testemunham a nova vida em Cristo Jesus

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As ex atrizes Crissy e Brittni ganharam fama e dinheiro com a indústria de filmes pornográficos, mas agora sevem à Deus. Crissy de 41 anos e Brittni de 30, se converteram se casaram com seus esposos e são mães, que levam a mensagem do Evangelho por onde passam.

Testemunho de Crissy

Crissy, em seus testemunhos nas igrejas, conta sobre sua difícilinfância, cujo foi abusada sexualmente por anos desde os 4 anos pelo vizinho. Sempre tinha problemas com auto estima e depressão. Ela cresceu pensando que tinha “alguma” coisa errada com ela, e por isso nunca contou sobre os abusos aos pais.

Aos 17, ficou gravida de seu primeiro namorado e decidiu abortar: “Foi uma das situações mais traumatizantes que aconteceu comigo”, disse ela.

Ela conta que tornou-se modelo e aos 23 em atriz pornô, e apesar de ganhar muito dinheiro, constantemente tinha vontade de morrer e um enorme vazio.

Aos 31, “destroçada por dentro”, Crissy disse que já não podia suportar, então ajoelhou e gritava ajuda: “Deus! Se você é real, preciso que me mostre um sinal, porque tudo o que eu sei sobre o amor não é verdade. Preciso sentir você em minha vida”.

No dia seguinte, ao sair com alguns amigos de seu namorado, descobriu que um deles era cristão ele falou sobre Jesus e ela “creu” ser a resposta do sinal que pediu.

Crissy se casou em 2013 com Lawton Outlaw, um dos jovens da igreja que passou a congregar.
Hoje, são pastores e colaboram com o ministério XXXChurch, um dos maiores sites contra a pornografia.

Testemunho de Brittni

A história de Brittni é similar. Quando jovem, ela luto contra as drogas, depressão e transtorno alimentar. “Eu vivia deprimida. As drogas eram a única coisa que me ‘ajudava’ a passar o dia, porque me davam um pouco de energia e a falsa sensação de felicidade”, contou.

Aos 16 anos, ela já trabalhava no mundo da pornografia em Santa Bárbara, Califórnia. Sua infância girou em torno do abandono e instabilidade emocional.

Durante 7 anos de sua vida ela gravou 275 filmes pornográficos e ganhou mais de 3 milhões de dólares, porém, gastou tudo com medicamentos, porque apesar de ser “estrela do cinema”, caiu em profunda depressão e também tentou suicídio, segundo publicou Daily Mail.

Hoje, Brittni é cristã e leva seu testemunho de transformação em Cristo Jesus por onde passa.

Fonte: Consciência Cristã News.

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Isenções fiscais para igrejas podem acabar no Brasil; Entenda

img201506102249528219234medA crise econômica não tem afetado apenas as grandes indústrias e empresas, ela ameaça também as instituições religiosas. A proposta de acabar com a isenção fiscal das igrejas faz parte do conjunto de medidas que partem do governo para combater o déficit nas contas públicas, e tem causado polêmica entre os partidos e lideres religiosos de todo Brasil.

A intenção dos deputados federais é ampliar a discussão sobre a reforma da previdência, para discutir, também, se igrejas, pequenos empresários, produtores rurais e instituições filantrópicas devem ou não continuar isentos de pagar impostos ao governo.

O governo calcula que a soma dessas isenções fiscais equivalem a R$ 65,2 bilhões de reais, cuja arrecadação poderia servir para ajudar cobrir o rombo da previdência, que segundo levantamento da Receita estima-se em R$ 181 bilhões de reais para o próximo ano.

Veja abaixo o gráfico informando a quantia que cada setor deixa de pagar atualmente com a isenção:

Fonte: Receita Federa/Folha

Segundo informações da Folha, além de incluir também as instituições de ensino, como seminários teológicos e faculdades religiosas, os parlamentares também pretendem rever a isenção fiscal de times de futebol, que hoje pagam apenas 5% de todo faturamento obtido com o clube.

Há divergência de opiniões entre os parlamentares, assim como na população, em se tratando das entidades religiosas e filantrópicas, uma vez que tais organizações prestam serviços essenciais à comunidade, muitos dos quais como forma de suprir as deficiências do próprio Estado.

“A isenção não é um benefício, mas uma contrapartida por aquilo que as entidades filantrópicas realizam no lugar do Estado”, declarou o Deputado Federal da bancada evangélica, João Campos (PRB-GO), a reportagem da Folha de São Paulo.

Por outro lado, o Presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), declarou que a Previdência estará falida em 2024 se nenhuma medida for tomada, defendendo a necessidade da reforma. Maia disse a Folha receber com surpresa a notícia de que nenhum clube de futebol no Brasil paga a Previdência Social, justificando seu posicionamento.

Na prática, portanto, a intenção do governo ao rever as isenções fiscais é captar recursos para cobrir o rombo da previdência, mesmo que para isso seja necessário rever as de entidades, empresas e pessoas que através de suas ações prestam serviço ao Estado. Essa é, sem dúvida, mais uma medida polêmica que vai gerar muita discussão, acirrando também os ânimos no Planalto em 2017.

Fonte: Gospel +.

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Até ateus reconhecem que sucesso financeiro depende de Deus, revela pesquisa Datafolha

Business man showing you brazilian money.O instituto Datafolha ouviu 2.828 brasileiros, maiores de 16 anos, escolhidos aleatoriamente, como amostragem de toda a população, e os resultados confirmam que até ateus reconhecem que sucesso financeiro depende de Deus.

Realizada em 174 municípios, o nível de confiança da pesquisa é de 95%, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Abaixo, confira o gráfico:

Fonte: Instituto PEW, 2014; Datafolha

23% dos que se declararam ateus na pesquisa concordam com a afirmação acima, de que “todo o sucesso financeiro da minha vida eu devo, em primeiro lugar, a Deus”. Esse número, porém, aumenta entre os que tem religião, sendo 90% dos que concordam e 70% entre os que afirmam não ter religião.

A pesquisa revelou ainda um dado muito interessante, de que quanto menor a escolaridade e menor a renda, maior é a gratidão a Deus pelas conquistas.

Entre os mais instruídos, com nível superior, a porcentagem é de 77% dos que atribuem suas conquistas a Deus e 7 entre 10 dos que recebem até R$ 8.880,00 de salário.

Se comparados aos católicos, os evangélicos acreditam mais que a pobreza pode ser uma condição por falta de fé em Deus, são 28% dos que concordam com essa afirmação, assim como de que a melhor saída para essa condição é levar os pobres a igreja, segundo pesquisa com 2.000 brasileiros feita pelo Instituto Pew, com informações da Folha de São Paulo.

Um dado que pode corroborar com esse fato é que a igreja evangélica faz mais caridade (63% contra 45% dos católicos) e consegue emprego com mais facilidade (56% contra 35% dos católicos).

“Os evangélicos estão muito mais conectados com a experiência cotidiana. Essa ligação com a vida prática gera ânimo, disposição, e isso não é pouca coisa, principalmente num momento de crise”, disse o Professor de Antropologia da Unicamp e pesquisador do Cebrap, Ronaldo de Almeida, ao site Folha de São Paulo.

Fonte: Gospel +.

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Extremistas islâmicos treinam alunos para matar seus professores cristãos

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Boko Haram, grupo extremista islâmico da Nigéria que jurou lealdade ao Estado Islâmico, está treinando jovens para retornar às suas escolas e matar seus antigos professores e colegas cristãos.

A matéria investigativa do jornal Los Angeles Times mostra como o Boko Haram, cujo nome traduzido seria “educação ocidental é pecado”, está priorizando as escolas que eles afirmam serem um sistema que contraria sua fé.

O Christian Post relata que ONG cristã International Christian Concern (ICC) lamenta como a radicalização de crianças e adolescentes continua crescendo na região. “O Boko Haram tem como alvo prioritário atacar escolas, forçando seu fechamento. Eles raptam estudantes e matam professores. As meninas de Chibok são o caso mais conhecido, mas as regiões onde Boko Haram controla já não têm mais escolas abertas com medo de ataques”, afirmou o documento oficial.

A ICC tenta abrir uma escola para crianças em um acampamento de refugiados, expulsos de suas casas pelos jihadistas. Também estão pedindo orações pela situação na região, que se agrava cada vez mais.

O relatório do LA Times indica que 611 professores foram assassinados desde a ascensão do Boko Haram em 2009, além de 910 escolas incendiadas e outras 1.500 obrigadas a fechar as portas.

Muitos desses ataques teriam sido realizados por ex-alunos radicalizados, que dão a vida para defender essas ideias religiosas radicais. “O Boko Haram acredita que a Terra é plana, e que os muçulmanos estão autorizados a tomar pessoas como escravos e matar os infiéis,” observou o relatório. Como metade da população da Nigéria é muçulmana, os conflitos antigos com os cristãos têm se acirrado após a eleição de um presidente islâmico.

A percepção entre os muçulmanos é que a educação ocidental, trazida para o país por missionários cristãos europeus é uma “manobra para cristianizar” as crianças. Por isso, pregam que um bom muçulmano não deve frequentá-las.

O grupo terrorista vem usando crianças e adolescentes sequestrados por eles em alguns de seus ataques, seja como soldados ou como homens-bomba não só na Nigéria, mas também no Níger, Chade e Camarões.

O Wall Street Journal (WSJ) publicou uma extensa matéria-denúncia em agosto, dando conta que os jihadistas sequestraram mais de 10.000 meninos nos últimos três anos na Nigéria e no Camarões. Seguindo o modelo do EI, as crianças são forçadas a se converter ao Islã e recebem treinamento militar. Muitos são órfãos de pais e mães cristãos mortos nos ataques do Boko Haran às aldeias do interior.

Fonte: Gospel Prime.

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“Bálsamo de Gileade” volta a ser produzido em Israel

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A Bíblia fala diversas vezes sobre um bálsamo vindo da cidade de Gileade, uma região montanhosa a leste do rio Jordão, em Israel. A planta de onde é extraída é real e o produto usado com fins medicinais, cosméticos e em rituais de adoração no Templo.

O agricultor israelense Guy Erlich está revivendo esse produto da agricultura bíblica, juntamente com o incenso e a mirra. Contudo, está recebendo alguma resistência. Para alguns ele é um visionário, que possivelmente proverá as plantas necessárias para os incensos usado no Terceiro Templo, assim que ele for reconstruído.

Em entrevista à CBN News, ele explicou: “Esta é a fazenda do bálsamo da Gileade”. Mostrando  sua plantação, conta que “a visão era produzir de novo o bálsamo de Gileade aos poucos e posteriormente fazer uma produção em escala industrial”.

Tudo ainda está nos estágios iniciais, mas já está ajudando a transformar em área cultivável parte do deserto perto do Mar Morto e de Jericó.

Erlich testemunha: “Ao longo dos anos, consegui reunir uma coleção de plantas bíblicas raras, usadas como cosméticos e também de uso medicinal. Entendi que existem plantas mais interessantes em minha coleção, com um potencial para beneficiar a humanidade”.

Produzindo incenso bíblico

Uma resposta curta seria: “da árvore de Balsamo”, que ficou conhecida como Bálsamo de Gileade, por crescer em abundância naquela região.

Durante cerca de 1000 anos, os antigos agricultores hebreus eram os únicos no mundo a cultivar esta planta exótica. Agora, essa aventura biotecnológica de Erlich está revivendo a prática.

Além dessa planta produzir um dos remédios mais importantes do mundo antigo, seu perfume era considerado o melhor do Império Romano, lembra o fazendeiro. “Acredita-se que era o primeiro ingrediente do incenso usado no Templo Sagrado e desde o período do Segundo Templo, usado como o óleo que ungia os reis de Israel. Desde o século VI, desapareceu daqui, juntamente com o povo judeu”, ensina.

Para voltar a cultivá-la, Erlich conseguiu uma muda rara da planta com um cientista alemão que a levou da Arábia Saudita para Israel. Apesar das diferenças climáticas, as plantas cultivadas por ele estão se desenvolvendo bem, pois além do calor intenso, estão no  solo salgado na área perto do Mar Morto.

Atualmente ele tem plantado seis hectares de mudas do Bálsamo de Gileade, mas já existem  outras 5.000 plantas prontas para serem cultivadas.

A resina retirada do tronco dá planta, as frutinhas e as folhas podem ser usadas para produção, sendo que cada uma possui fragrância e propriedade única.

Além do bálsamo, ele está investindo na produção de olíbano, incenso mencionado em Êxodo 30. O agricultor explica que existem mais de 20 tipos da planta, mas este é o mesmo usado no Templo, segundo a Bíblia. Atualmente é considerado uma planta com risco de extinção.

Na fazenda de Eelich há mudas de mirra e de várias outas plantas usadas na produção do incenso que deve ser queimado no Templo. Além da questão religiosa, ele conta que seu objetivo é fundar um centro de pesquisa e desenvolvimento de plantas medicinais, que espera ser benéfico para o estudo sobre as flores do Deserto.

Fonte: Gospel Prime.

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Não celebrem o Natal como um mero feriado secular, pede Billy Graham

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“À medida que o Natal se aproxima, aproveite esse tempo para se lembrar do maior presente de Deus nos deu: Seu Filho, Jesus Cristo”, sugeriu o pastor Billy Graham”

O período do Natal é um tempo em que os cristãos podem expressar sua gratidão pela bondade de Deus, e não deve ser celebrado como uma festa secular, alertou o pastor Billy Graham recentemente.

Em uma coluna de perguntas e respostas publicada pela Associação Evangelística Billy Graham no Dia de Ação de Graças, um imigrante perguntou ao evangelista qual era sua opinião sobre qual dos dois feriados, Dia de Ação de Graças ou Natal, é mais siginificativo.

“Eu sou um recém-chegado ao seu país [EUA] e eu ainda estou tentando entender os feriados de vocês. Qual destes é mais importante: Dia de Ação de Graças ou Natal?”, perguntou a pessoa.

Graham respondeu que nos Estados Unidos a maioria das pessoas diria que o Natal é mais importante do que o Dia de Ação de Graças.

“Qual feriado é mais importante para os americanos? A maioria das pessoas provavelmente diria Natal, uma vez que ocupa mais do seu tempo e atenção”, escreveu Graham.

“Mas, na verdade, ambos devem ser de grande importância, porque ambos nos lembram da bondade de Deus para conosco, primeiro por prover nossas necessidades diárias, e então por enviar Seu Filho ao mundo para nossa salvação”, acrescentou.

Graham expressou consternação sobre a quantidade de americanos que têm celebrado o Natal e o Dia de Ação de Graças como meros feriados seculares.

“Para muitas pessoas, tanto o Dia de Ação de Graças como o Natal são apenas feriados seculares, mas aproveite o tempo hoje para agradecer a Deus por Sua bondade e consagrar sua vida novamente a Ele”, continuou o pastor.

“À medida que o Natal se aproxima, aproveite o tempo para se lembrar do maior presente de Deus nos deu: Seu Filho, Jesus Cristo. Faça dEle o centro de sua vida, não apenas hoje, mas todos os dias”, finalizou.

Estatísticas

A sensação de Graham de que a maioria dos americanos escolheria o Natal em vez do Dia de Ação de Graças pode ser comprovada por várias pesquisas feitas sobre os feriados favoritos dos americanos.

Por exemplo, em dezembro do ano passado, o site de pesquisas políticas ‘FiveThirtyEight’ realizou uma pesquisa online com cerca de 1.000 entrevistados e descobriu que 78% deles listaram o Natal dentro de seus cinco feriados favoritos.

Com isso, o Natal se tornou o feriado número 1 da lista, tendo o Dia de Ação de Graças chegando em segundo lugar com 74%, Dia da Independência em terceiro com 47% e Ano Novo em quarto lugar, com 41%.

Fonte: Consciência Cristã News.

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Cientistas reconhecem que “Vida eterna” existe

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Cientistas afirmam que a morte não pode ser o final como muitos temem; e que o ser humano tem alma que ‘sai de seu corpo’ após a morte.

Pode até soar como um mito sobrenatural, mas a ideia de que a consciência humana sobrevive a morte foi reconhecida e apresentada por um grupo de cientistas reconhecidos.

O cientista britânico vanguardista da teoria inquietante afirma que os seres humanos tem almas que não morrem junto com o corpo.

Muitos não sabem o que é exatamente a consciência, mas o físico Roger Penrose sustenta que isso explica porque muitos podem ter experiências de sobrenaturais perto da morte.

“Se o paciente morre, é possível que esta informação quântica possa existir fora do corpo, talvez indefinidamente como alma”, disse Roger.

A teoria de Roger é respaldada pelos investigadores do reconhecido Instituto Max Planck de Física em Munique.
Os físicos sustentam que nosso universo físico é só um lado da perspectiva, e que quando a morte chega ao corpo, e a vida é infinita no além.

Dr. Hans-Peter Dür, ex chefe do Instituto disse: “O que consideramos ‘aqui e agora’, neste mundo, na realidade é somente um nível de matéria compreensível. O além é uma realidade infinita e muito maior”.

“O corpo morre, mas o campo quântico espiritual continua. Desta maneira, sou imortal”.

No início do ano, outra considerável afirmação “da outra vida” foi feita por um violinista que com doença cardíaca terminal, sobreviveu à 17 paradas cardíacas, experiências bem perto da morte, que o levaram afirmar que há vida após a morte.

Fonte: Consciência Cristã News.

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Muçulmano se converte ao ler a Bíblia pela primeira vez: “Hoje eu adoro a Cristo”

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Adam era um muçulmano devoto, que odiava cristãos. No entanto, ao ler a Bíblia pela primeira vez, foi despertada nele uma nova fé.

Adam era um muçulmano devoto, que odiava cristãos. No entanto, ao ler a Bíblia pela primeira vez em sua vida, seu sentimento de ódio se transformou em amor e despertou nele uma nova fé, conforme relata a organização Portas Abertas.

Elias, primo de Adam, foi o primeiro a se converter ao cristianismo em uma região islâmica da África, onde vivem. Porém, sua nova fé gerou conflitos em sua família muçulmana, que o rejeitou.

Adam era um dos membros da família que estava inconformado com a conversão de Elias. “Um dia, quando eu vi Elias na cidade carregando sua Bíblia, eu o confrontei. Ele me mostrou o versículo de João 14:6, onde Jesus diz: ‘Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim’”, Adam lembra.

“Eu me senti tão ofendido! Eu joguei a Bíblia no chão e pisei nela. Eu até tentou agredir Elias”, acrescentou.

Pouco depois do encontro, Adam se encontrou com um amigo que passou a ser um muçulmano devoto. “Ele me repreendeu, dizendo: este livro que você pisoteou é realmente verdadeiro”, recorda.

As palavras de Jesus não saíram de sua cabeça. Adam, então, procurou um evangelista que vivia na região, que o ensinou a respeito de Cristo, da Bíblia e do Alcorão. Diante dos novos ensinamentos, a fé cristã foi despertada no coração do jovem.

“Depois, eu fui até Elias e pedi desculpas pelo que fiz”, disse Adam. “Felizmente, ele me perdoou. Hoje, nós adoramos a Cristo juntos e amamos uns aos outros mais do que antes”.

Adam e Elias foram expulsos de casa pela família — ou então seriam mortos. Hoje, os primos encontraram abrigo em uma comunidade de cristãos que passaram por experiências semelhantes e hoje vivem sob os cuidados da Portas Abertas.

Cenário da perseguição

De acordo com a organização, a perseguição aos cristãos está crescendo em todo o mundo. Mais de 7 mil cristãos foram mortos por sua fé entre 1 de novembro de 2014 e 31 de outubro de 2015.

Outro levantamento feito pelo grupo registrou que mais de 3 mil cristãos foram mortos por motivos relacionados à fé em 2016. Além disso, mais de 2.400 igrejas foram atacadas, danificadas ou destruídas durante este período.

Fonte: Consciência Cristã News.

 

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Campanha espalha Bíblias “esquecidas” em Belém, no Pará

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Alguns locais públicos de Belém (PA) estão sendo usados para uma campanha evangelística que tem “esquecido” Bíblias para que outras pessoas as encontrem.

A proposta da Igreja Quadrangular é espalhar a palavra de Deus pela cidade, incentivando a leitura da Palavra. Quem encontra as Bíblias “perdidas” encontra também um bilhete que diz: “Esta Bíblia não está perdida, é um presente para você. Receba com muito carinho”.

A pastora Luaciane Gaby, explicou ao G1 que ao espalhar as Bíblias pela cidade é possível dar uma injeção de ânimo nas pessoas.

“Para quem anda com o coração aflito ou pensativo com algum problema do nosso dia a dia, a Bíblia é realmente o melhor caminho porque ela sara, ela liberta e ela restaura vidas e corações”, diz ela.

Fonte: Gospel Prime.